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Australian unemployment came in stronger than expected in September and the economy shed jobs, pointing to a loosening in the labor market that gives the Reserve Bank scope to assess whether it needs to raise interest rates further.
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (14), por 461 votos favoráveis e quatro contrários, o aumento do teto da receita bruta anual para enquadramento como microempreendedor individual (MEI) e o perdão de dívidas inscritas na dívida ativa da União até 13 de outubro de 2026. Com a aprovação, o limite vai subir progressivamente dos atuais R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028. Está é a primeira vez desde 2018 que o teto é reajustado. A matéria passará por análise do Senado. Notícias relacionadas:Senado vota PEC pelo fim da escala 6x1.OEA será acionada por Lula sobre interferência da Meta nas eleições.STF cobra cumprimento de acesso gratuito a sites da Justiça Eleitoral.O projeto de Lei Complementar (PLP) 186/26, de autoria do Poder Executivo, estabelece ainda que um MEI contrate até dois empregados que recebam exclusivamente um salário mínimo ou o piso salarial da categoria profissional. A legislação atualmente permite a contratação de apenas um empregado. O governo disse que a mudança atende a uma demanda recorrente dos microempreendedores, impulsionada pelas discussões sobre a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1, que está sob análise do Senado. Ainda de acordo com o governo, a atualização dos limites de receita bruta permitirá que negócios em processo de crescimento permaneçam enquadrados em regime simplificado por período mais adequado ao estágio de desenvolvimento. “A ampliação não representa expansão real do regime, mas recomposição monetária do mesmo patamar fixado em 2018”, disse o governo, que estimou que o impacto orçamentário será de 1,57 bilhão em 2027, R$ 3,15 bilhões em 2028 e R$ 3,38 bilhões em 2029. O relator da matéria, deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA), disse que o aumento do limite vai prevenir que o MEI tenha que dispensar um contrato para não extrapolar os limites atualmente impostos. “Queremos aliviar o microempreendedor para que possa retomar suas atividades amplamente no mercado. Aquecer a economia, gerar emprego, beneficiar todos”, disse. “Se um MEI contrata hoje uma mulher e ela engravida, durante a licença não poderia contratar outro funcionário”, acrescentou o relator. Perdão de dívidas O projeto concede ainda a anistia integral de dívidas de MEI’s, inscritos na Dívida Ativa da União até 13 de outubro de 2026. Para ter direito ao benefício, o MEI deverá ficar adimplente no recolhimento dos tributos nos seis meses subsequentes à data de entrada em vigor da Lei, Complementar, sob pena de cancelamento da remissão. Além disso, o MEI terá que desistir de ações judiciais em curso na data de entrada em vigor da lei complementar. Não haverá pagamento de honorários advocatícios por causa da extinção do processo judicial. Rubens Pereira Júnior disse que a medida deve beneficiar mais de três milhões de MEI’s com débitos inscritos na União. O deputado disse ainda que parcela expressiva dessas dívidas apresenta baixa perspectiva de recuperação. “A remissão proposta estabelece solução excepcional para esse passivo, permitindo a regularização de empreendedores que enfrentam dificuldades para quitar obrigações pretéritas. Ao mesmo tempo, a exigência de adimplência das contribuições com vencimento nos seis meses subsequentes à entrada em vigor da lei complementar procura associar a concessão do benefício à retomada do cumprimento regular das obrigações tributárias”, defendeu. Também aumenta para R$ 100 mil o limite do valor para realização de licitações destinadas exclusivamente à participação de microempresas e empresas de pequeno porte, atualmente fixado em R$ 80 mil. Simples Nacional Durante a sessão, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a Casa deve analisar até o fim do ano o reajuste para o Simples Nacional. "Assumo o compromisso com todos os partidos desta Casa de que me dedicarei pessoalmente para que, até o final do ano, possamos tratar do reajuste das empresas no regime do Simples Nacional. Não haverá prejuízo algum", afirmou.
A forecaster who was early to call the most recent Federal Reserve rate hike now says a bigger, half-percentage-point rate increase could be on the table in December.
Paraguay central bank board removal needs the president to act and the Senate to agree. Here is how the process works and what US investors should watch. The post Paraguay Central Bank Board: What Happens Next appeared first on The Rio Times.
O governo de Abelardo de la Espriella soma apenas dois meses e, nesta quarta-feira (14), enfrentou um grande desafio nas ruas, que refletem a rejeição popular à sua gestão. Em um cenário de alta tensão política e social, milhares de pessoas marcharam em Bogotá, Cali, Medellín, Bucaramanga, Pereira e Riohacha para expressar rejeição à agenda econômica e de segurança do presidente, ao aumento do custo de vida, à escalada da violência, ao retrocesso de conquistas sociais e às tentativas de criminalizar e coibir o direito ao protesto. Notícias relacionadas:Governo da Colômbia assina decreto que criminaliza protestos sociais.A convocação reuniu sindicatos, coletivos estudantis, centrais sindicais e o Conselho Regional Indígena do Cauca (CRIC). A amplitude da aliança, que abrangeu desde o movimento docente até as comunidades originárias, marcou o tom de uma jornada que extrapolou a capital e se replicou em seis cidades do país. Na mobilização em Bogotá, espera-se a presença do ex-presidente Gustavo Petro, acompanhado por lideranças progressistas. Os manifestantes enfatizaram o caráter pacífico do protesto, em resposta a alegações difundidas pela Casa de Nariño que buscam deslegitimar as reivindicações da sociedade civil colombiana. O estopim foi o Decreto 1525, assinado por De la Espriella. A norma estabelece regras para a atuação das forças de segurança em manifestações e autoriza as autoridades a dispersá-las diante de distúrbios graves. Os governos locais responderam com ampla presença de agentes uniformizados nas principais cidades. A oposição interpretou essa operação como uma tentativa de reprimir, de antemão, o direito de manifestação. Essa leitura acirrou ainda mais os ânimos em um dia que os organizadores haviam anunciado como uma expressão do descontentamento devido ao custo de vida e ao desmonte de programas sociais. O descontentamento não se limita ao decreto. Os setores mobilizados questionam o conjunto das primeiras decisões do presidente, ao qual acusam de desmontar conquistas sociais e de encarecer a vida da maioria da população. A Fecode, Federação Colombiana de Educadores, saiu em defesa da educação pública e da saúde do professores. A entidade reivindicou, ainda, a reconstrução da infraestrutura escolar afetada por emergências anteriores — como o terremoto e as réplicas registradas no Vale do Cauca — e denunciou a estigmatização sofrida pelo sindicalismo docente. As comunidades indígenas e camponesas, por sua vez, rejeitaram os megaprojetos e as medidas econômicas que colocam em risco seus territórios ancestrais. O CRIC alertou que a administração de De la Espriella busca minar a autonomia de suas organizações. A pauta econômica concentrou boa parte do descontentamento. O encarecimento do custo de vida e as políticas que, segundo os organizadores, corroem direitos adquiridos levaram trabalhadores de diversos setores produtivos às ruas. Os protestos na Colômbia assumem, assim, a dimensão de um primeiro grande embate social contra o Executivo, apenas dois meses após o início de sua gestão. As centrais sindicais e os movimentos populares situam o conflito na defesa de conquistas históricas, em oposição a uma agenda que consideram regressiva. * É proibida a reprodução deste conteúdo
While inflation numbers might not be disastrous, they’re still disappointing and moving in the wrong direction. Bloomberg Opinion columnist John Authers explains where this leaves the US, and if it will lead to any more rate hikes from the Fed. (Source: Bloomberg)
US stocks dropped to their worst day since July on Wednesday, following the latest signal that inflation is getting worse. The S&P 500 sank 1.1 per cent for a fifth loss in the six days since setting its all-time high. The Dow Jones Industrial Average fell 48 points, or 0.1 per cent, and the Nasdaq composite slid 1.9 per cent as stocks in the artificial-intelligence industry led the way lower. Stocks felt pressure from rising yields in the bond market, where worries grew after a report said US...
Samara Klar, professor at the University of Arizona School of Government and Public Policy, said that high prices are dragging Republican messaging in Arizona ahead of President Trump's visit to campaign in the state. Klar also spoke about the how the issue of immigration enforcement and border security is playing alongside affordability. She said that Republicans might not be able to capitalize on border wins as 'the economy is such an issue for voters that in many ways it’s overshadowing a lot of the successes Republicans might have otherwise been able to claim when it comes to border security.' (Source: Bloomberg)
Drew McKnight, Co-CEO and managing partner of Fortress Investment Group, joins Dani Burger on "Bloomberg Deals." They speak CAIS Summit in Beverly Hills, California about the immense capital needed for data centers, the performance of private credit investments, and the potential defaults and restructurings due to stresses in the economy. (Source: Bloomberg)
Mr. Revanth Reddy interacts with high level delegation from the UK
Ethiopia's new cabinet puts Fitsum Assefa in charge of finance alongside 21 other ministers. Here is what foreign investors and US companies should watch. The post What Ethiopia’s New Cabinet Means for Investors appeared first on The Rio Times.
Julia Herrmann of New York Life Management tells Vonnie that the current macro and market backdrop remains favorable: economic growth is resilient, and although rates are rising, they have not yet climbed enough to threaten the growth outlook. Addressing concern that remarks from Broadcom and Intel CEOs could signal a tech selloff, she says investor focus has shifted. After years of watching for a lower limit on company investment, markets are increasingly concerned that spending—first among hyperscalers and now in chips—could become so high that it threatens free cash flow. The segment’s on-screen headlines note a worldwide memory-chip stock tumble and an ongoing chip selloff as major-bank earnings begin. (Source: Bloomberg)
O volume do setor de serviços apresentou variação negativa de 0,1% em agosto deste ano, na comparação com o mês anterior. Em julho, a atividade ficou estável, e, em junho, cresceu 0,1%. Os dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) foram divulgados nesta quarta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Notícias relacionadas:Setor de serviços fica estável em julho e sobe 2,4% em 12 meses.Os serviços, no entanto, cresceram 0,6% na comparação com agosto do ano passado, 1,7% no acumulado dos oito primeiros meses do ano e 2,2% no acumulado de 12 meses. Com o resultado, o setor está 19,9% acima do nível pré-pandemia (fevereiro de 2020) e 0,3% abaixo do maior patamar da série histórica (outubro de 2025). Em relação à receita nominal, o setor apresentou taxas de crescimento de 0,2% na comparação com julho deste ano, de 6,1% na comparação com agosto do ano passado, de 7,4% no acumulado do ano e de 7,5% no acumulado de 12 meses. Na passagem de julho para agosto deste ano, o volume cresceu apenas no segmento de serviços prestados às famílias (2,1%). Os serviços de informação e comunicação não apresentaram variação de julho para agosto. Os outros três segmentos dos serviços caíram de julho para agosto: outros serviços (-1%); transportes (-0,2%); e profissionais, administrativos e complementares (-0,2%). Turismo O índice de atividades turísticas – agregado calculado de forma separada dos cinco segmentos do setor de serviços – teve alta de 2,5% de julho para agosto, o segundo resultado positivo seguido, período em que acumulou ganhos de 5,5%. Com o resultado, o segmento de turismo está 12,4% acima do patamar de fevereiro de 2020 e 1,1% abaixo do ápice da sua série histórica, alcançado em dezembro de 2024.
Telangana CM suggests Samakhya Chamber of Commerce to encourage youth and women entrepreneurs to strengthen the country economically further
Nigeria's September inflation release on 15 October will show whether disinflation has stalled, with food prices forecast near 20%. The post Nigeria Inflation Rate Test Looms on 15 October appeared first on The Rio Times.
Christopher Hodge, chief US economist at Natixis, expects core CPI to come in slightly softer than forecast and sees inflation continuing to ease. He discusses the impact of higher energy prices, potential labor market weakness and housing pressures, while forecasting one final Fed rate hike in December before the tightening cycle ends. He spoke on Bloomberg Brief. (Source: Bloomberg)
Fuel, food and school fees kept Dominican Republic inflation at 5.12% in September, a cost signal for US visitors, investors and families who send money home. The post Dominican Republic Inflation Holds at 5.12% appeared first on The Rio Times.
Canadian Minister of International Trade says they see a lot of collaborative opportunities in India especially in the field of energy, mining, and food security. Maninder Sidhu spoke to Haslinda Amin on the sidelines of the Bloomberg New Economy Forum in New Delhi. (Source: Bloomberg)
“Bloomberg: The China Show” is your definitive source for news and analysis on the world's second-biggest economy. From politics and policy to tech and trends, Yvonne Man and David Ingles give global investors unique insight, delivering in-depth discussions with the newsmakers who matter. (Source: Bloomberg)
No mês de setembro, a indústria brasileira de motocicletas cresceu 10,4% em relação ao ano anterior, com 186.758 unidades produzidas. Segundo balanço divulgado nesta terça-feira (13) pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), esse foi o melhor mês de setembro desde 2011, apesar do recuo de 8,5% em relação a agosto deste ano. Notícias relacionadas:FMI prevê crescimento de 2,2% do PIB do Brasil em 2026.Governo anuncia perdão de dívidas e pacote de estímulo para MEIs.Mercado eleva previsão da inflação para 5,22% em 2026.Considerando-se o acumulado entre janeiro e setembro de 2026, o setor também alcançou o seu melhor resultado desde 2008, com um total de 1.645.034 motocicletas produzidas no Polo Industrial de Manaus (PIM), o que representou alta de 9,9% em relação ao mesmo período de 2025. Quanto às vendas, houve queda de 0,4% em relação ao mesmo mês do ano passado e de 0,1% ante agosto, mas no acumulado do ano, os emplacamentos bateram recorde, com crescimento de 10,5%. Já em relação às exportações, houve retração em setembro, de 8,2% na comparação com setembro de 2025, e alta de 12,5% em relação a agosto, com 4.826 unidades vendidas. No acumulado do ano, os negócios com o mercado externo apresentaram alta de 23,7%. Revisão das projeções Por causa desse desempenho positivo ao longo do ano, o setor revisou e elevou as projeções de crescimento para o fechamento de 2026. A nova estimativa da associação é de que sejam produzidas 2,1 milhões de motocicletas neste ano no Polo Industrial de Manaus, o que representaria uma alta de 6% em relação ao ano passado. A estimativa anterior previa 2 milhões de unidades produzidas. “O mercado atravessa um momento favorável, impulsionado por lançamentos e pelo crescimento da demanda. A motocicleta ganha espaço como alternativa de mobilidade ágil, econômica e acessível, reduzindo custos, tempos de deslocamento e contribuindo para a geração de renda de milhões de brasileiros”, justificou o presidente da Abraciclo, Marcos Bento. Para o mercado interno, a expectativa agora é de que 2,35 milhões de motocicletas sejam emplacadas, com alta de 6,9% ante 2025. Quanto às exportações, a projeção é de crescimento de 11,3%, com 48 mil motocicletas exportadas.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) projetou o crescimento da economia brasileira em 2,2% em 2026, no documento Perspectivas da Economia Mundial, divulgado na noite de segunda-feira (12). Na versão anterior do estudo, publicada em julho, a estimativa era de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de todos os bens e serviços produzidos no país) em 2,4%. Para 2027, a previsão de avanço passou de 2,2% para 1,9%. Notícias relacionadas:FMI elogia Pix e cobra autonomia financeira do Banco Central.FMI reduz projeções de crescimento para América Latina.FMI: IA pode impulsionar crescimento, mas aumentar tensões econômicas.Apesar da redução para 2026, a projeção do FMI se mantém acima do esperado pelo próprio governo brasileiro. O Boletim Macrofiscal da Secretária da Política Econômica do Ministério da Fazenda, divulgado em setembro, baixou a estimativa de crescimento do PIB de 2,3% para 2,0%. Já o Focus, sondagem do Banco Central (BC) brasileiro com instituições do mercado financeiro, prevê avanço de 1,85% em 2026 e 1,40% em 2027. O FMI é uma instituição multilateral vinculada às Nações Unidas e tem entre as missões manter a estabilidade do sistema financeiro global. A previsão do comportamento do PIB brasileiro é uma das perspectivas tratadas no relatório global, que aponta ainda diminuição do crescimento na América Latina e aumento da estimativa de crescimento mundial. Juros pressionam Ao comentar os dados do Brasil, maior economia da América Latina, os técnicos do FMI apontam como motivo para desaceleração as condições monetárias ainda restritivas, ou seja, os juros altos, além da retirada de estímulos fiscais e as incertezas internacionais. Os juros altos citados pelo FMI se referem à taxa Selic, principal instrumento do BC para conter a inflação. Quanto maior a Selic, mais caro o crédito, fazendo com que haja desestímulo para o consumo e investimentos produtivos, de forma a esfriar a economia. Atualmente, a Selic está em 13,75% ao ano, o que representa uma trajetória descendente iniciada em março de 2026, quando estava em 15% ao ano. Inflação na meta O relatório do FMI traz projeções para a inflação. Os técnicos acreditam que o Brasil terminará 2026 com taxa de 4,4% e, em 2027, 4,1%. Ambas estimativas estão dentro da meta do governo brasileiro, que tolera até 4,5% (3% com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos). O estudo comenta que diversos países enfrentam riscos de novas pressões inflacionárias provocadas pelo encarecimento internacional da energia e dos alimentos. De acordo com o Ministério da Fazenda, a inflação no país deve atingir 4,9% em 2026 e 3,8% em 2027. Já o Focus estima 5,22% este ano e 4,30% no ano que vem. Commodities O boletim do FMI faz duas citações ao Brasil quando analisa o cenário de commodities (matérias-primas negociadas com preços internacionais). Em relação ao petróleo, o FMI frisa que os preços estão com grande oscilação, por causa do conflito no Golfo Pérsico, onde fica o Estreito de Ormuz, que antes da guerra iniciada no primeiro trimestre, era caminho para 20% da produção global de petróleo e derivados. O FMI aponta que o mercado fez o ajuste de aumentar a produção em países fora da região, notadamente no Brasil, Cazaquistão, Estados Unidos e Venezuela. O documento cita ainda que os preços agrícolas subiram devido ao aumento nos preços de cereais e bebidas. No caso do café, aponta aumento de 8% de março para agosto, depois de fortes chuvas no estado de Minas Gerais, que atrasaram a colheita e aumentaram as preocupações com a qualidade da safra. Mercado de trabalho Para o mercado de trabalho, o FMI aponta que 2026 deve terminar com taxa de desemprego em 6,2%. Para 2027, a projeção é 6,8%. O dado interno mais recente, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta que o desemprego no trimestre móvel encerrado em agosto ficou em 5,3%, a menor já registrada para o período desde 2012, quando se inicia a série histórica.
O governo federal anunciou nesta terça-feira (13) um pacote de cinco medidas voltadas aos microempreendedores individuais (MEIs), com foco na redução do endividamento, ampliação do acesso a recursos para investimento, aumento do teto de faturamento e simplificação de regras para pequenos negócios. A principal iniciativa é o envio ao Congresso Nacional de um projeto de lei complementar que prevê o perdão das dívidas acumuladas pelos MEIs com o governo federal. A proposta poderá beneficiar cerca de 3,6 milhões de microempreendedores e alcançar aproximadamente R$ 12,6 bilhões em débitos acumulados. Notícias relacionadas:Governo cria programa nacional para bloquear celulares em presídios.Governo ajudou assim que Amazonas decretou emergência, diz ministro.Ao anunciar a medida, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a manutenção dessas dívidas dificulta o acesso ao crédito e o crescimento dos negócios. Segundo o presidente, a iniciativa busca permitir que os empreendedores retomem suas atividades em melhores condições. “Nós vamos ajudar vocês a saírem do sufoco. Vamos dar oxigênio para vocês não morrerem asfixiados”, disse Lula durante a cerimônia de anúncio das medidas no Palácio do Planalto. De acordo com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, a proposta também permitirá extinguir cobranças e ações judiciais relacionadas a esses débitos, além de retirar restrições decorrentes da inadimplência, possibilitando a regularização dos empreendedores perante o Poder Público. Desenrola 3.0 Outra medida anunciada é a negociação das dívidas privadas dos MEIs. O governo pretende utilizar os instrumentos do Desenrola 3.0 para comprar débitos junto a bancos e instituições financeiras. Segundo Durigan, o estoque dessas dívidas soma cerca de R$ 6 bilhões. A operação será realizada por meio de edital e exigirá descontos mínimos de 90% por parte dos credores. A expectativa é que a retirada simultânea das pendências públicas e privadas facilite o acesso dos empreendedores a novas linhas de crédito. Pix MEI O pacote também prevê a criação do Pix MEI, programa de transferência direta de recursos para investimento produtivo. A proposta é repassar até R$ 5 mil para aquisição de equipamentos e melhorias capazes de ampliar a produção, a renda e o faturamento dos negócios. Segundo o ministro do Empreendedorismo, Paulo Henrique Rodrigues Pereira, o recurso não terá caráter de empréstimo e será acompanhado por ações de orientação e apoio aos beneficiários para a estruturação de projetos. Teto de faturamento Outra iniciativa é a ampliação do teto de faturamento anual do MEI, sem reajuste há oito anos. A proposta enviada ao Congresso prevê elevação para R$ 110 mil no próximo ano e para R$ 140 mil em 2028. O governo argumenta que a atualização permitirá a expansão dos negócios sem que empreendedores precisem limitar atividades para permanecer enquadrados na categoria. Durante o anúncio, também foi mencionada a possibilidade de uma segunda contratação por parte dos MEIs. Dispensa de nota fiscal para pessoa física A quinta medida é um decreto para dar segurança jurídica à não obrigatoriedade de emissão de nota fiscal em operações com pessoas físicas. A norma busca esclarecer dúvidas surgidas durante o debate das mudanças tributárias e também alcançará os chamados nanoMEIs, grupo com faturamento de até metade do teto da categoria. Prosperidade O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anuncia medidas para microempreendedores individuais (MEIs) em cerimônia no Palácio do Planalto. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil Ao encerrar o evento, Lula afirmou que as iniciativas resultaram de demandas apresentadas pelos próprios empreendedores e serão formalizadas por meio de projetos de lei e decretos. “Essas soluções a gente vai encaminhando, vai transformando em projeto de lei, vai transformando em decreto.” Segundo o presidente, o objetivo é criar condições para que mais brasileiros possam ampliar seus negócios, gerar renda e melhorar de vida. “A palavra prosperidade não é privilégio, é direito de todo mundo prosperar.”