California leads lawsuit against Trump fuel efficiency standards rollback
Lawsuit alleges NHTSA contravenes its congressional mandate to set fuel-economy standards at 'maximum feasible' .
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Lawsuit alleges NHTSA contravenes its congressional mandate to set fuel-economy standards at 'maximum feasible' .
A meeting next month between the leaders of the world’s three biggest nuclear powers is possible but hinges on the three sides finding common ground and setting realistic expectations about outcomes, according to analysts. National Day congratulations from Moscow to Beijing on Thursday fanned speculation that the leaders of China, Russia and the United States could meet at the Apec summit in Shenzhen next month. In a letter to Chinese President Xi Jinping on Thursday, Russian President Vladimir...
In a series of campaign-style rallies, Trump seeks to boost Republican odds amid Iran war and rising fuel costs.
The case is the latest dispute over US President Donald Trump’s sweeping immigration crackdown.
In a Time interview, Trump avoids directly endorsing Netanyahu but defends him over reported October 7 warnings.
Autoridades bolivianas prenderam, na noite dessa quarta-feira (30), o procurador-geral da República do país, Roger Mariaca. Ele atuava em investigação contra o operador digital argentino Fernando Cerimedo, que é acusado de tentativa de feminicídio, enriquecimento ilícito e tráfico de drogas. Ex-assessor dos presidentes da Bolívia, Rodrigo Paz, e da Argentina, Javier Milei, Cerimedo é ligado a grupos de direita na América Latina apoiados por Donald Trump. Ele também é próximo da família Bolsonaro e ficou conhecido no Brasil em 2022, quando participou da campanha para desacreditar o sistema eleitoral brasileiro. Notícias relacionadas:EUA destinam US$ 1 milhão para campanha contra STF, diz revista.EUA tiram visto de procurador que investiga ex-assessor de Milei.Autorregulação da IA de Trump é carta branca a big tech, diz professor.Além do chefe do Ministério Público da Bolívia, a polícia prendeu, até a manhã desta quinta-feira (1º), outras 13 autoridades do país sob acusações tráfico de drogas e organização criminosa, incluindo o ex-ministro do governo anterior, Eduardo Del Castillo, e o procurador do departamento de Santa Cruz, Alberto Zeballos. Zeballos e Mariaca estavam na lista de bolivianos que tiveram os vistos para entrada nos Estados Unidos (EUA) revogados pela administração de Donald Trump, na última segunda-feira (28). Ambos foram acusados por Washington de corrupção ou narcotráfico, sem que fossem apresentadas provas. Após as prisões, uma transmissão online ao vivo pelas redes sociais do Ministério Público boliviano denunciou o “sequestro” de Mariaca e Zeballos sem mandado judicial. “O procurador-geral do Estado foi retido no Aeroporto de Viru Viru de maneira informal, sem qualquer documento ou ordem de prisão que pudesse esclarecer a razão dessas ações policiais ilegais que vêm ocorrendo em nosso país”, informou uma servidora não identificada em meio a policiais mascados. Acusações O ministro do governo boliviano de Rodrigo Paz, Marco Antonio Oviedo, acusou o procurador-geral Roger Mariaca de liderar uma organização criminosa ligado ao tráfico de drogas. “Foi desmantelada uma organização criminosa infiltrada no sistema de Justiça e na administração de uma instituição muito importante do nosso país — o Ministério Público —, a qual, sob a liderança de Roger Mariaca, transformou-se em uma organização criminosa voltada a proteger e incentivar o narcoterrorismo no país”, informou. O ministro ainda divulgou imagens de policiais retirando diversos pacotes com dinheiro de um fundo falso de um veículo apontado como tendo relação com a residência de Mariaca. Oviedo ainda vinculou o grupo aos protestos que paralisaram a Bolívia por mais de 50 dias entre maio e junho deste ano que pediam a renúncia de Paz. Nomeado pelo governo anterior O procurador Roger Mariaca foi eleito pelo parlamento boliviano, em 2024, durante o governo de esquerda de Luiz Arce. Ele deveria cumprir um mandato de seis anos. Após as acusações do governo Trump contra ele, o Congresso da Bolívia convocou uma sessão para o próximo dia 5 de outubro para discutir a situação do Ministério Público. Após ter o visto cancelado pelos EUA, o então procurador-geral Roger Mariaca sugeriu que a medida era uma retaliação pelas investigações que conduz, em especial, do caso Cerimedo. “Sabemos também que algumas investigações têm implicações que transcendem as fronteiras nacionais. O caso denominado Cerimedo, por exemplo, gerou preocupações e repercussões em diferentes âmbitos políticos”, afirmou o procurador agora preso. A defesa de Cerimedo nega as acusações alegando que o cliente é vítima de uma armação política. O operador digital de lideranças latino-americanas foi apontado pela revista inglesa The Economist como “o homem do Maga na América Latina”, em alusão ao slogan político do presidente Donald Trump, Make America Great Again (Faça a América Grande de Novo). Motivação política e narcotráfico Especialista em política dos EUA para América Latina, a professora em relações internacionais Camila Vidal, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), destacou à Agência Brasil que a ação contra as autoridades bolivianas, com o apoio do governo dos EUA, teve objetivo político. “De modo geral, o combate às drogas por parte dos EUA na América Latina é e sempre foi político. Você ter a retirada de visto de um procurador que, coincidentemente, estava justamente analisando toda a rede da extrema-direita na região nos indica muito sobre a dimensão política desse tipo de ação dos EUA”, disse. Ela acrescentou que o interesse dos EUA nunca foi de combater o narcotráfico na região. “Os EUA hoje vivem uma epidemia absurda de opioides que, até pouco tempo atrás, foi mais promovida por empresas farmacêuticas estadunidenses. Portanto, o objetivo não é combater o tráfico, é desestabilizar forças contrárias aos interesses econômicos, simbólicos e estratégicos dos EUA na América Latina”, acrescentou Vidal. O especialista em política boliviana, professor Salvador Schavelzon, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), ponderou que não tem elementos para avaliar a legalidade da operação boliviana, ou dos supostos indícios contra Mariaca. Entretanto, lembra que o narcotráfico no país estaria infiltrado em diversas instituições. “O Poder, ao mesmo tempo, está conectado com o narcotráfico e joga na tentativa de se mostrar na luta contra o mesmo. Isso é uma constante desde a década de 1970 em áreas como o Poder Judiciário, alfândega, poder político e poder policial. O narcotráfico percorre a sociedade com todos os setores”, comentou Schavelzon. Procurador na mira dos EUA Ao anunciar a restrição aos vistos de autoridades da Bolívia, Peru, Equador e Colômbia, o governo Trump informou que a ação teve o objetivo de apoiar os aliados da Casa Branca. “O Departamento de Estado está tomando medidas imediatas para impor restrições de visto sob esta política, em apoio aos demais participantes do Escudo das Américas”, diz documento desta semana. O Escudo das Américas, liderado pelo governo Trump, reúne 14 países latino-americanos, tendo sido criado para, supostamente, combater os cartéis. Por outro lado, especialistas apontam interesse econômico na iniciativa para barrar a influência da China na região. Questionado se a operação contra o procurador-geral nomeado no governo anterior teve participação dos EUA, o ministro do atual governo, Marco Antonio Oviedo, disse que a ação foi conduzida pela política local, mas com apoio de outros países. “Devo agradecer pela cooperação do governo americano que, por meio das suas agências, cooperam na luta contra o narcoterrorismo. O mesmo com os países da União Europeia e o mesmo com os países vizinhos com os quais temos fronteiras”, respondeu. Caso Cerimedo O operador digital de líderes da direita latino-americana, o argentino Fernando Cerimedo, foi preso na Bolívia, em agosto deste ano, acusado de tentativa de feminicídio contra a ex-companheira Nadia Beller, sendo investigado também por tráfico de drogas e enriquecimento ilícito. No Brasil, o argentino se tornou conhecido em 2022 por ter participado de transmissão ao vivo na internet, na qual sustentava, sem provas, que o resultado das eleições presidenciais no Brasil tinha sido fraudado. Em fevereiro de 2026, o marketeiro digital ganhou o prêmio de “consultor político hispânico do ano”, da organização Latino Wall Street, em cerimônia realizada na residência do presidente dos EUA, Donald Trump, em Mar-a-Lago, na Flórida. Cerimedo recebeu o prêmio das mãos do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, condenado por coação no curso de processo judicial por ter articulado, junto à Casa Branca, o tarifaço contra o Brasil para evitar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro. Durante as investigações contra Cerimedo, foi encontrada uma "fazenda de cliques" em um endereço ligado ao argentino, na Bolívia, usada para mobilizar robôs nas redes sociais.
US President Donald Trump’s unilateral announcement of a “colossal” South Korean investment package has prompted Seoul to clarify that the deal is far from finalised, laying bare stark differences between the allies over the terms of their trade agreement, observers have said. On Wednesday, Trump announced that South Korea would invest in the construction of a natural gas-fired power plant in Texas, eight large-scale nuclear power plants across the United States and a liquefied natural gas (LNG)...
President Donald Trump said former Federal Reserve Chair Jerome Powell “should be forced to resign” from the Fed’s Board of Governors over findings the central bank mismanaged the renovation of its headquarters. Rachel Schilke of Bloomberg Government has more. (Source: Bloomberg)
The US$100,000 H-1B visa fee was blocked on 30 September 2026 by a federal judge in California, the second US court to rule against President Trump's charge. The post H-1B Visa Fee: US Judge Blocks Trump’s US$100,000 Charge on New Hires appeared first on The Rio Times.
After months of wait-and-watch, India is calling out differences with Trump head on as domestic pressure mounts.
The Federal Reserve's watchdog on Wednesday found no grounds for a criminal referral over a roughly $1 billion cost overrun on renovations to the central bank's Washington buildings, while faulting project oversight. The findings prompted President Donald Trump to renew his call for former Fed chief Jerome Powell to resign.
US President Donald Trump said on Wednesday that he discussed the release of political prisoners in China with his counterpart, Xi Jinping, in Washington last week. “We talked, and I think we had some very, very important discussions. Hopefully fruitful discussions,” Trump told reporters in the White House. Families had stepped up pressure on the Trump administration to push Beijing to release their loved ones ahead of Xi’s three-day state visit. Trump was asked whether he had raised the cases...
Donald Trump has launched “America”, an AI chatbot designed as a digital portal for US government information. But its responses appear to be changing. The chatbot initially challenged several of Trump’s claims, including on the 2020 election and inflation, providing evidence and links. More recently, it has refused to answer some of the same questions. Other responses still contradict Trump, while some echo his views. Vedika Bahl tests the chatbot, and its varying answers in Truth or Fake.
Series of publicly-funded television spots have been criticised by Republicans and Democrats as self-promotion by Trump.
Os Estados Unidos (EUA) retiraram o visto de 26 autoridades latino-americanas do Peru, da Colômbia, Equador e Bolívia. Entre eles, o do procurador-geral da Bolívia, Roger Mariaca, responsável pela investigação contra o argentino Fernando Cerimedo, operador digital de presidentes aliados de Donald Trump na América Latina. Cerimedo foi preso por suposta tentativa de feminicídio contra a ex-companheira Nadia Beller e investigado por suposto tráfico de drogas e enriquecimento ilícito. Ele também foi responsável por assessorar, no ambiente digital, os presidentes da Argentina, Javier Milei, e da Bolívia, Rodrigo Paz. Notícias relacionadas:Ativista pede transparência em investigação de atentado na Bolívia.Entenda como “fazenda de cliques” pode influenciar debates em eleição.No Brasil, o argentino se tornou conhecido em 2022, logo após o segundo turno das eleições presidenciais, por ter participado de transmissão ao vivo na internet, na qual sustentava, sem provas, que o resultado das urnas tinha sido fraudado. Ele é apontado pela revista inglesa The Economist como “o homem do Maga na América Latina”, em alusão ao slogan político do presidente Donald Trump, Make America Great Again (Faça a América Grande de Novo). Em resposta à Casa Branca, o procurador-geral boliviano Roger Mariaca classificou a restrição a seu visto como uma violação à soberania do país e citou o caso Cerimedo. “Sabemos também que algumas investigações têm implicações que transcendem as fronteiras nacionais. O caso denominado Cerimedo, por exemplo, gerou preocupações e repercussões em diferentes âmbitos políticos”, afirmou Mariaca. Eleito pelo parlamento boliviano, em 2024, para um mandato de seis anos, o procurador-geral acrescentou que “nenhuma pressão política, nacional ou internacional pode se transformar em um impedimento para esclarecer questões que devem ser investigadas”. Cerimedo é investigado por operar uma rede digital para políticos de direita na América Latina. A polícia boliviana encontrou uma “fazenda de cliques” em um endereço ligado ao investigado usada para mobilizar robôs nas redes sociais. Casa Branca O Departamento de Estado dos EUA, liderado pelo secretário Marco Rubio, justificou o cancelamento dos vistos como uma medida tomada para apoiar os demais participantes do Escudo das Américas, iniciativa liderada por Trump em parceria com aliados da América Latina para, supostamente, combater os cartéis de drogas na região. Entre os atingidos estão empresários, juízes, ex-ministros de Estado, advogados, policiais - e familiares - sob acusação, sem provas, de corrupção ou atividades de narcotráfico. “Essa política restringe vistos para estrangeiros – e seus familiares imediatos – que prejudicam um governo democraticamente eleito por meio de corrupção ou atividades de narcotráfico em nossa região”, diz comunicado do Departamento de Estado dos EUA liderado por Marco Rúbio. Ainda segundo o governo Trump, o procurador-geral da República da Bolívia, Roger Mariaca, teve o visto de entrada nos EUA cancelado por “seu envolvimento em corrupção significativa”. “[Mariaca] abusou de seus cargos públicos ao solicitar e aceitar subornos para facilitar o narcotráfico e ajudar criminosos violentos a escapar da Justiça”, acusou o Departamento estadunidense sem apresentar provas. O procurador-geral boliviano Roger Mariaca respondeu que não aceitará que decisões externas, “sejam políticas ou de qualquer outra natureza”, condicionem as investigações das instituições bolivianas. “O povo boliviano tem direito a conhecer a veracidade das denúncias que foram apresentadas, incluindo aquelas relacionadas com ameaças de corrupção relacionadas aos combustíveis”, rebateu o procurador-geral boliviano. Governo Paz O governo de Rodrigo Paz afirmou que pedirá mais informações ao governo Donald Trump sobre as acusações dos EUA antes de iniciar uma investigação interna. “As declarações e acusações dos Estados Unidos são bastante sérias, e o governo as encara com a máxima seriedade”, afirmou o ministro da Defesa, Ernesto Justiniano. O porta-voz da Presidência da Bolívia, Fernando Aramayo Carrasco, disse que o governo local responderá a decisões soberanas dos EUA sobre cancelamento de vistos. “Vamos prestar toda a colaboração, para que se adiantem as investigações e as ações que correspondem à institucionalidade boliviana", disse. Maga na América Latina Em fevereiro de 2026, o marketeiro digital Fernando Cerimedo ganhou o prêmio de “consultor político hispânico do ano”, da organização Latino Wall Street, em cerimônia realizada na residência do presidente dos EUA, Donald Trump, em Mar-a-Lago, na Flórida. Cerimedo recebeu o prêmio das mãos do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, condenado por coação no curso de processo judicial por ter articulado, junto à Casa Branca, o tarifaço contra o Brasil para evitar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro. Jair Bolsonaro, pai de Eduardo, foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a mais de 27 anos de cadeia por tentativa de golpe de Estado. O empresário e consultor político da direita latino-americana foi preso na Bolívia por tentativa de feminicídio a tiros contra a ativista e advogada boliviana Nadia Beller, que o acusa de ser o mandante do atentado. A defesa de Cerimedo nega que ele esteja envolvido no caso, alegando que o cliente é vítima de uma armação política.
O anúncio do governo dos Estados Unidos (EUA) e de big techs da Inteligência Artificial (IA) de criar uma autorregulação voluntária com controles de segurança para o desenvolvimento da tecnologia representa uma “carta branca” para a indústria do setor com riscos para a saúde pública e para a democracia dos países. Essa é a avaliação do sociólogo Sérgio Amadeu, professor da Universidade Federal do ABC e autor de obras sobre tecnologias digitais: Notícias relacionadas:Trump anuncia autorregulação da IA por big tech em meio a temor social.Open AI invade site com dados da saúde pública da Austrália.“O que o Trump fez foi entregar completamente e de modo irresponsável o controle democrático do desenvolvimento da IA para a própria corporação que a desenvolve. Isso é um risco gigantesco”, avaliou. Dentre as medidas anunciadas no acordo firmado na terça-feira (29), na Casa Branca, com a OpenAI, Meta, Anthropic, Google, Nvidia e X (antigo Twitter), está a implementação de “controles internos” para monitorar os modelos de IA para “garantir que seus modelos não invadam ou acessem sistemas técnicos de maneiras não intencionais”. Sociólogo e professor da UFABC Sérgio Amadeu da Silveira - TV PUC/Reprodução “Isso já é feito. Todo o processo de treinamento de IA requer um controle robusto. O monitoramento interno já é feito. Tudo isso não agrega nada de importante para regulamentar e controlar usos e desenvolvimentos indevidos do aprendizado de máquina e do aprendizado profundo”, completou Amadeu. Sobre a previsão de auditoria externa independente das empresas de IA, o professor da UFABC contesta que essa auditoria será paga pela própria empresa. “Até que ponto esse auditor externo pago pela própria empresa vai fazer críticas e sugestões que vão criar descontentamento do conselho de acionistas das empresas?”, questionou Sérgio. Saúde Pública Amadeu destaca que a IA traz riscos ambientais, devido ao alto consumo de energia e água, de violação de privacidade, devido a capacidade de vigilância em massa de populações, assim como riscos à democracia e à saúde pública. Ele explica que várias pesquisas realizadas na indústria farmacêutica, em parceria com big techs por meio de modelos de IA, podem envolver riscos para a saúde da população e, por isso, precisa de regulação do Estado. “Sabemos que quando o uso de IA fica sob controle apenas de investidores, isso traz um risco gigantesco para experimentos e ações que coloquem em risco a saúde pública”, comentou. Entre os riscos, o especialista cita a possibilidade do uso de IA levar as pessoas a tomar medicamentos por conta própria ou mesmo fazer diagnósticos com uso da máquina. “Quando nós estamos tratando de fenômenos ligados à chamada saúde pública e que incluam a parceria de grandes big techs com indústrias químicas e de fármacos, é um risco muito grande e, portanto, precisa de uma regulamentação estatal democrática”, concluiu. Temor social O governo Trump tem rejeitado impor limites ao desenvolvimento da IA, mesmo diante de pedidos da própria indústria e pressão social interna. Pesquisa de opinião realizada pela Ipsos e Reuters revelou que 73% da população dos EUA acreditam que as empresas de IA não tomam medidas suficientes para impedir os danos da tecnologia para a sociedade e 39% acreditam que a IA está tendo um impacto negativo na sociedade. Um dos riscos apontados é que os sistemas banalizem ataques cibernético por meio da invasão de sistemas de outras empresas e instituições. Outros riscos associados à IA são os impactos sobre o mercado de trabalho ou uso “maliciosos” da tecnologia por criminosos para aplicar golpes cibernéticos. Democracia A IA ainda pode ser usada para influenciar a opinião pública por meio da manipulação da informação que circula nas redes sociais, segundo descreve o relatório Internacional IA Safety Report 2026, elaborado por 100 especialistas de mais de 30 países. “Diversos estudos laboratoriais demonstraram que a interação com sistemas de IA pode levar a mudanças mensuráveis nas crenças das pessoas”, aponta o relatório. Outro risco apontado é em relação ao desenvolvimento de armas químicas e biológicas. “Sistemas de IA de uso geral podem fornecer informações sobre o desenvolvimento de armas biológicas e químicas, incluindo detalhes sobre patógenos e instruções de laboratório de nível especializado”, diz o relatório internacional.
‘We agreed to maintain close engagement to take our Comprehensive Global Strategic Partnership forward’, said Narendra Modi in a post on X
Trump says AI is now ‘SI’ and calls the superintelligence accord ‘almost like a constitution’. We read every line of the one-page pledge — and explain why it came now, with data-centre anger rising before the midterms. The post Superintelligence Accord: Trump Renames AI ‘SI’ as 6 Tech Chiefs Sign Voluntary ‘Constitution’ appeared first on The Rio Times.
US equity futures waver ahead of PCE inflation data and Micron earnings. Oil flows from the Middle East are returning toward pre-war levels despite continued risks to shipping, according to JPMorgan and Goldman Sachs. President Trump endorses independent audits of AI systems through an accord with tech executives. Mads Pedersen of Human Edge Investment Technology joins "Bloomberg Brief" to discuss bond market risks ahead of key economic data. (Source: Bloomberg)
As fears mount over the safety of rapidly advancing AI models, US President Donald Trump gathered tech leaders at the White House on Tuesday where he said they signed a "morally binding" commitment to self-regulate and build adequate safeguards on the fast-moving technology. "They're going to police themselves," Trump said after the meeting.
US president's comments came after he was asked why North Korea can have nuclear weapons when Iran cannot.
"Bloomberg: The Asia Trade" brings you everything you need to know to get ahead as the trading day begins in Asia. Bloomberg TV is live from Tokyo and Singapore with Shery Ahn and Avril Hong, getting insight and analysis from newsmakers and industry leaders on the biggest stories shaping global markets. (Source: Bloomberg)
US President Donald Trump reiterates that Tehran will not have a nuclear weapon.
US President Donald Trump discussed AI development with dozens of tech bosses at the White House. Ahead of his "superintelligence" luncheon, Trump launched a new AI-powered website for government services vowing not to stifle the technology's growth. He also said he didn't want to work with Chinese President Xi Jinping on AI oversight. Plus, dozens of dogs were rescued from a breeding farm in South Korea as the country prepares for a complete phaseout of the dog meat industry.
US President Donald Trump on Tuesday said the tech executives gathered at the White House to discuss regulating AI had signed a "morally binding" commitment to build adequate safeguards on the fast-moving technology. Speaking with FRANCE 24's Monte Francis, Harrison Rolfes, Senior Research Analyst at PitchBook, says that the push for safeguards "prevents open-source models from taking over the competition as well as new incumbents from coming in with a new frontier model", explaining that the measures "build a moat" around US AI firms.
US President Donald Trump on Tuesday said the tech executives gathered at the White House to discuss regulating AI had signed a "morally binding" commitment to build adequate safeguards on the fast-moving technology. Speaking with FRANCE 24's Monte Francis, Harrison Rolfes, Senior Research Analyst at PitchBook, says that the push for safeguards "prevents open-source models from taking over the competition as well as new incumbents from coming in with a new frontier model", explaining that the measures "build a moat" around US AI firms.
Trump retaliated against Canada's counter-tariffs on $20bn worth of US imports by banning $1bn of Canadian goods.