ECI’s credibility under question: Former CEC Ashok Lavasa
Former CEC flags unprecedented voter anxiety over SIR, says institutional response to voting rights has been deeply upsetting
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Former CEC flags unprecedented voter anxiety over SIR, says institutional response to voting rights has been deeply upsetting
It urged the Centre and the ECI to address the defects in the Special Intensive Revision (SIR) of the electoral rolls and restore voting rights to all eligible voters.
M.A. Baby alleges SIR has deprived 13 crore people of voting rights; calls for strengthening INDIA bloc to protect democracy
Mais de 3 milhões de eleitores com 16 a 18 anos eram esperados nas eleições de 2026, faixa etária em que o voto é facultativo. Mesmo assim, muitos jovens preferem participar da escolha dos próximos representantes políticos, direito que foi garantido na redemocratização, após a ditadura militar, com a Constituição Federal de 1988. Em 2026, esses jovens são 2,25% do eleitorado nacional, que tem 158 milhões pessoas ao todo. Apesar disso, os 3,5 milhões de adolescentes que podiam votar neste ano eram menos numerosos que os 4,1 milhões que se alistaram em 2022. Notícias relacionadas:Jovens eleitores quilombolas defendem voto em defesa de ideais.Entidades sugerem políticas de proteção a crianças e adolescentes.Educação é prioridade para moradores de favelas do Rio nas eleições .A diminuição reflete mudanças na pirâmide etária nacional. No pleito atual, o maior grupo de eleitores aptos tinha entre 40 e 49 anos. O Nordeste concentra o maior contingente de jovens com até 18 anos ─ 1,3 milhão. Logo depois, o Sudeste tem 1 milhão, e o Norte, 478 mil. A estudante Luiza Rocha Guerreiro, de 17 anos, foi uma das que votou pela primeira vez nestas eleições. Ela chegou durante a tarde à seção eleitoral, no Largo do Machado, na Zona Sul do Rio de Janeiro, com documentos e a cola eleitoral. "Não tem como você deixar outras pessoas decidirem sobre o seu futuro", afirmou, ao deixar o local com a família. "É nosso direito". Para selecionar os candidatos, a jovem conta que pesquisou propostas até no site do Tribunal Superior Eleitoral. "Preferi olhar lá do que em rede social, porque, às vezes, nas redes, as opiniões ficam um pouco exarcebadas". Escolher os candidatos majoritários, como presidente e governador, foi mais fácil para o estudante Caio de Moraes, de 17 anos. "Já vinha observando as propostas. Refleti comigo mesmo, e decidi quem era melhor", observou. Já Esthefany Marques Guimarães, de 18 anos, contou com a ajuda da mãe para escolher em quem votar. Trabalhando como entregadora na plataforma iFood, a jovem disse que faltou tempo. "Fui na colinha da minhã mãe, que já está acostumada a votar", disse. "Se ela vota, eu vou junto", completou. Esthefany Marques Guimarães, de 18 anos, vota pela primeira vez na na zona eleitoral da Escola Municipal Rinaldo de Lamare, na Rocinha. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, destacou a importância do voto como direito dos brasileiros. "O voto é direito fundamental e o principal instrumento de participação na vida pública. Por meio dele, cada cidadã e cada cidadão dá a sua contribuição para definir os rumos do país", disse o ministro em cadeia de rádio e televisão na noite deste sábado (3), véspera do primeiro turno das eleições deste ano. Notícias relacionadas:Eleições 2026: boca de urna é crime; saiba o que é proibido .Eleições 2026: saiba quais documentos são aceitos para votar .TSE faz teste final de sistemas e emite zerézima.No pronunciamento, o ministro destacou a segurança, a transparência e a confiabilidade da urna eletrônica, utilizada há três décadas nas eleições brasileiras. "A urna eletrônica, que há 30 anos integra a experiência democrática brasileira, garantirá mais uma vez esse direito. Nosso sistema de votação, que se atualiza a cada pleito, reúne mecanismos de segurança, transparência e auditabilidade únicos no mundo." Nunes Marques garantiu que ameaças, assédio ou tentativa de interferência na vontade do eleitor serão reprimidas e fez um apelo para que os eleitores evitem espalhar desinformação. "Peço ainda o compromisso de todas as brasileiras e de todos os brasileiros com a qualidade das informações que circulam neste momento. Em caso de dúvida, recorram aos canais oficiais da Justiça Eleitoral. Checar antes de compartilhar é uma atitude simples e eficaz, e que está ao alcance de todos", disse. O ministro agradeceu o trabalho e o empenho dos magistrados, promotores e servidores da Justiça Eleitoral durante esse período e, em especial, aos mesários e às mesárias que dedicarão, voluntariamente, o domingo à democracia. Ao final do pronunciamento, Kassio Nunes Marques convidou o eleitorado a comparecer às urnas neste domingo. "A você, eleitora e eleitor, reitero o convite para comparecer amanhã à sua seção de votação com o seu documento de identificação com foto e a cola eleitoral de papel preenchida."
No Rio Grande do Norte, mulheres amparadas por medidas protetivas terão atendimento prioritário no primeiro turno das eleições no dia 4 de outubro. A medida foi determinada pelo Tribunal Regional Eleitoral e vale para todo o estado. Notícias relacionadas:Eleições 2026: saiba o que pode e o que não pode no dia da votação.Lei Seca: confira onde haverá restrição a bebidas nas eleições 2026.Transporte público de graça no dia da eleição: veja como irá funcionar.A iniciativa estende os efeitos de uma decisão anterior, que havia assegurado prioridade às mulheres assistidas pela Patrulha Maria da Penha da Guarda Municipal do Natal. Com a ampliação, todas as eleitoras do estado em situação de vulnerabilidade, protegidas por medidas protetivas, terão direito ao atendimento prioritário no domingo. A medida também considera a necessidade de organização logística dos deslocamentos e da proteção das mulheres assistidas pelos órgãos de segurança. De acordo com o TRE potiguar, a prioridade será para toda eleitora, independentemente do domicílio eleitoral e mesmo que ela esteja ou não acompanhada por forças de segurança no momento da votação. Segundo o documento, o respaldo jurídico busca resguardar a isonomia e a integridade física das eleitoras, além de assegurar condições para o exercício seguro do direito fundamental ao voto. Dados da Polícia Civil estadual revelam que mais de 5 mil mulheres solicitaram medidas protetivas por causa de violência doméstica no período de janeiro a início de agosto deste ano.
Voting rights groups have warned system may falsely identify voters as non-citizens, leading to disenfranchisement.
Cerca de 1,97 milhão de eleitoras e eleitores com deficiência estão aptos a votar nas eleições de outubro, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O número representa crescimento de 42% em relação às eleições gerais de 2022, quando 1,38 milhão de pessoas com deficiência estavam inscritas para votar. Entre esse eleitorado, 319.489 pessoas declararam ter deficiência visual. Em 2022, eram 214.088, aumento de aproximadamente 49%. Notícias relacionadas:TRE-RJ fará auditoria para definir urnas que serão fiscalizadas.Para acompanhar o crescimento do eleitorado com deficiência, a Justiça Eleitoral ampliou o número de seções eleitorais principais com acessibilidade. Em 2022, eram 156.296. Para as eleições deste ano, são 220.577, alta de cerca de 41%. A ampliação da estrutura é acompanhada de recursos que buscam garantir maior autonomia no momento da votação. A aposentada Regina Célia Santos tem deficiência visual e nunca deixa de votar. Mesmo após perder a visão, há 14 anos, registrar o voto a cada eleição é, para ela, um compromisso com a cidadania. “A obrigação do brasileiro é exercer essa cidadania. Eu sempre alerto a todos que devem votar. Se a gente quer um país melhor, temos que tentar mudar as cadeiras”, disse Regina. Recursos de acessibilidade Para eleitoras e eleitores com deficiência visual, a urna eletrônica oferece sistema de áudio, que pode ser utilizado com fone de ouvido descartável fornecido pela Justiça Eleitoral. O equipamento permite ouvir as informações apresentadas pela urna e acompanhar a votação. Também há identificação tátil da tecla 5, que serve como referência para a localização das demais teclas. As urnas contam ainda com teclado numérico com identificação em Braille e recursos de áudio para a leitura das teclas digitadas e dos nomes das candidaturas. Há também intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras) na tela para auxiliar eleitoras e eleitores surdos. Durante uma visita ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), Regina conheceu os recursos disponíveis na urna e recebeu orientações sobre o funcionamento do sistema de áudio, inclusive sobre os comandos para aumentar e diminuir o volume. O secretário de Tecnologia da Informação do TRE-RJ, Michel Kovacs, explicou que eleitoras e eleitores com deficiência visual podem utilizar os recursos de áudio mesmo que não tenham informado previamente essa condição à Justiça Eleitoral. “Se a pessoa já estiver cadastrada, o áudio é habilitado automaticamente. O mesário nem precisa fazer nada, já fica registrado na urna e o áudio funciona automaticamente. Mas, se a pessoa não estiver cadastrada, basta informar ao mesário que o áudio será habilitado e o fone fornecido”, disse. Direito a acompanhante Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida têm preferência para votar. A prioridade também se estende à pessoa acompanhante ou ao atendente pessoal, mesmo que essa pessoa esteja inscrita para votar em outra seção eleitoral. Eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida podem escolher uma pessoa de confiança para auxiliar durante a votação, mesmo que não tenham feito uma solicitação antecipada à Justiça Eleitoral. A assistência deve ser registrada na ata da mesa receptora de votos. No caso de pessoas com deficiência visual, é permitido utilizar o alfabeto comum ou o sistema Braille para assinar o caderno de votação. Também é possível utilizar instrumento mecânico próprio ou fornecido pela mesa receptora. A Justiça Eleitoral assegurao ingresso e a permanência na seção eleitoral de pessoas acompanhadas por cão-guia. A ampliação das seções acessíveis e dos recursos tecnológicos faz parte das medidas adotadas pela Justiça Eleitoral para garantir que pessoas com deficiência possam exercer o direito ao voto com mais autonomia e segurança.
Across SIR hearing centres in the national capital, people are making repeated trips, producing documents, and waiting for hours to prove their eligibility, often despite having voted for years. Ishita Mishra and Suruchi Kumari spoke to people appealing to retain their right to vote and officials who share the reality of a process marked by confusion. As always, the burden to prove their identity is falling hardest on society’s poorer, less-documented voter