Three Kashmir religious leaders, including Mirwaiz, attend Iran embassy exhibition in Delhi
A spokesperson of Shia cleric Al Safavi said the religious leader will also “participate in an interaction with the Iranian President”.
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A spokesperson of Shia cleric Al Safavi said the religious leader will also “participate in an interaction with the Iranian President”.
Canadian High Commissioner Christopher Cooter speaks to The Hindu on the future of India-Canada relations, progress after the Nijjar crisis, the possibility of Prime Minister Narendra Modi’s visit to Canada, trade negotiations, student visas, security cooperation and the evolving geopolitical partnership between the two countries.
Narendra Modi and Xi Jinping will hold talks on September 12 on the sidelines of this week’s BRICS Summit
The Minister of State for Foreign Affairs said that Bangladesh PM Tarique Rahman was invited in his capacity as the head of BIMSTEC, not as the Prime Minister.
Russian, Iranian leaders due to hold talks with India's Modi at summit dominated by wars in Middle East and Ukraine.
Iran President Pezeshkian and UN Secretary-General Guterres are among the leaders expected to arrive later in the day
A Índia sediará a Cúpula dos Líderes do Brics neste fim de semana, com o objetivo de elevar a visibilidade global do bloco mesmo com a guerra liderada pelos Estados Unidos (EUA) contra o Irã dividindo seus membros, com Teerã e Abu Dhabi, em lados opostos do conflito. A cúpula, que ocorrerá nos dias 12 e 13 de setembro em Nova Delhi, ocorre mais de seis meses após os EUA e Israel terem lançado ataques contra o Irã, membro do Brics desde 2024. O conflito levou ao fechamento virtual do Estreito de Ormuz, um dos principais pontos de estrangulamento do comércio de petróleo no mundo, elevando os preços do petróleo bruto para mais de US$ 100 o barril. Notícias relacionadas:Irã deve aderir ao Banco de Desenvolvimento do Brics em breve.MinC busca apoio do BRICS para infraestrutura cultural.Negociações do Brics na Índia terminam sem declaração conjunta .Os Emirados Árabes Unidos, membro do Brics, após serem atingidos por mísseis iranianos desde o início da guerra, suspenderam todas as transações comerciais e financeiras com o Irã em agosto. Especialistas em política externa afirmam que o principal desafio do bloco será encontrar uma linguagem sobre a crise no Oriente Médio que tanto Abu Dhabi quanto Teerã possam aceitar, abrindo caminho para uma declaração conjunta. Embora seja improvável que essa declaração conjunta influencie o atual cenário geopolítico, ela demonstrará, por exemplo, que um fórum de países emergentes pode se unir contra políticas economicamente debilitantes, como as sanções ocidentais, afirmaram. O presidente chinês, Xi Jinping, participará do evento em sua primeira visita à Índia em sete anos, ressaltando a importância que Pequim atribui ao Brics e colocando a China, ao lado da anfitriã Índia, no centro dos esforços para manter a coesão do bloco ampliado. O presidente russo, Vladimir Putin, o iraniano Masoud Pezeshkian, o sul-africano Cyril Ramaphosa, o egípcio Abdel Fattah al-Sisi e o indonésio Prabowo Subianto também devem comparecer, juntamente com o secretário-geral da ONU, António Guterres. Os Emirados Árabes Unidos deverão ser representados pelo príncipe herdeiro de Abu Dhabi, xeque Khaled bin Mohamed bin Zayed Al Nahyan. Impacto da guerra no Irã O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou na terça-feira (8) que as diferenças entre os Emirados Árabes Unidos e o Irã tiveram “impacto negativo” e dificultam a “elaboração” de declaração conjunta, mas expressou esperança de que os líderes consigam encontrar uma formulação que seja aceitável para ambos os países. Originalmente composto pelo Brasil, Rússia, Índia, China e, posteriormente, pela África do Sul, os Brics se expandiram com a adesão do Egito, da Etiópia, do Irã, dos Emirados Árabes Unidos e da Indonésia, refletindo a ambição de representar um Sul Global mais amplo. O papel da Arábia Saudita no grupo permanece ambíguo, já que o país não aceitou a adesão plena, mas participa com delegações de nível inferior. O ministro das Relações Exteriores, Faisal bin Farhan Al Saud, participará da reunião em Nova Delhi. “Alguns dos novos membros dos Brics — Irã, Emirados Árabes Unidos, Egito e Etiópia — estão envolvidos em tensões e não concordam em muitos pontos. Isso é uma má notícia para uma entidade que opera com base no consenso”, disse Michael Kugelman, pesquisador sênior do Atlantic Council. “Há uma ironia aqui: a expansão do Brics reflete seu crescente apelo e proeminência. Mas esse mesmo atrativo, devido às visões divergentes dos novos membros, pode tornar o grupo menos eficaz.” Em maio, os ministros das Relações Exteriores dos países dos Brics não conseguiram emitir uma declaração conjunta, após uma reunião em Nova Délhi, devido a divergências entre o Irã e os Emirados Árabes Unidos. No entanto, neste mês, a cúpula da Organização de Cooperação de Xangai deu motivos para otimismo, pois seus membros chegaram a um texto sobre o conflito com o Irã que fosse aceitável para países com posições divergentes. O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, Xi, Putin e Pezeshkian, entre outros, assinaram declaração conjunta condenando a campanha militar dos EUA e de Israel contra o Irã e as sanções ocidentais. O ex-diplomata indiano Rajiv Bhatia afirmou que a declaração conjunta da cúpula da Organização de Cooperação de Xangai — que, no entanto, não inclui os Emirados Árabes Unidos — gerou esperanças de que o Brics consiga superar essa divisão. “Houve um avanço significativo em Bishkek, na cúpula da Organização de Cooperação de Xangai”, disse Bhatia. Apesar de ela ter membros pró-EUA, “eles conseguiram chegar a uma formulação que fosse aceitável para todas as partes”. Especialistas também afirmaram que o protecionismo e as políticas tarifárias unilaterais do presidente dos EUA, Donald Trump, deram motivos para que os países do Brics se unissem e podem levar a reuniões bilaterais ou trilaterais entre os líderes desses países. Neste mês, Xi deve viajar para os EUA. Não ficou claro de imediato se ele terá conversas com Putin em Nova Delhi, à margem da cúpula, antes de seu encontro com Trump. * É proibida a reprodução deste conteúdo.
Chinese Commerce Minister Wang Wentao and his Indian counterpart Piyush Goyal will be holding discussions on the sidelines of the event
Three years ago, New Delhi put on a spectacle when world leaders descended on India’s capital for the Group of 20 summit. Colorful murals of Indian mythology adorned the city alongside elaborate statues, floral arrangements and welcome billboards featuring Prime Minister Narendra Modi.
Today’s Above the Fold bulletin covers Tamil Nadu’s heated Assembly clashes over past corruption charges, Delhi’s tragic hostel collapse raising serious safety questions, and New Delhi’s official stance on a controversial new UN map. We also examine escalating West Asia strikes, ISRO’s milestone satellite launch, and key diplomatic engagements worldwide.
The strategic blueprint seeks to integrate defence diplomacy more closely with India’s wider foreign policy, economic interests and national security objectives
The External Affairs Minister said attacks on commercial shipping featured prominently in his discussions with Ukrainian counterpart
Indian Prime Minister Narendra Modi’s recent meetings with Russian President Vladimir Putin and Iranian leader Masoud Pezeshkian at the Shanghai Cooperation Organisation (SCO) summit have put the spotlight on New Delhi’s ability to mediate major conflicts. Positioned between Russia and the West, and with working ties across rival camps in the Middle East, India is seen by some analysts as a potential bridge in conflicts where few countries can still speak to all sides, though they note access...