This website’s original language is English. For translation, click the globe icon or choose Translate in the menu.
15 matching records found
Four captive elephants are in the process of being transferred, while a fifth, five-year-old Durga, has been moved to the Madurai Meenakshi Amman Temple
Nesta sexta-feira (11) em que se celebra o Dia do Cerrado, o Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (Inpe) divulgou uma boa notícia para o bioma brasileiro: os alertas de desmatamento caíram 18,9% no mês de agosto, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Segundo o Sistema de Detecção de Desmatamentos em Tempo Real (Deter) do Inpe em agosto o Cerrado perdeu 238 quilômetros quadrados (km²) de vegetação nativa, enquanto em agosto do ano passado foram 294 km². Este foi o segundo melhor resultado para o bioma em um mês de agosto da série histórica, iniciada em 2018. Notícias relacionadas:Dia do Cerrado: Guimarães Rosa denunciou riscos ao bioma, diz bióloga.O dado trimestral, que demonstra melhor a tendência, também houve queda: “No Cerrado, como um todo, a gente tem percebido, quando a gente olha para o dado trimestral, que essa redução vem com uma certa constância nos últimos três anos. Isso é fruto de um trabalho de engajamento do governo federal com os governos estaduais para reduzir esse desmatamento”, disse Cláudio de Almeida, coordenador do Programa de Monitoramento da Amazônia e demais Biomas do Inpe. Amazônia Enquanto o número foi positivo para o Cerrado, na Amazônia houve aumento de 12,1% na área desmatada em agosto, saltando de 319 km² no ano passado para 358 km² em 2026. No trimestre de junho a agosto o resultado demonstrou queda em relação ao ano passado e representou o segundo melhor resultado para o período na série histórica. Em entrevista à Agência Brasil, o coordenador do Inpe explicou que apesar de no trimestre ainda haver uma tendência de queda, o aumento em agosto demonstra certa preocupação. “Ainda é muito abaixo de níveis anteriores, mas é sempre uma preocupação de que isso saia do controle. O desmatamento é um eterno controle: você tem que estar sempre olhando para o que está acontecendo para evitar que você tenha um novo pico. Um mês [de variação] apenas pode ser simplesmente um período extraordinário, uma coisa diferente. Mas se isso se repete no mês seguinte, aí já acende uma luz amarela”, explicou. Presente à entrevista para divulgação do resultado de hoje (11) na capital paulista, o ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, celebrou a queda do desmatamento no Cerrado, mas demonstrou preocupação com a Amazônia. Ele ressaltou que esse aumento ocorreu principalmente no Pará, estado onde foram cessadas as ações de apoio da polícia com os órgãos de fiscalização ambiental. “Mesmo que nós saibamos que o dado de um mês no Deter não deva ser considerado como um indicador estruturado de tendência, já que três meses é o mínimo para a gente perceber um pouco como é que está essa avaliação, nós não podemos deixar de considerar que houve um aumento no mês de agosto e também não devemos deixar de considerar e de ter claro que esse aumento foi concentrado em um estado: no Pará”, disse o ministro. “Mas estamos reorganizando a ação federal para traçar uma ação imediata e reverter essas regiões onde houve aumento no mês de agosto”. Portarias Nesta sexta-feira, o ministro do Meio Ambiente assinou duas portarias. A primeira delas regulamenta as modalidades de pagamento por serviços ambientais. A segunda cria as Áreas Prioritárias de Recarga Hídrica no Bioma Cerrado (Aprhic), indicando as regiões onde serão concentrados os esforços de conservação e de restauração. “A portaria atualiza o paradigma da gestão dos recursos hídricos no Cerrado ao reconhecer, pela primeira vez em escala de bioma, o papel estratégico das áreas de recarga para a manutenção dos recursos hídricos e da segurança hídrica, especialmente nos períodos de seca”, explicou Yuri Salmona, doutor em Ciências Florestais pela Universidade de Brasília (UnB) e diretor executivo do Instituto Cerrados. Segundo ele, a portaria ajudará a transformar “o conhecimento científico em orientação oficial para políticas públicas”, contribuindo para a proteção e restauração dessas áreas e trazendo mais eficiência para a gestão dos recursos hídricos. "A grande dificuldade que nós temos é como otimizar o uso de recursos, tanto financeiros como humanos. Quando esse mecanismo apresenta as áreas prioritárias, isso permite organizar melhor os investimentos", disse o ministro, ao assinar a portaria. "Com isso, vamos melhorando a saúde de um bioma que vem sofrendo muito ao longo do tempo." Para monitorar esses dados, foi lançada hoje uma plataforma que vai permitir visualizar essas áreas prioritárias referentes ao cerrado. “A plataforma transforma os dados científicos em inteligência espacial para apoiar decisões de gestores públicos, órgãos ambientais, comitês de bacia e sociedade civil”, disse Salmona. A plataforma está disponível para consulta por meio do site https://aprhc.cerrados.org/ .
Forest conservation is not the responsibility of the Forest Department alone, but a collective responsibility of government departments and citizens, says Principal District and Sessions judge N.V. Vijay on Friday
Wildlife specialists free an elephant from a tyre stuck around its neck, days after the trunk of another trapped in a wire-mesh trap was treated
A wildfire has burned about 8,700 hectares of vegetation on Mount Kenya since the fire was first reported on Sept 1, Mount Kenya Trust, an environmental conservation group, said.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou decreto criando quatro reservas de desenvolvimento sustentável no Amazonas. A medida protege a biodiversidade e os modos de vida agroextrativistas das populações locais, em categoria de unidade de conservação que admite o uso sustentável dos recursos pelos moradores. As reservas são Tupana Igapó-Açu I, no município de Borba; Tupana Igapó-Açu II, em Beruri e Tapauá; Canaã, em Careiro e Arautazes; e Mirari, em Humaitá. Somadas, as reservas chegam a cerca de 669 mil hectares. Notícias relacionadas:Amazônia tem mais de 2,7 mil espécies de peixes, aponta estudo.Após frente fria, temperaturas voltam a subir nesta terça-feira (8).Especialistas defendem protagonismo indígena na restauração de terras.Lula também assinou decreto que amplia em 7.192 hectares o Parque Nacional de Sete Cidades, no Piauí, totalizando a área em 13.502 hectares. Em discurso, o presidente disse que a proteção total do meio ambiente só ocorrerá quando a sociedade perceber o quão lucrativo é o turismo em áreas preservadas para “descansar e conhecer a nossa riqueza”. “[A sociedade] vai ter o dinheiro suficiente para justificar que a floresta em pé é mais rentável que uma floresta derrubada ou queimada”. A assinatura dos decretos ocorreu em alusão ao Dia da Amazônia, celebrado em 5 de setembro. Na ocasião, o Serviço Florestal Brasileiro assinou os contratos de concessão das Unidades de Manejo Florestal II e III da Floresta Nacional (Flona) de Humaitá, no Amazonas, com prazo de 40 anos. Os contratos abrangem 162,7 mil hectares e concluem a concessão das três unidades da Flona de Humaitá, que totalizam 200,9 mil hectares sob manejo sustentável. Quilombolas O evento também marcou a destinação de R$ 50,5 milhões do Fundo Amazônia, em recursos não reembolsáveis, ao projeto Naturezas Quilombolas. A verba deverá apoiar a gestão territorial e ambiental de comunidades quilombolas na Amazônia Legal, com previsão de elaboração e implementação de planos de gestão em mais de 16 territórios. O projeto, com prazo de 60 meses, será executado pela Fundação Guamá.
The world’s most endangered tigers have started a family in Greece, offering hope for a predator rapidly vanishing from the wild. Three two-month-old Sumatran tiger cubs received identification microchips and their first vaccinations on Tuesday at a zoo near Athens, as part of a global effort to build a backup population. The Sumatran tiger, classified as critically endangered, is found only on the Indonesian island of Sumatra, which is slightly larger than Sweden. As few as 400 are believed to...
A Bacia Amazônica abriga mais de 2,7 mil espécies de peixes de água doce, cerca de 15% de todas as espécies conhecidas no mundo. Aproximadamente dois terços delas são encontradas exclusivamente na região. Os dados fazem parte da quarta edição do relatório Peixes Esquecidos da Amazônia, liderado pela The Nature Conservancy (TNC), que reúne informações de mais de 50 especialistas de 30 organizações. Segundo os autores, a Amazônia é uma das últimas grandes bacias hidrográficas do mundo em que ainda é possível evitar uma perda de biodiversidade em larga escala e manter extensos sistemas de rios conectados. Para isso, porém, é preciso intensificar as ações antes que sejam necessários processos de restauração mais complexos e caros, explica a cientista da TNC e autora principal do relatório, Fernanda Silva. Notícias relacionadas:Mulheres indígenas reivindicam protagonismo como guardiãs da Amazônia.Da Amazônia ao Chaco, América Latina tem desafios com clima e terra.“Em todo o mundo, os esforços de conservação estão cada vez mais voltados à restauração dos ecossistemas depois que os danos já ocorreram. A Amazônia oferece uma oportunidade diferente: proteger um sistema de água doce de importância global enquanto ele ainda está em pleno funcionamento”, disse Fernanda. O relatório combina evidências científicas com conhecimento ecológico tradicional. A abordagem mostra que os peixes estão diretamente relacionados à manutenção dos ecossistemas, à segurança alimentar, às culturas, aos meios de subsistência e às economias das populações que vivem na região. Peixes ajudam a manter a floresta Segundo o levantamento, os peixes são indicadores de uma Amazônia saudável e contribuem para o funcionamento da floresta. Tambaquis, pacus e matrinxãs, por exemplo, entram em áreas de floresta alagada para se alimentar de frutos e podem dispersar sementes por grandes distâncias. Outras espécies transportam nutrientes e energia entre os ambientes aquáticos e terrestres. A redução dessas populações pode provocar efeitos em cadeia sobre a vegetação e sobre animais que dependem dos peixes, como botos, ariranhas e aves. A conectividade dos rios é outro elemento central. A dourada, uma das espécies analisadas, realiza a mais longa migração exclusivamente em água doce já registrada. Um único indivíduo pode percorrer mais de 11 mil quilômetros durante seu ciclo de vida, conectando as cabeceiras próximas aos Andes ao estuário do Amazonas. Quando essas conexões são interrompidas, os impactos podem ser grandes. No rio Madeira, por exemplo, barragens bloquearam antigas rotas migratórias da dourada e contribuíram para a redução dos estoques de peixes e para o desaparecimento, na prática, de uma atividade pesqueira histórica na região da Cachoeira do Teotônio. Biodiversidade sob pressão Belterra - Floresta Nacional do Tapajós - Rafa Neddermeyer/Agência Brasil Apesar da riqueza, o estudo aponta lacunas importantes no conhecimento sobre as espécies amazônicas. A Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) reúne 144 espécies ameaçadas na região, enquanto outras 334 estão classificadas como Dados Insuficientes. A falta de monitoramento e de colaboração entre os países da bacia pode fazer com que os riscos sejam maiores do que os atualmente conhecidos. As ameaças atuam de forma combinada. Hidrelétricas, desmatamento, poluição e pesca excessiva podem interromper a conectividade dos rios, fragmentar habitats, modificar os regimes naturais de vazão e deteriorar a qualidade da água. As mudanças climáticas tendem a agravar esse cenário. Projeções reunidas no relatório indicam que a descarga anual dos rios pode diminuir mais de 40% em algumas regiões importantes, como as cabeceiras do Madeira. Secas prolongadas podem prejudicar a reprodução e a migração dos peixes, reduzir o oxigênio disponível na água e concentrar contaminantes. Nos Andes, o aumento das temperaturas também ameaça espécies endêmicas adaptadas a águas frias. O garimpo acrescenta outra pressão. Segundo dados reunidos no estudo, a mineração não industrial de ouro responde por 83% das emissões causadas por atividades humanas de mercúrio na América do Sul. O contaminante se acumula na cadeia alimentar, e o consumo de pescado é apontado como a principal via de exposição humana ao mercúrio na Amazônia. Peixe e segurança alimentar pesca também movimenta a economia regional e impacta segurança alimentar das populações. Foto: Nayara Jinknss/Greenpeace - Nayara Jinknss/Greenpeace A conservação dos rios também tem impacto direto sobre as populações amazônicas. Em algumas comunidades ribeirinhas remotas, o consumo de pescado ultrapassa 600 gramas por pessoa por dia. O peixe está entre as fontes de proteína animal mais acessíveis para famílias de baixa renda e fornece nutrientes importantes para o desenvolvimento e a saúde. A pesca também movimenta a economia regional, embora parte significativa da atividade não apareça nas estatísticas oficiais por ser artesanal, de pequena escala ou voltada à subsistência. Pelo menos 200 espécies são capturadas comercialmente, enquanto a pesca ornamental exporta dezenas de milhões de exemplares por ano e sustenta milhares de famílias. O relatório destaca ainda a participação das mulheres nas diferentes etapas da cadeia e em associações comunitárias. Conhecimento indígena O estudo dá destaque ao conhecimento de povos indígenas e comunidades tradicionais sobre os rios. Segundo a coordenadora-geral da Coordenação das Organizações Indígenas da Bacia Amazônica (COICA), Fany Kuiru Castro, práticas locais de governança ajudam a proteger os rios e a manter sua conectividade diante das pressões crescentes. “Para os povos indígenas, os peixes não são simplesmente um recurso. Eles fazem parte da nossa identidade, dos nossos sistemas alimentares, das nossas histórias e da nossa relação com os rios vivos”, afirmou Fany. Ela ressaltou que Qualquer estratégia para conservar a Amazônia deve reconhecer os direitos territoriais indígenas, além de "respeitar os conhecimentos ancestrais e fortalecer a liderança indígena na proteção das águas que conectam toda a bacia". O relatório identificou pelo menos 155 iniciativas de manejo comunitário da pesca no Brasil, Peru, Bolívia e Colômbia. Juntas, elas abrangem quase 13 milhões de hectares e envolvem mais de 1,2 mil comunidades e 21 mil pescadores. Segundo o estudo, essas experiências estão associadas ao aumento da abundância de peixes e da riqueza de espécies, além de benefícios econômicos e sociais. Entre as medidas apontadas estão a proteção de rios de fluxo livre, a recuperação de regimes naturais de vazão, a restauração de habitats e espécies, a melhoria da qualidade da água e a prevenção da expansão de espécies não nativas. Como rios, peixes, sedimentos e nutrientes atravessam fronteiras nacionais, os autores defendem que as ações sejam articuladas em escala de toda a bacia, com participação formal de povos indígenas e comunidades locais na gestão dos rios. Para a diretora administrativa regional da TNC para a América Latina, Paula Caballero, a conservação traz benefícios para diferentes setores. “O relatório deixa claro que proteger os sistemas de água doce da Amazônia não é apenas um imperativo ambiental, mas também uma necessidade econômica e social”, afirmou.
The 14 unapproved layouts were identified in Naduhatty, Kodanad, Doddabetta, Adhigaratty, Jackanarai, Kagguchi, Mulligoor and Burliyar
Rwanda named 22 baby mountain gorillas at the 21st Kwita Izina ceremony, taking the total named since 2005 past 438 and showcasing a tourism-funded conservation model. The post Rwanda Named 22 Baby Gorillas, and Sold a Conservation Model appeared first on The Rio Times.
Forest staff expand search into caves located in O’Valley and surrounding areas as signs of the animal’s presence have become extremely rare since the search began on August 21
Wildfires in Indonesia have destroyed part of the natural habitat of hundreds of orangutans, risking the survival of the species.