Rights group says eastern Libyan authorities are carrying out executions
Human Rights Watch says the military has killed an estimated 31 people since late August, with at least 50 other people at risk.
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Human Rights Watch says the military has killed an estimated 31 people since late August, with at least 50 other people at risk.
The statements had also called for detained leaders of the Joint Awami Action Committee to have access to legal representation and their families, and had called for due process and fair trial
The protest was organised by Hum Bharat Ke Log in solidarity with CJP and Left groups’ protest in Delhi, demanding the removal of Chief Election Commissioner Gyanesh Kumar and others
In tonight's programme, South African judge and human rights champion Navi Pillay has been awarded the Nobel Peace Prize. Also in Kenya health officials in Nairobi are still racing to track dozens of people linked to the man who died from the virus earlier this week. And finally, Moroccan-British photographer Hassan Hajjaj has built a global reputation with his vibrant portraits, 40 of his iconic Rock Stars pictures are taking centre stage in Paris.
French student unions vowed on Friday to keep up the fight even as the government registered a "marked slowdown" in a protest movement that has rattled the country for over a week. The UN human rights agency called for de-escalation, voicing concern over violent clashes with police that have caused severe injuries among teenage protesters.
As ameaças de morte e de violência sexual denunciadas, nesta quinta (8), pela deputada federal eleita Ana Elisa (PT-MG) ilustram o cenário de violência política pelo qual passa o Brasil durante a campanha eleitoral de 2026. Segundo levantamento divulgado pelas organizações de direitos humanos Terra de Direitos e Justiça Global, houve 134 casos de violência política durante a campanha até o primeiro turno das eleições, no último domingo (4), o que representou um caso a cada nove horas. Ao todo, 70 tiveram mulheres como vítimas (52,2%). Notícias relacionadas:Deputada federal eleita Ana Elisa denuncia ameaças durante a campanha.Lula cobra Flávio Bolsonaro sobre apoio ao fim da escala 6x1.Flávio Bolsonaro recebe apoio de partidos e fala em mudar Constituição.Dos 102 episódios dirigidos apenas a pessoas candidatas, 60 tiveram mulheres como vítimas (58,8%). Embora representem cerca de um terço das candidaturas, as mulheres foram alvos em mais da metade dos episódios de violência. Segundo a coordenadora de Incidência Política da Terra de Direitos, Gisele Barbieri, a violência política de gênero desqualifica e intimida mulheres, e mostra como o cenário é muito preocupante para a democracia brasileira. O ambiente digital tem sido, segundo ela, um terreno de agressões sistemáticas. Segundo a especialista, a falta de regulação das redes sociais é um elemento que dificulta o enfrentamento dessas violências. Apesar disso, a maior parte dos casos (71) ocorreu nas ruas. “É necessário uma força-tarefa do Estado para dar respostas mais rápidas contra essas violências”, avaliou a pesquisadora em entrevista à Agência Brasil. O número de 134 casos foi mapeado durante os 50 dias das campanhas eleitorais do 1º turno, iniciadas em 16 de agosto e encerradas no último domingo (4). Subnotificação Gisele Barbieri explica que a pesquisa mapeia principalmente registros que chegam ao conhecimento público, o que leva a uma estimativa que o número de 134 seja menor do que o real. Principalmente porque nem todos os casos de violências são denunciados. Para ela, mulheres, por exemplo, podem se sentir ainda mais expostas se não há respostas ou providências das autoridades policiais. “Existe essa subnotificação. Os casos muitas vezes não chegam à opinião pública por causa do medo”. Ela defende que existam providências e punições com agilidade para que tenham caráter pedagógico em função do impacto desse tipo de violência para a democracia. Em crescimento A pesquisadora mostra que o número representa um aumento dos casos em relação ao primeiro turno de 2022, quando foram registrados 121 casos. Esta 4ª edição da pesquisa levantou que a violência política foi cinco vezes mais frequente do que no período sem disputa eleitoral (que teve uma média de uma ocorrência a cada 44 horas). A coordenadora da Terra de Direitos considera inadmissível a naturalização de episódios violentos, que funcionam para intimidar propostas dos representantes políticos. "Esse cenário de hostilidade, além de intimidar, gera rupturas profundas no nosso sistema democrático exigindo do Estado uma resposta firme e proporcional à gravidade da situação", destaca Gisele Barbieri. Dos episódios registrados no período, 54 (40,3%) atingiram pessoas que disputavam ou exerciam cargos federais. Outros 48 casos (35,8%) tiveram como alvo pessoas que disputavam ou exerciam cargos estaduais. A ameaça foi o tipo de violência política mais recorrente (64 casos). Na sequência, aparecem 33 episódios de ofensa e 19 de agressão física. Também foram registrados 11 atentados, cinco casos de criminalização e dois assassinatos. As duas mortes foram de agentes relacionados à esfera municipal, de um vereador e um de secretário municipal. Misoginia Entre os 70 episódios contra mulheres, foram apontados: Machismo ou misoginia em 45 casos Racismo em nove Transfobia em cinco. Entre os 32 episódios de violência física (agressões, atentados e assassinatos) as mulheres foram vítimas em 21,9% dos casos. Já entre os 97 episódios de violência simbólica, que incluem ameaças e ofensas, as mulheres foram vítimas em 61,9% (60 casos). Os dois assassinatos e dez dos 11 atentados tiveram homens como vítimas. Já as sete ameaças de violência sexual tiveram mulheres como vítimas exclusivamente. Racismo Pessoas negras representaram 44,8% (60) de todas as vítimas de violência política no primeiro turno. Entre as mulheres vítimas, 19 das 70 eram mulheres pretas, mais de uma em cada quatro. “Enquanto os homens são atacados por sua atuação política, mulheres, pessoas negras e pessoas trans enfrentam também o racismo, o machismo e a transfobia que estruturam a sociedade brasileira”, disse a coordenadora da Justiça Global, Glaucia Marinho. Outros dados da pesquisa referem-se aos responsáveis pelas violências: em 26 episódios (19,4% do total de 134), o autor identificado era um agente público. Pelo menos 14 eram parlamentares ou governantes e sete eram agentes de segurança. Ainda segundo o levantamento, nenhum dos 134 episódios registrados teve punição até o encerramento da coleta de dados. Durante a campanha, em pelo menos oito casos houve medidas de urgência, como remoção de vídeos, suspensão de perfis e concessão de medidas protetivas. Para a equipe pesquisadora, essas medidas chegam a interromper a violência, mas não representam a responsabilização dos autores. As unidades federativas com maior número de ocorrência de casos são os estados de São Paulo (16), Rio Grande do Norte (13), Minas Gerais (12) e Rio Grande do Sul (10).
“Morally bankrupt”? Was Michigan Republican John Moolenaar talking about himself? Last week, the chairman of the House Select Committee on China demanded that Starbucks “immediately reverse course and close its stores”. The coffee chain’s crime? It opened two stores in Urumqi – the capital of Xinjiang Uygur autonomous region – in the city centre’s Grand Bazaar and its international airport. The way Moolenaar talked about it, you would think Starbucks was committing genocide and crimes against...
In its complaint to the National Human Rights Commission, Satish Vaid cited posts on X and alleged abuse of children for the protest in Mumbai
Mexico City, Mexico – Twelve years after the forced disappearance of 43 students from the Ayotzinapa teachers’ school, the Mexican government has presented a report with new findings. The new lines of investigation presented today by Undersecretary for Human Rights Arturo Medina expand the circle of suspects involved in the mass disappearance and shed light […] The post Mexican government presents new findings in case of 43 missing students appeared first on Latin America Reports.