More veggies from Telangana on plate: El Nino changes crop choices, farmers receive returns from harvest
Agriculture Secretary Surendra Mohan says they have tied up aggregators with farmers, will put in place cold storages
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Agriculture Secretary Surendra Mohan says they have tied up aggregators with farmers, will put in place cold storages
The Director, Agriculture, will serve as the AgriStack Commissioner in the four-level AgriStack Commissionerate.
Project is a year behind deadline, with over 96% of planned rain gauges and weather stations yet to be installed; private partners say IMD is retrospectively insisting that sensors be installed on the ground, not on rooftops
A estimativa de setembro para a produção de grãos em 2026 aumentou 2,4%, para 354,5 milhões de toneladas, na comparação com 2025 (346,1 milhões de toneladas). Em relação a agosto de 2026, a previsão ficou praticamente estável, com variação de 0,4% – aumento de 1.566.233 de toneladas. Notícias relacionadas:Conab estima safra de grãos de 360,8 milhões de toneladas em 2025/26.As informações constam do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nesta quinta-feira (15). A estimativa da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas em setembro de 2026 é recorde para a série histórica do IBGE. A área a ser colhida está estimada em 83,2 milhões de hectares, aumento de 1,6 milhão de hectares (2%) na comparação com a área colhida em 2025 (81,6 milhões de hectares). Em relação ao mês de agosto de 2026, a área a ser colhida cresceu 143.672 hectares (variação de 0,2%). Arroz, soja e milho O arroz, o milho e a soja são os três principais produtos deste grupo que, somados, representaram 93% da estimativa da produção e respondem por 87,3% da área a ser colhida. Para a soja, a estimativa de produção foi de 175 milhões de toneladas, acréscimo de 5,4% em relação ao ano anterior. A área a ser colhida cresceu 1,3%. A produção do arroz (em casca) foi estimada em 11,2 milhões de toneladas, queda de 11,4%. A área a ser colhida também diminuiu 12,6%. Quanto ao milho, a estimativa foi de 143,3 milhões de toneladas (1,6 milhão de toneladas acima de 2025, avanço de 1,1%). A estimativa é de 29,7 milhões de toneladas de milho na primeira safra (alta de 15,5%) e 113,6 milhões de toneladas de milho na segunda safra (queda de 2,0%). A área a ser colhida do milho cresceu 2,5%, sendo 8% no milho primeira safra e 1,1% no milho segunda safra. Demais grãos A estimativa de setembro para a produção do trigo em 2026 ficou em 5,9 milhões de toneladas (24% a menos do que em 2025). A estimativa do algodão herbáceo (em caroço) ficou em 9,5 milhões de toneladas (queda de 3,9%) e a do sorgo em 6 milhões de toneladas (alta de 11%). A estimativa para o feijão é de queda de 6,6% na produção.
O acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia impulsionou em 30,7% as exportações brasileiras para o bloco europeu entre maio e setembro de deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. O dado foi divulgado nesta terça-feira (13) pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, durante evento em Brasília. Além deste dado, o Brasil abriu 700 mercados internacionais para produtos agropecuários desde 2023. No acumulado de janeiro a setembro, as exportações brasileiras para a UE somaram US$ 44,17 bilhões, um crescimento de 20% em relação aos nove primeiros meses de 2025. Notícias relacionadas:Preços maiores sustentam alta das exportações aos EUA em agosto.Acordo entre Mercosul e Singapura garante tarifa zero para exportações.Apex prevê plano de R$ 130 milhões para diversificar exportações.O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, também destacou os resultados do acordo e confirmou que o comércio bilateral entre os países do Mercosul e da União Europeia aumentou mais de US$ 6 bilhões desde a aprovação e a entrada em vigor do tratado. “As exportações brasileiras tiveram uma alta de 10,4% em 2026. Só o acordo Mercosul-União Europeia, de maio até agora, significou uma expansão de 30% das nossas exportações”, declarou Vieira. O acordo entrou em vigor provisoriamente em 1º de maio, após quase 27 anos de negociações entre os dois blocos. Expansão Durante o evento, Elias Rosa afirmou que o crescimento das exportações brasileiras não se restringe ao agronegócio. Segundo o ministro, o comércio exterior do país avançou, em média, 10,5%, em um cenário internacional marcado por tensões geopolíticas e pelo aumento de barreiras comerciais. O ministro também destacou a ampliação das relações comerciais do Brasil com diferentes mercados e atribuiu os resultados à capacidade de expansão das empresas nacionais e à atuação do governo na promoção do comércio exterior. “É a pungência do setor privado e a capacidade do setor privado de expandir, sobretudo no agro. A missão número um da nova industrialização do Brasil envolve justamente a agroindústria”, afirmou. Ao comentar as relações com os Estados Unidos, Elias Rosa classificou o momento como “delicado”, mas defendeu a continuidade das negociações diplomáticas. “Mas não sairemos do diálogo da negociação”, disse. Novos mercados O anúncio dos resultados comerciais ocorreu durante cerimônia no Ministério da Agricultura e Pecuária que celebrou a abertura de 700 novos mercados internacionais para produtos agropecuários brasileiros desde o início de 2023. As aberturas ocorreram em 99 destinos, entre países e blocos econômicos, após autorizações sanitárias para a entrada de produtos brasileiros. O ministro da Agricultura, André de Paula, comparou o resultado ao registrado na gestão anterior. “Foram 700 aberturas de mercado contra 241 do governo anterior”, afirmou. De Paula também destacou o desempenho do agronegócio e as perspectivas para a produção nacional. “Planejamos chegar a 29% do PIB agropecuário neste ano. A safra 2026/27 deve ter 366 milhões de toneladas”, acrescentou. Meta Segundo estimativa da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), o país exportou US$ 5,8 bilhões para os novos mercados abertos desde 2023. A projeção da agência é que as vendas para esses destinos alcancem US$ 80 bilhões nos próximos quatro anos. André de Paula também afirmou que o Brasil pretende encerrar o ano como o maior exportador mundial de alimentos. “Exportamos US$ 169 bilhões no acumulado do ano, US$ 2 bilhões abaixo dos Estados Unidos, mas terminaremos o ano como maior exportador de alimentos”, declarou. O ministro ainda ressaltou os investimentos do governo federal no financiamento da produção rural, incluindo recursos destinados à agricultura empresarial e familiar por meio do Plano Safra. “Este governo investiu mais de R$ 610 bilhões no Plano Safra atual para agricultura empresarial e familiar. Nos quatro anos de governo Lula, foram investidos mais de R$ 1 trilhão. Isso dá conta da importância que conferimos ao agro brasileiro”, afirmou. De Paula citou ainda a autorização concedida pela China para a exportação brasileira de miúdos suínos e manifestou expectativa de novas aberturas de mercado para produtos agropecuários nacionais.
District Horticulture Officer says the week-long drive will create awareness on Rayalaseema Integrated Horticulture Development Programme (RIHDP) schemes and receive applications from eligible farmers across the district
China has unveiled a smart robot prototype designed to assist with wheat breeding in the latest step in its ongoing drive to advance agricultural technology and bolster food security. The robot made its public debut at a recent seminar on wheat breeding, state-run China Science Daily reported on Friday. Traditional wheat breeders rely on a wealth of accumulated experience to identify and select strains with superior traits from tens of thousands of hybrid offspring. But this requires manual...
Residents of Harigi, a village about 30 km from Shikaripur in Shivamogga district, have resolved to ban non-vegetarian feasts at weddings - beegaroota - in view of the severe drought affecting the agrarian community
Brussels proposed special accession terms that could cap Ukrainian farm exports and subsidies, shifting grain flows toward Brazil and Argentina. The post Ukraine EU Agriculture Limits Proposed, Who Gains appeared first on The Rio Times.
Farmers in the State will get uninterrupted supply of fertilisers in accordance with their demand
Sow only when there is adequate rain and soil moisture, says District Agriculture Officer P. Satyavani, and plan paddy only after assessing water availability
The Chief Minister promises irrigation, processing and export support to make the drought-prone region a ‘global fruit bowl’; Reliance, which will run the new Indian School of Agriculture, announces ₹1 lakh crore for biogas plants
Farmers looking at massive losses despite covering 108% of target sowing area; yield drops to 2-3 quintals in rainfed areas
Among pulses, the support price of gram has been increased by ₹83 to ₹5,958 per quintal from ₹5,875 per quintal, while masur MSP was hiked by ₹390 to ₹7,390 per quintal in the said period
Agriculture and Horticulture officials asked to complete field-level verification and ensure every affected farmer is included in the assessment
Tokyo, Sept. 25 (Jiji Press)--New Japanese agriculture minister Kazuo Yana said in a recent interview that the top focus of his agricultural policy will be ensuring appropriate prices for agricultural products. "With prices of production materials rising, it is difficult for farmers to secure profits," Yana said. "Establishing appropriate prices and creating conditions that enable farmers t...
BJP State president B.Y. Vijayendra demanded a waiver of crop loans of up to ₹5 lakh for farmers affected by the severe drought in Karnataka
Em 41 anos, a Mata Atlântica perdeu quase 10 milhões de hectares, enquanto a área destinada à agricultura ganhou 11 milhões de hectares, é o que mostra levantamento do MapBiomas divulgado nesta segunda-feira (21), Dia da Árvore. O levantamento mostra ainda que um em cada quatro hectares de vegetação nativa existentes hoje na Mata Atlântica corresponde a áreas que voltaram a crescer após terem sido desmatadas desde 1985. Os dados fazem parte da Coleção 11, dos mapas anuais de cobertura e uso da terra do Brasil do MapBiomas, rede colaborativa de universidades, organizações não governamentais (ONGs) e empresas de tecnologia, focadas em monitorar as transformações na cobertura e no uso da terra no Brasil, e reúne informações de 1985 a 2025. Notícias relacionadas:Desmatamento da Mata Atlântica tem queda de 28% em um ano.Povos tradicionais lançam aliança inédita para defender Mata Atlântica.Qualidade dos rios da Mata Atlântica continua precária, aponta estudo.No total, a Mata Atlântica perdeu, desde 1985, 9,7 milhões de hectares de vegetação madura (áreas mapeadas como vegetação nativa desde 1985). Por outro lado, no mesmo período, o bioma ganhou mais de 8 milhões de hectares de vegetação secundária, áreas que voltaram a crescer depois de terem sido desmatadas. Apesar do crescimento, os dados evidenciam que o desmatamento passou a incidir mais sobre as áreas regeneradas, com vegetação secundária. Entre 2021 e 2025, foram suprimidos 1,2 milhão de hectares na Mata Atlântica: 700 mil hectares de vegetação secundária e 500 mil hectares de vegetação madura. Assim, 60% da supressão ocorrida nos últimos cinco anos atingiram áreas de vegetação secundária. Ao mesmo tempo, os números mostram que, em relação à supressão da vegetação nativa, na Mata Atlântica há uma tendência de queda ao longo da série histórica. A partir dos anos 2000, a área de vegetação nativa suprimida ficou abaixo de 2 milhões de hectares em cada período de cinco anos. Segundo o MapBiomas, os estados do Rio de Janeiro e de São Paulo foram os únicos que não apresentaram perda de vegetação nativa nos últimos 41 anos. A coordenadora técnica da Mata Atlântica do MapBiomas, Natália Crusco, destaca que apesar do avanço positivo registrado com a cobertura de áreas que haviam perdido a vegetação nativa, é preciso evitar o desmatamento no bioma, presente em 15 estados e considerado patrimônio nacional pela Constituição Federal. “A regeneração tem papel fundamental na recuperação da Mata Atlântica, seja por meio da restauração ou da recuperação natural de áreas degradadas", disse Natália. Segubdo ela, ao mesmo tempo, é essencial evitar novas perdas de vegetação nativa, tanto madura quanto secundária, especialmente em um bioma tão fragmentado e historicamente pressionado pela ocupação humana. Com área de aproximadamente 1,3 milhão de quilômetros quadrados, a Mata Atlântica é o bioma brasileiro com a menor proporção de vegetação nativa. Em 2025, essa cobertura ocupava 32% do seu território, enquanto a agropecuária respondia por 63%. Os dados mostram ainda que a área ocupada pela agricultura corresponde a aproximadamente 20,5 milhões, o que representa 19% da área total do bioma. Segundo o MapBiomas grande parte da expansão ocorreu sobre pastagens, que perderam cerca de 11 milhões de hectares no período. A conversão de pastagens em agricultura respondeu por 19% das mudanças de cobertura e uso da terra registradas entre o início e o fim da série histórica, em 1985. “A soja ganhou 8,7 milhões de hectares em 41 anos e passou a ocupar 11,11 milhões de hectares em 2025, uma área 4,6 vezes maior do que a área registrada em 1985. A cana-de-açúcar avançou 5 milhões de hectares e alcançou 6,15 milhões de hectares, 5,3 vezes a área de 1985", informou o MapBiomas. Em 2025, a Mata Atlântica concentrava 25% da soja, 50% da cana-de-açúcar, 68% do café (833 mil hectares) e 34% do citrus (141 mil hectares) das áreas mapeadas no Brasil. Outro ponto de destaque no levantamento é o avanço da silvicultura, que apresentou aumento de 3,8 milhões de hectares, chegando a 4,9 milhões de hectares em 2025. Nesse ano, metade da silvicultura mapeada no país estava na Mata Atlântica. O Paraná e Santa Catarina concentravam 46% da área de silvicultura no bioma. Áreas urbanizadas No que diz respeito às áreas urbanizadas, na Mata Atlântica elas cresceram 2,5 vezes entre 1985 e 2025. O acréscimo foi de 1,3 milhão de hectares, e a área total chegou a 2,3 milhões de hectares. Mais da metade, 52%, de toda a área urbanizada do Brasil estavam no bioma em 2025. “Quanto à extensão das áreas urbanizadas, mais de 80% dos municípios da Mata Atlântica apresentavam menos de mil hectares urbanizados em 2025. Apenas São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba ultrapassavam 30 mil hectares", acrescentou o MapBiomas. Os estados de São Paulo, Paraná e Minas Gerais registraram os maiores aumentos absolutos de áreas urbanizadas entre 1985 e 2025.