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Islamabad cites security concerns, while Tehran points to technical issues as Pakistan mediates between Iran and the US.
Youths and police clashed for a second consecutive day on Sunday in Milan, where at least 200 people were arrested during protests over the cost of living. Prime Minister Giorgia Meloni called a security meeting for Monday to address the violence, which evoked scenes of chaos and looting in Paris. FRANCE 24's Seema Gupta reports from Rome, Italy.
Rubbish littered the streets of Marseille on Sunday, one day after demonstrations against rising living costs and declining public services spiralled out of control in some of the worst violence France has witnessed for decades. On Saturday, black-clad protesters broke into Marseille's city hall and defaced the building with graffiti, while public buildings were also targeted in other French cities.
"The Pulse With Francine Lacqua" is all about conversations with high profile guests in the beating heart of global business, economics, finance and politics. Based in London, we go wherever the story is, bringing you exclusive interviews and market-moving scoops. Today's guests: Shoqat Bunglawala, Goldman Sachs Asset Management EMEA Head of Multi-Asset Solutions; Hanna Notte, James Martin Center for Nonproliferation Studies Eurasia Program Director (Source: Bloomberg)
The violence that rocked France this weekend as cost-of-living protests degenerated into looting and burning nationwide is raising alert levels across Europe, where elections will be held in at least half a dozen countries next year. Ukrainian President Volodymyr Zelenskyy accused Donald Trump of trying to pressure Kyiv into surrendering to Russia, escalating a week-long row with the US president. The Opening Trade has everything you need to know as markets open across Europe. With analysis you won't find anywhere else, we break down the biggest stories of the day and speak to top guests who have skin in the game. Hosted by Anna Edwards, Guy Johnson and Tom Mackenzie. (Source: Bloomberg)
Interior Minister Laurent Nunez acknowledges that police 'lost control' during weekend protests.
‘Incidents of violence and murder, and the seizure of drugs by central agencies, show that the Chief Minister is not paying adequate attention to the police department,’ the former CM said
France experienced a weekend of shocks as weeks-long high school student protests for better study environments were hijacked by violent looters across major cities, angered by rising fuel prices and an ongoing cost of living crisis. While the rallies saw hundreds of thousands protest peacefully, clashes over the weekend led to chaotic scenes: hundreds of shops were pillaged, the historic city hall of Limoges was burned down and multiple public buildings across cities like Paris, Marseilles and...
France saw some of its worst street violence in years as protests over education, public services and the cost of living descended into clashes, looting and fires. More than 2,300 people were arrested as President Emmanuel Macron called for calm. (Source: Bloomberg)
Political tension grips France after rioting marred protests over the cost of living and struggling public services, Katya Adler writes.
Recalling the era of 1990s when gang wars had led to bloodbath on the streets of Mumbai, Mr. Shinde said that the Mumbai Police had even then reigned in on such forces
Albanian police fired water cannon and tear gas on Sunday as violent anti-government protests entered a sixth day and Prime Minister Edi Rama rejected demonstrators’ demands that he resign. Violent demonstrations have rocked Tirana since Tuesday with protesters calling for action over poor university conditions, high tuition fees and corruption. Hundreds of protesters gathered again at noon in front of the education ministry chanting “Rama, resign” amid a tense stand-off with police. After...
French President Emmanuel Macron says protesters who attacked government buildings need to pay for their crimes.
French President Emmanuel Macron said that "nothing justifies" violence during an address to the nation on Sunday, a day after demonstrations drew hundreds of thousands of people to the streets to protest the rising cost of living and poor school conditions. Police arrested more than 2,300 people over the weekend after violent groups clashed with officers and looted shops.
French President Emmanuel Macron on Sunday vowed there would be "full transparency" over the response by security forces to protests that turned violent this weekend, after criticism that police preparations had been inadequate.
How much damage has the unrest in France caused to a protest movement rooted in genuine grievances but hijacked by rioters, violence and vandalism? Is it a gift to Marine Le Pen, the far-right leader and presidential frontrunner? Or is it a spectre of trouble to come in a deeply polarised society, amid an increasingly poisonous political atmosphere? France 24’s Gavin Lee speaks to French analyst Renaud Foucault and a senior professor of economics.
Omar Abdullah’s victory in the 2024 elections was an inflection point not only for J&K but also for the NC, which has ruled the region for more than four decades
Novos confrontos eclodiram em Paris neste domingo (18), um dia depois de a França ter vivido um dos piores dias de agitação dos últimos anos, com protestos contra os preços altos que deixaram um manifestante morto, milhares de pessoas presas e lojas saqueadas ou danificadas em todo o país. Manifestações em todo o país se transformaram em tumultos no sábado, com uma prefeitura incendiada, lojas saqueadas e prédios cobertos de pichações, enquanto grupos violentos entraram em confronto com a polícia em cidades por todo o país. Notícias relacionadas:França: estudantes prometem continuar luta após primeira vitória.Alunos e professores protestam na França no maior dia de mobilização.Um manifestante morreu após sofrer uma parada cardíaca durante os protestos em Paris. A polícia realizou mais de 2 mil prisões em toda a França, enquanto mais de 600 policiais ficaram feridos, informou o ministro do Interior. Chamas e fumaça nas ruas de Paris, durante protestos da população contra os custos de vida e a alta dos preços dos combustíveis - REUTERS/Abdul Saboor/Proibida reprodução “Aqui parece uma zona de guerra”, disse o empresário holandês Tije De Boer, que havia vindo a Paris com seus filhos para visitar um amigo e afirmou que os protestos o forçaram a deixar seu hotel na Place de la République, um dos pontos mais conturbados no sábado (17). A polícia voltou a lançar gás lacrimogêneo contra os manifestantes na Place de la République e bicicletas foram incendiadas na tarde de domingo, um sinal de que as tensões ainda não haviam se acalmado totalmente na capital. Mais de meio milhão de pessoas participaram de marchas em dezenas de cidades no sábado, marcando a convergência de um movimento estudantil que já dura um mês com um descontentamento social mais amplo contra o aumento do custo de vida e o declínio dos serviços públicos. Carro incendiado perto da estátua de Marianne, na Place de la Rèpublique - REUTERS/Abdul Saboor/Proibida reprodução O presidente Emmanuel Macron fará um pronunciamento à nação às 20h, horário local, no domingo, informou seu gabinete. Os distúrbios de sábado revelaram a profunda raiva contra Macron, que deixará o cargo em 2027 após uma década no poder cada vez mais marcada pelo descontentamento social, uma economia fraca e uma dívida galopante. O governo atribuiu a violência a grupos de extrema esquerda e ultra-esquerda, bem como a criminosos que, segundo o governo, instigaram os saques. O líder da extrema direita francesa, Jordan Bardella, afirmou que a França havia sido “humilhada” e pediu que Macron renunciasse. “Estamos pagando por décadas de negligência, perda de autoridade e pelo desarmamento moral, psicológico e material de nossas forças de segurança interna”, disse ele durante visita a uma delegacia de polícia em Paris. Lojas danificadas Ruas comerciais foram tomadas por incêndios provocados pelos manifestantes - REUTERS/Abdul Saboor/Proibida reprodução Enquanto centenas de milhares protestavam pacificamente, grupos marginais violentos atacaram prédios públicos, saquearam butiques de luxo e supermercados e atacaram veículos e policiais. Uma operação maciça de limpeza teve início em cidades que vão de Lille, no norte, a Marselha, no sul, e de Estrasburgo, no leste, a Bordeaux, no sudoeste, onde uma multidão mascarada invadiu a residência do prefeito local. O ministro do Interior, Laurent Nunez, afirmou que várias centenas de lojas foram danificadas no sábado. Em Limoges, no sudoeste da França, o prefeito Guillaume Guerin denunciou o caos após a prefeitura da cidade, de 143 anos, ter sido incendiada e amplamente destruída em um ataque criminoso no sábado, o que gerou comparações com o incêndio de 2019 que devastou a Catedral de Notre-Dame, em Paris. “Houve uma intenção clara e premeditada de incendiar a prefeitura, e as pessoas que estavam lá dentro temeram por suas vidas”, disse Guerin à Reuters. Ele ameaçou renunciar caso a cidade não recebesse os recursos necessários para reparar a prefeitura. Caminhão dos Bombeiros trabalha no rescaldo do incêndio ocorrido na noite de Sábado, na prefeitura de Limoges, na França - Reuters/Clotaire Achi/proibida reprodução Eleições Os distúrbios aumentaram a pressão sobre o presidente Macron e seu governo antes da eleição presidencial prevista para o próximo ano. O primeiro-ministro Sébastien Lecornu atribuiu os distúrbios à “extrema esquerda” e aos criminosos. O ministro da Economia, Roland Lescure, prometeu apoio no domingo aos empresários que sofreram prejuízos. “Quem destruir coisas vai pagar, reparar os danos e ser responsabilizado por sua intenção de semear o caos”, disse Lescure em comunicado. O prefeito de Bordeaux, Thomas Cazenave, disse que até 100 lojas foram saqueadas em sua cidade, enquanto o prefeito de Marselha, Benoit Payan, anunciou ajuda financeira de emergência para apoiar as empresas afetadas pela violência. O presidente-executivo da rede francesa de varejo Carrefour, Alexandre Bompard, disse à emissora francesa BFMTV que 50 lojas da empresa foram danificadas, incluindo 20 que foram saqueadas, com prejuízos decorrentes dos danos chegando a dezenas de milhões de euros. Os protestos começaram no mês passado devido às condições das escolas e à escassez de professores nos subúrbios da classe trabalhadora, antes de se transformarem em um movimento contra a desigualdade, os cortes nos gastos públicos e o aumento do custo de vida. *Reportagem adicional de Natasa Bansagi, Janis Laizans, Abdul Saboor e Clotaire Achi
French police battled protesters and looters for a second day Sunday as the country reeled from the violent chaos left by a day of cost-of-living demonstrations in which 2,000 people were arrested nationwide. Paris city workers had not finished clearing up the torched cars, smashed shopfronts and burnt debris from Saturday’s unrest when the new troubles started and political recriminations erupted. Agence France-Presse journalists said several hundred people gathered in Place de la Republique in...
Fresh clashes broke out in Paris on Sunday, a day after France experienced one of its worst bouts of unrest in years. Protests over high prices left one demonstrator dead, thousands arrested, and shops across the country looted or damaged. France 24's Antonia Kerrigan tells us more.
The government has blamed the violence on hard-left and ultra-left groups, as well as criminals it says instigated the looting. We discuss this with international affairs commentator Matthew-Mary Caruchet and our reporter Antonia Kerrigan.
Police crack down on sixth day of student-led demonstrations calling for Prime Minister Rama to resign.
EU demands accountability after settlers attack European diplomats amid violence against Palestinian olive farmers.
Police crack down on hundreds of protesters in Albania's capital, using rubber bullets, water cannons and tear gas.
Party’s Kadapa Mayor candidate Matli Suvarna files her nomination; district police register cases on more than 500 people in Pulivendula for their alleged involvement in violent incidents on Saturday and place leaders of both parties under house arrest