Strait of Hormuz tensions linger as Iran and US move further from a deal
There are fears of renewed fighting between the US and Iran, after President Trump rejected a deal.
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There are fears of renewed fighting between the US and Iran, after President Trump rejected a deal.
Russia's Lavrov dismisses Wadephul's call to abandon 'dangerous path of escalation' with Europe.
BBC Sport explores the backdrop to the Republic of Ireland's matches against Israel, amid fraught tensions between the nations.
Iran has launched a major mobilisation drive, sparking fears of renewed conflict with the US.
North Korea launched two missiles off its eastern coast on Sunday, its second set of tests in roughly a week, days after Pyongyang accused the US of driving tensions on the Korean peninsula through a series of military drills. Just three hours after launching a short-range ballistic missile (SRBM) towards the East Sea, or Sea of Japan, on Sunday afternoon, North Korea fired another short-range ballistic missile, according to South Korea’s defence ministry. If the subsequent launch is...
President Emmanuel Macron embarks on a rare and symbolic visit to a remote French territory in the North Atlantic on Saturday, hosting Canadian Prime Minister Mark Carney at a time of growing tensions with Washington. The three-day visit to Saint Pierre and Miquelon, a three-island archipelago of under 6,000 people just off Newfoundland, will be the first by a French president in over a decade. Peter O'Brien tells us more about France's only remaining possession in North America.
President Emmanuel Macron embarks on a rare and symbolic visit to a remote French territory in the North Atlantic on Saturday, hosting Canadian Prime Minister Mark Carney at a time of growing tensions with Washington. This comes after European Commission President Ursula von der Leyen proposed making Canada the EU’s first associate member. Analysis by Guillaume Lavoie, associate member of the Raoul-Dandurand chair in strategic and diplomatic studies.
Tehran and Beijing explore diplomatic paths amid escalating tensions between Iran and the United States.
Tehran and Muscat agree to delay dialogue to prioritise regional consensus amid tensions in the Strait of Hormuz.
Os participantes da reunião de Cúpula do Brics, neste fim de semana em Nova Delhi, capital da Índia, manifestaram “profunda preocupação” com tensões no Oriente Médio, criticaram a imposição de tarifas unilaterais no comércio internacional e defenderam que o Brasil tenha papel maior no Conselho de Segurança das Nações Unidas. O posicionamento está na declaração do encontro, chamada “Construindo para a Resiliência, Inovação, Cooperação e Sustentabilidade” e divulgada neste sábado (12). Notícias relacionadas:Índia sedia Cúpula do Brics no fim de semana.Brasil aponta tratamento discriminatório em tarifas dos Estados Unidos.Brasil amplia comércio com Índia e retoma diálogo sobre tarifaço.O Brics é formado por Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã. Os 11 países representam 39% da economia mundial, 48,5% da população do planeta e 23% do comércio global. Em 2025, o grupo foi presidido pelo Brasil, e a reunião anual ocorreu em julho, no Rio de Janeiro. Irã x EUA Uma das expectativas para a reunião em Nova Delhi era como o Brics se comportaria em relação à guerra no Oriente Médio, iniciada em fevereiro deste ano, quando Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra os iranianos, sob o argumento de que o país desenvolvia armas nucleares. O Irã nega a acusação. Em retaliação à agressão, o Irã fez ataques aos Emirados Árabes e à Arábia Saudita, países alinhados aos EUA e integrantes do Brics. Com 35 páginas e 140 parágrafos, a declaração do encontro manifesta preocupação com a situação, mas não se direciona exclusivamente à região do Golfo Pérsico. O Parágrafo 28 não cita diretamente os países envolvidos nem usa a palavra guerra. “Expressamos profunda preocupação com a contínua escalada das tensões no Oriente Médio/Ásia Ocidental e, recordando nossas respectivas posições nacionais, conclamamos ao exercício da máxima contenção, bem como à abstenção de ações que possam agravar ainda mais a situação.” Em documentos diplomáticos, é comum a prática de não citar nomes e países em pontos específicos, facilitando a chegada de consenso para redação de declarações. A reunião de Nova Delhi contou com a presença de líderes de relevância no cenário internacional e regional, como o anfitrião e primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, e os presidentes Xi Jinping (China), Vladimir Putin (Rússia), Cyril Ramaphosa (África do Sul) e Masoud Pezeshkian (Irã). Os Emirados Árabes Unidos enviaram o príncipe herdeiro de Abu Dhabi, Sheikh Khaled bin Mohamed bin Zayed Al Nahyan. O Brasil foi representado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. Reforma da ONU Em outro ponto da declaração, o Brics defende a reforma do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), “com o objetivo de torná-lo mais democrático, representativo, eficaz e eficiente, e de ampliar a representação dos países em desenvolvimento”. O conselho é o principal órgão da organização encarregado de zelar pela manutenção da paz e da segurança no planeta. É formado por 15 países, dos quais apenas cinco têm status de permanentes e com poder de veto: EUA, China, Rússia, Reino Unido e França. Há décadas o Brasil pleiteia assento permanente. Na declaração, os países enfatizam a posição de China e Rússia. “China e Rússia, como membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, reiteram seu apoio às aspirações do Brasil e da Índia de desempenhar um papel maior na ONU, incluindo seu Conselho de Segurança.” O texto não cita especificamente a entrada do Brasil como membro permanente. Tarifaço Os signatários do texto expressaram críticas a barreiras no comércio internacional, como a imposição de tarifas unilaterais. “Manifestamos sérias preocupações com o aumento de medidas tarifárias e não tarifárias unilaterais que distorcem o comércio e são incompatíveis com as regras da Organização Mundial do Comércio.” O documento não menciona nominalmente os Estados Unidos, país que tem aplicado tarifas a parceiros comerciais desde que Donald Trump assumiu a Presidência, em 2025. O nome de Trump não aparece no texto. Assim como o Brasil, China e Índia estão entre os principais alvos do tarifaço americano. Moedas locais A declaração aponta que os países caminham para soluções práticas de mecanismos eficientes de pagamentos transfronteiriços, em moedas locais, mas não faz nenhuma menção à criação de uma moeda específica do Brics nem de proposta de substituição do dólar. Combate à desigualdade No 15º parágrafo, os signatários assinalam que erradicar a pobreza em todas as suas formas e dimensões, incluindo a forma extrema, “é o maior desafio global e requisito indispensável para o desenvolvimento sustentável”. O documento registra a proposta do Brasil e da África do Sul para estabelecer um painel internacional sobre desigualdade.
President Murmu's remarks came amid escalating tensions in West Asia in view of fresh U.S. airstrikes on Iranian targets as well as Washington's attempts to inflict economic strain on Tehran through crippling sanctions
BRICS leaders are set to meet in New Delhi on Saturday to discuss trade, investment and global conflicts. Wars in Ukraine and the Middle East and rising US-China tensions testing the bloc’s unity and ambitions for a greater role in global affairs.
Malaysia’s United Malays National Organisation has called for immediate national elections, signaling deepening tensions within Prime Minister Anwar Ibrahim’s ruling alliance.
The Chinese military appeared to fire flares near a Philippine aircraft operating close to the Subi and Mischief Reefs, according to the Philippines’ coastguard, as tensions continue to spread to other South China Sea hotspots. The Philippine Coast Guard (PCG) released video clips on Thursday of footage which it said had been filmed from the aircraft on Monday. PCG spokesman Jay Tarriela said on social media that the unarmed plane was on a maritime domain awareness flight over part of the...
Brent crude oil prices top $105 a barrel as rising tensions in the Middle East heighten concerns about global supplies. US gasoline prices hit a record over the Labor Day weekend. Bloomberg's Michael McKee has the data. Mike Reid of RBC says this all puts the Fed in a tough spot. (Source: Bloomberg)
Algeria said Thursday it was cutting diplomatic ties with the United Arab Emirates following years of tension, with Algiers accusing Abu Dhabi of interfering in national and regional affairs.
The Arab League gathers in Cairo as tensions escalate across the region. Maritime security in the Gulf is under growing strain after renewed Iran-U.S. exchanges, including attacks near the Strait of Hormuz.
Amid the US conflict with Iran, Democrats and some Republicans are warning of a leadership void at the top of the US military. That's after the resignation this week of the Army's top civilian official, Army Secretary Dan Driscoll, amid widespread reports of tensions with Defense Secretary Pete Hegseth. Our guest, Walter Ladwig, associate professor of international relations at King's College London, tells us more.