Tamil Nadu CM Vijay reviews Northeast monsoon preparedness in hilly areas, southern districts
He also reviewed measures for dengue prevention
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He also reviewed measures for dengue prevention
Assembly adopts a resolution moved by Deputy CM Bhatti Vikramarka urging Centre to increase FRBM borrowing limit to 3.5% of GSDP - from 3%
Scientists have long warned of more intense extreme weather events in the decades to come due to our fast-warming climate. The question they are asking is how we are going to be better prepared as we become more prone to natural disasters.A group of researchers in Switzerland believe that artificial intelligence modeling could revolutionise forecasting systems.
A continuidade das chuvas desde o desastre de 26 de agosto, nas montanhas do Nepal, mantém a região em alerta para novos deslizamentos, inundações ou avalanches, indica o Centro Internacional de Desenvolvimento Integrado de Montanhas (ICIMOD, na sigla em inglês). Embora a possibilidade de novas enchentes não seja imediata, a criosfera (áreas da Terra cobertas por gelo) da região de Kiyrong-Rasuwa sofreu profundas mudanças com o colapso da geleira do pico Langtang Lirung. Notícias relacionadas:Nepal apela por "esforço global" para combater alterações climáticas.Mortos nas enchentes do Nepal passam de 1 mil.Nepal monitora dois lagos; risco de enchentes persiste.Houve formação de lagos em áreas elevadas, além de impacto desconhecido sobre outras geleiras próximas, com o abalo secundário causado pelo desastre de agosto. Os impactos levaram a uma queda rápida e brusca de sedimentos, de um patamar de 5 mil metros de altura para 2 mil metros, onde fica a região do vale do rio Lhende Khola. A área transformou-se num mar de lama e detritos e foi destaque nos noticiários há duas semanas. Especialistas ouvidos pela Agência Brasil citam a ocorrência de novos desastres e o monitoramento conjunto dessas condições naturais como as principais preocupações no momento. Mar de lama na região de Kiyrong-Rasuwa, no Nepal - REUTERS/Navesh Chitrakar/ Proibido reprodução Novas ocorrências É necessário observar as rochas e o gelo do glaciar ao redor da fonte, as paredes íngremes dos vales perturbadas pela avalanche, os bloqueios temporários de rios e o grande volume de sedimentos soltos depositados ao longo do vale, que podem ser movidos em chuvas fortes futuras ou novas enchentes. O pesquisador sênior e especialista em monitoramento Sher Muhammad, do ICIMOD, explica que análises preliminares com base em registros de satélites foram o suficiente para reconstruir a fonte e o caminho da cascata. Além disso, dois trabalhos são úteis para analisar os colapsos, mas ainda não passaram pela revisão de pares. “A dinâmica é semelhante àquela do desastre de Chamoli, em 2021, na porção indiana do Himalaia. Os estudos da época mostraram como um grande colapso envolvendo rochas e glaciar pode rapidamente se transformar em uma enchente com impactos devastadores.” Embora os eventos sejam muito parecidos, Muhammad alerta para a necessidade de confirmar os dados iniciais e só então comparar, definitivamente, os cenários de Chimodi e Rasuwa. A hipótese de um colapso na ligação entre rocha e glaciar (geleira) é a mais aceita internacionalmente. Segundo o especialista Jefferson Simões, que coordena o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia da Criosfera (INCT Criosfera), a piora nas condições climáticas pode levar à perda de aderência entre o glaciar e a rocha que o sustenta, acumulando água e contribuindo para a quebra das rochas. “São eventos conhecidos, ocorrem de tempos em tempos, porque são geleiras em montanhas com vertentes muito íngremes”, explica Simões, que também é professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS). O problema maior é quando há proximidade entre zonas habitadas e estes locais. Um evento semelhante, na região de Yungay, no Peru, matou cerca de 20 mil pessoas. “O Instituto Nacional de Geleiras e Ecossistemas de Montanha do Peru monitora quase 60 geleiras que apresentam graus diferentes de risco. Vales de origem glacial são muito íngremes. Quando provoca uma queda aquela mistura de água, gelo, lama, rocha, tudo vem ladeira abaixo, e vem arrasando tudo. A diferença dessa vez é que se filmou.” Outro ponto destacado por Simões é que a água de derretimento geralmente forma lagoas na frente da geleira. “Isso se dá porque o próprio gelo transporta sedimentos que formam uma barreira e vai acumulando água. Quando essa massa enorme de gelo e rocha invade esse lago há o estouro da barreira natural”. Hoje, na região de Rasuwa, o governo nepalês mantém dois lagos glaciais sob vigilância. Embora recentes, já estiveram perto do ponto de extravasamento há cerca de uma semana. Aquecimento global Embora as autoridades locais e da Organização das Nações Unidas (ONU) já tenham indicado o perigo do aquecimento global para a condição das geleiras, tanto Simões quanto Muhammad foram taxativos ao afirmar que não há elementos suficientes para atribuir o desastre em Rasuwa exclusivamente ao fenômeno. Aquecimento da Terra altera a condição climática global. Reuters/Eric Gaillard/Direitos Reservados “O aquecimento está claramente afetando o gelo em todo o Himalaya e alterando as condições gerais lá. Esse processo pode afetar a estabilidade das montanhas e levando à infiltração de água em fraturas do gelo ou das rochas. Apesar disso, não podemos dizer que o aquecimento é causa direta do colapso”, pondera Muhammad. O especialista paquistanês destacou ainda a importância cada vez maior de mapeamento e acompanhamento das condições locais. De acordo com ele, embora não seja possível impedir colapsos naturais, é possível reduzir suas consequências combinando melhorias no monitoramento, melhor uso das terras em áreas de risco e estratégias de aviso precoce e evacuação. “Precisamos de um monitoramento sistemático por satélite de geleiras e encostas potencialmente instáveis em toda a região, de forma regular, seguido por uma observação mais intensa dos pontos críticos identificados usando câmeras, sensores sísmicos, instrumentos de campo e medidores de rios. Essas observações devem estar diretamente conectadas aos sistemas de alerta prévio.” Para Muhammad, a principal lição do colapso de agosto é que monitorar geleiras, encostas e rios separadamente não é mais suficiente. “Eles precisam ser tratados como um sistema de risco conectado.”
Cross-border disasters along China’s frontiers are putting Beijing’s neighbourhood diplomacy to the test as climate shocks grow and expose strategic vulnerabilities. The stakes were highlighted last week after a sudden glacial collapse in the Himalayas unleashed a torrent of mud and flooding that ravaged nearby villages and the Gyirong Port between China and Nepal, leaving more than 1,250 dead in Nepal and 21 dead in the Tibet autonomous region. Thousands also remain missing. Beyond the...
O fenômeno El Niño está "firmemente estabelecido" e deverá aumentar seus efeitos ainda mais nos próximos meses, atingindo intensidade "muito forte" com probabilidade "próxima dos 100%" de durar até fevereiro de 2027, alertou hoje (3) a Organização Meteorológica Mundial. "O El Niño estabeleceu-se firmemente e irá se intensificar, tornando-se um fenômeno muito forte nos próximos meses, com repercussões significativas nos padrões de temperatura e precipitação, bem como nos riscos associados de inundações, secas e calor extremo", alerta nova atualização da Organização Meteorológica Mundial (OMM). Notícias relacionadas:El Niño coloca 1,2 milhão de pessoas em risco no Peru.Saiba como proteger pesca e aquicultura de efeitos do El Niño.Frente fria leva chuva ao Centro-Oeste e parte do Norte do país.Além disso, a organização destaca que as últimas previsões sazonais dos centros de produção globais da OMM indicam "probabilidade excepcionalmente elevada", de quase 100%, de que o El Niño persista até fevereiro de 2027. O secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou para a intensificação nos próximos meses do fenômeno El Niño, realçando que o mundo vive uma situação de “alto risco" com eventos climáticos extremos. "A ciência é inequívoca: o planeta está a entrar em águas desconhecidas, e essas águas estão a aquecer, disse Guterres em comunicado. As temperaturas da superfície do mar estão atingem níveis recordes, os termômetros continuam a subir em zona de alto risco, onde os eventos climáticos extremos estão se tornando a nova normalidade, António Guterres lembrou que este evento excepcional do El Niño exige preparação e resposta adequadas. “Não há tempo a perder. Está em curso uma corrida contra o tempo entre os riscos crescentes e a nossa determinação em agir contra as alterações climáticas e proteger as pessoas. É uma corrida que devemos ganhar", disse. O El Niño é um fenômeno natural que se repete a cada dois a sete anos. As águas superficiais do Pacífico equatorial central e oriental começam a aquecer na primavera, levando a grandes alterações nos padrões de vento, pressão e precipitação em todo o mundo nos meses seguintes. As temperaturas da superfície do mar nesta zona do Pacífico equatorial já estão significativamente acima da média e continuam a subir. As temperaturas estiveram, em média, 1,5 graus acima do normal entre maio e julho de 2026, passando para dois graus acima do normal em julho, segundo a OMM, que cita ainda leituras de 2,2 graus a 2,6 graus acima da média entre o final de julho e meados de agosto, "o que demonstra o contínuo fortalecimento do fenômeno". Abaixo da superfície do oceano, as temperaturas estiveram ainda mais de 0,8 graus acima da média em algumas áreas durante julho e o início de agosto. Embora cada El Niño seja diferente, o fenômeno causou ou intensificou historicamente secas e riscos de incêndio em partes da Amazónia, América Central, Indonésia e Austrália, interrompeu a monção na Índia e trouxe chuvas torrenciais para a África Oriental. O evento climático soma-se às alterações causadas pelas atividades humanas, exacerbando os eventos extremos. Para o período de setembro a novembro deste ano, as previsões da OMM indicam aumento da probabilidade de temperaturas acima da média em quase todas as massas terrestres, bem como padrões de precipitação consistentes com uma resposta atmosférica forte e clássica a um El Niño intenso no Pacífico. No ano seguinte ao El Niño, o calor armazenado no oceano é libertado para a atmosfera, contribuindo geralmente para o aumento das temperaturas globais, levando muitos cientistas do clima a prever que 2027 será o ano mais quente de que há registo. O ano mais quente até agora é 2024, depois do último El Niño. * É proibida a reprodução deste conteúdo.