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Para 41% dos brasileiros, as mudanças climáticas são a maior ameaça para o futuro. Esse é um dos resultados apresentados nesta semana por uma pesquisa inédita do Instituto Oyá, em parceria com a Ipsos. Sob o título Termômetro do Brasil, o levantamento mostra a preocupação das pessoas para si mesmas e para suas famílias. Notícias relacionadas:Prêmio reconhece pesquisas brasileiras sobre mudanças climáticas .Mudanças climáticas figuram como crise de saúde pública, diz Padilha.O tema supera inclusive outros temas relevantes, como: perda de emprego (32%); retrocesso na democracia (32%); deterioração da saúde (31%); escassez de alimentos (30%); pandemia (24%). O estudo ouviu 2 mil pessoas. No entanto, quando esse grupo é questionado a respeito das principais preocupações no momento, o tema das mudanças climáticas vai para o nono lugar (com 14%). As ameaças ao meio ambiente estão em décimo (10%). Esses números fazem com que o Brasil ocupe a 20ª colocação entre os mais preocupados. Desinformação De acordo com a diretora executiva do Instituto Oya, Camila Kamilo, um dos dados que mais a surpreenderam é que, em média, 78% das pessoas não sabiam diferenciar notícias falsas das verdadeiras, inclusive sobre eventos climáticos extremos. Um dado preocupante no atual contexto eleitoral no Brasil. Ela explica que, a partir de um experimento social cego, ficou demonstrado que os brasileiros aceitam como verdadeiras fake news de forte apelo emocional. Nesse contexto, 81% temem o uso de deepfakes e tecnologias de inteligência artificial para manipulação de imagem e voz. “Algo que nos deixou bem preocupadas é que 67% dos brasileiros confiam na tecnologia, enquanto 65% desconfiam dos governos”, afirma a diretora do instituto. Segundo a diretora, a deterioração da confiança do brasileiro é considerada um motivo de atenção em um momento de incertezas. “[Isso] faz com que as pessoas, literalmente, aceitem qualquer coisa como verdade. E isso ocorre, não só num contexto de crise climática, mas também de desafios sociais, econômicos e ecológicos.” Engajamento Camila Kamilo observa que o engajamento social, sobre clima inclusive, tem ocorrido mais pelas redes sociais, de forma distante fisicamente, do que de forma ativa e presencial. Para a pesquisadora, é necessário que o país adote políticas públicas e novos modelos de comunicação para garantir a veracidade das informações que circulam socialmente. “O brasileiro não é negacionista na sua maioria. Ele está desinformado.” ONGs e envolvimento partidário Outra observação que a pesquisadora cita é que, apesar de desconfianças nas instituições, 45% dos brasileiros acreditam nas organizações não governamentais. “Mais do que nunca é importante a gente fortalecer as nossas organizações da sociedade civil, incluindo a imprensa como difusão de informações checadas”, exemplifica. Outro dado destacado é que o eleitor brasileiro se mostra afastado do engajamento partidário tradicional. No total, 39% descartam atuar em campanhas ou partidos, e 33% rejeitam protestos de rua.
The water off Thailand's Ko Lan island has turned a vibrant shade of green thanks to a plankton bloom.
Indonesia is battling its worst wildfire season in years, testing President Prabowo Subianto’s deep cuts to disaster funding. Toxic haze is now spreading across the region, from Manila to Singapore. Kanupriya Kapoor explains what's fueling the fires. (Source: Bloomberg)
Principal e maior reservatório de São Paulo, o Sistema Cantareira encerrou o mês de setembro com 41,1% do seu volume útil armazenado e, com isso, passará a operar na faixa de atenção a partir desta quinta-feira (1). A faixa de atenção é estabelecida quando o nível do reservatório fica entre 40% e 60%. Neste ano, o Cantareira vinha apresentando um nível de armazenamento preocupante, mas com as chuvas recordes de setembro conseguiu melhorar a sua capacidade. Notícias relacionadas:Sistema Cantareira, em São Paulo, passa a operar na faixa de alerta .Inmet: calor acima da média e chuvas irregulares devem marcar outubro.Calor e chuvas levam Defesa Civil a emitir 34 alertas em São Paulo .No final de agosto, por exemplo, seu volume útil armazenado estava em 32,99%, nível considerado de alerta. Como seu volume agora está na faixa de atenção, a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e a Agência de Águas do Estado de São Paulo (SP Águas) autorizaram a Sabesp, companhia privada que administra o sistema, a retirar até 31 metros cúbicos por segundo (m³/s) do reservatório. Antes, na faixa de alerta, a Sabesp poderia captar até 27 metros cúbicos por segundo do Sistema Cantareira. Em condições de normalidade, essa captação pode chegar a 33m³/s. Resolução A ANA e a SP Águas acompanham diariamente os dados de níveis, vazões e armazenamento do reservatório. Essa medida obedece critérios que foram definidos pela Resolução Conjunta nº 925/2017, elaborada logo após a crise hídrica ocorrida no estado nos anos de 2014 e de 2015. Essa resolução estabelece que a captação de água do Sistema Cantareira seja condicionada ao nível de armazenamento de água do manancial observada no último dia de cada mês. Para tanto, foram criadas cinco faixas: normal, quando o nível do reservatório é igual ou maior que 60%; atenção, quando é igual ou maior que 40% e menor que 60%; alerta, quando está maior que 30% e menor que 40%; restrição, quando é maior que 20% e menor que 30%; e especial, quando o volume acumulado é menor que 20%. São essas faixas que orientam os limites de retirada de água do sistema. Sistema O Sistema Cantareira é composto por cinco reservatórios interligados - Jaguari, Jacareí, Cachoeira, Atibainha e Paiva Castro - com volume útil total de 981,56 bilhões de litros. Desde 2018, conta também com a interligação entre a represa Jaguari, no Rio Paraíba do Sul, e a Represa Atibainha. O sistema abastece cerca de metade da população da região metropolitana de São Paulo e, segundo a ANA, contribui ainda para o atendimento dos usos múltiplos da água, com destaque para o abastecimento de Campinas, nas bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. Embora seus reservatórios estejam localizados integralmente em território paulista, parte das águas que os alimentam provém de rios de domínio da União, por terem nascentes e trechos no estado de Minas Gerais, compondo a bacia dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí.
Pesquisadores e estudantes de universidades brasileiras e francesas participaram de uma imersão de 12 dias no Pará para conhecer experiências de sociobioeconomia e aprofundar o debate sobre modelos de desenvolvimento sustentável na Amazônia. Esta foi a primeira atividade da Escola Imersiva Internacional em Sociobioeconomia Amazônica, criada a partir da cooperação científica entre o Brasil e a França. A instituição foi viabilizada por meio do programa de investimentos em bioeconomia na Amazônia, Amabio. Fruto de um acordo bilateral firmado durante a visita do presidente da França, Emmanuel Macron, ao Brasil, em 2024. Notícias relacionadas:Pesquisa encontra resíduos de plástico em tartarugas no Rio.Anticiclone derruba temperatura no Sul do país.Frente fria avança para as regiões Centro-Oeste, Sudeste e o Paraná.“A França e o Brasil têm uma parceria estratégica na qual a biodiversidade, a luta contra as mudanças do clima e o desenvolvimento sustentável são prioridades primárias”, afirma Brice Fodda, ministro conselheiro da Embaixada da França no Brasil. A iniciativa é um programa educativo por temporada voltado aos estudantes mestrandos ou doutorandos, da Université Paris-Est Créteil (UPEC), Université de Guyane (UG), Universidade Federal do Pará (UFPA) e da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA). Segundo a especialista técnica internacional em cooperação universitária e científica na Amazônia, Nadège Mezie, da agência de cooperação Expertise France, a ideia é permitir aos estudantes compreender a sociobioeconomia como um modelo de desenvolvimento sustentável na Amazônia e conhecer as iniciativas alinhadas a esse modelo. “Também dar aos alunos uma contextualização maior, mostrar essa presença dos povos indígenas, das populações tradicionais, a complexidade do mosaico de unidades de conservação”, explica Nadège. Imersão Ao longo da atividade, o grupo de 16 estudantes participou de uma programação hibrida com palestras, painéis e rodas de conversa em sala de aula e visitas às cadeias produtivas do açaí, cacau e borracha, em Belém, e de visitas às comunidades extrativistas dos rios Arapiuns, Maguari e Jamaraquá, na Floresta Nacional do Tapajós, e ao programa de turismo comunitário do povo Munduruku, na Aldeia de Ipaupixuna. Segundo o professor associado da Université Paris-Est Créteil (UPEC), Felipe Koch, a recepção nas comunidades foi um destaque da experiência, considerando que a sociobioeconomia que faz sentido para a Amazônia é parte dos povos e comunidades que mantêm a floresta em pé. “A escola os tratou como parceiros de formação, detentores de saberes que a universidade precisa aprender a reconhecer”, afirma. A experiência impressionou a estudante de doutorado da Guiana Francesa, Vitória Tailamé, que tem como objeto de estudo a sustentabilidade na construção civil, mas desconhecia o conceito de sociobioeconomia. “A palavra sociobioeconomia traduz melhor os três pilares de um futuro desejável. Uma economia que respeita as pessoas e a natureza e seu tempo”, diz. Resultados A vivência entre os integrantes da academia e os povos tradicionais da Amazônia resultará em diferentes produtos que convergem para o aperfeiçoamento das inovações e iniciativas de sociobioeconomia. Felipe Koch explica que os estudantes da universidade de Paris receberão créditos acadêmicos conforme a pertinência das soluções construídas coletivamente com as comunidades. “Os grupos mistos, que reúnem estudantes das quatro universidades — entre eles sete mestrandos e dois doutorandos da UPEC —, trabalham agora à distância nos projetos de resposta aos problemas formulados em campo e vão apresentá-los aos parceiros em janeiro de 2027”, explica. Para os estudantes da Guiana Francesa a experiência resultará na produção de artigos e de um diário de bordo. “O principal é o que aprenderam no Brasil e levarão à Guiana Francesa, onde a sociobioeconomia é menos desenvolvida”, afirma Nadège. Os estudantes brasileiros da UFPA e da UFOPA necessariamente já atuam em projetos de extensão ou têm o tema como objeto de suas teses de mestrado ou doutorado. A primeira atividade da escola foi avaliada em um balanço realizado ao final da programação, no qual estudantes e especialistas puderam apresentar as suas impressões. Vitória Tailamé destacou o quanto foi transformador sentir na pele o impacto do respeito à floresta em aulas a céu aberto, fora dos muros. “Acho que vão faltar palavras para expressar o quanto isso nos tocou e nos sensibilizou. Tenho certeza que nos próximos dias e meses ainda vamos estar digerindo o que vivemos e vamos querer compartilhar o que aprendemos”, diz. Os bons resultados relatados pelo grupo resultaram em uma decisão de desdobramento das atividades da escola para os próximos anos, afirma Nadège. “Como foi um sucesso e os alunos ficaram literalmente encantados tanto da experiência dessa vivência, mas também dessa aprendizagem, estamos já pensando em uma segunda edição ano que vem e esperamos realizar na Guiana Francesa”. A continuidade das atividades ocorrerá de forma alternada nos dois países, com foco especial na Amazônia. “A diplomacia franco-brasileira é tão forte que podemos fazer uma edição em um país, outra edição em outro, mantendo uma diplomacia bem equilibrada entre ambos os países. E sim, queremos manter essa dinâmica muito positiva nos próximos anos”, conclui o ministro Brice Fodda.
Estudo feito com tartarugas-verdes (Chelonia mydas) no estado do Rio de Janeiro constatou que a espécie compartilha os mesmos tipos de bactérias encontradas nos resíduos de plástico no ambiente. A pesquisa foi feita pelo professor Filipe Berbeti e orientada pelo coordenador Henrique Fragoso dos Santos, do Laboratório de Microbiologia Ambiental e Microbiotecnologia da Universidade Federal Fluminense (UFF), Notícias relacionadas:Anticiclone derruba temperatura no Sul do país.Capital fluminense integra programa global de gestão de resíduos.Também participaram pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e do projeto Aruanã, que se dedica à conservação das tartarugas-marinhas da Baía de Guanabara. Berbeti analisou os microorganismos que vivem no corpo das tartarugas, na praia de Itaipu, em Niterói (RJ), e comparou com as bactérias encontradas nos pedaços de plástico, na água do mar e nas algas da região. A pesquisa concluiu que as bactérias das tartarugas eram mais semelhantes àquelas encontradas no plástico do que as recolhidas das algas (que servem de alimento para os animais) e da água (onde os quelônios vivem a maior parte do tempo). “Era esperado que a microbiota da tartaruga parecesse mais com a microbiota do próprio alimento dela [a alga]. É o que diz a literatura. Mas quando comparamos os tipos de bactérias, vimos que lembravam mais as dos plásticos. Foi um primeiro indício de que, provavelmente, a conectividade entre tartaruga e plástico está muito mais próxima do que a gente achava”, destacou o pesquisador. O resultado indica que a ingestão de plástico e o contato desse material com as tartarugas-verdes podem representar uma importante fonte de exposição dos animais a micróbios. "Hoje em dia, a gente já sabe que o plástico causa vários problemas. Seja poluição visual, animais se alimentando do material ou presos neles. A interação da microbiota e do plástico, quando ingerido, a gente ainda não sabia muito", afirma Berbet Entre os gêneros de bactéria encontrados tanto no plástico quanto nas tartarugas, estão Vibrio, Pseudomonas, Bacillus, Staphylococcus, Streptococcus, Chryseobacterium e Clostridium. Esses grupos de microorganismos incluem espécies que provocam doenças tanto em animais quanto em seres humanos. Apesar disso, não foram feitas análises para associar essas bactérias a doenças nas tartarugas-verdes. Tampouco foi feita a identificação mais aprofundada para identificar a espécie e confirmar se algumas delas seriam patogênicas “É difícil chegar à identificação da espécie quando falamos da avaliação de microbioma. Pegamos uma parte do DNA para amplificar e tentar descobrir o organismo. Só conseguimos chegar até o nível de classificação para gênero. Então, não podemos afirmar com certeza que aquela espécie ali estava causando uma patogenicidade”, afirmou Berbeti. Segundo o estudo, os resíduos plásticos podem representar uma fonte potencial de micróbios associados à relevância patogênica. As tartarugas-verdes, por sua vez, podem servir como potenciais dispersores de bactérias marinhas, conectando ambientes contaminados com áreas remotas através de sua migração natural. A pesquisa envolveu cinco tartarugas coletadas pelo projeto Aruanã. Os resultados foram publicados na revista Environmental Pollution, em agosto deste ano.
Dal Lake’s fragile ecosystem is deteriorating amid pollution, unregulated construction and climate change in Kashmir.
Climate change is increasingly reshaping the polar oceans, with Arctic waters warming rapidly, sea ice shrinking and wildlife losing habitat at both ends of the planet, an annual report said Wednesday. The Copernicus Ocean State Report depicts profound changes across the world's seas, from record-breaking heatwaves in the Mediterranean and Black seas to shifts in marine ecosystems and increasingly acidic waters.
The Centre tells the court the CSIR-NEERI’s report on ‘new generation joined firecrackers’ finds they are different from conventional firecrackers in shell/tube size, formulation, bursting duration, and frequency of bursting, with corresponding reductions in noise, particulate emissions, and solid waste generation
O Ministério Público Federal (MPF) voltou a pedir a suspensão da licença ambiental concedida à Petrobras para explorar petróleo na bacia da Foz do Amazonas. A ação, protocolada no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) na segunda-feira (28), pede a paralisação imediata de qualquer atividade de perfuração ou teste no bloco marítimo FZA-M-59. Notícias relacionadas:Petrobras anuncia descoberta de petróleo na Foz do Amazonas .Petrobras fecha acordo para comprar gás dos EUA por mais de 20 anos.Petrobras fecha acordo de cooperação na área de petróleo em Moçambique.O recurso contesta a decisão da Justiça Federal do Amapá que, na quarta-feira (23), decidiu extinguir a ação civil pública movida pelo MPF contra a União, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Petrobras. A sentença assinada pelo juiz Anselmo Gonçalves da Silva diz que existem outras duas ações com o mesmo teor em tramitação na Justiça, algo proibido pelo ordenamento jurídico brasileiro. Além disso, determina aplicação de multa ao MPF por litigância de má-fé, ou seja, interpreta que o órgão entrou com nova ação para prejudicar o processo em andamento. No novo recurso, o MPF afirma que a sentença ignorou riscos graves ao ecossistema marinho, descumpriu compromissos climáticos do Brasil e desrespeitou tratados internacionais sobre direitos humanos. Argumenta ainda que surgiram fatos recentes que comprovam a insegurança da atividade na região, como o vazamento de mais de 18 mil litros de fluido químico no mar na operação de uma sonda em janeiro deste ano. O MPF também diz que a autorização inicial do Ibama previa apenas a perfuração de um poço chamado Morpho durante cinco meses, mas o cronograma teria sido alterado para permitir a abertura de quatro poços com atividades até 2029. Algo que, segundo o MPF, demandaria novos estudos ambientais. Para os procuradores, outro ponto central do recurso é a ausência de consulta prévia, livre e informada aos povos indígenas e às comunidades quilombolas e de pescadores artesanais do Amapá e do Pará, um direito garantido pela Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
Environmental groups raise concerns over criteria adopted by State government in selecting members, particularly the inclusion of people lacking experience in dealing with human-wildlife conflict
The trust will undertake a ‘Pada Yatra’ in Prakasam district from October 11 to 20 to create awareness among the local people about safeguarding the Gundlakamma river from pollution, encroachments, sand mining and ecological degradation
Residents said setting up of the sewage treatment plant near water bodies and farmlands will affect water quality in the area
O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), do Ministério da Educação (MEC), ofertará, em outubro, 1.580 vagas gratuitas em cursos de qualificação profissional relacionados ao meio ambiente, à sustentabilidade e bioeconomia. Os 11 cursos técnicos disponíveis serão ofertados nas modalidades presenciais e de ensino a distância (EaD). Notícias relacionadas:Senado aprova ampliação de instituições participantes do Pronatec.MEC publica normas para execução de bolsas do Pronatec.São 14 instituições de ensino das redes federal e estaduais dos seguintes localidades: Maranhão; Minas Gerais; Mato Grosso; Mato Grosso do Sul; Pará; Pernambuco; Piauí; Rio de Janeiro; Rio Grande do Norte; Roraima; Rio Grande do Sul. As vagas podem ser consultadas no Painel de Oportunidades do Pronatec. Na ferramenta online, os interessados devem selecionar o filtro “vagas verdes” e, no campo referente ao mês de oferta da qualificação profissional, escolher “outubro”. Os cursos oferecidos são: aquicultor; auxiliar de operação de biodigestores; auxiliar de produção de biocombustíveis: biodiesel e bioquerosene de aviação horticultor orgânico; instalador de sistemas de armazenamento para mini e microgeração de energia; instalador de sistemas fotovoltaicos; operador de beneficiamento de pescado; profissional de instalação e manutenção de infraestrutura de carregamento de veículos elétricos; profissional de manutenção de veículos elétricos levíssimos e de duas rodas; profissional de manutenção em sistemas energéticos e equipamentos industriais; profissional em automação e controle para eficiência energética. O próprio Painel de Oportunidades do Pronatec direciona o cidadão ao site oficial da instituição de ensino que disponibilizou a vaga. Pronatec Criado em 2011, o Pronatec tem objetivo de ampliar o acesso à educação profissional e tecnológica no Brasil para aumentar a inserção de jovens e adultEnsino técnicoos no mundo do trabalho. A capacitação verde, como é chamada pelo MEC, vem para atender à crescente de profissionais preparados para uma atuação mais sustentável e a formação técnica abrange a preservação, conservação, recuperação ou melhoria da qualidade ambiental, no contexto das mudanças climáticas.
The Kannur District Environmental Coordination Committee warns that the destruction of midland laterite hill could threaten drinking water resources and biodiversity
Church forum alleges that the order issued by the Idukki District Collector directing the removal of illegal fences obstructing wildlife corridors violates the constitutional rights of people living in the high-range areas
Environmental organisations point out that the Collector was 'only carrying out' directives of Supreme Court and High Court
Keralam govt to introduce resolution on ESA issue when State Assembly convenes next, says Environment Minister Sunny Joseph
The waste generated in just the first five months of this year far exceeds the total waste produced in any single year over the preceding three years
Keralam is once again witnessing a heated debate over the inclusion of some of its villages in the Western Ghats region in the Ecologically Sensitive Areas. Hiran Unnikrishnan and Sandeep Vellaram meet the stakeholders, including the settlers of the region and conservationists, to understand their concerns
State government has set a norm that a minimum 70% of the energy used by the data centres must come from renewable sources, says the IT & HRD Minister
Youhanon Mar Dioscoros Metropolitan says proposed restrictions can add to the difficulties faced by people in the hilly regions, who are already affected by human-wildlife conflict
Recife wreck diving has been disrupted by murky water and litter, divers told federal prosecutors, while the port denies any proven link to its dredging. The post Recife Wreck Diving Complaint Goes to Brazilian Federal Prosecutors appeared first on The Rio Times.
Bombay High Court said organisers and Mandals must deposit ₹1 lakh as a condition for permission under the Noise Pollution (Regulation and Control) Rules, 2000; while for a person, the deposit is ₹50,000
A Defesa Civil de Porto Alegre emitiu um alerta de risco alto para a elevação do nível do Rio Guaíba, com potencial de inundação do bairro Arquipélago e áreas ribeirinhas do extremo sul e sul da capital gaúcha. O aviso é válido até a manhã da sexta-feira (25). O aumento do nível do rio é causado pela maior vazão de água recebida das chuvas registradas no interior do estado nos últimos dias. Na manhã desta quarta-feira (23), a Defesa Civil instalou um Posto de Comando na praça da Ilha da Pintada, ao lado da Colônia de Pescadores Z5, como ponto de referência para acolhimento e orientação da população. Equipes do órgão também percorrem as ilhas do bairro Arquipélago. Notícias relacionadas:Estudo prevê até 13,3 mil mortes no Brasil com calor do Super El Niño.Cidade do Rio vive o setembro mais chuvoso em quase 30 anos.Pesquisadores descrevem nova espécie de rã-de-vidro no Cerrado."Apesar do cenário de atenção, a situação observada pelas equipes em campo é calma neste momento, e o Guaíba apresenta sinais de declínio. Estamos percorrendo todas as ilhas para acompanhar as condições locais e orientar a população. Neste momento, não há previsão de remoção de pessoas ou famílias", disse o secretário executivo da Defesa Civil de Porto Alegre, Evaldo Rodrigues, nesta quarta-feira. O nível do Guaíba, medido na Ilha da Pintada, passou de 1,70 metro, às 10h de terça-feira, para 1,76 metro às 13h30. Na sequência, chegou a 1,80 metro às 18h11, atingiu 1,96 metro às 21h05 e chegou a 2 metros às 22h50. O nível permaneceu em 2 metros à 0h40 de quarta-feira (23) e atingiu 2,02 metros às 2h14. Desde então, houve recuo: a medição foi de 1,96 metro às 4h46 e às 6h28, chegando a 1,94 metro às 9h10.
Month-long exercise aimed at creating permanent, real-time climate resilience database through student citizen-scientists