How will Europe deal with youth-led protests?
Demonstrations are spreading across the continent.
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Demonstrations are spreading across the continent.
‘If you don’t have money, power or don’t speak English, the system will push you out without a second thought,’ said Rahul Gandhi
Rao said there was a growing sense of nationalism among the youth, which, he claimed, was reflected in recent student union elections in Punjab, Kerala and Hyderabad
On the flip side, graduates make up two-thirds of the State’s unemployed. Forty per cent of young women and 10% of young men are neither working nor in education or training
É muito fácil criar qualquer tipo de conteúdo com inteligência artificial (IA). Qualquer pessoa pode, com alguns cliques, criar imagens, textos e vídeos. Tudo isso pode servir para informar ou mesmo para criar conteúdos falsos, que divulgam mentiras. Até onde vai o impacto do que as pessoas criam com a IA? Essa foi uma das perguntas que motivou as estudantes Alice Gomes, Beatriz Vasconcellos e Letícia de Oliveira, de 14 anos de idade, do 9º ano do Colégio e Curso Desafio, em Recife, a criarem a ferramenta Pense Bem. Notícias relacionadas:Docentes usam inteligência artificial para inovar e engajar alunos.RN vai abrigar supercomputador brasileiro de Inteligência Artificial.IA e vídeos falsos superam fake news como maior ameaça à democracia.O projeto venceu o HackaNAV 2026, competição nacional de inovação organizada pelo Nave a Vela, solução de educação tecnológica da Arco Educação. Como prêmio, as estudantes ganharam uma imersão tecnológica na agência de pesquisa espacial dos Estados Unidos, a Nasa. “No Pense Bem, você pode colocar publicações que você pretende fazer para que ele faça o cálculo de risco, como que isso pode escalonar, se aquilo ali pode ter um efeito dominó negativo”, explica Beatriz Vasconcellos, uma das estudantes criadoras do Pense Bem. A plataforma já está no ar, mas ainda deve ser aprimorada para ser lançada oficialmente. “Antes de publicar, pense no impacto”, esse é o convite para quem acessa. A partir daí, são feitas diversas perguntas para que se possa avaliar se o conteúdo oferece ou não algum risco ao ser divulgado. Entre as perguntas estão: Este conteúdo envolve nudez, material íntimo ou sexual de alguém menor de 18 anos - ou de qualquer pessoa sem consentimento? Foi gerado ou editado por IA? Há pessoas reais reconhecíveis? Elas deram consentimento? Mostra os fatos como realmente aconteceram? A plataforma, então, classifica o conteúdo quanto ao risco e aponta se é possível fazer adequações ao conteúdo e a postagem para que ela não gere desinformação e cause danos à população. "A gente viu em várias pesquisas que as fake news podem afetar muito a vida das pessoas, até mesmo na vida pessoal, a socialização. Fake news criada por uma pessoa, sobre uma pessoa, pode afetar diretamente até mesmo o psicológico", avalia Beatriz. A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) chegou a classificar a desinformação como principal risco global para 2025 e para os anos que estão por vir, à frente das mudanças climáticas, da crise ambiental, dos fluxos migratórios, da violência e do terrorismo. Estudantes fizeram pesquisas e entrevistas com professores, estudantes e especialistas para desenvolver o trabalho - Foto: Renan Braz/Divulgação Democracia As três estudantes fizeram pesquisas e entrevistas com professores, estudantes e especialistas para desenvolver o trabalho. “Existem muitos impactos negativos que podem acontecer por causa da desinformação. E eu acho que o que mais choca, o que mais é surpreendente, pelo menos para mim, é que eu descobri o quanto a desinformação pode afetar a nossa democracia. Tanto em ano de eleição, quanto em ano que não seja de eleição, a democracia pode ser afetada com desinformação, quando são espalhadas fake news”, disse Beatriz. Para Alice Gomes, também integrante do grupo, a IA ajuda, mas pode também fazer com que as pessoas não questionem o que chega pela internet ou mesmo em grupos de WhatsApp de família. “Isso faz com que a pessoa, quando ela recebe uma informação, ela não procure antes se essa informação é verdadeira ou falsa. Ela apenas pega essa informação e acaba compartilhando a informação, sem saber se ela é verdadeira ou não, sem saber as fontes dela”, disse. Alice revela que o projeto a ajudou a mudar a forma como recebe, compartilha e cria conteúdos na internet. “A gente vê uma notícia online ou até em aplicativos do nosso dia a dia e logo pensa ‘Nossa, eu vou pesquisar melhor sobre essa notícia’. Eu diria que melhorou o nosso pensamento como pessoa”. “A sua solução é fazer com que as outras pessoas também melhorem o seu dia a dia, melhorem também o seu pensamento crítico”, defende. A terceira integrante do grupo, Letícia de Oliveira, ressalta que a pesquisa a ajudou a ver o mundo digital de outra forma e a importância de uma educação midiática e uma educação para os meios digitais. “A gente percebe que a desinformação está sendo um problema muito grave, que afeta a população e as pessoas ao redor da gente. Eu vi, tanto no grupo da família, quanto no Instagram, pessoas sendo afetadas pelas fake news, pelas informações digitais”, disse. “Eu acho que o assunto da desinformação digital era uma coisa falada, mas nunca foi uma coisa que eu aprofundei muito em saber. E aí, com esse projeto, eu consegui ter mais conhecimento sobre a desinformação e como nós podemos ajudar as outras pessoas a combater ela”, acrescenta a estudante. Desdobramentos O Pense Bem tem ainda desdobramentos voltados para a formação nas escolas, com jogos e mesmo uma formação em educação digital, ainda em desenvolvimento. Esse não é o primeiro trabalho do trio, que desenvolveu também no âmbito da competição a plataforma Fato ou Boato, para identificar notícias falsas. Nela é possível colar o link da notícia para que seja analisada a veracidade. As três estudantes estão empolgadas com a visita à Nasa e, com o projeto, contam que se interessaram mais por tecnologia. Letícia e Alice cogitam seguir carreiras em áreas tecnológicas. Já Beatriz, pretende ser médica.
Despite tens of thousands of security personnel deployed to stop them, youth protesters in India scaled barricades last week, chanted anti-government slogans and scuffled with police officers trying to drag them away. “Long live the revolution,” shouted one young man before police bundled him into a bus. Street protests in India this year are likely to be higher than at any time in the past decade, the independent Armed Conflict Location and Event Data Project has said, as dissent mounts...
Actor-activist addresses the event Jantar Mantar@ Manaveeyam Veedhi, urges the youth to keep their fight going with a smile
The meeting held at the party’s Indira Bhawan headquarters was also attended by general secretary, (organisation) K. C. Venugopal, and party general secretary Priyanka Gandhi Vadra
Tens of thousands of people joined rallies across France on Tuesday to support protesting high school students, boosting a movement that poses a major challenge to President Emmanuel Macron as his term in office winds down. Some 161,500 people turned out, according to the interior ministry -- more than double the 71,500 it gave for the last nationwide demonstrations on Thursday last week. Speaking with FRANCE 24's Mark Owen, Andrew Smith, Lecturer in Liberal Arts at Queen Mary's London, says that France's youth is undergoing "a crisis of hope" which is pushing "the anger and the sense that something has to change".
112 candidates selected for jobs through Singareni RG–1 Skill Development Centre
India's 'cockroach' movement and student groups have said protests will continue despite detentions.
On October 12, 2026, the Congress and the entire INDIA bloc and the country's youth will again take to the streets in massive numbers
When Wilson Cheung took Hong Kong secondary school students into the Swiss Alps this summer, terrain he had once been able to reach had become inaccessible. Glacier melt and thawing ground had destabilised parts of the mountain, while rockfall made fieldwork more hazardous. Only weeks earlier, Cheung had completed a roughly 1,700km (1,056-mile) scientific snowkite traverse across Greenland in 2026. The journey took him across the ice sheet while he continued collecting data in one of the world’s...
An official release from Chief Electoral Officer Archana Patnaik said special camps would be conducted in the districts for the enrolment of young and first-time eligible voters, preferably on October 10
Hong Kong education authorities have revealed that at least 60 per cent of suspected student suicide cases in the last three academic years involved children aged 15 or below, urging schools to avoid giving excessive homework so pupils can lead a balanced lifestyle. The Education Bureau also told lawmakers on Wednesday that school principals had directly referred 547 students at high risk of suicide to the public health system over the past 2½ years. On average, principals had referred about 17...
Alunos, professores e pais marcharam em cidades de toda a França nesta terça-feira (6). Os manifestantes bloquearam centenas de escolas, no maior dia de mobilização de uma onda de protestos que exigem que o governo resolva o problema da falta de pessoal e das salas de aula em mau estado. Em Marselha, Nantes e Lyon, os protestos de rua começaram pacificamente no meio da manhã, com a maior manifestação prevista para Paris à tarde. Notícias relacionadas:França prevê cerca de 500 escolas fechadas nesta segunda-feira.Em protesto, estudantes franceses ateam fogo em pelo menos 2 escolas.Os jovens erguiam sinalizadores de fumaça e cartazes com frases como “Sob nossos livros escolares, raiva” e “Onde estão os políticos? Será que eles sabem que existimos?” As manifestações de hoje ocorrem após duas semanas de protestos que começaram nos subúrbios carentes de Paris antes de se espalharem por todo o país. O governo respondeu com a polícia de choque, afirmando que o movimento havia se transformado em violência urbana. A mão de um adolescente foi arrancada durante confrontos entre manifestantes do ensino médio e a polícia de choque, no norte da França, na segunda-feira (5). François-Xavier Lauch, prefeito de Pas-de-Calais, se recusou a comentar as circunstâncias exatas, afirmando que cerca de 200 a 250 manifestantes estavam atirando objetos contra a polícia. O jornal regional La Voix du Nord informou que o adolescente de 15 anos perdeu a mão e parte do antebraço após pegar uma granada de dispersão da polícia. A União dos Estudantes do Ensino Médio informou que 1.800 escolas estavam bloqueadas ou fechariam durante o dia. Algumas autoridades educacionais locais tentaram transferir as aulas para o ambiente virtual. O Ministério da Educação não divulgou os números imediatamente. “Quando a resposta é a violência, isso significa que a democracia não está mais funcionando”, disse Hugo Vetzel, um recém-formado do ensino médio em Estrasburgo, que agora está fazendo cursos preparatórios para os exames de admissão nas melhores universidades da França. “Existe uma enorme distância entre as elites e nós.” O primeiro-ministro Sébastien Lecornu determinou que seus ministros atendam às principais reivindicações dos estudantes. Entre elas estão garantir a substituição de professores ausentes, rever a duração do dia letivo, das 8h às 18h, e a necessidade de intervalos de almoço mais longos. O governo também analisará os reparos necessários nos prédios escolares antigos, disse Lecornu, que exigiu que os ministros enviassem suas primeiras propostas até o final de outubro. O Ministério do Interior da França informou que 6.100 pessoas foram presas desde o início dos protestos, sendo a esmagadora maioria delas formada por menores de idade. Mais de 1.800 pessoas estão sendo processadas, incluindo 1.483 menores, informou o Ministério da Justiça, sem especificar os crimes. Pelo menos 715 policiais e 215 adolescentes ficaram feridos nos confrontos, segundo o gabinete de Lecornu.
Retired chemistry professor M.Y. Karidurganavar was speaking after inaugurating a one-day national seminar titled ‘Recent Advances in Interdisciplinary Sciences for a Sustainable Future’, organised by BVV Sangha’s Basaveshwar Science College
The Health Minister Satya Kumar Yadav says 220 of 236 candidates from the constituency cleared the recent Agniveer recruitment after coaching; the programme is backed by Samskruti Seva Samithi and S.V. Defence Academy
A movement that started nearly two weeks ago has spread, and in France young people on the streets spells trouble, writes Hugh Schofield.
5.43 lakh youth have secured employment opportunities so far through skill development programmes, say officials
The documentary highlights the relevance of the Father of the Nation to the struggles of the youth of India today
A taxa de jovens brasileiros que não estudam, não trabalham nem estão em treinamento ou formação teve queda de 4,4 pontos percentuais entre 2016 e 2024, aponta o relatório Panorama da Educação 2026 (Education at a Glance), divulgado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O índice de pessoas de 18 a 24 anos nessa condição caiu de 26,8%, em 2016, para 22,4%, em 2024. Em nota à imprensa, o Ministério da Educação (MEC) destaca que a estatística brasileira é “quase o dobro da redução média (2,3 pontos) registrada pela OCDE no mesmo período". Notícias relacionadas:OCDE: 9% dos professores no Brasil não têm qualificação completa.Investimento por aluno no Brasil é de 1/3 da média dos países da OCDE.O superintendente executivo do Instituto Unibanco, Ricardo Henriques, reconhece os avanços, porém, destaca que ainda são insuficientes, já que mais de um quarto dos jovens adultos ainda não têm educação básica completa. “A tarefa é construir uma trajetória em que o jovem consiga permanecer, aprender, concluir a formação e encontrar uma inserção profissional digna. Isso depende de educação, proteção social e políticas de trabalho atuando de forma articulada”, sugere. Assista na TV Brasil: Queda de jovens sem ensino médio Outro dado positivo do Brasil no estudo é que a proporção de jovens de 25 a 34 anos sem ensino médio completo diminuiu de 35%, entre 2016, para 26%, em 2024. Mas o percentual brasileiro ainda é superior aos 12% da média verificada pela OCDE nos demais países analisados. O Ministério da Educação (MEC) associa os avanços à implementação de programas públicos como o Pé-de-Meia (incentivo financeiro-educacional para promover a permanência e a conclusão escolar de estudantes do ensino médio público) e o Bolsa Família (transferência de renda que beneficia famílias em situação de pobreza e extrema pobreza). Conclusão do ensino médio O relatório da OCDE mostra também a diferença de gênero na conclusão do ensino médio. No Brasil, as mulheres têm 7 pontos percentuais a mais de probabilidade de concluir esta etapa da educação básica do que os homens, uma diferença maior do que a observada na maioria dos outros países com dados disponíveis nesta edição. A organização internacional aponta que, no Brasil, entre todos os estudantes que entraram no ensino médio, 20% abandonam a escola sem se formar. Outro dado do estudo indica que 79% dos novos alunos que entraram no ensino médio concluíram esta etapa em até dois anos após o tempo regular de estudo previsto, contra a média de 85% de conclusão, entre os países considerados no levantamento. Após este período (dois anos) previsto para a conclusão, apenas 1% ainda continuava matriculado na escola tentando se formar. Quando considerados os adultos de diferentes gerações (25 a 64 anos) com ensino médio completo, em 2024, a proporção de 40% do Brasil é semelhante à média de 39% dos países da OCDE. Ensino superior Segundo os dados, em 2024, 22% dos adultos brasileiros em idade ativa (25 a 64 anos) tinham ensino superior completo, pouco mais da metade da média de 43% dos países da OCDE. Para Ricardo Henriques, a distância entre o Brasil e os países da OCDE é fruto de um passivo educacional histórico e superar suas consequências exige ações integradas em diferentes frentes para garantir a trajetória contínua. Entre elas, fortalecer o ensino médio e ampliar o ingresso no ensino superior com a oferta de cursos mais flexíveis para adultos de diferentes gerações, apoio financeiro e articulação entre formação técnica e acadêmica. “A expansão do acesso [ao ensino superior] precisa vir acompanhada de qualidade e de políticas de permanência, especialmente para quem enfrenta dificuldades para conciliar estudo, trabalho e responsabilidades familiares”, disse. À Agência Brasil, ele explicou que, quando o acesso à formação se concentra em uma parcela da população, o país desperdiça talentos e restringe as possibilidades de mobilidade social. Para a economia, esse gargalo limita a capacidade de elevar a produtividade, inovar e incorporar tecnologias. “Podemos transformar mais escolaridade em melhores oportunidades para as pessoas e maior capacidade de desenvolvimento para o Brasil”, defendeu. Transição escolar A OCDE considera as transições de um nível de ensino para o seguinte como momentos importantes na trajetória de um estudante, com grande influência nos resultados educacionais. No Brasil, um ano após concluir os anos finais do ensino fundamental: 87% dos alunos prosseguem estudos no ensino médio; 4% repetem o último ano letivo do fundamental 2; e 8% saem do sistema formal de ensino, percentual superior aos 5% de estudantes que não se matricularam no ensino médio, entre os 22 países e economias com dados disponíveis sobre essa questão, nesta edição do relatório. Segundo Ricardo Henriques, a OCDE recomenda aos gestores o monitoramento rigoroso da frequência escolar e da queda no desempenho dos estudantes, assim como o apoio pedagógico com foco individualizado. O especialista em educação orienta a escola a agir preventivamente, antes de um eventual abandono dos estudos, com a recomposição da aprendizagem direcionada em leitura e matemática, diálogo com as famílias, orientação sobre o ensino médio e recepção estruturada do estudante nas primeiras semanas da nova etapa educacional. “Uma boa gestão da transição acompanha a trajetória até que o jovem esteja frequentando, aprendendo e construindo vínculos na nova escola.” Ele ainda destaca a criação, em março deste ano, do Identificador Nacional Único do Estudante (Inue), o mecanismo legal que unifica o registro da trajetória escolar dos alunos no Brasil, a partir do Cadastro de Pessoa Física (CPF) do estudante, acompanhada da devida capacitação dos profissionais de educação. “A grande questão é como apoiar os professores e gestores para que possam fazer uso desses dados de modo a fazer um melhor diagnóstico das necessidades de cada estudante, atuando para que todos consigam progredir em sua aprendizagem”, pontuou o superintendente executivo do Instituto Unibanco. Panorama da Educação 2026 No Brasil, anualmente, os dados nacionais que subsidiam o cálculo de indicadores do Panorama da Educação 2026 têm como fontes estatísticas o Censo Escolar da Educação Básica, o Censo da Educação Superior e outras pesquisas, como do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e os dados da pós-graduação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). As informações completas do relatório podem ser consultadas no site da OCDE.
Displaced by war and shut out of formal jobs, young Sudanese are turning to art, small businesses, and entrepeneurship.