Palm Oil Dips on Outlook for Expanding Malaysian Inventories
Palm oil dipped ahead of Malaysian data due Thursday that are expected to show rising stockpiles and weaker exports from the world’s second-biggest grower.
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Palm oil dipped ahead of Malaysian data due Thursday that are expected to show rising stockpiles and weaker exports from the world’s second-biggest grower.
London, Sept. 8 (Jiji Press)--Hiroshima Governor Mika Yokota promoted the prefecture's oysters and sake at an event in London on Tuesday, expressing her desire to boost exports to Britain and deepen friendship and business relations between Hiroshima and the European country through food culture. Yokota, who took office last November, made her first overseas sales promotion trip for the wes...
Asia Intelligence Brief — Tuesday, September 8, 2026 China's customs bureau reported a 25 per cent jump in August exports on 8 September, with shipments to Latin America up 17.5 per cent for the month. Today's… The post Asia Intelligence Brief — Tuesday, September 8, 2026 appeared first on The Rio Times.
China has allowed its first outbound shipment of sulfuric acid since May, offering some relief to copper producers squeezed by a global shortage after the Iran war choked off Middle East supplies.
LatAm Expat & Nomad — Monday, September 7, 2026 Key Facts Argentina’s central-bank reserves climbed back above US$50 billion on Saturday, a milestone not seen in years. August farm exports surged 51 percent year-on-year to US$2.75 billion, a record for the month. The official peso rate is 1,480 / 1,530; the blue dollar trades at […] The post Argentina’s Economic Turnaround: Record Exports and Reserves Above $50 Billion — What Expats Need to Know appeared first on The Rio Times.
Morocco economy in September 2026: the US$23bn World Cup build-out, record car and plane exports, OCP, drought, tourism and the 23 September election. The post Morocco economy braces for US$23bn World Cup debt hit as 2026 election looms appeared first on The Rio Times.
Com a ajuda do petróleo, da soja, do cobre e do café, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 7,4 bilhões em agosto, resultado 23,8% superior ao do mesmo mês de 2025. Esse é o terceiro maior superávit comercial para meses de agosto, só perdendo para o recorde de agosto de 2023 (US$ 9,6 bilhões) e de 2021 (US$ 7,7 bilhões). Notícias relacionadas:UE suspende carnes do Brasil; entenda impacto e próximos passos.Desembargador mantém cobrança de imposto de exportação de petróleo.O desempenho foi impulsionado pelo crescimento das exportações, que avançaram quase 12,2% no período, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (4) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). A corrente de comércio, soma de exportações e importações, alcançou US$ 58,9 bilhões, o maior valor já registrado para meses de agosto na série histórica. Principais números Superávit: US$ 7,4 bilhões (+23,8% ante agosto de 2025); Exportações: US$ 33,2 bilhões (+12,2%); Importações: US$ 25,8 bilhões (+9,2%); Corrente de comércio: US$ 58,9 bilhões (+10,9%). Exportações crescem O aumento das vendas externas foi liderado pela indústria extrativa, seguida pela indústria de transformação e pelo agronegócio. Exportações por setor: Indústria extrativa: US$ 8,3 bilhões (+16,4% ante agosto de 2025); Indústria de transformação: US$ 17,2 bilhões (+10,2%); Agropecuária: US$ 7,4 bilhões (+11,4%). Produtos em destaque: Indústria extrativa: minérios de cobre e concentrados (+223,1%); minérios de níquel e concentrados (+120,7%); e petróleo bruto (+18% ante agosto do ano passado), minério de ferro (+20%); Indústria de transformação: combustíveis (+61,6%); carnes de aves (+40,5%); e farelos de soja e outros alimentos para animais (+36,6%); Agropecuária: soja (+14%); café não torrado (+24,1%); e animais vivos, exceto pescados e crustáceos (+174,3%). Apesar do crescimento geral das exportações, as vendas externas de minério de ferro caíram 10,8% em relação a agosto do ano passado, por causa tanto da queda de 4,4% no preço médio e de 6,7% no volume. As exportações de carne bovina recuaram 19,7% na mesma comparação, em meio ao atingimento da cota estabelecida pela China. No fim do ano passado, o país asiático, principal destino da carne brasileira, estabeleceu um limite de importação de 1,106 milhão de toneladas para a carne brasileira. O que exceder esse volume entra no país com uma sobretaxa de 55%. Destinos das vendas As exportações cresceram para a maior parte dos principais mercados do Brasil, incluindo os Estados Unidos, apesar das tensões comerciais entre os dois países. Exportações por região: Ásia (exceto Oriente Médio): US$ 13,6 bilhões (+0,7% ante agosto do ano passado); Europa: US$ 7,3 bilhões (+22,1%); América do Norte: US$ 4,6 bilhões (+11,5%); América do Sul: US$ 3,6 bilhões (-1,5%); África: US$ 1,7 bilhão (+20,5%); Oriente Médio: US$ 1,4 bilhão (+12,6%). As vendas para os Estados Unidos avançaram 12,1% na comparação com agosto do ano passado, mesmo com as novas tarifas de 25% e de 12,5% sobre produtos brasileiros. Importações avançam As compras brasileiras no exterior também cresceram em agosto, principalmente de bens de consumo e bens intermediários. Importações por categoria: Bens intermediários: US$ 15 bilhões (+3,1%); Bens de consumo: US$ 3,9 bilhões (+15%); Bens de capital: US$ 3,9 bilhões (+29,3%); Combustíveis: US$ 3 bilhões (+7,4%). Acumulado do ano No acumulado de janeiro a agosto, a balança comercial registrou superávit de US$ 55,3 bilhões. No período: Exportações: US$ 250,9 bilhões (+10,3%); Importações: US$ 195,5 bilhões (+6,1%); Saldo comercial: US$ 55,3 bilhões (+28,2%). O valor é o segundo maior para o período desde o início da série histórica, em 1989. Só perde para janeiro a agosto de 2023, quando o superávit estava em US$ 62,4 bilhões. Projeções Em julho, o MDIC revisou para cima sua projeção para 2026. A estimativa de superávit da balança comercial passou de US$ 72,1 bilhões para US$ 90 bilhões. A previsão de exportações foi elevada de US$ 364,2 bilhões para US$ 394,4 bilhões. A projeção para as importações passou de US$ 292,1 bilhões para US$ 304,4 bilhões. A próxima estimativa será divulgada em outubro. As estimativas estão mais otimistas que a das instituições financeiras. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, os analistas de mercado projetam superávit comercial de US$ 78 bilhões para este ano.