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Party candidates and workers are being threatened and attacked in several parts of the State, while the police and election authorities are failing to act impartially, alleges YSRCP president
TDP fields Mukka Sravani as mayoral candidate in Visakhapatnam; the party has released a list of eight candidates for Mayor posts
All seven candidates to lead the United Nations received a vote of "discourage," effectively a veto, from a permanent UN Security Council member in the latest informal poll, a diplomat said Friday.
The party is sifting grassroots feedback on probable candidates before the October 18 nomination deadline
The party fields candidates for seven of the 13 municipal corporations going to the polls on October 28
O plano de governo do candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para política externa destaca o fortalecimento das relações do Sul Global e, ao mesmo tempo, defende estimular as relações “com todas as regiões do mundo”. Por sua vez, o plano do candidato Flávio Bolsonaro (PL) para política externa defende uma aproximação maior com Estados Unidos (EUA), Israel e Argentina. Notícias relacionadas:Conheça as propostas de Flávio e Lula para a segurança pública.Brasil cria política para ampliar produção de minerais críticos.Terras raras, minerais estratégicos e críticos: entenda as diferenças.Destaque na campanha deste ano, a política externa do Brasil é abordada pelos candidatos em capítulos específicos dentro dos planos de governos. Lula reservou quase seis páginas para o tema e Bolsonaro cerca de três. O plano de Lula destaca que o mundo vive “conflitos sem precedentes” desde a 2ª Guerra Mundial, com ataques ao direito internacional e à tentativa de “imposição de uma ordem mundial predatória”. “Faremos firme oposição a qualquer tentativa de subordinar o Brasil a interesses estrangeiros ou de reduzir nosso país a uma posição de dependência geopolítica. Rejeitamos a visão daqueles que aceitam, com servilismo, a renúncia à soberania nacional em nome de alinhamentos automáticos e ideologias fracassadas”, diz o documento. O candidato do PL, por sua vez, diz que a soberania se exerce “na prática” e não com “bravatas”. “Nos últimos anos, a política externa brasileira trocou o interesse nacional pela ideologia”, diz o texto, criticando a posição do governo Lula em relação ao Irã, à Venezuela e a Israel. Flávio tem defendido as agressões bélicas do governo de Donald Trump no mundo, como a guerra contra o Irã e a invasão da Venezuela, além de criticar a política do Brics de estimular o comércio entre países sem a necessidade do dólar. Já o governo Lula adota uma postura de condenação aos ataques militares contra o Irã e à intervenção militar na Venezuela com a captura de Nicolás Maduro, combinada com apelos por diálogo diplomático, respeito ao direito internacional e contenção das partes. “Não trataremos como adversários os nossos parceiros mais importantes e tradicionais. Nos últimos anos, as relações com países como Argentina, EUA e Israel foram levadas ao limite do rompimento. Vamos reverter esse quadro com profissionalismo e foco no interesse do Brasil”, diz o documento de Flávio Bolsonaro. Defesa nacional Primeiro Gripen E produzido no Brasil faz voo inaugural no interior de São Paulo — Foto: Divulgação/Embraer O plano de governo de Lula promete fortalecer a indústria de defesa nacional em um mundo onde o direito internacional vem sendo constantemente violado. “Neste cenário, política externa e defesa nacional são dimensões complementares de uma mesma estratégia voltada à proteção dos interesses do Brasil. Não há projeção internacional soberana sem capacidade de defesa”, diz o plano. O projeto do candidato do PT cita as medidas tomadas no atual mandato para fortalecer a capacidade de defesa do Brasil por meio do Novo PAC [Programa de Aceleração do Crescimento]. “Desde 2023 já foram executados R$ 20,4 bilhões em projetos estratégicos. Entregamos 7 caças gripens-F-39, tendo sido produzida a primeira aeronave em solo brasileiro este ano. Adquirimos 3 cargueiros KC-390 fabricados no país. Estamos construindo 4 fragatas, a primeira já em operação. Produzimos 226 viaturas blindadas”, destaca. O candidato Flávio Bolsonaro também aborda a relação entre defesa e política internacional ao prometer incentivar as tecnologias militares disponíveis com foco em inovação em drones e inteligência artificial. “Os investimentos nas Forças Armadas devem ser condizentes com a inserção de um país que é membro de diferentes blocos e grupos de nações, voltados ao enfrentamento de desafios políticos e econômicos globais”, diz o documento do PL. Sul Global A China atua ativamente como porta-voz e parceira de blocos do Sul Global, integrando o Brics. Na foto, o presidente da China, Xi Jinping, em Pequim - Reuters/Carlos Garcia Rawlins/Direitos Reservados No plano de Lula, é prevista uma política externa “universalista” por meio de relações com “todas as partes do mundo” para diversificar as parcerias comerciais do Brasil. “Investiremos em novos acordos comerciais e na abertura de novos mercados para nossos bens e serviços, de modo a continuar enfrentando agressões comerciais e a defender os interesses do país”, disse. Desde o ano passado, o Brasil tem sido alvo da política de tarifas do governo Trump, que afeta outros aliados históricos dos EUA, como Canadá e Índia. O plano de governo da chapa de Lula destaca ainda a importância de fortalecer a cooperação com o Sul Global, termo usado para se referir aos países considerados ainda não desenvolvidos, majoritariamente localizados no Hemisfério Sul do planeta. “Aprofundaremos a aproximação geopolítica com o Brics e com o Sul Global, bem como com o G20, espaços fundamentais para a afirmação dos interesses da maioria da humanidade”, diz o documento. O G20 é o grupo de países com as maiores economias do planeta, incluindo União Europeia e União Africana, que reúne ainda EUA, França, Alemanha, Japão e Coreia do Sul. Já o Brics reúne Rússia, Índia, China, África do Sul, Árabia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã. O plano de Lula promete ainda o aprofundamento das relações com a África, "reconhecendo sua crescente importância na ordem internacional e os laços históricos e culturais que unem o Brasil ao continente africano”. Flávio Bolsonaro, por sua vez, afirma que defender a soberania é abrir mercados para quem produz no Brasil e atrair investimentos. "Negociaremos com todos os que interessam ao Brasil, da China à União Europeia, dos Estados Unidos aos mercados asiáticos, porque o que orienta a nossa diplomacia é o interesse do produtor e do trabalhador brasileiro, não a simpatia ou a antipatia por este ou aquele governo." China e terras raras Candidatos apresentam projetos diferentes para desenvolvimento de minerais críticos e terras raras - Sigma Lithium/Divulgação/Arquivo O plano de Lula prevê o desenvolvimento de uma uma política específica para minerais críticos e terras raras. O intuito é organizar cadeias produtivas, diferenciar seus usos tecnológicos e evitar a simples exportação de matérias-primas estratégicas. “Promoveremos uma estratégia regional de mapeamento, beneficiamento e agregação de valor, para inserir o país de forma soberana nas cadeias globais de valor desses recursos”, diz o projeto de governo. Já Flávio Bolsonaro diz que vai trabalhar para atrair o capital estrangeiro e a tecnologia já existente no mundo, transferindo esse conhecimento ao Brasil. “Estabeleceremos parcerias internacionais com todos os 55 países que queiram a cooperação do Brasil, sem preconceitos ou ranços ideológicos.” O assunto das terras raras tem sido abordado por Flávio Bolsonaro em encontros no exterior. Em março deste ano, em evento com conservadores nos Estados Unidos, ele afirmou que o Brasil é a solução para “quebrar” a dependência que os EUA têm da China em relação aos minerais críticos. “O Brasil vai ser o campo de batalha onde o futuro do Hemisfério será lutado porque o Brasil é a solução da América [os EUA] para quebrar a dependência da China de minerais críticos, especialmente dos elementos de terras raras”, disse. Atrás apenas da China, o Brasil tem a segunda maior reserva de terras raras do mundo, com cerca de 21 milhões de toneladas, cerca de 23%. Os EUA concentram apenas 1,9 milhão de toneladas, algo em torno dos 2% das reservas conhecidas. Os minerais críticos, entre eles, as terras raras, estão no centro da disputa comercial e tecnológica entre China e EUA por serem os insumos fundamentais das indústrias de tecnologia, defesa e transição energética. O governo de Jair Bolsonaro, pai de Flávio, foi marcado por atritos com a China, entre eles, a sugestão de Eduardo Bolsonaro de que a pandemia de covid-19 seria de responsabilidade do governo de Pequim, o que levou a Embaixada da China no Brasil pedir retratação pela "provocação flagrante". Integração sul-americana Ao reconhecer um mundo em turbulência, o plano do governo Lula destaca que a integração regional e a afirmação da América do Sul e do Caribe como “zona de paz” deve ser uma das prioridades do próximo mandato. “A integração sul-americana é o primeiro círculo de projeção estratégica do Brasil. Seguiremos aprofundando o Mercosul e os espaços de integração regional”, diz o documento. Tarifaço contra o Brasil O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, impôs tarifas a produtos brasileiros. - Reuters/Toby Melville/proibida reprodução Em crítica ao governo de Jair Bolsonaro, pai do candidato Flávio, o plano de Lula argumenta que o Brasil ficou “isolado” geopoliticamente com Jair, com rebaixamento do prestígio diplomático e desidratação de acordos regionais. Lula ainda tem acusado a família Bolsonaro de “traidores da Pátria” uma vez que o ex-deputado Eduardo Bolsonaro se mudou para os EUA, onde articulou tarifas comerciais do governo Trump contra o Brasil. Ao anunciar as tarifas aos produtos brasileiros, em julho de 2025, o presidente dos Estados Unidos criticou a atuação do Supremo Tribunal Federal que, à época, se preparava para o julgamento de Jair Bolsonaro pela trama golpista. Tanto Eduardo quanto Flávio comemoraram a adoção de tarifas pelos Estados Unidos, apesar dos prejuízos para parte da cadeia econômica brasileira. “Obrigado Presidente Trump - Faça o Brasil Livre Novamente - Queremos Magnitsky!”, escreveu Flávio em alusão à Lei Magnitsky imposta pelos EUA, em julho de 2025, como retaliação a autoridades brasileiras e ministros do Supremo. O candidato do PL, por sua vez, costuma responsabilizar uma suposta agenda “anti-EUA” do governo Lula para justificar as tarifas impostas por Trump ao Brasil. No capítulo que aborda o agronegócio brasileiro, Flávio Bolsonaro informa que vai trabalhar para “buscar soluções diplomáticas eficazes contra sanções dos EUA, da China e da Europa aos produtos nacionais”. “Nossa proposta é o oposto: uma diplomacia guiada pelo profissionalismo e pelo pragmatismo, não pela ideologia. O Itamaraty voltará a ser conduzido pela competência técnica que sempre marcou seus quadros”, diz o documento. Nas redes sociais, entretanto, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio, defende uma “faxina” no Itamaraty contra servidores que supostamente teriam “sabotado” o governo do pai dele, Jair Bolsonaro. OCDE No plano do candidato Flávio, destaca-se ainda o objetivo de incluir o Brasil na OCDE [Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico], fórum que reúne 38 países, entre eles, os mais desenvolvidos, para produção de estatísticas e recomendação de políticas públicas. “A adesão à OCDE é mais do que um selo: ela exige convergência das nossas normas aos padrões internacionais, melhora a governança das empresas estatais, reduz a corrupção e integra o Brasil às melhores práticas globais”, justifica Flávio Bolsonaro. A Agência Brasil publica, neste segundo turno, matérias com o comparativo dos planos de governo dos dois candidatos.
Although Spain's general election is set to take place on November 29, the battle has already begun. Over the weekend, Prime Minister Pedro Sánchez and his main conservative challenger, Alberto Núñez Feijóo, kicked off their pre-election rallies, targeting each other's key vulnerabilities.
The Tamilaga Vettri Kazhagam bags the Madurantakam and Dharapuram (Reserved) Assembly constituencies. In Puducherry, the All India N.R. Congress retains Thattanchavady
David Jolly, the Democrat candidate for Governor in Florida, said that debating Republican Byron Donalds won't further inform the public and would just platform division and vitriol in the race. Jolly, who served in Congress as a Republican, said that he is honest with voters about the ideological differences between himself and Democrat Senate candidate Angie Nixon and that he is less worried about the rise of socialism in America than he is 'right-wing authoritarianism.' (Source: Bloomberg)
Twenty Dominican Supreme Court candidates faced public hearings on Tuesday, as a council led by President Abinader seeks a new court president. The post Dominican Republic Hears 20 Supreme Court Hopefuls appeared first on The Rio Times.
As many as 21 sets of nomination papers were filed on Tuesday, the last day for filing nomination papers for the election to Karnataka West Graduates’ Constituency of Karnataka Legislative Council, taking the total number of nomination papers filed so far to 36 by 18 candidates
Conservative Senator Flavio Bolsonaro pulled off a surprise on Sunday in the first round of Brazil’s presidential election by finishing ahead of the incumbent left-wing President Lula, whom he will face in the runoff on October 25. Suspicions of U.S. interference have been hanging over the campaign, even as Donald Trump has never hidden his closeness to the far-right former president Bolsonaro - Flavio’s father - and his animosity toward Lula da Silva. FRANCE 24's Emerald Maxwell reports.
Yokohama, Oct. 5 (Jiji Press)--Seven people have filed their candidacies in the mayoral election of Yokohama, near Tokyo, including scandal-hit former Mayor Takeharu Yamanaka, kicking off the two-week official campaign period from Sunday. The key is whether Yamanaka will be re-elected in the Oct. 18 poll, which will be held because he resigned last month during his second term after an inve...
Após a realização do primeiro turno das eleições de 2026, realizado neste domingo (4), sete estados não definiram o governador e a disputa irá para o segundo turno. A nova rodada está marcada para o dia 25 de outubro. Os estados que terão segundo turno são: Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Tocantins Notícias relacionadas:Flávio e Lula vão disputar 2º turno para presidente da República.Crimes eleitorais: PF apreende quase R$ 1 milhão em bens e valores.No Acre, Mailza Assis (PP) e Alan Rick (Republicanos) vão disputar o segundo turno. Mailza terminou a apuração em primeiro lugar, com 49,76% dos votos válidos e Rick ficou em segundo, com 32,27%. Omar Aziz (PSD) e Professora Maria do Carmo (PL) vão disputar o segundo turno da eleição para governador do Amazonas.Aziz terminou a apuração em primeiro lugar, com 40,38% dos votos válidos e Maria do Carmo ficou em segundo, com 24,72%. No Distrito Federal, Celina Leão (PP) terminou a apuração em primeiro lugar, com 49,93% dos votos válidos e Leandro Grass (PT) ficou em segundo, com 34,48%. Lorenzo Pazolini (Republicanos) e Ricardo Ferraço (MDB) vão disputar o segundo turno no Espírito Santo. Pazolini obteve 49,65% dos votos válidos e Ferraço ficou com 34,06%. No Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL) e Eduardo Paes (PSD) se enfrentarão no dia 25 de outubro na disputa pelo governo do estado. No primeiro turno, Ruas ficou com 49,27% e Paes obteve 42,76% dos votos. Allyson (União) e Cadu de Lula (PT) vão disputar o segundo turno da eleição para governador do Rio Grande do Norte. Allyson ficou em primeiro lugar, com 36,83% dos votos válidos e Cadu de Lula obteve 36,21% dos votos. No Tocantins, Professora Dorinha (União) e Vicentinho Júnior (PSDB) vão disputar o segundo turno da eleição para governador. Dorinha terminou a apuração em primeiro lugar, com 45,52% dos votos válidos e Vicentinho ficou em segundo, com 43,94%.
O candidato Flávio Bolsonaro (PL) votou na manhã deste domingo (4) no Rio de Janeiro. Ele chegou pouco depois das 8h, logo após a abertura dos portões da Escola Municipal Barão Homem de Mello, na Vila Isabel. Depois de votar, o candidato posou para fotos ao lado da esposa, Fernanda Bolsonaro. Flávio foi acompanhado do candidato ao governo do Rio de Janeiro, Douglas Ruas, e dos candidatos ao Senado pelo PL Carlos Portinho e Carlos Jordy. A mãe do candidato, Rogéria Bolsonaro, candidata a deputada federal, também acompanhou o voto do filho. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição pelo Partido dos Trabalhadores, votou em São Bernardo do Campo, região metropolitana de São Paulo. Ele chegou à escola estadual João Firmino, seu local de votação, por volta das 9h10. Lula estava acompanhado do vice-presidente Geraldo Alckmin. Também acompanharam o presidente as candidatas ao senado Simone Tebet e Marina Silva, além de Fernando Haddad, candidato ao governo de São Paulo. Ao deixar a cabine de votação, Lula posou para os fotógrafos ao lado de Alckmin segurando uma bandeira do Brasil. Outros candidatos Candidato pelo Novo, Romeu Zema votou em Araxá, no Triângulo Mineiro, por volta das 9h06. *Em atualização
Os brasileiros vão às urnas neste domingo (4) para escolher presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, deputados estaduais e deputados distritais. Cerca de 158,7 milhões de eleitores estão aptos a votar, segundo a Justiça Eleitoral. As escolhas feitas pelos eleitores definirão os ocupantes de cargos responsáveis por decisões que afetam diretamente a vida da população em áreas como saúde, educação, segurança pública, transporte, infraestrutura e economia. Notícias relacionadas:Eleições 2026: saiba o que pode e o que não pode no dia da votação.Eleições 2026: saiba em quantos candidatos votar e a ordem de votação .Conheça os direitos das pessoas com deficiência no dia das eleições.A votação começa às 8h e termina às 17h (horário de Brasília). Se houver segundo turno para escolha de presidente e governadores, será no dia 25 de outubro. Quais candidatos serão escolhidos nas eleições de 2026 Neste ano, os eleitores votarão em até seis candidatos: presidente da República (e vice-presidente), governador (e vice-governador), dois senadores por estado, deputado federal, e deputado estadual ou distrital, no caso do Distrito Federal. As eleições definirão a composição do Poder Executivo federal e estadual e renovarão parte do Poder Legislativo para os próximos anos. Como será a votação A ordem de votação definida pela Justiça Eleitoral será: deputado federal (quatro dígitos); deputado estadual ou distrital (cinco dígitos); primeiro senador (três dígitos); segundo senador (três dígitos); governador (dois dígitos); presidente da República (dois dígitos). Neste pleito, cada eleitor deverá escolher dois candidatos ao Senado, já que duas vagas por unidade da Federação estarão em disputa. Recomendações A Justiça Eleitoral recomenda que o eleitor consulte antecipadamente o local de votação, verifique sua situação eleitoral e, se desejar, baixe o aplicativo e-Título. Outra orientação é levar anotados os números dos candidatos escolhidos para agilizar a votação. O uso de telefone celular na cabine continua proibido. Antes de confirmar cada voto, o eleitor deve conferir, na tela da urna eletrônica, a fotografia, o nome e o partido do candidato. Em caso de erro, basta apertar a tecla "Corrige" e refazer o procedimento. Perfil do eleitorado As eleições de 2026 reúnem o maior eleitorado da história brasileira. Do total de eleitores aptos, 141.321.493 já têm biometria cadastrada, o equivalente a 89,01% do eleitorado, segundo a Justiça Eleitoral. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, há 605,8 mil eleitores de 16 anos e pouco mais de 1 milhão de eleitores com 17 anos – faixas etárias para as quais o voto é facultativo. Candidatos A disputa também é marcada pelo grande número de candidatos. A Justiça Eleitoral registra cerca de 21 mil pedidos de candidatura. Mais da metade está concentrada nas eleições para as assembleias legislativas e para a Câmara Legislativa do Distrito Federal. São cerca de 11,3 mil candidatos a deputado estadual e 433 a deputado distrital, totalizando cerca de 11,7 mil concorrentes nesses cargos. Para a Câmara dos Deputados, foram registrados 7.803 candidatos. Conquista da democracia O direito ao voto nem sempre esteve ao alcance de todos os brasileiros. Ao longo da história do país, diferentes grupos foram excluídos do processo eleitoral. Mulheres, analfabetos, populações indígenas e pobres estiveram, em diferentes períodos, impedidos de participar das eleições. Mais recentemente, durante a ruptura institucional instaurada pela ditadura militar, voto e direitos políticos sofreram restrições, e candidaturas foram cassadas, em meio a eleições indiretas para determinados cargos. Os analfabetos voltaram a ter direito ao voto em 1985. Já os direitos políticos foram consolidados na Constituição Federal de 1988. Nesse contexto, cabe à Justiça Eleitoral organizar o processo eleitoral, de forma a garantir o exercício do voto como pilar da democracia brasileira. Em material institucional da série Voto Limpo, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) define o voto como “a maior expressão da cidadania” e destaca que ele garante à população o direito de escolher seus representantes para a condução do país.
Bosnians head to the polls on October 4. Here’s a quick guide to the voting process, candidates and what's at stake.
President Luiz Inácio Lula da Silva and right-wing challenger Flávio Bolsonaro remain locked in a tight race as Brazil prepares to vote in Sunday’s election, according to a pair of new polls.
Peru's election deployment puts 57,738 police on duty for Sunday's local vote, while an OAS expert mission hears Lima candidates' complaints about the jury. The post Peru Election Deployment: 57,738 Police Guard Sunday’s Vote as OAS Meets Candidates appeared first on The Rio Times.
President Luiz Inacio Lula da Silva will stand for re-election in Brazil on Sunday. At 80, the former steelworker hopes to capitalise on his popularity and economic successes to win a fourth term in office but is neck-and-neck in the polls with far-right rival Flavio Bolsonaro.
Brazil’s President Luiz Inacio Lula da Silva and his election rival Flavio Bolsonaro are leaving no controversy unturned in their last-ditch efforts to discredit each other and win over voters ahead of Sunday’s nail-biter election. A campaign dominated by scandals and insults has done little to ease the deep political polarisation in Latin America’s biggest economy, one of the last major leftist bastions in the region. The tight race pits Lula, 80, against the son of former far-right president...
Brazil's President Luiz Inacio Lula da Silva and his election rival Flavio Bolsonaro are leaving no controversy unturned in their last-ditch efforts to discredit each other and win over voters ahead of Sunday's nail-biter election.
The RJD had last month announced its candidates for six seats, adding cryptically that "the decision on the remaining seats was pending"
Madurantakam and Dharapuram Assembly constituencies in Tamil Nadu are gearing up for bypolls on October 6, 2026, following the resignation of AIADMK legislators Maragatham Kumaravel and P. Sathyabama, respectively.
El Salvador electoral court magistrates have called the 28 February 2027 vote. Five parties plan presidential tickets, and candidates can file from 1 October. The post El Salvador Electoral Court Calls 28 February 2027 Vote, Opening Candidate Registration appeared first on The Rio Times.
‘You took pity on the candidate and voted for her in the election; but she defected to the ruling party; if you vote for the AIADMK again, there may be another by-election,’ said Kanimozhi