New dengue figures come up in public domain
The State Health department’s newly released figures show 56,863 dengue cases in 2023, 46,971 in 2024, and 25,585 in 2025. These are substantially higher than the corresponding figures published by NCVBDC
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The State Health department’s newly released figures show 56,863 dengue cases in 2023, 46,971 in 2024, and 25,585 in 2025. These are substantially higher than the corresponding figures published by NCVBDC
A taxa de analfabetismo entre as pessoas com deficiência, de 15 a 29 anos, era 12,2% em 2022, ou seja, 12 vezes maior do que aquela registrada entre os sem deficiência nesta faixa etária (1%). Os dados, do Censo Demográfico de 2022, foram divulgados nesta sexta-feira (18), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Sabe-se que, historicamente, elas têm uma taxa de analfabetismo mais elevada do que as pessoas sem deficiência. Parte dessa diferença decorre da maior concentração de pessoas com deficiência entre os idosos, gerações menos escolarizadas do que as gerações atuais. Contudo, esse enfoque nos jovens consegue acrescentar que a desigualdade entre as pessoas com deficiência e sem deficiência não se resume só à questão geracional”, destaca a pesquisadora do IBGE Luanda Botelho. Notícias relacionadas:Número de professores jovens cai 31% em dez anos, aponta pesquisa.Brasil melhora desempenho escolar no longo prazo, mas patamar é baixo.Os dados mostram que o analfabetismo é maior entre aqueles com dificuldades associadas às funções mentais (40,4%) e aqueles com mais de um tipo de deficiência (34%). No entanto, mesmo entre os tipos de deficiência com menor taxa de analfabetismo do grupo - aquelas com alguma dificuldade de enxergar (3,5%), - ela é mais do que o triplo daquela observada entre as pessoas sem deficiência. As demais taxas são de 10% entre as pessoas com dificuldade de ouvir, de 23,3% entre aquelas com dificuldade de caminhar ou subir escadas (23,3%) e de 31,3% entre aquelas com dificuldade de pegar objetos pequenos (31,3%). Acesso à educação Alunos em sala de aula no Centro Integrado de Educação Pública (CIEP) 001, no Catete, Rio de Janeiro - Tomaz Silva/Agência Brasil A frequência escolar é menor também entre as pessoas com deficiência. As taxas eram de 92,6% para as crianças de 6 a 14 anos e de 79,5% para os jovens entre 15 e 17 anos. Os índices são inferiores aos observados entre aqueles sem deficiência: 98,4% para crianças de 6 a 14 anos e 85,4% para jovens de 15 a 17 anos. Aqueles com deficiência profunda, ou seja, que não conseguem de forma alguma escutar, ouvir, pegar objetos ou caminhar, eram os menos incluídos no sistema escolar. Nesse grupo, os índices de frequência eram de 82,3% para crianças de 6 a 14 anos e de 65,6% para jovens de 15 a 17 anos. Acessibilidade Livro em braile - Marcello Casal Jr./Agência Brasil Segundo o Censo Escolar 2025, as escolas com banheiro acessível representavam 57% do total, aquelas com sala de recursos multifuncionais eram 30% e as que possuíam profissional de apoio, 26,2%. As escolas com pelo menos um desses recursos eram 78,5%. Havia, no entanto, diferenças entre as duas redes. A rede privada tinha mais banheiros acessíveis: 64,4% contra 54,8% na rede pública. Já a rede pública tinha vantagens em relação à existência de profissional de apoio: 32,8% das escolas, contra 4,6% na rede privada. Em relação às salas de recursos multifuncionais, que são espaços equipados e destinados ao atendimento escolar especializado, a estrutura estava presente em 34,5% das escolas da rede pública, contra 15,2% nas privadas. Ensino Superior A pesquisa mostra ainda que, de 2014 para 2024, a presença de pessoas com deficiência em cursos de ensino superior quase triplicou, passando de 33.377 para 95.572 alunos. Se antes as matrículas destes estudantes representavam 0,43% do total dos alunos de graduação do país, passaram a ser 0,93%. O crescimento foi puxado principalmente pelos cursos de graduação a distância. Enquanto as matrículas em cursos presenciais quase duplicaram no período (de 26.637 para 50.609), o número de estudantes em curso a distância cresceu mais de seis vezes ( de 6.740 para 44.963).
Tokyo, Sept. 17 (Jiji Press)--The ongoing economic expansion in Japan has lasted 74 months through July based on recent preliminary government statistics, highly likely surpassing the "Izanami" boom from February 2002 to February 2008, the longest period of growth since the end of World War II. During the current expansionary phase, the country's nominal gross domestic product increased ami...
Britain’s employers shed workers at the fastest rate in nine months, with the number of employees on company payrolls slipping 26,000 in August, according to the Office for National Statistics. The drop was worse than the 5,000 drop that economists expected, though the provisional estimates are often revised. Bloomberg's Sam Unsted breaks down the situation. (Source: Bloomberg)
Rio Times · USA & Canada Intelligence Brief September 11, 2026 USA & Canada Intelligence Brief — Friday, September 11, 2026 USA & Canada Intelligence Brief — Friday, September 11, 2026 Key Facts The print. US consumer prices rose 0.4 per cent month-on-month in August and 3.4 per cent year-on-year, the Bureau of Labor Statistics reported at 8:30 on Friday — headline figures matching what forecasters had pencilled in. The nuance. Core inflation, excluding food and energy, rose 0.3 per cent on the month against a 0.2 per cent consensus expectation, though its yearly rate cooled to 2.4 per cent from 2.5 per cent — in line, but warmer underneath than the headline admits. The driver. Gasoline rose 3.9 per cent in August and accounted for more than a third of the monthly increase; energy is up 16.3 per cent over the year and fuel oil 52 per cent, the Gulf disruption written into American pump p The post USA & Canada Intelligence Brief — Friday, September 11, 2026 appeared first on The Rio Times.