Students mark 90th anniversary of Temple Entry Proclamation
They distributed copies of the proclamation in houses and public spaces on Saturday
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They distributed copies of the proclamation in houses and public spaces on Saturday
French President Emmanuel Macron is set to meet with high school pupils whose protests over school conditions have sparked a broader movement. Details by Philippe Moreau-Chevrolet, communication specialist and teacher at Sciences Po.
Children in government and aided schools across Karnataka have not seen several of their teachers for months, for most of them have been assigned as Booth Level Officers for the Special Intensive Revision of electoral rolls. Students tell Rishita Khanna that what initially seemed like fun with many free hours, is now making them anxious...
The students alleged that the ‘institute administration was resorting to measures that amounted to collective punishment by denying them access to basic facilities amid the ongoing agitation’
Tokyo, Oct. 22 (Jiji Press)--Japan's internal affairs ministry on Thursday urged the education ministry, health ministry and Children and Families Agency to take measures to support health checkups for children who refuse to go to school. A survey released by the internal affairs ministry found that 5.7 pct of elementary school students and 19.9 pct of junior high school students who refuse...
Cheers, music and waving flags greeted students arriving in Belgrade from across Serbia on Wednesday, as thousands gathered ahead of a final rally before this weekend's snap parliamentary elections.
Around 20 more non-local students have been admitted to Hong Kong semi-private schools under a government scheme to boost the city’s status as an international education hub, with a school head urging authorities to do more to promote the initiative to prospective pupils. Education authorities said on Wednesday that the non-local students holding student visas this year came from countries including Thailand, South Korea, Singapore, the United States and several European nations. Ida Lee...
Melhorias relacionadas ao ensino e à aprendizagem são a principal expectativa de pelo menos um quarto dos estudantes brasileiros do ensino médio em relação aos governos que se iniciam em 2027. A qualidade do ensino, para esse grupo, está diretamente relacionada à atuação do professor. O levantamento ouviu 5.296 alunos do ensino médio e do ensino fundamental 2 (6° ao 9° ano), nas cinco regiões do país. Segundo eles, tais mudanças devem contemplar: aulas diferentes; dinâmicas em salas de aula; capacitação de professores; menos falta dos professores. Notícias relacionadas:Flávio quer escolas militares; Lula propõe ampliar educação integral.MEC lança diretrizes para ensino de arte na educação básica.Ensino integral acelera aprendizado de vulneráveis, aponta estudo.A pesquisa O que os estudantes pensam sobre a Educação? foi encomendada ao Instituto DataFolha pelas fundações Itaú, Lemann, Telefônica Vivo e pelos institutos Natura, Sonho Grande, Unibanco e Todos Pela Educação. Entre os temas abordados nas perguntas, estão o processo de aprendizagem, a atuação dos professores, educação profissional, uso de tecnologia, educação em tempo integral. Desempenho dos professores Dados do estudo indicam que a percepção dos estudantes entre 12 e 21 anos sobre a forma como os professores explicam os conteúdos está associada à avaliação que fazem da escola. Entre os que dizem que os professores explicam bem os conteúdos, 75% avaliam a escola como boa ou ótima. Entre aqueles que afirmam que os professores não explicam bem, esse percentual cai para 48%. O diretor de Políticas Públicas do Todos Pela Educação, Gabriel Corrêa, afirma que os estudantes colocam as oportunidades de aprendizagem no topo de suas expectativas sobre o que é uma boa escola. “É um dado que ajuda a reforçar onde deve estar a prioridade absoluta da política pública nos próximos anos: na aprendizagem.” Segundo ele, o momento de eleições e o início de novos mandatos trazem oportunidade de revisão de estratégias e de repactuação de compromissos. “[Nesse contexto], o país precisa acelerar muito o ritmo de crescimento dos indicadores de qualidade educacional.” Ainda em relação aos professores, no fundamental 2, 78% avaliam que os professores estão motivados para dar aulas, enquanto no ensino médio esse número cai para 69%. A ausência de professores parece ser um problema mais comum também no ensino médio, onde 66% concordam totalmente ou em parte que “há disciplinas que ficam um tempo sem ter professor”. No fundamental 2, 61% afirmam o mesmo. Ensino técnico Mais de 90% consideram importante ter a oportunidade de fazer um curso técnico ou profissionalizante durante essa etapa da educação. O dado contrasta com o alcance atual da Educação Profissional e Tecnológica: de acordo com o Censo Escolar 2025, cerca de 20% dos estudantes do Ensino Médio estão matriculados na educação profissional. Tecnologia A tecnologia é percebida como presente na rotina escolar: 70% dos estudantes afirmam que os professores usam tecnologia nas aulas pelo menos uma vez por semana. A inteligência artificial aparece entre as ferramentas: 71% dizem usar IA com frequência ou às vezes para estudar. Ao mesmo tempo, quase um em cada três estudantes discorda de que seus professores estejam bem preparados para usar tecnologia em sala de aula. Tempo integral Entre os estudantes que estudam em tempo integral, 74% avaliam a escola como boa ou ótima, ante 68% dos estudantes do ensino regular. A diferença aparece nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio. Entre os benefícios estão mais tempo para aprender, participação em atividades esportivas, artísticas e culturais, preparação para o futuro e mais tempo de estudo para vestibular e para o Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem. Entre os estudantes do ensino médio que afirmam que não estão no tempo integral, 20% dizem trabalhar ou exercer atividade para garantir remuneração. Para Patricia Mota Guedes, superintendente do Itaú Social, a pesquisa revela que os estudantes têm consciência sobre o que é importante para a escola. Quando a aprendizagem aparece como prioridade e a formação técnica, a tecnologia, o tempo integral e a possibilidade de escolha ganham relevância, há um recado claro para as políticas públicas, de acordo com a especialista. “Ouvir os jovens é fundamental para construir respostas mais conectadas à realidade das escolas e garantir condições para que cada estudante e futuro profissional avance em sua trajetória com qualidade, equidade e perspectivas concretas para o futuro.”
Angry French students have blocked access to their schools for four weeks. AJLabs breaks down what they want and why.
While the immediate trigger for the students’ protest at Jantar Mantar was the repeated paper leaks, disillusionment among the youth runs much deeper. India has a significant youth population; however, unemployment remains high. Additionally, access to quality education has become limited due to a number of factors
A preocupação com os rumos do país e com os riscos para as instituições democráticas e para a educação, às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais, impulsionou a retomada das ruas pelo movimento estudantil. Milhares de estudantes têm promovido atos em diversas cidades para defender a democracia e a educação pública, além de se posicionar sobre os candidatos e suas propostas. Em entrevista à Agência Brasil, a presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Bianca Borges, destaca o protagonismo de universitários e secundaristas nos atos realizados pelo país e recupera a trajetória histórica dos estudantes brasileiros em momentos decisivos da política nacional. Ela menciona a luta contra a ditadura militar, as mobilizações por eleições diretas, depois pelo impeachment de Fernando Collor e contra o governo de Jair Bolsonaro. Notícias relacionadas:Flávio quer escolas militares; Lula propõe ampliar educação integral.Estudantes fazem atos pelo país em apoio a Lula.Estudantes fazem ato no Rio de Janeiro em defesa de voto em Lula.“Neste momento, nós vemos não só uma eleição em jogo, mas verdadeiramente o futuro do nosso país em risco”, disse Bianca, citando a possibilidade da ascensão de um governo autoritário, contrário à educação e que representa retrocesso na avaliação da entidade. A dirigente também aponta os desafios concretos enfrentados pelas universidades públicas, como o subfinanciamento, a necessidade de ampliar a assistência estudantil e garantir condições para que alunos de baixa renda permaneçam nos cursos. Na entrevista, a presidente da UNE relaciona a defesa da democracia à valorização da universidade pública e à melhoria das condições de vida da juventude e da classe trabalhadora. Ela destaca ainda a importância de manter a organização estudantil para além do período eleitoral e defende que a participação coletiva é fundamental para transformar reivindicações em direitos. “Os estudantes se levantam pelos direitos, pela educação, pela soberania e pela democracia brasileira diante dessa ameaça. Isso é da própria vocação dos estudantes brasileiros, desde a fundação da UNE tem sido assim”, ressaltou. Na última sexta-feira, o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), negou pedido da campanha do candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) para barrar publicações nas redes socais de 54 dirigentes de sindicatos, movimento sociais e entidades estudantis, entre elas a UNE. Confira as principais propostas dos presidenciáveis para educação Perfil Estudante de letras do Instituto Federal de São Paulo (IFSP), a paulista de 25 anos, nascida em Itapevi e criada em Praia Grande, assumiu a presidência da UNE para o mandato de 2025–2027. Bianca Borges iniciou a trajetória no movimento estudantil aos 14 anos na Escola Técnica Estadual (Etec) de Praia Grande, onde ocupou o lugar de representante de sala e, junto com colegas, fundou um grêmio. Formada em direito pela Universidade de São Paulo (USP), onde ingressou em 2017, Bianca foi coordenadora-geral do Diretório Central dos Estudantes (DCE) Livre da USP e diretora-geral do Centro Acadêmico XI de Agosto. Ela presidiu ainda a União Estadual dos Estudantes de São Paulo (UEE-SP), na qual liderou a resistência às propostas do governador Tarcísio de Freitas de privatização e militarização do ensino público estadual. Além disso, integrou a Organização Latino-Americana e Caribenha de Estudantes (Oclae). Confira os principais trechos da entrevista com a presidente da UNE: Agência Brasil: O que explica a decisão da UNE e de organizações estudantis de voltar às ruas neste momento? Quais acontecimentos impulsionaram essa mobilização? Bianca Borges: Neste momento, nós vemos não só uma eleição em jogo, mas verdadeiramente o futuro do nosso país em risco. A eleição do Flávio Bolsonaro representa a possibilidade da ascensão de um governo autoritário, que é contra a educação, um governo de retirada de direitos e de retrocesso. Os estudantes se levantam pelos direitos, pela educação, pela soberania e pela democracia brasileira diante dessa ameaça. Isso é da própria vocação dos estudantes brasileiros, desde a fundação da UNE tem sido assim. Nos levantamos na campanha O Petróleo É Nosso, em defesa da soberania e em defesa dos recursos naturais do Brasil. Enfrentamos a ditadura militar, construímos as Diretas, depois o Fora Collor, o Fora Temer, o Fora Bolsonaro. E agora a gente está na rua porque a eleição do presidente Lula representa, neste momento, algo indispensável para o futuro do Brasil como o país que a gente quer construir. O bolsonarismo não é um inimigo abstrato, é um inimigo muito concreto. A gente viveu quatro anos de enfrentamento sob esse governo e a gente não aceita que eles voltem ao poder. Agência Brasil: Você avalia que há uma relação do momento atual com a Passeata dos 100 mil, realizada em 1968, durante a ditadura militar? Bianca Borges: Com certeza. Nós, inclusive, tivemos um ato no centro do Rio de Janeiro, no dia 7 [de outubro de 2026], que foi muito bonito, da Candelária à Cinelândia. Alguns dos presentes, que fizeram parte de outras gerações do movimento estudantil e da política, disseram que havia ali tanta gente quanto na Passeata dos 100 mil. Nas nossas falas ali, reverenciamos esse momento, reverenciamos Edson Luís - um dos nossos mártires e símbolo da luta dos estudantes brasileiros contra o autoritarismo, pelos direitos, pela educação. É um momento em que a nossa indignação se converte nesses protestos que têm tomado o país. Rio de Janeiro (RJ), 7/10/2026 – Milhares de estudantes participam de manifestação em apoio à reeleição do presidente Lula, no centro da cidade - Foto: Fernando Frazão/Arquivo/Agência Brasil Agência Brasil: Quem está participando dos atos? A UNE percebe uma mudança no perfil dos estudantes mobilizados ou na disposição da juventude para participar da política? Bianca Borges: Esse nosso levante começou pelas universidades. Logo na segunda-feira, depois da divulgação do resultado do primeiro turno, o primeiro ato foi na UFF [Universidade Federal Fluminense], em Niterói, que na verdade ia ser uma assembleia para os estudantes organizarem sua campanha de apoio ao presidente Lula, suas ações para virar voto, mas a coisa ganhou proporções. Apareceram mais de mil estudantes para a assembleia, ela não coube dentro do auditório da faculdade, então a turma saiu para rua. Na rua, mais milhares de pessoas se juntaram e nós vimos ali a primeira fagulha do que seria esse grande movimento que se desencadeou desde o domingo passado. O protagonismo e a maioria dos estudantes são universitários, organizados pelos seus centros acadêmicos, pelos diretórios centrais de estudantes, mas também temos tido a feliz surpresa da iniciativa e mobilização dos estudantes secundaristas. Esse ato da Candelária que eu dizia, por exemplo, foi uma convocação inicialmente feita pelos estudantes do Colégio Pedro II, um colégio federal do Rio de Janeiro. Os grêmios também têm se somado a esse processo. Para nós, é fundamental a gente unir forças e acredito que temos sido bem-sucedidos nisso e em demonstrar essa força nas ruas. Na terça-feira [13], aqui em Brasília, a gente fez uma manifestação muito grande, como há muito não se via nessa cidade, com a sua maioria de estudantes, mas agora com outros setores da sociedade, da classe trabalhadora se somando a nós e isso é imprescindível. Agência Brasil: Quais são as principais reivindicações que mobilizam os estudantes hoje? Bianca Borges: Pouco depois que [Jair] Bolsonaro assumiu o governo, em 2019, uma das primeiras medidas que ele apresentou para educação foi o Future-se. Era um projeto que nós considerávamos que atacava o caráter público da universidade e que desvirtuava a universidade pública como nós a conhecemos, formada por esse tripé ensino, pesquisa, extensão, que mantém a universidade como um espaço de pensamento crítico, um espaço de emancipação e também de formação acadêmica e profissional, mas com um papel que vai muito além disso. A universidade tem um papel fundamental para a formação cidadã, para o engajamento político, inclusive. E essa turma [aliada a Jair Bolsonaro] sempre apontou seus canhões para as universidades. Nós já denunciávamos ali o que o futuro se representava. As falas do [Jair] Bolsonaro chamando centros acadêmicos de ninho de rato, a nomeação de mais de 18 reitores interventores, ou seja, reitores que não ficaram em primeiro lugar na eleição pela comunidade universitária. Essas são algumas das manifestações dessa agenda antidemocrática na educação e que avança sobre os estudantes, coisas que nós já vivemos, já enfrentamos, mas não queremos ter que enfrentar novamente. É por isso que a gente está na rua pela virada com o presidente Lula. Brasília (DF), 13/10/2026 – Ato em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Museu da República, na capital federal - Foto: Walter Campanato/Arquivo/Agência Brasil Agência Brasil: Quais propostas e posições políticas de Flávio Bolsonaro levam a UNE a considerar que sua candidatura representa riscos para a democracia e os direitos sociais? Bianca Borges: O Flávio pouco tem debatido a educação, porque esse não é o centro da preocupação deles. O centro da preocupação deles é privar as escolas e as universidades da possibilidade de desempenhar seu pleno papel como instituições de ensino. Mas, entre as medidas que já estão anunciadas, o “tesouraço” aos direitos sociais e à educação é algo que muito nos preocupa. As nossas universidades sofrem por um subfinanciamento, que já se estende por mais de dez anos, que teve recomposições orçamentárias importantes neste último governo, mas corremos o risco de retroceder. O retrocesso no financiamento da universidade faz parte de um projeto de desmonte dela. Como a universidade vai desempenhar as suas atividades sem ter condições de pagar bolsas para os seus estudantes de baixa renda, sem ter laboratórios em boas condições? Agência Brasil: Quais seriam as consequências para as universidades públicas e a assistência estudantil? Bianca Borges: Uma das poucas coisas que o Flávio falou sobre a educação e sobre educação superior, especificamente, e uma das coisas mais polêmicas é a transferência da gestão das universidades federais. Ele tiraria do MEC [Ministério da Educação] e colocaria no MCTI, no Ministério da Ciência e Tecnologia, um ministério que tem um orçamento infinitamente inferior ao MEC. Ele anunciou essa medida dizendo que era necessário aproximar as universidades do setor produtivo. Nós defendemos as universidades no centro de um projeto nacional de desenvolvimento, ou seja, nós achamos que elas precisam estar conectadas às demandas produtivas do país também. Mas, da maneira como ele coloca, está claro que ele quer uma universidade que trabalhe exclusivamente voltada aos interesses do mercado. E isso nós não aceitamos. A universidade brasileira é muito mais do que isso. Agência Brasil: O que a UNE entende por fascismo no contexto brasileiro atual? Quais características do bolsonarismo justificam o uso desse termo? Bianca Borges: O autoritarismo. E, por autoritarismo, eu quero dizer a deslegitimação da organização popular, das entidades que são representativas de setores populares, o desmonte da estrutura de participação social no governo federal - que foi retomada agora no governo do presidente Lula. A própria criminalização da organização política do movimento estudantil, o incentivo à violência política, que muitas vezes escalona e se torna violência física por parte dos seus asseclas, por parte dos seus apoiadores. Desde que se iniciou essa mobilização nas nossas universidades, diversas universidades sofreram ameaças de incêndios criminosos através das redes sociais. Isso para nós é muito grave. A sede da União Nacional dos Estudantes na Praia do Flamengo foi incendiada no dia 1º de abril de 1964, no dia do golpe [que instaurou a ditadura militar no Brasil]. Tem dois incêndios na Universidade Federal de Pernambuco que estão sob apuração, a gente não pode afirmar se eles foram criminosos ou não, mas fato é que eles aconteceram depois do recebimento dessas ameaças pelas universidades e pelas entidades estudantis. Esses são exemplos bem evidentes do autoritarismo, do espírito antidemocrático, do fascismo que, infelizmente, é o instrumento dessa turma para chegar ao poder e para construir o Brasil em que eles acreditam. Presidente da UNE, Bianca Borges - Foto: Karla Boughoff/UNE Agência Brasil: Por que a UNE decidiu apoiar Lula? Bianca Borges: O apoio ao presidente Lula, neste momento, representa a possibilidade de a gente barrar a chegada mais uma vez do bolsonarismo ao poder no Brasil. O bolsonarismo representa a violência política, o ódio, a antidemocracia, uma saída autoritária. Nós entendemos que a eleição do presidente Lula representa a possibilidade de seguir fortalecendo a democracia brasileira e seguir fortalecendo a nossa soberania. O projeto do Flávio, além de fascista, é um projeto completamente entreguista. Ele já falou que colocará sua equipe de transição e seu governo a serviço dos Estados Unidos, já anunciou que quer entregar para o Trump e para as mineradoras americanas as nossas terras raras, que são o petróleo do século 21, como nós temos dito. Esse é um projeto em que nós não acreditamos. Nós acreditamos no fortalecimento de um Brasil democrático e soberano. Agência Brasil: O que está em jogo nessa eleição para os estudantes e por que a entidade considera esse apoio necessário, embora haja críticas ao governo Lula? Bianca Borges: Nós avançamos muito nos últimos anos, queremos avançar mais, mas sabemos que esses avanços só serão possíveis sob o governo Lula - dado o cenário a que a gente chegou agora na porta do segundo turno das eleições -, porque é um governo que acredita na educação e que ampliou de maneira sem precedentes na história as universidades federais, os institutos federais, as oportunidades de acesso ao ensino superior. Contradições existem nesse processo, mas fato é que o governo Lula foi o que mais avançou na educação brasileira, especialmente na educação superior. E é por isso que nós acreditamos que o caminho para avançar é por aí. Sob um governo Flávio, a gente sequer teria legitimidade para protestar, para reivindicar por aquilo que a gente acredita. Agência Brasil: Que compromissos ainda faltam em relação às universidades, à assistência estudantil e à permanência dos alunos? Bianca Borges: A consolidação do Plano Nacional de Assistência Estudantil com orçamento robusto, porque existem hoje na universidade brasileira muitos estudantes de baixa renda que enfrentam imensa dificuldade para conseguir permanecer e estudam com dificuldade. [Defendemos] mais investimentos nas universidades públicas como um todo, tanto federais, mas nós temos defendido e estamos apoiando uma proposta de emenda constitucional na Câmara para que as universidades estaduais também recebam repasses do governo federal, para que tenham essa possibilidade de financiamento. Nas universidades estaduais do Brasil, de um modo geral, existe um um subfinanciamento que é ainda mais grave. [Defendemos] avanços como a efetivação do investimento de 10% do PIB na educação pública, e uma maior fiscalização do ensino superior privado para garantir a sua qualidade. Agência Brasil: O que a UNE diria aos jovens que não se identificam com nenhum dos candidatos e não acreditam que a política institucional seja capaz de responder às suas necessidades? Bianca Borges: Esse tem sido nosso principal desafio: encantar os que não estão encantados com a política e com as possibilidades que se colocam. Eu acho que de maneira justa existem muitas insatisfações entre a juventude, mas o caminho para a gente efetivar os direitos é participar de uma luta coletiva. [Precisamos] ver qual é o governo que teve compromisso em abraçar bandeiras populares, como é o fim da escala de 6x1, para melhorar a vida da classe trabalhadora, qual é o governo que criou o Pé-de-Meia para ajudar os estudantes que ainda estão no ensino médio, qual é o governo que deixa um legado de transformações para juventude. Tem gerações que se desconectaram disso, porque são gerações já posteriores, mas pense só o que era a universidade brasileira há 20 ou 30 anos. A gente tinha uma universidade muito mais restrita do que a gente tem hoje. Só foi possível [ampliar o acesso] porque tivemos governos que apostaram que os estudantes mais pobres poderiam acessar a universidade brasileira. Eu coloco a universidade e educação aqui com centralidade nessa resposta, porque é o nosso principal passaporte para o futuro, para uma vida mais digna. Em um país como o Brasil, a educação ainda é sinônimo de dignidade, de poder viver uma vida melhor, proporcionar uma vida melhor para nossa família. A educação para nós é central, mas a juventude também está muito ligada nas lutas da classe trabalhadora. A pauta pelo fim da escala 6x1 contagiou a sociedade, contagiou muito a juventude. Agência Brasil: Como a UNE pretende manter a mobilização para além do período eleitoral? Bianca Borges: O caminho para que as mobilizações sejam longevas, com certeza, é a organização dos estudantes no movimento estudantil, que sigam participando, assim como estão participando intensamente agora nas assembleias dos centros acadêmicos, dos diretórios centrais dos estudantes, que sigam se organizando permanentemente, porque o nosso desafio não vai acabar no segundo turno. Independentemente do resultado eleitoral, seja com Flávio Bolsonaro, em que nós teremos que resistir muito em defesa da democracia e em defesa dos nossos direitos, seja com a reeleição do presidente Lula, que nos levará a um cenário de luta pelas nossas reivindicações, a nossa batalha com certeza não termina no dia 25 de outubro. Que o movimento estudantil siga amparado por ampla maioria dos estudantes, como está sendo agora, e que a maioria dos estudantes se veja no movimento estudantil, com certeza, é o caminho para que nós sejamos vitoriosos e sejamos longevos nessas mobilizações. ** Em pronunciamentos e entrevistas, o candidato Flávio Bolsonaro tem dito que irá investir em educação e manter o piso constitucional para a área. No programa de governo, ele propõe a reformulação do ensino técnico para aproximar escolas e empresas, a expansão das escolas cívico-militares e a transferência do ensino superior para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
The demonstrations have united students and ‘yellow vest’ supporters, exposing deeper anger over living standards.
Weeks of student protests over poor conditions in schools and rising anger over the cost of living fuelled calls for a nationwide demonstration on October 17, bringing together youth activists and supporters of the Yellow Vest movement. The main grievance was the cost of living. The protesters demonstrating against it 'didn't get what they wanted', analyses France 24's Shirli Sitbon.
Tens of thousands of people are expected to protest across France on Saturday, as students, trade unionists and remnants of the Yellow Vest movement join forces to demonstrate against high prices and the country's fraying social model.
Panel issues notices seeking reports from Greater Cochin Development Authority, Kochi Corporation, Local Self-Government Department, Life Mission and District Collector
Violent unrest is gripping several countries across Europe, as student activists demand better education systems.
A student guide to the Euromed Fès Sorbonne shared campus in Morocco: the programmes, how admission works, which diplomas follow and what is unknown. The post How the Euromed Fès Sorbonne Shared Campus Affects Students appeared first on The Rio Times.
The graduands included 1,605 seafarers, 13 gold medal winners, 11 silver medal winners, and 4 Ph.D. scholars
Supporters said the professor’s dismissal was rushed, procedurally flawed, and politically charged