NAZA, Israeli film on Gaza, to stream for free after theatrical run
Co-director Yuval Abraham says documentary exposing Israeli abuses will be available online in November.
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Co-director Yuval Abraham says documentary exposing Israeli abuses will be available online in November.
Decades after fleeing the war, Sri Lankan Tamil refugees in India remain in legal limbo. RK Radhakrishnan’s documentary, Faceless People, follows six of them still waiting to belong
The Israeli filmmakers behind the documentary NAZA may have received a standing ovation at the Venice film festival, they have been facing violent threats to their lives and citizenship at home in Israel. A month ahead of crucial elections, the film profiles anonymous military sources who speak about the widespread killing of civilians in Gaza. Prime Minister Benjamin Netanyahu said he intends to introduce legislation aimed at revoking the citizenship of people who "defame IDF soldiers". Details by Shirli Sitbon, FRANCE 24 international affairs editor.
A student told The Hindu that the The Central Board of Film Certification (CBFC) recently highlighted that the documentary, Prisoner No: 626710 is Present, by filmmaker Lalit Vachani is not certified.
The documentary film 'NAZA', and its co-directors Yuval Abraham and Rachel Szor, are at the centre of a controversy in Israel.The film, which won an award at the Venice Film Festival, features anonymous Israeli sources accusing the military of intentionally killing numerous civilians in Gaza.Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu said on Wednesday that he intended to "strip of their citizenship" those who "defame" the Israeli army.
While the documentary was not screened on September 14, the students read Umar Khalid’s recent letters to his family and held a session reading the preamble of the Constitution
‘NAZA’, a documentary about Israel’s genocide in Gaza, has won the Special Jury Prize at the Venice Film Festival.
A chilling new documentary about Israel’s AI-powered mass killing of civilians in Gaza from two Oscar-winning Israeli filmmakers received a 25-minute ovation at its premiere at the Venice Film Festival on Thursday. The audience clapped continuously for Yuval Abraham and Rachel Szor after the screening, setting what is thought to be a record in Venice after a 23-minute ovation for another film about Gaza last year. In their film NAZA, Abraham and Szor used conversations with 24 different Israeli...
O CineSesc, na capital paulista, exibe nesta quinta-feira (10), às 20h, o documentário Arquivo Vivo, em que Vincent Carelli e Ana Carvalho dividem a direção. Parte da programação do festival Amor ao Cinema, a obra recupera como o projeto Vídeo nas Aldeias se firmou enquanto acervo dos povos originários brasileiros, com mais de 70 filmes rodados. Franco-brasileiro, Carelli começou a flertar com o indigenismo muito cedo, por influência de um missionário dominicano de seu colégio em São Paulo, e filósofo que já circulava em comunidades Mẽbengôkre Xikrin (ou Kayapó Xikrin), no Pará. Notícias relacionadas:Seis filmes seguem na disputa para representar o Brasil no Oscar.DF destina R$ 2,77 milhões para festival de cinema de Brasília.Das apresentações com slides que o religioso preparava e mostrava em aulas, nasceu a vontade de acompanhá-lo nas viagens. Aos 16 anos de idade, então, perguntou se poderia ir em uma das viagens e teve seu pedido atendido. Era a primeira vez que subia em um avião, e a sequência de voar e horas depois descer na floresta e entrar na aldeia, o marcou para sempre. "A sensação de ter adentrado em outro momento da humanidade foi muito forte. O cheiro, a emoção. A emoção deles [indígenas], que também estavam recebendo um [indígena] que estava se tratando em Marabá, e aquele choro kayapó diante do retorno, a saudade das irmãs", lembra Carelli, filho parisiense do ceramista, desenhista e pintor Antônio Carelli e de mãe brasileira e irmão da atriz e diretora teatral Chica Carelli. "Para mim, foi uma experiência definitiva. Eu voltei lá dois anos consecutivos, fiz um ano de USP [Universidade de São Paulo] e disse, quer saber de uma coisa? eu vou morar lá." Já reconhecido como um não indígena de confiança, Carelli foi convidado pelos xikrin para permanecer na aldeia, após concluir uma formação de indigenista em Brasília. Contudo, como era no período da ditadura, houve um impedimento de militar, naquele momento e daquela forma, com o movimento indígena. O argumento, segundo Carelli, era que "não daria certo, por ele ser muito amigo dos indígenas". "Na época da ditadura, as ONGs foram demonizadas. E as associações indígenas, nem a Funai [então Fundação Nacional do Índio] queria ouvir falar disso!, lembra. Nos anos 1970, o cineasta trabalhou na Funai e cofundou o Centro de Trabalho Indigenista (CTI), com um grupo de antropólogos. Foi também nessa década que ele e Andrea Tonacci se conheceram, para formatar um projeto para a Guggenheim, chamado Inter Povos. Tonacci já idealizava usar o vídeo para encurtar distâncias entre os povos indígenas, e o VHS foi o ingrediente que faltava para a poção mágica que os transformaria em cineastas também. Como qualquer outra pessoa que acredita em relações horizontais, sem ter a gana de exercer domínio sobre outras, Carelli se sentiria pleno quando visse indígenas filmando e não apenas sendo filmados. Em 1986, com essa proposta, começava oficialmente a história do Vídeo nas Aldeias, estruturado por Carelli com sua esposa, a antropóloga Virgínia Valadão. O projeto não parou nem mesmo durante a pandemia da covid-19. Ao contrário, seria, pela negligência do governo de Jair Bolsonaro, segundo Carelli, ainda mais importante para se documentar o que foi, para muitos indígenas, seu ciclo derradeiro. "A questão da apropriação da imagem, afinal, tem várias dimensões. Uma é a que se tem consigo mesmo. Mas tem também a de memória de vidas que estão sofrendo um momento muito intenso de cotidiano, de novidades. Os velhos se vão", pondera. Além de realizador audiovisual e educador na área, Carelli foi jornalista e repórter fotográfico freelancer das revistas IstoÉ, Repórter Três e do jornal Movimento. Foi também editor fotográfico e pesquisador do Projeto Povos Indígenas no Brasil do Centro Ecumênico de Documentação e Informação (Cedi), que deu lugar ao Instituto Socioambiental (ISA). Um questionamento mencionado pelo indigenista provoca melindres até hoje: "Existe instituição do Estado brasileiro comandada, com autonomia, por povos indígenas? Qual é a relação dos museus? É quase uma utopia. E eles não podem ser alienados das imagens, têm que ter acesso a elas." Serviço Festival Amor ao Cinema | CineSesc Arquivo Vivo Direção: Vincent Carelli e Ana Carvalho País: Brasil Ano: 2026 Duração: 2h17min. (137’) Classificação Indicativa: Livre
In this edition, French filmmaker and journalist Mélanie Nunes speaks to FRANCE 24 about her investigative report, "Afghanistan : les soignantes de l'ombre" or ‘the unsung female carers’. It follows women in the country as they try to get the heath care they need, as well as following health care providers themselves as they try to offer their services. Nunes says that the women who participated in the short-form documentary did so because “nobody cares about what they think" in their own country. "Afghanistan : les soignantes de l'ombre" recently came out on the Arté television channel.