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São Paulo Daily Brief for Saturday 17 October 2026: free cultural workshops, sunny skies, and the market week in figures. The post São Paulo Daily Brief — Saturday, October 17, 2026 appeared first on The Rio Times.
As India gears up for Durga Puja 2026, the air will once again thrum with the beat of the dhak. In this special package, we bring you stories from pandals across cities, meet the artisans shaping this year’s idols, and tune in to the music, food, and festive fervour that define the season.
São Paulo faces heavy storms on Friday 16 October. Here are indoor culture picks, transport and rodízio tips and a market snapshot for expats. The post São Paulo Daily Brief — Friday, October 16, 2026 appeared first on The Rio Times.
A 500-year-old Buddha statue that was found buried by a roadside in Australia has been returned to China, leaving an ongoing mystery about how it arrived in the country. The 15cm (six-inch) bronze figurine was formally handed over to Chinese consular representatives during a ceremony in the coastal town of Denham in Shark Bay on Tuesday, the public broadcaster ABC reported. It will be taken to China for further evaluation to establish its history before being displayed at a museum in...
Special rituals performed and haratis offered to the presiding deities atop Indrakeeladri; deities taken out in a grand procession along the Krishna riverfront and ghat road as part of the Nagarotsavam; devotional music, Harikatha and classical dance performances add to the festivities
A Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, um dos maiores festivais de cinema do país, começa nesta quinta-feira (15). Neste ano, a Mostra, como é mais conhecida, comemora 50 anos. Para celebrar a data, o evento vai exibir 392 filmes de 93 países, além de promover exposições, lançamentos de livros, shows, debates, programação especial para crianças e o lançamento de um acervo próprio. O evento ocorre até 29 de outubro. Veja aqui informações sobre locais de exibição e compra de ingressos. Notícias relacionadas:Mostra de Cinema de SP chega aos 50 anos com homenagem a James Gray.Capital paulista sedia festival que une cinema e gastronomia.SP: mostra abriu as portas para o cinema mundial.Ao longo dessa meia década, a Mostra já apresentou ao público mais de 11.692 filmes. Ajudou a formar uma geração de cinéfilos, diretores e profissionais do cinema. Entre eles, está Rodrigo Teixeira, que ajudou a produzir sucessos como Ainda Estou Aqui, Me Chame pelo seu Nome e também Tigre de Papel – filme de James Gray que será exibido no festival. “A Mostra me formou como cineasta e me ajudou muito a me formar como ser humano”, disse ele durante a cerimônia de abertura do evento, na noite dessa quarta-feira (14). Em entrevista à Agência Brasil, Teixeira celebrou a data especial. “A Mostra celebra 50 anos, eu celebro 50 anos, minha empresa celebra 20 anos. Há 20 anos eu ganhei o prêmio de melhor filme aqui. Então, muitas datas se cruzam.” Cenas do Filme Tigre de Papel do cineasta James Gray. Foto: 50° Mostra Internacional de Cinema SP/ Divulgação Autor do pôster da Mostra deste ano, o cineasta americano James Gray esteve presente na cerimônia de abertura para apresentar seu novo filme, Tigre de Papel, que acompanha a história de dois irmãos em busca do sonho americano que se envolvem com a máfia russa. “Eu amo este país. Essa não é a minha primeira vez aqui, que é um lugar maravilhoso.” Também apresentando seu novo filme, o cineasta Kleber Mendonça Filho destacou a relevância do festival. “A Mostra faz parte da vida de todos nós, brasileiros, que amamos cinema.” Seu novo filme é o curta Sul de Teerã, em que ele acompanha o cineasta Jafar Panahi por Nova York. “Estou muito feliz em apresentar, pela primeira vez, este filme no Brasil durante a Mostra de São Paulo. O festival toma ainda mais importância para nós ao reafirmar a importância da cultura do cinema neste momento tão dramático do país.” Cenas do Filme Sul de Teerã. Foto: 50° Mostra Internacional de Cinema SP/ Divulgação Resistência Além da exibição de filmes de diversos países, a Mostra é também um espaço de resistência importante para o país, destacou o apresentador de TV Serginho Groisman. Groisman acompanha o evento desde a primeira exibição e, ao longo dos anos, transformou-se também no apresentador oficial das cerimônias de abertura do festival. “Vi a batalha do Leon Cakoff [fundador da Mostra] em transformá-la não só no lugar onde a gente entra e assiste a cinco filmes do mundo inteiro no mesmo dia, mas em um lugar assim de resistência. Foram muitas batalhas – e ele conseguiu fazer com que os filmes não passassem mais a ter censura prévia [como ocorria durante a ditadura], que é uma coisa muito importante”, ressaltou. Programação Entre os filmes programados para exibição na edição deste ano estão: Amor Possível, vencedor do Leão de Prata do último Festival de Veneza; Fjord, ganhador da Palma de Ouro em Cannes; Mulher Desconhecida, Leão de Ouro no Festival de Veneza. A lista também inclui o brasileiro Feito Pipa, de Allan Deberton, escolhido para ser o representante do Brasil na disputa ao Oscar do próximo ano. Além da programação voltada ao público adulto, há três anos a Mostra promove sua Mostrinha, destinada ao público infantojuvenil. Neste ano, a Mostrinha apresentará 20 longas e um curta-metragem. Um dos destaques é o filme Clarice Vê Estrelas, escrito e dirigido por Letícia Pires e baseado em seu livro. Segundo a organização, 16 desses filmes são inéditos no Brasil.
Devotees can scan the codes at about 60 locations to hear or read the legend of the shrine and its sub-temples
Veteran Cantonese opera teacher Leung Sum-yee does not expect every child who enters her classroom to become a performer. If they leave knowing what good Cantonese opera sounds and looks like, she considers that worthwhile too. “My purpose was not to train stars or idols. I wanted more people to understand Cantonese opera and to have more audiences,” she said. That approach has guided Leung through more than three decades of teaching and cultural advocacy. She founded an opera organisation in...
Revelar uma Europa negra, apagada das narrativas oficiais, é o que propõe o autor luso-cabo-verdiano Joaquim Arena, que revisita a presença de africanos e seus descendentes no continente europeu por meio do livro Debaixo da nossa pele (2017). A partir de viagens por Portugal, arquivos e relatos, o escritor reconstrói trajetórias de personagens negros pouco conhecidos. A jornada também se cruza com a história da migração cabo-verdiana para Lisboa e com a trajetória do próprio escritor. Notícias relacionadas:Escolha de livros didáticos para educação infantil começa nesta terça.Poeta e escritora canadense Anne Carson ganha o Nobel de Literatura.Prêmio Jabuti anuncia finalistas da edição 2026; confira a íntegra.Arena nasceu na Ilha de São Vicente, em Cabo Verde, em 1964. É filho de pai português e de mãe cabo-verdiana e viveu grande parte da sua vida em Lisboa. Em Portugal, ele se formou em direito e iniciou a carreira em jornalismo. O escritor está no Rio de Janeiro para participar do Clube de Leitura do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB-RJ), no centro da capital fluminense, às 17h30 desta quarta-feira (14). Autor de seis romances, traduzidos em várias línguas, Arena escreveu Siríaco e Mister Charles, vencedor do Prémio Oceanos de Literatura, na categoria Prosa, em 2023. Atualmente, reside em Cabo Verde, na cidade de Praia. Cabo Verde e Brasil Com o tema “Romance histórico: onde a realidade encontra a ficção”, o encontro gratuito propõe uma conversa sobre memória, pertencimento, identidade e as marcas do passado colonial que permanecem no presente. A partir da obra de Arena, o evento busca aproximar experiências históricas e culturais de Cabo Verde e do Brasil, dois países atravessados por deslocamentos populacionais, encontros entre diferentes culturas e pelas relações entre África e Europa. O autor conta que Debaixo da nossa pele fala da miscigenação e da circulação dos povos da África para a Europa. O público poderá perceber semelhanças com a formação do Brasil. “Debaixo da nossa pele fala dessa condição humana de deslocamento das pessoas de um país a outro, levadas por questões econômicas, sociais e políticas. O livro faz essa síntese, pois a circulação continua ainda hoje, é positiva, abre oportunidades de novas janelas de vida para muitas pessoas”, diz Arena. O escritor luso-cabo-verdiano, Joaquim Arena, que participará do Clube de Leitura do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB-RJ). Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil Preenchendo vazios Para o escritor, a história tem um poder atrativo mais forte do que o presente. “Sou levado a encontrar, no meio dos fatos históricos, os vazios. São esses vazios que eu pretendo preencher através da minha ficção. Aproveito episódios verídicos que são muito inspiradores para que nós imaginemos uma personagem. Fico com vontade de saber mais, senão eu invento a personagem”, afirma o autor. Arena conheceu a literatura brasileira aos 12 anos, com a obra de Jorge Amado. Ele se identificou com o livro Meu pé de laranja lima, de José Mauro de Vasconcelos, que também fez parte da sua formação. Para ele, foi uma porta de entrada de uma literatura que não era portuguesa, europeia nem africana. “Nós, das antigas colônias portuguesas, recebemos a literatura brasileira como uma janela para um mundo muito semelhante ao nosso". "Jorge Amado, com sua Bahia, está na formação de muitos autores lusófonos na África. Depois, vamos crescendo e encontrando Guimarães Rosa, José Lins do Rêgo, Graciliano Ramos. O romance da década de 30 fala dos retirantes, da seca. É uma realidade muito próxima da nossa”, diz Arena. O autor acredita que um clube de leitura é um reduto onde se mantém ainda uma magia e em que se ouve falar de invenções. “Há um pacto do autor com o público. O escritor sabe que o que ele inventou não existiu. O leitor sabe que o romance saiu da imaginação. Isso cada vez mais num mundo acelerado, com redes sociais, com streamings”.
Dominican Republic culture explained: merengue, bachata, writers, baseball stars, film and carnival, and the key figures US visitors should know in 2026. The post Dominican Republic Culture, the Key Figures to Know in 2026 appeared first on The Rio Times.
Who are Colombia people? Census data, regional identities, family customs, the estrato system and what US visitors should know in 2026. The post Colombia People Culture and Daily Life Explained appeared first on The Rio Times.
Writer Vaishakhan will inaugurate the fair at 10 a.m. on Friday
The world's most-visited museum "will eventually have to close its doors to the public" unless the French state steps in to finance a major overhaul, Louvre director Christophe Leribault told Le Figaro on Wednesday, in the latest dire warning about the creaking institution hit by a string of scandals including water leaks, ticket frauds and a high-profile jewel heist.
From Gustavo Dudamel in New York to 60 MLB players and joropo on UNESCO's list, the living figures who shape Venezuela's culture in 2026. The post Venezuela Culture, the Key Figures to Know in 2026 appeared first on The Rio Times.
Tunisian musical duo Jathb is reviving traditional Sufi chants by blending them with electronic beats and therapeutic sounds. After four years of gaining recognition both in Tunisia and internationally, the duo is also working to preserve the centuries-old Sufi music and texts that form part of the country’s cultural heritage.
A área cultural é tema de forte debate entre os candidatos Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva. No governo de Jair Bolsonaro, que integrou o PL no último ano de mandato, mesmo partido de Flávio, o Ministério da Cultura foi extinto, sendo substituído por uma secretaria. O investimento também foi reduzido. Os valores do Estado destinados a projetos culturais caíram de R$ 245,5 milhões, em 2018, para R$ 89,5 milhões, em 2022, último ano de gestão de Bolsonaro. Os governos do Partido dos Trabalhadores (PT) deram maior relevância às políticas de Estado na área cultural, com a construção de Pontos e Pontões de Cultura, a criação do Vale Cultura, além de incentivos ao cinema nacional com iniciativas como Cota de Tela e o Fundo do Audiovisual, que destinaram R$ 3,6 bilhões entre 2023 e 2025. Notícias relacionadas:Conheça as propostas de Flávio e Lula para a segurança pública.A Agência Brasil detalhou as propostas de cada um sobre o tema de acordo com o Plano de Governo entregue ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Preservação do Patrimônio Histórico O plano de governo do candidato Flávio Bolsonaro diz que vai preservar o patrimônio histórico desde os centros históricos até as obras e acervos. O plano de Lula também fala em preservar e difundir saberes, memórias e os patrimônios culturais do Brasil e fortalecer as instituições responsáveis por essas atividades. Também promete criar uma política de salvaguarda e valorização das mestras e mestres das culturas populares e tradicionais, com regras claras sobre direito autoral sobre os saberes que eles mantêm vivos. Campanha de Flávio Bolsonaro diz que vai preservar o patrimônio histórico Foto: Pedro Vilela/MTur Financiamento O plano de Flávio Bolsonaro não cita aumento de financiamento, mas diz que vai aperfeiçoar as leis de incentivo, corrigir distorções e favorecer o desenvolvimento de outros polos regionais. A proposta de Lula diz que vai aperfeiçoar as leis 14.399/2022, conhecida como Lei Aldir Blanc, e 8.313/1991, a Lei Rouanet, e avançar na desconcentração regional. Promete ampliar o fomento ao desenvolvimento de infraestrutura cultural em territórios periféricos por meio do programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Audiovisual O plano de Flávio Bolsonaro não traz propostas para o audiovisual. O plano de governo de Lula diz que, se eleito, o presidente irá trabalhar pela aprovação, no Congresso Nacional, de uma regulamentação do streaming (VOD) que atenda aos interesses nacionais; consolidar uma política industrial para o setor audiovisual e fortalecer a proteção aos direitos autorais e à propriedade intelectual. Cultura Digital O plano de Flávio Bolsonaro não apresenta propostas para o tema. O plano de Lula fala em “ampliar as condições de criação, produção e difusão, com acesso a tecnologias e plataformas”; trabalhar pela aprovação de uma lei do direito autoral em ambiente digital e a regulamentação da inteligência artificial. Também promete estimular o empreendedorismo cultural, a inovação e a formação profissional para gerar empregos e ampliar oportunidades econômicas no setor cultural; ampliar o acesso a crédito para iniciativas de economia criativa, aumentar a oferta de vagas em cursos técnicos e profissionalizantes de formação e qualificação artística, técnica e cultural. Cita ainda o fomento à indústria de games, que considera estratégicos. O documento com propostas do candidato Lula também diz que pretende avançar na integração da cultura com a educação por meio de programas como o Arte e Cultura na Educação de Tempo Integral e o desenvolvimento de programas específicos voltados para a formação de plateia, promovendo o acesso a experiências culturais e artísticas desde a infância e juventude. Integração da cultura com a educação é uma das propostas do candidato do PT - Bruno Peres/Agência Brasil Governos anteriores No primeiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva, o cantor Gilberto Gil assumiu o Ministério da Cultura, dando à pasta destaque internacional. Foram criados programas como o Programa Nacional de Cultura, Educação e Cidadania (Cultura Viva), que depois se tornou uma Política Nacional de Cultura Viva e o Arca das Letras, um programa de bibliotecas rurais. Foram construídos os Centros de Artes e Esportes Unificados (CEUs), os Pontos e os Pontões de Cultura. Em 2013, no governo de Dilma Rousseff, foi criado o Vale Cultura, um benefício de R$ 50 para trabalhadores que recebem até cinco salários mínimos e que pode ser usado apenas para consumo de cultura, como livros, cinema, teatro e outros. Também foi criado o Brasil de Todas as Telas, para expandir o mercado audiovisual interno e o acesso da população ao cinema. Em 2023, ao reassumir a presidência, o governo do Partido dos Trabalhadores (PT), com Lula, recriou o Ministério da Cultura e incentivou as leis de fomento, como a lei Rouanet. Por meio da Lei Paulo Gustavo (Lei complementar 195/2022) o governo repassou R$ 3,86 bilhões para apoiar o setor cultural afetado pela pandemia de covid-19. Também retomou a Cota de Tela e o Fundo do Audiovisual, que destinaram R$ 3,6 bilhões entre 2023 e 2025 à produção nacional. A área cultural teve sua importância reduzida na gestão do Partido Liberal (PL), liderada por Jair Bolsonaro, cujo mandato foi de 2019 a 2022. O Ministério da Cultura foi extinto no primeiro dia de governo e substituído por uma secretaria. Primeiro, no Ministério das Cidades e, depois, no Ministério do Turismo. Os valores do Estado destinados a projetos culturais caíram de R$ 245,5 milhões em 2018, na gestão de Michel Temer, para R$ 89,5 milhões em 2022. Apesar das críticas às leis de incentivo e fomento, Bolsonaro regulamentou, em 2021, o Programa Nacional de Incentivo à Cultura (Pronac), com destaque para a valorização das belas-artes e artes sacras.
Who Costa Rican people are, what pura vida and mae mean, how to greet and tip, and how US visitors can connect respectfully with ticos. The post Costa Rican People Culture and Customs appeared first on The Rio Times.
Kavitha takes part in Bathukamma celebrations
Joseph Lau Yui-yip has taken students to cemeteries, funeral parlours and heritage exhibitions because he believes some parts of Hong Kong culture are best understood outside the classroom. Lau heads the student affairs department of Polytechnic University’s college of professional and continuing education and has spent years researching subjects ranging from funeral customs to a little-known Hakka animal dance. His work has put him among the finalists in the culture category of this year’s...