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The anxiety gripping Seoul is palpable. Under US pressure, South Korea signed a US$350 billion investment deal last November for a 10-percentage-point tariff reduction, billing it as a strategic alliance. Barely a year on, the facade has crumbled. Last month, US President Donald Trump announced a US$200 billion tranche of the deal with no South Korean official present. Blindsided, Seoul restated its “commercial viability” clause. Trump’s response was blunt. “If they don’t want to do it, that’s...
Indian envoy Kumar said the two leaders discussed the full range of bilateral relations on the sidelines of the BRICS summit in New Delhi on September 12-13
Trump said Friday the US and Mexico are very close to a tariff deal, echoing Sheinbaum. Tariffs of 50% on steel and 25% on cars still apply. The post Trump Says Mexico Tariff Deal Near, 23 Oct appeared first on The Rio Times.
China is challenging India’s long-held dominance of the African market for antimalarial drugs in 12 of the continent’s hardest-hit countries, according to a new study. Last year, Chinese exports of antimalarial drugs reached US$89.3 million, nearly matching India’s US$89.6 million, according to Indian market research company Sol Gravitas. The gap has closed significantly since 2021, when Indian exports stood at US$121 million compared with US$62.6 million for China. Separately, the study...
Ghana signed a US$270 million poultry plan with UK firm Agrium Capital on 22 October, aiming to cut chicken imports costing about US$400 million a year. The post Ghana Signs US$270M Poultry Deal appeared first on The Rio Times.
Tunisia geopolitics in October 2026: what the EU, US, China, Russia, Turkey, India, the Gulf and Algeria want, with trade, loans and phosphate data. The post Tunisia Geopolitics Explained 2026 appeared first on The Rio Times.
Namibia geopolitics in October 2026: what the US, China, EU, Russia, India and the Gulf want, covering uranium, oil, trade deals, UN votes and dated facts. The post Namibia Geopolitics Explained 2026 appeared first on The Rio Times.
Beijing has told Brussels not to “fantasise” that pressure will extract concessions. This came after China made a goodwill gesture in the recent hybrid-car trade deal. The European Union responded by doubling down on a proposed trade “kill switch”. The instrument follows a Franco-German proposal. It would let the bloc swiftly restrict single-market access in response to economic coercion. EU chief Ursula von der Leyen says all 27 leaders back it. Chemicals and machinery are priority sectors....
Latest smartphones are finding their way into Iran despite sanctions and trade restrictions, but many can't afford them.
This year has opened a rare window of relative calm in global commerce. On October 8, the World Trade Organization doubled its forecast for global goods trade growth, from 1.9 to 3.9 per cent. The easing of US-China and Europe-China tensions has given open economies some breathing space. Hong Kong has seized the moment. Its exports rose 42.5 per cent year on year in the first eight months of 2026, with figures from August alone up 53 per cent, driven largely by AI-related equipment and...
On trade, investment and innovation, leaders will work toward conclusion of a Canada-Turkiye Free Trade Agreement.
The European Union’s perception that China is yielding to its pressure tactics on trade is a “serious misjudgment”, as Beijing proved during last year’s tariff war with the United States that it will not back down from a confrontation, a former Chinese diplomat has warned. Beijing’s willingness to compromise during trade talks with the EU earlier this month – where the two sides agreed a quota on Chinese hybrid car exports to Europe – has been taken by some in Brussels as a sign that their...
This month alone, Europe has threatened China with a trade “kill switch”, rebuked it in parliament, sent its trade commissioner on a much-trumpeted trip to Beijing and announced three new economic security instruments. The sequence exposed a European Union that has no clear goal on China, no hierarchy of priorities and has reached no agreement on what it wants from Beijing or on what it would pay to get it. China has built its European policy around this vacuum. Its method rewards patience:...
Less than two weeks after Brussels and Beijing struck a surprise deal to avert an escalating trade dispute, their fragile rapprochement has descended into a battle over who blinked first. In Brussels and Berlin, officials are emboldened by what they consider proof that collective EU pressure can force Chinese concessions. Rather than resting on their laurels, they are cooking up a fresh batch of trade restrictions. Beijing, on the other hand, has bristled at the idea that it can be strong-armed...
Hong Kong’s surging exports amid recent global trade shifts and tariff measures are reason to celebrate. However, they have not reversed the decline in the city’s port’s container throughput, which hit 12.99 million 20-foot equivalent units in 2025, down 5.1 per cent year on year. To address public doubts over the city’s standing as an international shipping centre, Hong Kong’s first five-year plan seeks to transform the maritime hub from being throughput-driven to value-driven. The policy...
Poland Prime Minister Donald Tusk is on a three-day visit to India
India and the U.K. on July 15 implemented a Comprehensive Economic and Trade Agreement (CETA) to boost trade and investment ties
China's ambassador to Tanzania says two-way trade will pass Sh31 trillion (about US$12 billion) this year, a rise of about 4% on 2025. The post China Trade With Tanzania to Top US$12bn appeared first on The Rio Times.
Polish PM to hold meetings Delhi and Bengaluru, both sides finalising a confidentiality agreement for defence tech sensitivities on Russia
The latest Free Trade Agreement to come into force has several advantages for India in terms of trade, investment, and the mobility of students, while protecting India’s sensitive sectors
O Brasil definiu as regras para empresas que desejam exportar produtos à Noruega com benefícios tarifários previstos no acordo comercial entre o Mercosul e a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA). A regulamentação foi publicada pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), e os benefícios começam a valer em 1º de novembro de 2026. Notícias relacionadas:Brasil promulga acordo de livre comércio entre Mercosul e EFTA.Balança comercial tem superávit de US$ 7,74 bilhões em setembro.Petróleo sobe 2% com suspensão de exportações pela China.A medida estabelece como os exportadores brasileiros poderão acessar as cotas tarifárias negociadas para o mercado norueguês. O mecanismo permite que determinados volumes de produtos sejam comercializados com tarifas reduzidas ou outras condições preferenciais, conforme as regras estabelecidas no acordo. Entre os produtos contemplados estão carne, mel, milho, maçãs e outros itens agrícolas e pecuários. Produtos contemplados As cotas tarifárias estabelecem limites de quantidade para a exportação de determinados produtos com condições comerciais preferenciais. Na prática, as empresas podem obter vantagens no pagamento de tarifas de importação no país de destino, desde que cumpram os requisitos previstos. A regulamentação brasileira abrange as exportações dos seguintes produtos para a Noruega: Carne bovina; Carne de aves e suas preparações; Mel natural; Batatas e maçãs frescas; Trigo duro e milho; Melaço de cana; Suco de maçã; Farinha de soja; Cavalos vivos. O acesso aos benefícios depende da disponibilidade de saldo nas cotas e do cumprimento dos procedimentos exigidos pela Secex. Como pedir Os pedidos serão realizados digitalmente pelo Portal Único Siscomex, sistema utilizado pelo governo federal para administrar operações de comércio exterior. O procedimento seguirá a ordem de apresentação dos pedidos. Isso porque, em 2026, não haverá distribuição prévia entre os países do Mercosul dos volumes negociados para as cotas de exportação. O processo funciona da seguinte forma: Pedido de licença: a empresa exportadora registra o pedido no módulo "Licenças, Permissões, Certificados e Outros Documentos (LPCO)" do Siscomex. Verificação do saldo: a Secex confere se ainda há quantidade disponível na cota pedida. Reserva da quantidade: se houver saldo, o volume correspondente é reservado e a licença é aprovada. Realização da exportação: a empresa tem até 60 dias para efetivar a operação, vinculando a licença à Declaração Única de Exportação (DUE). Emissão do certificado: após o desembaraço aduaneiro da carga, é emitido o Certificado de Autorização de Cotas Mercosul, documento que permite pedir a aplicação do benefício tarifário no mercado norueguês. Se a licença não for vinculada à DUE no prazo estabelecido ou for cancelada pelo exportador, o certificado será anulado e a quantidade reservada voltará ao saldo disponível para outras empresas. O que é o acordo O acordo de livre comércio entre o Mercosul e a EFTA foi assinado em 2025, no Rio de Janeiro, e promulgado pelo Brasil, em setembro deste ano. A EFTA é um bloco europeu formado por quatro países: Noruega, Islândia, Suíça e Liechtenstein. O objetivo do acordo é reduzir barreiras comerciais e ampliar o acesso de produtos e serviços aos mercados participantes, criando condições mais favoráveis para as trocas internacionais. A aplicação do acordo, porém, ocorre conforme os procedimentos concluídos por cada país. Para o Brasil, as regras comerciais entraram em vigor com a Islândia em 1º de outubro de 2026 e começam a valer com a Noruega em 1º de novembro. Suíça e Liechtenstein ainda não concluíram as etapas nacionais necessárias para a aplicação do instrumento. Além disso, segundo o MDIC, a Islândia não abriu cotas para exportações do Mercosul. Por isso, a regulamentação publicada agora trata especificamente das cotas destinadas à Noruega. Impacto no comércio O acordo prevê uma ampla redução de tarifas entre os países participantes, embora os benefícios variem conforme o produto e o mercado. De acordo com os dados divulgados pelo governo brasileiro, a EFTA eliminará, na entrada em vigor do acordo, 100% das tarifas de importação aplicadas aos setores industrial e pesqueiro. Segundo o MDIC, considerando os setores agrícola e industrial, os percentuais do valor das exportações brasileiras incluídos no regime de livre comércio serão: Islândia: 100%; Liechtenstein: 100%; Noruega: 99,8%; Suíça: 97,7%. Do lado brasileiro, aproximadamente 97% do comércio com a EFTA será liberalizado em regime de livre comércio. Outros 1,2% terão redução parcial de tarifas, incluindo mecanismos como cotas tarifárias e preferências fixas. Para produtos sujeitos à redução gradual de tarifas, os prazos variam conforme as condições negociadas, podendo chegar a 15 anos.
There is no place for those who finance, support, or provide safe havens to terrorists, says Defence Minister; India supports adoption of action plan for trade and economic cooperation among SCO members
The U.S. Secretary of State also said that India and U.S. are ‘very very close’ to finalising the trade deal