Containers and debris captured floating around the Strait of Hormuz
Video shows containers and debris scattered around the Strait of Hormuz due to the recent attacks on vessels.
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Video shows containers and debris scattered around the Strait of Hormuz due to the recent attacks on vessels.
Speaking with FRANCE 24's Mark Owen, Yemen's ambassador to France Riyad Yassin Abdallah says that the Iran-backed Houthi "are thriving and surviving by creating war". Saudi Arabia's energy minister on Monday said the country had been tested but would mount a "serious" response after a string of attacks on Riyadh's international airport by Yemen's Houthis that left 18 people dead.
How exposed is Saudi Arabia? Just as Iran’s retaliation to Donald Trump’s war suddenly exposed the vulnerability of neighboring Gulf states…how much is Riyadh reeling from the escalation with Yemen’s Tehran-backed Houthis? We’ll assess the physical and material damage from strikes on airports and oil facilities as well as eventual repercussions for the kingdom’s ability to project strength. In the age of cheap drone warfare, how much can a battle-hardened militia push against the region’s richest nation?
Saudi Arabia extended on Monday the closure of the international airport in Riyadh after announcing the Saudi-led coalition was responding to Houthi combined drone and missile attacks. On Saturday, another attack left 13 dead and over 300 injured. This is one of the worst disruptions to Saudi aviation in years – marking a significant escalation in the war with Yemen's Houthi rebels. Details and analysis by FRANCE 24 international affairs editor Philip Turle.
US, Australia, Canada, Japan, South Korea and New Zealand among countries urging citizens to avoid travel to the kingdom.
Despite ceasefire reached between Israel and Lebanon in June, Israeli attacks continue.
Zaporizhzhia was hit by deadly Russian airstrikes on Saturday, 10 October, killing at least 17 people, including three children, Ukrainian officials said. Rescuers searched rubble for survivors as the city faced renewed strikes on residential areas.
Fifteen people, including three children, were killed in a Russian attack on the southern Ukrainian city of Zaporizhzhia on Saturday, a day after US President Donald Trump announced a deal to lift sanctions on Russian diesel, in a major setback for Kyiv. Our correspondent Gulliver Cragg tells us more.
No primeiro turno das eleições, entre 16 de agosto e 4 de outubro, jornalistas e veículos de imprensa sofreram 14.182 ataques nas redes sociais, o que equivale a 283 ataques por dia. Todos eles, com foco nas eleições e feitos nas redes X e Instagram. Na reta final, os ataques aumentaram, chegando, na última semana antes das eleições, a uma média de 327 ataques por dia. Quando analisados os ataques direcionados a profissionais específicos, as jornalistas mulheres foram os principais alvos, concentrando 64,8% das agressões. Notícias relacionadas:Unidade da Funai é alvo de ataque em terra indígena no Paraná.Programa Marielle Franco abre edital para apoiar mulheres negras.PCCE indicia namorado de Isabelle Caracristi por violência psicológica.Os resultados fazem parte do relatório Cobrir as eleições, enfrentar a violência: uma análise dos ataques à imprensa no primeiro turno de 2026, feito pela Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor), em colaboração com o Laboratório de Internet e Ciência de Dados (Labic), da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e o Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio). Para a Coalizão em Defesa do Jornalismo, o relatório mostra um cenário preocupante. "Vemos uma enxurrada de ataques digitais com o intuito de descredibilizar e, muitas vezes, intimidar o trabalho de jornalistas nas redes sociais", diz a coordenadora jurídica da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), Leticia Kleim. "O resultado disso afeta não somente as vítimas diretas dos ataques, mas gera um prejuízo coletivo à sociedade, pela tentativa de silenciar o trabalho de jornalistas que têm um papel fundamental na democracia, ainda mais evidente no período eleitoral", acrescenta, Kleim. Ataques digitais Ao todo, foram analisados 3,7 milhões de conteúdos digitais. Durante 50 dias, a pesquisa acompanhou conteúdos relacionados às eleições no X e no Instagram, com o monitoramento de 652 termos e hashtags ofensivos. Os dados mostram que as ofensas aumentaram à medida que o dia das eleições se aproximava. Os registros cresceram de 2.630 casos na primeira quinzena para 4,4 mil na segunda, o que representa aumento de 67,3%. Na última semana, cresceram mais 3,1%, chegando a 4.537 ocorrências, o equivalente a 327 ataques diários. Segundo o levantamento, parte das mensagens procurava desacreditar não apenas informações específicas, mas os próprios profissionais e veículos responsáveis por divulgá-las. Expressões como “fake news”, “jornalista militante”, “imprensa golpista” e acusações de manipulação de pesquisas apareceram nos conteúdos analisados. A violência também atingiu organizações jornalísticas. Mulheres foram as mais agredidas Em se tratando de ataques direcionados a jornalistas específicos, as mulheres concentraram 64,8% dos ataques direcionados a jornalistas individualmente identificados durante o primeiro turno. Foram registradas 2.013 agressões contra profissionais mulheres, entre os 3.106 registros dessa categoria. Além de questionamentos ao trabalho jornalístico, as mensagens incluíram insultos sexuais, ofensas misóginas e incentivo à violência física. Disputa presidencial A disputa presidencial concentrou quase 80% dos ataques cujo contexto eleitoral foi identificado pelo monitoramento. O relatório destaca que, por trás dos registros, estão situações concretas: profissionais atacados após procurar fontes para uma reportagem, jornalistas submetidas a ofensas misóginas e ameaças, veículos pressionados pela atuação editorial e equipes que precisaram considerar os riscos à própria segurança antes de realizar uma cobertura. A violência digital, de acordo com o documento, pode se transformar em uma forma de intimidação de profissionais, com consequências para a segurança da imprensa e a circulação de informações de interesse público. A Coalizão em Defesa do Jornalismo (CDJor) reúne onze organizações de imprensa, entre elas a Abraji, a Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj), a Associação de Jornalistas de Educação (Jeduca) e Repórteres sem Fronteiras.
At least 19 settler attacks recorded across territory on Friday as Israeli forces separately detain 16 Palestinians.
The Indian Embassy in Riyadh has asked nationals to stay indoors as necessary, after attacks attributed to Houthi militants killed three people and disrupted flights between India and Saudi Arabia
Russia’s attacks on trains, buses and ports are paralysing Ukraine’s transport network and endangering civilians.
Saudi authorities said Wednesday three people were killed in attacks on two of the kingdom's international airports, including in the capital Riyadh, after Yemen's Houthis claimed to have fired on both transport hubs. The Iran-backed Houthis have claimed a wave of attacks on Saudi civilian infrastructure in recent weeks, which came as Riyadh-backed forces pressed a counter-offensive against the group's territorial gains. France 24’s Philip Turle takes a look at what the Houthis aims in the conflict are.
The Houthis have claimed responsibility for the attacks, which mark an escalation in the conflict.
Saudi authorities said Wednesday that three people were killed in attacks on two of the kingdom’s international airports, including in the capital Riyadh, after Yemen’s Houthis claimed to have fired on both transport hubs. The Iran-backed fighters earlier took responsibility for a flurry of attacks that included firing a ballistic missile at Riyadh’s King Khalid International Airport as the conflict deepens with Saudi Arabia, which backs Yemen’s government. “On Tuesday and Wednesday … Abha...
Moroccan, Algerian women killed in Abha, Sudanese national killed in Riyadh.
Prime Minister Benjamin Netanyahu has refused to take any personal responsibility for what happened or order a state inquiry.
The dollar jumped Wednesday as higher oil prices and heightened tensions in the Middle East prompted investors to flock to safety.
As Israelis mark the third anniversary of the October 7 Hamas attack, and with elections due later this month, one question keeps resurfacing: What did Benjamin Netanyahu know in the run-up to the attack? The Israeli prime minister has been accused of ignoring repeated warnings – an allegation he denies.
The parents of a 22-year-old Israeli man who was killed when Hamas attacked the Nova music festival on October 7, 2023 have told FRANCE 24 how they can still feel him surrounding them even though he's no longer here. Shira and Moshe Shapira say that time doesn't heal, but they are learning how to live with their loss. Their son Aner managed to throw seven grenades back towards Hamas fighters, before an eighth exploded in his hands, killing him. They spoke to us in Perspective.
Two missiles launched by Yemen's Iran-aligned Houthis targeted Aden's international airport early Wednesday, with no casualties reported, as Israel prepared to mark the third anniversary of the October 7, 2023 Hamas attacks. Follow our liveblog for the latest developments.
Saudi aviation authority reports severe injuries and damage following Houthi strikes on Jazan and Najran airports.
Official state ceremonies marking three years since the October 7 attacks are expected to take place later on Monday in Jerusalem, with Israeli officials in attendance.
A análise de contas de candidaturas LGBT+ pela plataforma Sentinela indicou a publicação, desde o início do período eleitoral, de 13 mil comentários classificados como ofensivos com alvo definido, o que significa que foram dirigidos a uma pessoa ou candidatura identificável. Para chegar a esse resultado, a Sentinela selecionou, no período, 307.185 comentários em contas de candidaturas que permitiram ser monitoradas pelo projeto por apresentarem potencial de violência em um universo de mais de 1 milhão de interações publicadas no Instagram. Notícias relacionadas:Candidaturas LGBT+ têm recorde em 2026 e se espalham por mais partidos.Grupo Arco-Íris denuncia apagamento LGBTI+ nos dados policiais do Rio.Eleições: propaganda eleitoral nas ruas termina às 22h deste sábado.A avaliação da plataforma em cada um dos mais de 307 mil comentários foi com base em quatro dimensões: se há violência; quem é o alvo; se existe um componente LGBTfóbico e se esse componente atinge diretamente a candidatura monitorada. De acordo com a plataforma, além desse mapeamento das contas envolvidas nas agressões, foram analisados os padrões de recorrência e os sinais de atuação coordenada. A metodologia usada, que combina coleta automatizada, classificação e inteligência artificial generativa, foi desenvolvida pelo Instituto Plena Cidadania (IPC), organização da sociedade civil dedicada ao desenvolvimento de infraestrutura democrática no Brasil e responsável pelo VoteLGBT. O estudo concluiu ainda que parte dos ataques se repete, o que ficou comprovado com a identificação de mais de 11 mil contas diferentes envolvidas nas agressões. Esse dado foi obtido a partir dos 13 mil comentários com alvo definido. Pelos dados da plataforma, um grupo de 224 contas mais ativas foi responsável por 1.718 comentários, revelando concentração da atividade em determinados perfis. “Quando tem a mesma mensagem repetida por 63 contas em um intervalo muito curto de tempo, como a gente verificou contra uma candidatura de Goiás, a gente tem forte indício de que isso foi coordenado. Isso pode ser uma combinação de pessoas ou automatizada”, avalia Gui Mohallem, da direção executiva do Instituto Plena Cidadania, em entrevista à Agência Brasil. Falsos positivos A plataforma afasta a possibilidade de inclusão no estudo de falsos positivos na classificação do contexto de cada comentário, porque ela não se restringe à presença de palavras ou expressões específicas. Os resultados inflados são evitados com a utilização de um critério conservador. Se a situação é ambígua, o caso não é contabilizado. A líder de inteligência do Instituto Plena Cidadania, Alciana Paulino, disse que a Sentinela permite enxergar uma violência que acontece em uma escala e velocidade que nenhum monitoramento manual conseguiria acompanhar. “Além de detectar as agressões, queremos compreender os padrões e recorrências, produzindo dados que possam contribuir para proteger quem disputa espaço na política”, explica o texto de divulgação do estudo. Alvos A atualização dos dados do estudo da Sentinela continua ao longo do processo eleitoral, mas até agora, notou que 92,7% das agressões registradas se dirigiram a candidaturas de mulheres LGBT+ e em 83,6% o público alvo foram as candidaturas negras LGBT+. “Essa violência que a gente está verificando é uma violência de gênero e está acontecendo com muitas mulheres na política e não só as LGBT. Denuncia uma questão da democracia porque ser mulher e candidata é igual a sofrer ataque e violência? O custo de se colocar para ser candidata é naturalizar que vai sofrer violência e receber ataques?”, questionou Gui Mohallem. Conforme a Sentinela, com base na análise das contas envolvidas, é possível verificar quem faz ataques recorrentes, como os perfis se comportam e quando diferentes contas reproduzem os mesmos conteúdos em intervalos muito curtos. Gui Mohallem chamou atenção para a responsabilidade pelo uso de recursos públicos no processo eleitoral. Ele lembrou que no Brasil LGBTfobia é crime e o financiamento de campanha é público. “O dinheiro público vai continuar sendo usado para financiar crimes na internet? É a pergunta que a gente faz”, alerta. No dia 23 de setembro, o Instituto Plena Cidadania protocolou uma notícia-crime na Justiça Eleitoral contra três candidatos a deputado federal que praticaram ataques discriminatórios contra deputadas federais candidatas à reeleição, buscando desqualificar as parlamentares por meio de ataques à sua identidade de gênero. “É isso que a gente está defendendo com a Sentinela para visibilizar o problema e como ele está acontecendo de maneira constante”, apontou. A Sentinela recebe também por meio de um canal os prints que lideranças políticas enviam de mensagens recebidas por inbox ou e-mail. Lá é possível ainda relatar outros episódios de violência. Gui ressaltou que os ataques mais violentos e ameaças de estupro coletivos e de morte, que muitas candidaturas recebem dia sim, dia não, chegam por e-mail, por inbox e várias vezes por provedores situados em países que não têm acordo com o Brasil. “A Polícia Federal não consegue descobrir quem é o autor porque o servidor está em um país que não tem acordo com o Brasil. São covardes as pessoas que fazem isso”, ressalta. A Sentinela faz também amparo psicológico no canal Cuida Mais para as candidaturas que sofrem ataques e suas equipes. “Nela opera sessões de terapia sigilosas e gratuitas. A pessoa faz um cadastro, mas logo ele é anonimizado. A gente tem uma parceria com uma clínica com todos os profissionais LGBT e a equipe que atende as candidaturas é treinada por nós em assuntos ligados à política. Isso é muito importante”, explicou. O monitoramento da Sentinela já está se expandindo para fora do Brasil e se prepara para atuar em diferentes ciclos eleitorais e contextos nacionais. Também negocia parcerias que podem resultar na sua implementação na Argentina e no México em 2027 para identificar e enfrentar a violência política na América Latina. “A importância de fazer isso articulado na América Latina é porque o grupo antidireitos e antigêneros está organizado internacionalmente e a gente continua com respostas locais. É preciso que a gente se articule também regionalmente para dar uma resposta à altura para a ameaça organizada e comum”, defende.
Closure of bridges struck by drones in Ukrainian capital causes traffic chaos.
At least three people, including a child, have died after Russia launched another round of strikes on Kyiv and its surrounding regions overnight to Wednesday, officials said. Several people were also wounded in the attacks. In Poland, two airports, in Lublin and Rzeszow, were briefly shut over “military aviation activity” during Russian attacks on Ukraine. Follow our liveblog for all the latest updates.
New York Times Kyiv bureau chief Andrew Kramer tells Bloomberg This Weekend that Russia and Ukraine are increasingly targeting each other’s economies as the war shifts toward attacks on energy, transportation and export infrastructure. Speaking with hosts David Gura and Christina Ruffini, Kramer says Ukraine is using its expanding drone arsenal to target Russia’s oil industry and its ability to finance a prolonged war. (Source: Bloomberg)
Russian drone and missile strikes on Ukraine’s capital Kyiv and its northeast killed eight people on Thursday in attacks that included a maternity hospital and a farm, officials said. Moscow has stepped up its air war in recent months, deploying more of its faster and harder-to-stop drones while Ukraine is short of interceptors to down ballistic missiles. Two people died in the latest assault on Kyiv, according to President Volodymyr Zelensky, who was in New York for the UN General...
President Ahmed al-Sharaa calls for Israeli withdrawal, condemning its attacks as Syria emerges from civil war.
Yemeni group warns of further attacks on the kingdom.