Foundation stone laid for ₹147.36-crore Gaddipadu ROB in Guntur
Pemmasani says the overbridge will ease traffic congestion at a busy crossing used by 20,000 vehicles and crossed by 78 trains daily
This website’s original language is English. For translation, click the globe icon or choose Translate in the menu.
33 matching records found
Pemmasani says the overbridge will ease traffic congestion at a busy crossing used by 20,000 vehicles and crossed by 78 trains daily
The decision follows a tripartite meeting with the Centre and Manipur government at the Border Security Force’s Frontier Headquarters in Guwahati; the decision to pause the blockade after more than three months is seen as a significant step toward easing the transportation and supply crisis in Manipur
No Brasil, quatro em cada dez mulheres (39%) já abriram mão de uma vaga de emprego ou oportunidade profissional em virtude de dificuldades de deslocamento. Os fatores desfavoráveis são falta de segurança, custo com os quais teriam de arcar para cobrir o serviço, tempo e território, conforme aponta a pesquisa O Direito de Ir, Vir e Viver, da Indique, consultoria de diversidade e inclusão racial, em parceria com a organização feminista Think Eva e a 99. Mais da metade (54%) também deixou de comparecer a um compromisso de trabalho ou recusou um convite desse tipo pelos mesmos motivos. E um quinto (21%) já desistiu de fazer alguma capacitação, incluindo faculdade. Notícias relacionadas:Polícia do Ceará prende João Munhoz, namorado de Isabelle Caracristi.Líder índígena pede na ONU retirada de invasores de sua Terra.Plano Nacional de Promoção da Igualdade Racial recebe contribuições.As mulheres, reforça o estudo, abdicam o tempo todo não somente de experiências e conquistas no âmbito ocupacional ou educacional, mas no social e no de bem-estar. Oito em cada dez (80%) faltaram a encontros, eventos ou atividades, sendo que um terço renunciou a atividades físicas ou de lazer (33%) e a visitas a familiares e amigos (32%) e o dobro (69%) a sair à noite. Entrevistas feitas com 564 mulheres de diferentes idades, classes e regiões do país mostraram que a insegurança ou violência é o principal impedimento, indicado por 32% delas. A falta de dinheiro (22%) figura em segundo lugar, seguida pela precariedade do transporte público (15%), que não atende devidamente, e a distância dos lugares onde precisam ir (14%). A sensação de insegurança faz com que a maioria evite certos bairros ou regiões da cidade (87%) e planeje horários (73%). Também para se proteger, 63% já evitaram algum meio de transporte e 60% fizeram outro caminho até o destino. Para uma das mulheres que respondeu a pesquisa, a aprovação em uma graduação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) não pôde ser considerada de fato uma vitória. Ela relatou não ter sido possível cursá-la porque não chegaria a tempo ao campus, já que parou de usar ônibus após ter sido assaltada diversas vezes. Outro aspecto relevante é a preocupação com o assédio sexual. O levantamento constatou que 89% relatam ter sido vítimas em pelo menos um tipo de veículo, com predominância de ônibus (68,8%), deslocamentos a pé (60,8%) e de metrô ou trem (50,2%). A bicicleta e a moto por aplicativo aparecem como os que as deixam menos vulneráveis, mas são citadas, ainda assim, por 6,6% e 4,1% das participantes. Automóveis Os carros por aplicativo são opção recorrente de oito em cada dez mulheres ouvidas na pesquisa (80%). Apesar de custarem mais caro para 67% das entrevistadas de periferias e áreas com desfalques estruturais e de transporte. No total, 68% das entrevistadas declararam não ter veículo próprio e 52% gastam mais de uma hora por dia em deslocamento. Quase metade (45%) avalia como piores as condições de mobilidade de seus endereços, na comparação com o centro da cidade, e 33% classifica o transporte público de seu respectivo bairro como ruim ou péssimo. Outra conclusão é a de que, de fato, a renda define o quanto de acesso elas têm a determinados modais. Oito em cada dez (80,3%) mulheres de baixa renda usam ônibus regularmente, contra 52,1% entre as de alta renda. O carro próprio, por outro lado, é usado regularmente por 40,6% destas, contra apenas 8,3% das mulheres de baixa renda. Mulheres como cuidadoras Uma das tarefas atribuídas historicamente às mulheres, o cuidado também estabelece certas rotinas adotadas por elas. Segundo o estudo, 54% das entrevistadas afirmam que exercem esse tipo de trabalho sozinhas, ante 38% que dizem dividi-lo com outras pessoas. Tais dados explicam por que o trajeto de muitas mulheres não se limita à casa-trabalho e vice-versa, incluindo paradas no meio do caminho. As que planejam sozinhas os percursos relacionados ao cuidado, como escola, idas a consultas médicas e farmácias e compras são 43%, sendo que 44% escolhem o veículo que vão utilizar com base nessas responsabilidades. Os carros por aplicativo são acionados por 53% quando transportam dependentes, sejam eles filhos, idosos ou pessoas com deficiência. Sobre a coleta de dados A etapa quantitativa foi feita entre 8 de junho e 9 de julho de 2026, com 564 mulheres entre 18 e 60 anos, com foco nas capitais São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Curitiba, Porto Alegre, Brasília, Manaus e Belém, além de outras 73 cidades brasileiras. As organizações também colheram contribuições de especialistas ligadas a temas como planejamento urbano, direito à cidade, mobilidade feminina, desigualdades territoriais, periferias e mobilidade ativa.
No Brasil, quatro em cada dez mulheres (39%) já abriram mão de uma vaga de emprego ou oportunidade profissional em virtude de dificuldades de deslocamento. Os fatores desfavoráveis são falta de segurança, custo com os quais teriam de arcar para cobrir o serviço, tempo e território, conforme aponta a pesquisa O Direito de Ir, Vir e Viver, da Indique, consultoria de diversidade e inclusão racial, em parceria com a organização feminista Think Eva e a 99. Mais da metade (54%) também deixou de comparecer a um compromisso de trabalho ou recusou um convite desse tipo pelos mesmos motivos. E um quinto (21%) já desistiu de fazer alguma capacitação, incluindo faculdade. Notícias relacionadas:Polícia do Ceará prende João Munhoz, namorado de Isabelle Caracristi.Líder índígena pede na ONU retirada de invasores de sua Terra.Plano Nacional de Promoção da Igualdade Racial recebe contribuições.As mulheres, reforça o estudo, abdicam o tempo todo não somente de experiências e conquistas no âmbito ocupacional ou educacional, mas no social e no de bem-estar. Oito em cada dez (80%) faltaram a encontros, eventos ou atividades, sendo que um terço renunciou a atividades físicas ou de lazer (33%) e a visitas a familiares e amigos (32%) e o dobro (69%) a sair à noite. Entrevistas feitas com 564 mulheres de diferentes idades, classes e regiões do país mostraram que a insegurança ou violência é o principal impedimento, indicado por 32% delas. A falta de dinheiro (22%) figura em segundo lugar, seguida pela precariedade do transporte público (15%), que não atende devidamente, e a distância dos lugares onde precisam ir (14%). A sensação de insegurança faz com que a maioria evite certos bairros ou regiões da cidade (87%) e planeje horários (73%). Também para se proteger, 63% já evitaram algum meio de transporte e 60% fizeram outro caminho até o destino. Para uma das mulheres que respondeu a pesquisa, a aprovação em uma graduação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) não pôde ser considerada de fato uma vitória. Ela relatou não ter sido possível cursá-la porque não chegaria a tempo ao campus, já que parou de usar ônibus após ter sido assaltada diversas vezes. Outro aspecto relevante é a preocupação com o assédio sexual. O levantamento constatou que 89% relatam ter sido vítimas em pelo menos um tipo de veículo, com predominância de ônibus (68,8%), deslocamentos a pé (60,8%) e de metrô ou trem (50,2%). A bicicleta e a moto por aplicativo aparecem como os que as deixam menos vulneráveis, mas são citadas, ainda assim, por 6,6% e 4,1% das participantes. Automóveis Os carros por aplicativo são opção recorrente de oito em cada dez mulheres ouvidas na pesquisa (80%). Apesar de custarem mais caro para 67% das entrevistadas de periferias e áreas com desfalques estruturais e de transporte. No total, 68% das entrevistadas declararam não ter veículo próprio e 52% gastam mais de uma hora por dia em deslocamento. Quase metade (45%) avalia como piores as condições de mobilidade de seus endereços, na comparação com o centro da cidade, e 33% classifica o transporte público de seu respectivo bairro como ruim ou péssimo. Outra conclusão é a de que, de fato, a renda define o quanto de acesso elas têm a determinados modais. Oito em cada dez (80,3%) mulheres de baixa renda usam ônibus regularmente, contra 52,1% entre as de alta renda. O carro próprio, por outro lado, é usado regularmente por 40,6% destas, contra apenas 8,3% das mulheres de baixa renda. Mulheres como cuidadoras Uma das tarefas atribuídas historicamente às mulheres, o cuidado também estabelece certas rotinas adotadas por elas. Segundo o estudo, 54% das entrevistadas afirmam que exercem esse tipo de trabalho sozinhas, ante 38% que dizem dividi-lo com outras pessoas. Tais dados explicam por que o trajeto de muitas mulheres não se limita à casa-trabalho e vice-versa, incluindo paradas no meio do caminho. As que planejam sozinhas os percursos relacionados ao cuidado, como escola, idas a consultas médicas e farmácias e compras são 43%, sendo que 44% escolhem o veículo que vão utilizar com base nessas responsabilidades. Os carros por aplicativo são acionados por 53% quando transportam dependentes, sejam eles filhos, idosos ou pessoas com deficiência. Sobre a coleta de dados A etapa quantitativa foi feita entre 8 de junho e 9 de julho de 2026, com 564 mulheres entre 18 e 60 anos, com foco nas capitais São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Curitiba, Porto Alegre, Brasília, Manaus e Belém, além de outras 73 cidades brasileiras. As organizações também colheram contribuições de especialistas ligadas a temas como planejamento urbano, direito à cidade, mobilidade feminina, desigualdades territoriais, periferias e mobilidade ativa.
About 100 students who commute to colleges in Madanapalle, Punganur and B. Kothakota say a dozen buses skip their stop at peak hours, forcing them to pay ₹50 to ₹80 a day for autos
A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) prorrogou até a próxima sexta-feira (25) o prazo para enviar projetos de inovação para a chamada pública Finep Mais Inovação Brasil – Rodada 2 – Mobilidade Sustentável. As propostas precisam ser de empresas brasileiras e contar com a parceria técnico-científica de, pelo menos, uma Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT). Notícias relacionadas:Temporais provocam morte, desaparecimentos e atingem 119 cidades no RS.Morador de Pelotas mostra nas redes estragos causados por tempestade.Tempestade, ventos fortes e granizo deixam Região Sul em alerta.“Estamos prorrogando o prazo para as empresas e as ICTs somarem suas forças e apresentarem propostas inovadoras que possam transformar os modais de transporte e a indústria brasileira”, afirma Elias Ramos, Diretor de Inovação da Finep. Serão concedidos recursos não reembolsáveis de subvenção econômica para “projetos altamente inovadores e de risco tecnológico”. A chamada pública disponibilizará R$ 203,8 milhões em subvenções, reservando 30% dos recursos para projetos com atividades principais nas regiões Norte, Nordeste ou Centro-Oeste. Os projetos candidatos devem se alinhar obrigatoriamente a uma das quatro linhas temáticas definidas para o certame. Linha 1 - Mobilidade Aérea: aeronaves mais leves, descarbonização, novos combustíveis sustentáveis de aviação (SAF) e ecossistemas de mobilidade aérea avançada, como voo autônomo e vertiportos. Linha 2 - Mobilidade Aquaviária: tecnologias para transporte de cargas e passageiros de baixas emissões em projetos voltados ao lazer, a partir de propulsão elétrica e híbrida. Linha 3 - Mobilidade Metroferroviária: digitalização e sustentabilidade de ferrovias, como controle, segurança de vias e tração limpa. Linha 4 - Micromobilidade: mobilidade ativa de curta distância, como bicicletas e triciclos de baixa emissão de carbono para carga ou passageiros (excluindo lazer), sistemas de compartilhamento e melhorias na infraestrutura urbana. A partilha orçamentária destinará R$ 132,8 milhões para a Linha 1 (Mobilidade Aérea), R$ 37,7 milhões para a Linha 2 (Mobilidade Aquaviária) e R$ 33,3 milhões para as Linha 3 (Mobilidade Metroferroviária) e Linha 4 (Micromobilidade).
Accommodation crisis, transport gaffes, and national anthem mix-ups headlined the Games ahead their opening in Japan.
Passenger organisations seek measures to ease recurrent overcrowding on short-distance and inter-city express trains; rising preference for trains is linked to NH-66 widening works as well as frequent hikes in bus and fuel fares, say railway sources
Mr. Reddy also highlighted the Mahalakshmi scheme, under which women are provided free travel on TGRTC buses, saying it had brought significant changes and contributed to the economic empowerment and self-respect for them.
NBC Los Angeles helicopter crashes while covering deadly metro bus collision from the air.
A mainland Chinese joint venture has launched an electric taxi in Hong Kong next month, but a lawmaker warned that the lack of quick charging stations remained the biggest challenge to the government’s target of introducing 3,000 such cabs by next year. SAIC-GM-Wuling, a joint venture between SAIC Motor, General Motors China and Guangxi Automobile Group, on Tuesday unveiled its Darion Taxi, a new six-seat e-taxi to be launched in Hong Kong. DH Legend Motors, the joint venture’s Hong Kong...
Trains were cancelled or delayed on Tuesday after objects were found on tracks at multiple locations.
Neste último dia de prazo para solicitar transporte gratuito individual nas eleições brasileiras, mapeamento do data8 revela diferenças regionais na implementação do programa Seu Voto Importa, voltado para atender eleitores brasileiros com deficiência ou mobilidade reduzida, que não dispõem de meios próprios para chegar ao local de votação – entre eles, pessoas idosas com dificuldade de deslocamento. Enquanto a iniciativa alcança mais de 300 municípios em São Paulo e 358 em Minas Gerais, ainda são pontuais as ações dirigidas especificamente aos eleitores com 70 anos ou mais, faixa etária para a qual o voto é facultativo. A comunicação também aparece no levantamento como um desafio: nem sempre esse público é informado de maneira clara das possibilidades de solicitar o serviço, cujo prazo expira nesta segunda-feira (14). Notícias relacionadas:Justiça preserva direito de idosos a passagens interestaduais .TRE de Alagoas lança HQ para orientar idosos contra desinformação.Aumento do eleitorado idoso pauta campanhas, mas abstenção é desafio.Criado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a partir da Resolução 23.753/2026, o Seu Voto Importa estabelece as diretrizes para a oferta do serviço pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). A norma inclui os idosos entre as pessoas com mobilidade reduzida quando essa condição dificulta ou impede o deslocamento por meios próprios. Para o primeiro turno, a solicitação pode ser feita pela própria pessoa – ou por curador, apoiador ou procurador –, presencialmente no cartório eleitoral ou pelos canais disponibilizados por cada TRE. Os pedidos são avaliados individualmente, considerando fatores como grau de limitação funcional, existência de transporte público acessível e distância entre a residência e o local de votação. O transporte pode incluir os trajetos de ida e volta entre a residência e a seção eleitoral e, quando necessário ao exercício do voto, um acompanhante. A disponibilidade do serviço e as informações sobre o transporte devem ser confirmadas ao eleitor até 48 horas antes da votação. A oferta está condicionada às possibilidades materiais, orçamentárias e financeiras dos tribunais – com prioridade para situações de maior vulnerabilidade. Cléa Klouri, fundadora do data8 e coordenadora do mapeamento que integra o Movimento Voto 70+, a criação de uma política nacional que reconheça e busque remover barreiras concretas de acesso às urnas representa um avanço. Um dos problemas identificados pelo data8 está na linguagem. Embora a resolução inclua idosos no conceito de mobilidade reduzida quando houver dificuldade ou impedimento para o deslocamento por meios próprios, uma pessoa de 75 ou 80 anos pode não se identificar espontaneamente com essa classificação. De acordo com análise do data8, embora as dificuldades de deslocamento e acesso à informação atinjam a população idosa de maneira geral – comprometendo o exercício do voto –, a partir dos 70 anos surge uma questão adicional: o voto passa a ser facultativo. Nesse grupo, remover a barreira física para chegar à urna não basta, necessariamente, para estimular a participação. Segundo Cléa Klouri, o mapeamento identificou uma abstenção muito grande das pessoas acima de 70 anos nas últimas eleições. “Fizemos uma campanha desde o início do ano para incentivar essas pessoas a votarem. Uma das razões é que pessoas a partir dessa idade acabam se sentindo um pouco invizibilizadas, acham que seu voto não tem mais importância, que ninguém mais quer saber sua opinião. Como toda a experiência que tiveram, elas têm muito a contribuir para o país”, explicou. Atualmente o país conta com cerca de 16 milhões de idosos com mais de 70 anos, 10,6% do total de eleitores aptos. Na última eleição, dos 25 milhões de brasileiros que não foram às urnas em 2022, 8 milhões faziam parte desse grupo, registrando quase 60% de abstenção.
Officials concerned say the government cannot access low-interest funding for the proposed acquisition or proceed with the metro expansion without clearances from the Centre
Rio’s Sugarloaf cable car has run since 1912. Its name traces through Rio’s street trams to prepaid tickets nicknamed after government bonds. The post The Cable Car Named After a Tram, Which Was Named After a Bond appeared first on The Rio Times.
Rio’s Corcovado rack railway opened in 1884, hauled Christ the Redeemer up the mountain from 1926, and still runs on a three-phase system with two overhead wires. The post The Train That Reached Corcovado Forty-Seven Years Before the Statue Did appeared first on The Rio Times.
The Silvestre branch of Rio’s Santa Teresa tram carried passengers again on 11 June 2026, fifteen years after the crash that killed six people and closed the line. The post Rio’s Santa Teresa Tram Reopens a Branch Closed for Twenty Years appeared first on The Rio Times.
France's transport minister says 180 passengers were on board the train operating the Rouen-Caen route in Normandy.
Os candidatos ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no Rio de Janeiro terão passagem gratuita no transporte público nos dois dias de prova em novembro. A expectativa é que o benefício atenda a 150 mil estudantes de escolas públicas e particulares. Notícias relacionadas:Enem 2026 tem mais de 5 milhões de inscritos.A tarifa zero nas passagens nos dias 8 e 15 de novembro vai funcionar a partir do cadastro do JaÉ, sistema de bilhetagem dos transportes da capital fluminense. Ouça mais detalhes na Radioagência Nacional: Os estudantes que ainda não têm a gratuidade no JaÉ precisam fazer o cadastro para vincular o CPF no aplicativo. Após o procedimento, a prefeitura do Rio de Janeiro vai liberar crédito de R$ 10 para cada domingo de prova, com direito à integração modal, ida e volta. Investimento A estimativa é que R$ 3 milhões sejam investidos no projeto, segundo a Secretaria Municipal de Transportes. No estado do Rio, 16 dos 92 municípios já implantaram tarifa zero universal.
SWR will operate a special express between Yeshwantpur and Madgaon to clear the additional passenger rush during Ganesha Chaturthi
Five people were killed and five others seriously injured when the Boeing 767-300 overshot the runway at Miami International Airport.
The existing fares remain unchanged for 12 years
The number of vehicles using a mega bridge linking Hong Kong with Zhuhai and Macau hit a record high last year, the South China Morning Post has learned, with a lawmaker saying the boom has taken a heavy toll on ferry services and a long-running helicopter service. Transport Department figures obtained by the SCMP showed that vehicle flow via the popular Hong Kong-Zhuhai-Macau Bridge reached a record high of 5.21 million last year, up more than 19 per cent from 4.36 million in 2024. The 2025...
The additional rakes will be needed to maintain a train frequency of six to seven minutes on the proposed 11.20-km Pink Line to Kakkanad and the subsequent 19-km airport extension; only five to eight rakes would be sufficient for the Kakkanad corridor