Palestinian collective uses art to connect Gaza and the West Bank
A Palestinian exhibition opening simultaneously in Bethlehem and Gaza is challenging Israeli restrictions.
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A Palestinian exhibition opening simultaneously in Bethlehem and Gaza is challenging Israeli restrictions.
Performing against backdrop of the illuminated palace remains a cherished dream for many
In the historic lanes of Kolkata’s potters’ quarter, majestic idols of Goddess Durga come alive this Puja season as tourists, photographers and social media enthusiasts throng the open-air workshops to witness the meticulous craftsmanship behind the art
For anyone who has visited the Chinese galleries at the Metropolitan Museum of Art in New York, there is one work that stops them in their tracks. Stepping into Gallery 206, home to Chinese Buddhist art, visitors are met by a monumental wall – over 15 metres wide and 7.5 metres tall (nearly 50 feet by 25 feet) – covered in a Buddhist assembly so vast and majestic that it momentarily erases the Manhattan bustle outside. Here stands the Medicine Buddha, a 14th century Yuan dynasty (1279-1368)...
Titled The Trojan Project™, India’s first Cyber Trojan Horse, the 25-feet tall statue of a horse, weighing approximately two tonnes, has been created by artist DaVinci Suresh
São Paulo today, Saturday 10 October: the Panorama of Art at MAM, Brasil Jazz Sinfônica at Blue Note, weather, transport and the weekend plan. The post São Paulo Daily Brief — Saturday, October 10, 2026 appeared first on The Rio Times.
O público da capital paulista conseguiu mais tempo para apreciar as mais de 100 obras da exposição Miró: Mestre das Formas. A visitação, no Museu de Arte Brasileira, da Fundação Armando Alvares Penteado (MAB FAAP), em Higienópolis, ficará aberta até 13 de dezembro. São gravuras, litografias, esculturas, filmes, fotografias e tapeçarias - muitas inéditas no Brasil - do pintor catalão, um dos mais destacados artistas do século 20. Notícias relacionadas:Cantora Marília Mendonça ganha exposição sensorial no MIS.Exposição em SP propõe novo olhar sobre a história do Brasil.Exposição em São Paulo celebra os 90 anos de Tom Zé.O contato com outros artistas renomados ocorreu cedo. Ainda adolescente, aos 14 anos, passou a ter a arte como cotidiano, matriculado em uma escola de belas artes. Miró foi um dos discípulos do também barcelonês Francesc d’Assís Galí i Fabra, que pintou o teto do Palau Nacional, local onde está atualmente o Museu Nacional d'Art de Catalunya (MNAC). Em 90 anos de vida, Miró, que, em princípio, pendeu mais para o fauvismo - vanguarda artística modernista que surgiu na França no início do século XX -, se submeteu a um processo de aprimoramento e experimentação profundos. Permitiu a troca de materiais, inclusive, mas sua assinatura e sua preocupação com o contexto sociopolítico da época não são apagados nunca de suas obras. O surrealista viveu no exílio por causa da guerra civil espanhola. A forma como manifesta sentimentos provocados por ela é, embora abstrata, tão perceptível quanto as representações figurativas, com seu caráter biomórfico (que se inspira em formas orgânicas e vivas da natureza). Diante de suas obras, em um museu, é possível entender um pouco como partiu do primeiro encontro com o fundador do surrealismo, André Breton, e chegou às suas composições. A cada elemento, é como se se pisasse em um e outro nível de um gramado de um terreno acidentado, ativando referências de Miró e seu país e de si mesmo, conscientes ou inconscientes. Há uma década, ao doar obras para serem leiloadas e angariar recursos para a Cruz Vermelha, seu neto Joan Punyet Miró, destacou o espírito solidário do avô. "Ele sempre quis ajudar os mais desfavorecidos, os refugiados e os exilados. Hoje, estaria consciente de que o que está acontecendo na Síria poderia acontecer na Espanha", disse Punyet na ocasião.
A rare work of Chinese calligraphy long presumed destroyed in the chaos of 1945 only to resurface 81 years later, fetched HK$177.45 million (US$22.6 million) in Hong Kong on Wednesday. The work called Jishi Tie, or Accumulated Time Letter, by early Tang dynasty (618-907) calligrapher Yu Shinan, went under the hammer at China Guardian Hong Kong’s autumn auction at the Hong Kong Convention and Exhibition Centre. It fetched HK$155 million at the hammer, with the final price including the buyer’s...
Botero's Peace Dove fell at the National Museum of Colombia on 6 October. No one was hurt, but the bronze has dents and paint loss and awaits restoration. The post Botero Peace Dove Damaged in Museum Fall appeared first on The Rio Times.
Christie’s auctioneer Rupert Banner leans forward with practised showmanship as bidding stalls on a rare Yongzheng bowl near New York’s iconic Rockefeller Centre. He pauses as if willing offers from thin air, scanning dozens of in-person buyers and phone banks connecting with China, London, Texas. It will be a bad look if the frenzy abates for this delicate peach-decorated bowl highlighted on Christie’s glossy Chinese sale catalogue and online advertising. But bidding soon resumes with a...
In this episode of Entre Nous, Delano D'Souza speaks to Daisy Fancourt, professor at University College London and a leading researcher on how the arts affects our brains and bodies. In her book "Art Cure" she draws on scientific evidence to show how the arts can transform our health and what her research suggests we should be doing to optimise the benefits.
A video installation built around the testimony of a former Japanese soldier on the killing of civilians and sexual assault in wartime China will go on display in London in October, even as its creator struggles to find a museum willing to exhibit the award-winning work in Japan. Created by contemporary artist Meiro Koizumi, “The Angels of Testimony”, has won acclaim overseas, but Japanese museums have been reluctant to exhibit the work, which confronts memories of violence committed by Japanese...
Apenas 16% da população brasileira visitou um museu nos 12 meses anteriores a 2025, segundo pesquisa da Fundação Itaú. No mesmo período, 26% das pessoas frequentaram um centro cultural. O acesso é ainda menor entre a população de renda mais baixa. Para ampliar o acesso a esses espaços, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) promove a Primavera dos Museus desta segunda-feira (22) até o dia 27 de setembro. A iniciativa busca incentivar as instituições culturais a se aproximarem da população e ampliar as oportunidades de visita a museus e pontos de memória. Com o tema Museus para todas as pessoas, a edição propõe ampliar o diálogo sobre o direito à memória, ao patrimônio cultural, à participação e ao pertencimento. O objetivo é estimular os visitantes a reconhecer nos acervos elementos de sua própria história e cultura. A programação fica a critério de cada instituição e inclui exposições, visitas guiadas e atividades educativas. A programação completa está na página do Ibram.
In southern Lebanon, visual artist Lina Jouni transforms debris from Israeli missile strikes into pieces of art.
As caparisoned elephants lead the procession, 19 cultural troupes, comprising 494 artistes, showcase the country’s rich artistic diversity alongside the spiritual grandeur of the festivities
The noted Algerian-French artist has initiated site visits and conversations in Kochi ahead of the next edition of the international art event, say KMB organisers
A primeira vez da potiguar Kaliane Martins, de 40 anos, em um museu foi para trabalhar em Brasília (DF). Ela se mudou para a capital, com a mãe, ainda criança, e adulta virou faxineira. Conseguiu emprego no Sesi Lab, na área central da capital, há quatro anos, deixou a vassoura e virou agente de portaria. Está encantada pelas artes que surgem de todos os lados. Inclusive, a mais recente tocou mais fundo o seu coração e a memória do bordado. Trata-se da instalação “Bordaduras”, um vinil adesivo de 530 metros quadrados, com imagem de agulhas e uma série de bordados em ponto de cruz inacabados instalada sobre os vidros do museu do Sesi Lab. O trabalho está oficialmente aberto à visitação do público a partir desta terça (15). A agente de portaria e costureira, Kaliane Freire, duarnte entrevista para Agência Brasil. Joédson Alves/Agência Brasil Notícias relacionadas:Exposição no CCBB do Rio traz a força da arte de mulheres da Amazônia.Exposição destaca força de mulheres quilombolas no Rio de Janeiro.A obra da artista plástica Regina Silveira, de 87 anos de idade, professora emérita da Universidade de São Paulo (USP), fez bem à memória da funcionária do espaço. “Aprendi a bordar com a minha mãe e com minha avó. Vi as agulhas [da obra] e me fez recordar”, diz Kaliane Martins. Ela recordou que teceu não apenas as próprias roupas e as dos três filhos adolescentes, mas também a própria vida. “Nunca foi fácil costurar cada dia de batalha”, filosofou a agente de portaria em entrevista à Agência Brasil. Ela ficou entusiasmada ainda mais com a chegada da artista. Feminista Nas palavras da artista Regina Silveira, que tem extensa carreira internacional, o objetivo da obra de arte é justamente provocar reflexões. Ela contextualiza que os bordados estão historicamente ligados à alfabetização das mulheres, durante o Pré-Renascimento, quando elas se ocupavam em bordar letras em enxovais. “No meu percurso, os bordados em pontos de cruz completos ou malfeitos se conectam ao repertório de padrões gráficos que venho utilizando desde o novo milênio com o suporte de meios digitais para dialogar com arquiteturas diversas.” Artista plástica Regina Silveira estreia obra no Sesi Lab. - Joédson Alves/Agência Brasil Ela percebeu, em viagens para diferentes países, revistas que ensinavam a fazer figuras bordadas. Em alguns espaços da instalação, os pontos incompletos têm relação com a ideia de um processo em execução. Regina Silveira entende que essa é uma obra feminista por natureza. “Tem uma fatia do meu trabalho, nos anos 1980 e 1990, que trata da distorção dos objetos do cotidiano.” Além disso, a artista diz que os seus trabalhos têm viés provocador e político. “Essa agulha, por exemplo, tem os significados dela. Eu sempre respeito muito a liberdade de interpretação. A pessoa vai entender o que quiser. Eu tenho quatro agulhas espalhadas. As agulhas são mais ilusionistas.” Além da obra nos vidros, do lado de dentro um painel de LED exibe “Dígito”, obra que Regina Silveira criou nos anos 1980. A artista, inclusive, faz palestra inaugural do 25º Encontro Internacional de Arte e Tecnologia, evento que debate a interseção entre as duas áreas. Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por 25º Encontro Arte e Tecnologia | Brasília #25.ART EMMEIO#18 (@25art_2026) Ancestralidade tecnológica Até domingo (20), o próprio Sesi Lab e o Museu Nacional de Brasília recebem eventos, obras e experimentos de 41 artistas de diferentes regiões do País. Entre os destaques, estão são as palestras de: Casé Angatu Xukuru Tupinambá, liderança indígena que falará sobre ancestralidade nas relações entre natureza, arte e tecnologia (nesta terça, às 14h); Hauke Dorsh, que aborda o tema das tecnologias sociais na disseminação da música africana (quarta, às 14h); Ive Rubini, que trará o conceito de tecnodiversidade e a importância de múltiplas perspectivas. Um dos temas que instiga os artistas e pesquisadores é a interferência da inteligência artificial nas obras. Para Regina Silveira, o olhar não precisa ser apocalíptico. Ela se refere ao fato que as tecnologias atuam com repertórios e memórias já existentes. “Nesse sentido, ela pode ajudar, mas não pode ajudar a criar ou a pensar.” Ela acrescenta que a IA pode facilitar a expansão. “Mas que não implique em invenção. Invenção é própria do cérebro humano. Uma conexão inesperada entre dados que já estavam incorporados. Não é inspiração que cai do céu.” Atualmente, ela exemplifica que trabalha em um projeto de uma sombra de um objeto artístico. “Eu nunca tive uma posição negativa em relação às tecnologias”. Para ela, é necessário conscientizar os mais jovens que eles têm que, antes de tudo, manejar a linguagem. “Os meios estão subordinados às linguagens”, acrescenta. Nada substitui o cérebro Uma das coordenadoras do evento, a artista e professora Suzete Venturelli também concorda que deve haver atenção com o uso das tecnologias generativas na arte e que nada substitui a criatividade humana, em que pesem os benefícios de experimentações. A coordenadora do 25 Art, Suzete Venturelli, fala sobre a exposição da artista plástica Regina Silveira, que estreia obra no Sesi. Joédson Alves/Agência Brasil “Muitos alunos nossos estão resistindo no uso. Experimentaram quando surgiram tecnologias e a gente percebeu que o banco de dados que eles usam tem um viés racista e eurocêntrico.” Para a professora, é necessário que a obra de arte alfinete a sociedade, inclusive as próprias tecnologias. É necessário que não se perca a capacidade de criar. Para lidar com a IA, será necessário, no entender dela, que se eduque para a sua boa utilização, que privilegie criatividade e bordar invenções. Malabarista e costureiro Gabriel Martins no Sesi Lab - Joédson Alves/Agência Brasil Crochê e malabares Na porta do museu, o professor de circo tocantinense Gabriel Coelho, de 21 anos, ensaiava com malabares de pinos coloridos. Ao observar a obra de arte no Sesi Lab, recordou que aprendeu com a mãe a costurar e a fazer crochê. “Eu arrumo todas as minhas roupas e calçados. Sou palhaço também. Lembrei, quando vi essa imagem, que desestresso com agulha e linha, e fico mais longe do celular.”