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A Coltrane tribute at the Blue Note, weekly jazz at Bourbon Street and Brazilian roots at Casa de Francisca: tonight in São Paulo, with prices and tips. The post São Paulo Nightlife Tonight: Coltrane Tribute, Jazz Sessions — October 20, 2026 appeared first on The Rio Times.
O novo episódio do Roda de Choro, da Rádio MEC, apresenta o concerto de estreia do Grupo Tamoio em programa dedicado à obra de Ernesto Nazareth. Gravado ao vivo na Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro (RJ), em setembro de 2026, o espetáculo vai ao ar neste domingo (18), às 20h, com reapresentação pela Rádio Nacional na sexta-feira (23), às 22h. No concerto, o Grupo Tamoio interpreta obras de Ernesto Nazareth com arranjos camerísticos inéditos e exclusivos. A apresentação celebra a trajetória e a influência do compositor, pianista e um dos nomes fundamentais da formação do choro e da música brasileira. Notícias relacionadas:Festival de Cinema valoriza produções de crianças e adolescentes.Recife vai sediar maior festival de animação do Brasil, o Animage.Duelo de Guitarras, da TV Brasil, termina com perfil do campeão.O conjunto é formado por Maria Teresa Madeira ao piano, Emilia Valôva ao violoncelo, Alexandre Caldi no saxofone e na flauta, Antonio Guerra no acordeon e Nikolay Sapoundjiev ao violino. O repertório reúne obras como Odeon, Brejeiro, Mesquitinha, Improviso, Turuna, Batuque, Bambino, Escorregando e Turbilhão de Beijos. O programa também inclui o Choros nº 1, de Heitor Villa-Lobos, dedicado a Nazareth; e Polonaise em si bemol menor, de Frédéric Chopin, compositor admirado pelo músico brasileiro. O Roda de Choro é uma realização da Rádio MEC, com produção e roteiro de Samantha Ribeiro, operação de áudio de Nielson Soares, sonoplastia de Vinícius Sampaio e Silas Mendes, coordenação de produção de Adriana Ribeiro e gerência da Rádio MEC de Cacá Santiago. A apresentação é de Raquel Ricardo.
A TV Brasil apresenta a última edição inédita do reality show Duelo de Guitarras com um panorama sobre a trajetória do ganhador Pedro Hills durante a competição musical neste sábado (17), às 13h30. Com estilo próprio, parecendo um viajante no tempo, o artista performou no programa como um roqueiro clássico. Fluente nos ritmos das décadas de 1970 e 1980, o guitarrista teve um desempenho vitorioso na atração exibida pelo canal público e mereceu a conquista da disputa que é celebrada nesse especial dedicado a sua jornada na produção. Notícias relacionadas:Decisão do Paulista F Sub-15 inicia parceria entre TV Brasil e FPF.SP: TV Brasil fecha acordo para exibir 41 partidas de futebol feminino.O programa temático que encerra a sequência do reality show musical recorda os desafios encarados por Pedro Hills. O programa acompanha o desenvolvimento do campeão no embate com outros guitarristas no decorrer da competição em diferentes gêneros musicais com performances brilhantes na avaliação dos jurados Navalha Carrera e João Gaspar. Pedro Hills encarou Roger Oliveira logo na primeira batalha do programa no estilo rock clássico. O folk e o sertanejo embalaram a disputa com André Sampaio na segunda rodada da fase classificatória do programa. Sobre a estratégia, Pedro Hills considera sempre o inesperado. "Você planeja algumas coisas, mas, de repente, na hora, tem que modificar a estratégia por causa da dificuldade aleatória. Não estava preparado para esse desafio, mas eu tive que criar alternativas", destaca Pedro Hills sobre o ritmo sertanejo. "Eu me inspirei bastante nas questões do banjo, por mais que eu estivesse na guitarra. Com menos duas cordas é a mesma coisa que dirigir um carro sem a primeira e a segunda marcha. Você tem que arrancar de terceira. Eu fiquei surpreso com o que eu consegui desenvolver ali na hora", completa o artista. O programa foi liderado por Pedro Hills na etapa inicial com 69 pontos. Na vice-liderança, Lucas Mosca obteve 67,5. Na sequência, o reality trouxe Lui Rabello com 62,5 e Roger Oliveira com 61,5. O experiente André Sampaio, com 58,5 pontos, e a guitarrista Gabi Terra, com 57,5, deixaram o confronto, mas permaneceram na casa para apoiar os colegas. "Estou feliz novamente em ter essa segunda chance e dialogar com as guitarras", pontua Pedro Hills sobre a classificação para as semifinais. O participante voltou a enfrentar o amigo Roger Oliveira. A dupla que realizou o primeiro desafio da produção Duelo de Guitarras definiu uma vaga na final. Cada um escolheu um ritmo para mostrar que merecia estar na decisão do reality. O reencontro dos guitarristas no palco da atração foi emocionante. Pedro Hills e Roger Oliveira ganham mentoria direta e individual com os jurados Navalha Carrera e João Gaspar. Os concorrentes solaram em dois ritmos escolhidos por eles mesmos. Para a performance da disputa, Pedro Hills optou pelo blues. "Escolhi pela afinidade. É um privilégio ter a mentoria, um momento só nosso com o João e a Navalha", comenta o candidato pela oportunidade da mentoria exclusiva. Já Roger Oliveira decidiu propor bossa e jazz O vencedor da primeira fase do reality show gostou do seu desempenho no duelo decisivo das semifinais do programa. "Só penso em botar a energia pra fora no momento. É coração. Fiquei feliz com o que consegui entregar", pondera. Na decisão contra Lucas Moscardini pelo título da competição de melhor guitarrista no primeiro reality da televisão brasileira dedicado ao instrumento, Pedro Hills e o adversário deveriam escolher gêneros que eles ainda não tocaram durante a produção. Pedro decidiu incluir o xote e o baião no duelo decisivo, enquanto Mosca optou pelo rock clássico. Uma surpresa: os finalistas vão precisar tocar com o tom diferente das bases utilizadas pelos concorrentes no decorrer do reality. Os guitarristas tiveram pouco tempo para criar seus solos e vão ter que se superar. Antes da disputa, Pedro Hills e Lucas Moscardini comentaram o convívio e a expectativa para a prova decisiva. "Espero levar com a maior naturalidade possível, apesar de ser um momento tenso. Estou muito feliz de tocar com o Mosca. Gostei bastante dele como pessoa e guitarrista. As palavras que me definem agora são felicidade e gratidão", opina Pedro. A alteração de tom para a final surpreendeu os concorrentes. "A gente escutou muito essas bases para estudar. Nós imaginamos soluções para determinadas bases. Agora, vamos ter que desconstruir e tentar usar o novo tom. O desafio foi transpor algumas ideias que estava na cabeça e utilizar outros artifícios para superar a situação", explica. Sobre o programa Formado por 16 episódios, o reality show musical Duelo de Guitarras promove disputas entre seis artistas que tocam estilos diversos em busca da premiação na guitarra elétrica. O novo formato foi criado pelo produtor Julio Carvana com o diretor Marcio Vianna, que assina o roteiro. O programa inédito na telinha é conduzido pelo apresentador Dimi, guitarrista e entusiasta do instrumento. No papel dos jurados, a produção convidou duas figuras com grande destaque no cenário brasileiro, virtuoses na guitarra com grande domínio dos estilos musicais e muito conhecimento sobre a história de cada ritmo: Navalha Carrera e João Gaspar. Eles atuam como mentores dos seis participantes. O primeiro critério considerado pelos jurados é a técnica e a precisão, com valor de 5 e 10 pontos. Depois, eles também avaliam a emoção e a criatividade com a mesma pontuação. Durante o programa, os competidores comentam as apresentações dos colegas e manifestam suas impressões. Os próprios participantes também analisam seu desempenho no palco. Concorrentes Pedro Hills - Roqueiro clássico, fã dos grupos da década de 1960 e 1970, participa de uma banda com o irmão. Roger Oliveira - Carioca do subúrbio, começou tocando na Igreja e mostra versatilidade nos ritmos. Gabi Terra - Capixaba que tem um trabalho autoral forte, com sonoridades experimentais. André Sampaio - Ex-guitarrista da consagrada banda Ponto de Equilíbrio, experiente em ritmos africanos e não convencionais. Lui Rabello - Baiana foi integrante por 16 anos da Banda Altas Horas, do programa homônimo e, com isso, ganhou muita agilidade para improvisar e encontrar sua expressão em qualquer ritmo. Lucas Moscardini - Metaleiro moderno, capaz de executar centenas de notas precisas por segundo e de tirar muita emoção da guitarra. Dinâmica da atração O sexteto convive numa casa equipada com um estúdio de gravação e com áreas para conversar, ensaiar e criar. Os guitarristas participam de uma vivência artística com direito a workshops ministrados por experientes profissionais. Durante todo o processo, os guitarristas eliminados seguem na casa e no convívio diário de atividades para apoiar os finalistas, torcer pelos colegas e mostrar também o seu talento em jams e ensaios descontraídos. Muito mais que uma competição, Duelo de Guitarras é um reality inovador em que o aprendizado e a criação artística convidam o público a conhecer mais sobre os ritmos e sobre o instrumento, além de poder acompanhar os músicos cheios de personalidade e talento. De acordo com o apresentador Dimi, "essa é uma competição onde um guitarrista vence, mas ninguém sai perdendo". Os artistas têm tempo livre durante as gravações e, entre outras convivências, decidiram reformar uma guitarra antiga que estava na casa apenas como objeto cenográfico, revelando também essa competência. As ações foram gravadas e entraram na edição do programa. Os competidores puderam, um de cada vez, tocar com o veterano Victor Biglione na sua visita ao reality. O resultado foi um dia de solos que passam por todos os ritmos abordados na temporada, com muita emoção compartilhada pelo sexteto. Para trazer mais diversão e transformar o reality num jogo lúdico, diversas dificuldades aleatórias são sorteadas pelos participantes, tirando cada um deles da sua zona de conforto e convidando-os a mergulhar no universo do improviso. Entre as surpresas do jogo estão desafios como executar o solo sem uma palheta ou apenas com parte das cordas da guitarra, por exemplo. O resultado é uma viagem musical com muito aprendizado para quem participa e também para quem assiste, porque são apresentadas, numa linguagem simples e popular, as nuances do instrumento e os caminhos da criação artística. Conteúdo independente O reality show Duelo de Guitarras ganha exibição semanal inédita na programação da TV Brasil desde o início de julho. O programa foi realizado por meio do Prodav. A emissora pública é um dos canais que mais apresenta produções independentes nacionais. Além de ser uma grande apoiadora das obras dessa natureza no mercado audiovisual do país, a TV Brasil ainda fomenta novos realizadores. Ao vivo e on demand Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar. Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site http://tvbrasilplay.com.br ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV: https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv. Serviço Duelo de Guitarras – último programa inédito - sábado, dia 17/10, às 13h30, na TV Brasil Duelo de Guitarras – reprise - sábado, dia 17/10, para domingo, dia 18/10, à meia-noite, na TV Brasil TV Brasil na internet e nas redes sociais Site – https://tvbrasil.ebc.com.br Instagram – https://www.instagram.com/tvbrasil YouTube – https://www.youtube.com/tvbrasil X – https://x.com/TVBrasil Facebook – https://www.facebook.com/tvbrasil TikTok – https://www.tiktok.com/@tvbrasil TV Brasil Play - http://tvbrasilplay.com.br
Motown classics at the Blue Note SP on Avenida Paulista and The Gathering at Audio, with weather, prices and transport tips for Thursday. The post São Paulo Nightlife Tonight: Go Black Motown, The Gathering — October 15, 2026 appeared first on The Rio Times.
Rua das Pretas launches its album at the Circo Voador in Lapa tonight, with jazz at La Esquina and samba at Fundição Progresso nearby. The post Rio de Janeiro Nightlife Tonight: Rua das Pretas Album Launch — October 15, 2026 appeared first on The Rio Times.
O cantor de axé Netinho morreu, aos 60 anos, nesta terça-feira (13), no Hospital Aliança Star, em Salvador, Bahia. A notícia foi confirmada pela assessoria do artista. Um dos maiores destaques do axé music, com sucessos como Milla, Fim de Semana, Menina e Beijo na Boca, estava internado após a volta de um linfoma não Hodgkin, câncer no sistema linfático, diagnosticado em 2025. “É com uma tristeza que corta a alma que comunicamos o falecimento do cantor Netinho, ocorrido na manhã de hoje.” De acordo com a assessoria, o quadro clínico evoluiu para falência renal e disfunção múltipla de órgãos, o que provocou a morte. “Nos últimos meses, Netinho enfrentava um linfoma não Hodgkin do tipo B, que evoluiu para quadro de falência renal e disfunção múltipla de órgãos.” Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por Netinho Oficial (@netinhooficialbrasileiro) O horário e o local do velório e da cremação do corpo do artista não foram divulgados, mas deve ocorrer de forma reservada. “Por desejo expresso do próprio Netinho, o velório e a cremação serão realizados de forma reservada, em uma cerimônia restrita a familiares e amigos próximos.” Perfil Ernesto de Souza Andrade Júnior, conhecido como Netinho, nasceu na cidade de Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo Baiano, no dia 12 de julho de 1966. Foi como vocalista da Banda Beijo quando iniciou a carreira em 1988, aos 22 anos, com estreia no circuito do Carnaval. Na época gravou o primeiro disco com a banda e o sucesso se espalhou pelo Brasil com a canção Beijo na Boca, o que deu projeção nacional à banda baiana. “Artista extraordinário, talentoso, sensível e inovador, Netinho construiu trajetória marcada pela alegria, pela música e por um carisma inconfundível. Sua voz, sua energia e sua forma tão particular de se conectar com o público deixam um legado que permanecerá para sempre", postou a assessoria.
Robbie Williams at the Allianz Parque and two Blue Note SP shows on Avenida Paulista, with prices, weather and transport tips for Tuesday. The post São Paulo Nightlife Tonight: Robbie Williams, Blue Note Shows — October 13, 2026 appeared first on The Rio Times.
A quiet Tuesday in Rio: the samba and choro roda to check at Trapiche Gamboa, plus Piaf, Rod Hanna and Dionne Warwick later this week. The post Rio de Janeiro Nightlife Tonight: Quiet Tuesday, Weekend Shows Ahead — October 13, 2026 appeared first on The Rio Times.
Pagode at Bar Templo in Mooca, indie rock at Casa Rockambole and forró at Canto da Ema on a holiday Monday, with weather, prices and Metro tips. The post São Paulo Nightlife Tonight: Mr. Dan, Os Cabides — October 12, 2026 appeared first on The Rio Times.
The free Pedra do Sal samba roda and the Samba do Trabalhador on a holiday Monday in Rio, with weather, prices, addresses and transport tips. The post Rio de Janeiro Nightlife Tonight: Pedra do Sal, Samba do Trabalhador — October 12, 2026 appeared first on The Rio Times.
Rio on Saturday, October 10: Maria Rita at Vivo Rio, Jardim Botânico walks, beach-state check and a market week for expats to note. The post Rio de Janeiro Daily Brief — Saturday, October 10, 2026 appeared first on The Rio Times.
Reconhecida como uma das maiores vozes da música sertaneja brasileira e considerada a "rainha da sofrência", a artista Marília Mendonça será celebrada com uma exposição em São Paulo. A mostra começa nesta sexta-feira (9) e fica em cartaz até o dia 29 de novembro, no Museu da Imagem e do Som (MIS), localizado na Avenida Europa, na capital paulista. Chamada de Marília Mendonça – Sentimento Louco, a exposição vai celebrar a carreira e a memória da cantora e compositora, que morreu há quase cinco anos, no dia 5 de novembro de 2021, em um acidente de avião. Esta é a primeira grande mostra dedicada à trajetória da artista, que revolucionou o sertanejo ao escrever canções que davam protagonismo às mulheres. Notícias relacionadas:Exposição em SP propõe novo olhar sobre a história do Brasil.Exposição em SP propõe novo olhar sobre a história do Brasil.“Você canta sofrência, né? É o que todos me dizem. Embora muitos não percebam, as histórias de Marília Mendonça sempre terminam com um final feliz para ela: mesmo quando o cara me trai, eu mando ele embora”, dizia a própria artista. Para a curadora da mostra, Isa Pessoa, ela foi um verdadeiro fenômeno cultural brasileiro. “A Marília Mendonça redefiniu o gênero musical, o sertanejo e o papel das mulheres dentro disso. Então, uma exposição sobre ela era uma necessidade musical”. Para curadora da mostra, Isa Pessoa, Marilia foi um verdadeiro fenômeno cultural brasileiro - Foto Paulo Pinto/Agência Brasil “Ela conseguiu desenvolver histórias e poemas reais sobre mulheres reais, com as quais ela convivia”, disse a curadora. “Eram histórias de abandono, que a própria mãe viveu ou que suas tias vivenciaram. A grande música que ela fez, chamada Infiel, foi inspirada em uma tia que viveu uma traição violenta”. A artista Marília Mendonça nasceu no dia 22 de julho de 1995 na cidade de Cristianópolis (GO). Aos 11 anos, ganhou seu primeiro violão, um presente do avô, para tocar em uma igreja. Um ano depois, já estava compondo a música Minha Herança. “Lembranças vêm e vão. Me aquecem sem querer. São a minha herança do que restou de você”, diziam os versos da canção. Ainda criança, foi contratada por Wander Oliveira, fundador da WorkShow, como compositora. “A Marília, ainda criança, chegou no meu escritório, me procurando. Ela tinha 13 anos e era ainda muito menina, mas sempre à frente do seu tempo. Era muito fácil de trabalhar com ela, ela era muito criativa. Quando a Marília falava alguma coisa que parecia absurdo, você não podia responder de pronto. Era melhor esperar e pensar no que ela estava falando porque sempre haveria algo muito importante para ser visto ali”, disse ele à reportagem. Wander Oliveira, fundador da WorkShow, conta que contratou Marilia ainda criança - Foto Paulo Pinto/Agência Brasil Aos 18 anos, as músicas que ela compunha já haviam sido gravadas por diversas duplas e cantores brasileiros como Cristiano Araújo, Wesley Safadão e Henrique e Juliano. E só então ela decidiu cantar suas próprias canções, colocando as mulheres sempre no centro da narrativa. “O que eu tenho falado é que existe uma música antes e depois da Marília. Ela não era uma cantora sertaneja. Ela era uma cantora de música popular brasileira. Tanto é que, no projeto que estava desenvolvendo [antes de morrer], chamado de Todos os Cantos, ela estava indo em cada estado do país e gravando uma música [inédita], uma forma de retribuição ao seu público”, afirmou o empresário. A exposição A exposição acompanha diferentes momentos da trajetória da artista, contando fatos desde a sua infância até a consagração nos palcos. A mostra propõe uma experiência sensorial e imersiva, apresentando não somente suas músicas, como também objetos pessoais como roupas, sapatos, colares, diários, óculos e violões, além de registros inéditos. “A exposição veio para materializar todo o conteúdo audiovisual que a gente pesquisou e trabalhou para um documentário [sobre a cantora]”, explicou Nelson Foerster, produtor e diretor artístico da mostra. Segundo ele, esse documentário será lançado na próxima semana no streaming, com depoimentos e histórias sobre a cantora. “A Marília inovou porque ela trouxe sentimento para suas letras. Pesquisadores e roteiristas que contratamos para esse documentário nos diziam: ‘leiam as letras [de suas canções]’. A Marília se tornou tão popular porque as pessoas se identificavam [com as letras das músicas]. Ela cantava para as mulheres, cantava os problemas das mulheres e cantava aquilo que as mulheres queriam ouvir”, disse Foerster. “As letras dela vêm dessas observações, desse olhar para a sociedade e para as pessoas”. O diretor artístico da mostra, Nelson Foerster, diz que Marilia inovou ao trazer sentimento às suas canções - Foto Paulo Pinto/Agência Brasil Cada um dos espaços da exposição foi inspirado em títulos de canções que se tornaram sucesso na voz de Marília Mendonça. Um desses espaços, chamado de Esqueça-me Se For Capaz, por exemplo, apresenta suas memórias pessoais. Já Sentimento Louco, que dá nome à mostra, apresenta uma experiência audiovisual imersiva. “Uma das coisas que pensei [para a mostra] foi a ideia de reconstituir algum ambiente dela, onde a gente pudesse entrar um pouco [em sua intimidade]. Então reproduzimos o seu quarto, quase fielmente, com a cama, o cobertor, o edredom e os livros e objetos que ficavam em sua cabeceira. Tudo ali é original, com exceção de um pequeno estojo de maquiagem. O resto, até mesmo os perfumes e óculos, são originais. E nós sabemos que os óculos são importantes porque ela foi a primeira nessa coisa de mulher cantar de óculos”, destacou a curadora. Exposição mostra o quarto da cantora, com peças originais - Foto Paulo Pinto/Agência Brasil Na opinião de Wander Oliveira, a exposição faz grande homenagem a Marília Mendonça, embora ela lhe traga sentimentos bastante ambíguos. “Acho que o tempo é importante. Em um primeiro momento a gente sofreu muito, a família sofreu muito, mas hoje eu acho que a gente já estava mais preparado para ver [a exposição]. Confesso a você que para nós, que convivíamos no dia a dia [com a cantora], que estava muito junto dela, ainda é um negócio que dá uma tristeza e um aperto no coração. Mas estou saindo feliz [da exposição] por ver a grandiosidade dela, a homenagem que foi feita. Mas as lembranças ainda pesam um pouco. Cinco anos ainda é pouco tempo para curar as feridas. Mas também estou feliz porque ela merece isso. E o público também merece essa exposição”.. Mais informações sobre a exposição Marília Mendonça – Sentimento Louco e sobre a compra de ingressos podem ser obtidas no site do MIS. A entrada é gratuita às terças-feiras.
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Para celebrar os 90 anos de vida do cantor e compositor baiano Tom Zé, a Caixa Cultural de São Paulo preparou uma exposição sensorial e interativa que convida o público a percorrer a trajetória, as referências e as invenções do artista. “Ah, eu fiquei criança”, brincou Tom Zé ao visitar a exposição na noite dessa terça-feira (6), no centro da capital paulista. “Eu fiquei criança de alegria, Deus seja louvado. E abençoado seja quem tomou todo esse tempo de trabalho, com cada detalhe e cada coisa funcionando”, disse o artista, que completa nove décadas de vida no próximo domingo (11). Notícias relacionadas:Festival de Cinema Colombiano começa nesta quarta em São Paulo.Mostra de Cinema de SP chega aos 50 anos com homenagem a James Gray.Maestro Roberto Tibiriçá morre aos 72 anos em São Paulo.Chamada de Tom Zé – 90 Anos do Inquieto Jardineiro de Sons, a mostra reúne memórias, músicas e elementos que ajudam a contar um pouco sobre a vida e a obra do cantor e compositor, que nasceu na cidade de Irará (BA) no dia 11 de outubro de 1936. “Esta não é uma exposição apenas para você olhar, mas para você vivenciar também. Então, você tem vários ambientes que fazem referência a momentos da vida do Tom Zé”, destacou a curadora da exposição, Neuseli Martins. Caixa Cultural celebra os 90 Anos de Tom Zé com exposição interativa - Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil A mostra A exposição tem início em um espaço dedicado às lembranças e referências musicais e literárias que contribuíram para a formação do repertório musical de Tom Zé. Mas também há espaços que relembram a vitória do artista no 4º Festival de Música Popular Brasileira, em 1968, com a canção São Paulo, Meu Amor, e ambientes que trazem registros de shows e até um quiz sobre a trajetória do artista. “A gente tem um ambiente que é a casa dele, outro dedicado aos festivais aqui em São Paulo e, depois, a gente tem um outro ambiente que é um momento em que ele começa a criar os instrumentos e trazer muitas diferentes alternativas para a música, porque ele achava que tinha mais coisa para ser explorada, não somente aquilo que ele já ouvia. Ele queria novos sons”, explicou a curadora. Os visitantes da exposição poderão ainda tocar uma réplica do buzinório, instrumento musical criado por Tom Zé, e escrever mensagens ao artista. Réplica do buzinório, instrumento musical criado por Tom Zé - Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil Um dos primeiros visitantes da mostra foi o músico e instrumentista Jarbas Mariz, que integrou a banda de Tom Zé por 32 anos. Em entrevista à Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Jarbas contou que conheceu Tom Zé em 1988, apresentado por um amigo. “O Tom Zé chegou assim: ‘Ah, meu querido’, como se já me conhecesse há um tempo”, disse. “Ele chegou e disse: ‘Você topa ceder dois anos e meio da sua carreira para trabalhar comigo?’. Eu digo: ‘Claro’. E aí esses dois anos e meio viraram 32.” O músico e instrumentista disse que, nesse período, aprendeu muita coisa com Tom Zé, desde a avaliação da qualidade dinâmica da música popular até o uso de materiais não convencionais, passando pela pontualidade com horários. “Tom Zé é assim, ele marca um horário para ensaiar às 9h. Mas, se você chegar às 9h, está atrasado”, brincou. “Então tem muita coisa que a gente aprende [com ele] como a trabalhar com instrumentos não convencionais. Aprendi muito com ele como pegar qualquer instrumento e transformar aquilo ali em som e colocar na sua música também.” Jarbas foi um grande parceiro de Tom Zé também nos arranjos de composições. “O Tom Zé, você sabe como ele é, ele é muito criativo. Ele geralmente bola o esquema em casa com as coisas e daí a gente chega, junta e dá umas opiniões e tal. E aí a gente fecha os arranjos e tudo, mas a primeira cabeça é a dele”, contou. Tom Zé visita exposição em homenagem aos seus 90 anos na Caixa Cultural São Paulo - Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil Inspiração Tom Zé tem a carreira marcada pela experimentação e pela criatividade. Foi um dos principais nomes do tropicalismo, um movimento cultural vanguardista, de contestação política e de ressignificação do Brasil, que marcou diferentes setores culturais, como a música e a literatura. É também um artista de grande projeção internacional. Desde 2022, ele ocupa um lugar na Academia Paulista de Letras. Perto de completar 90 anos, Tom Zé continua criando e produzindo. “De manhã, faço práticas [orientais] que têm a ver com todos o funcionamento humano. E, enquanto eu fizer isso, eu vou estar vivo, se Deus quiser”, disse o artista. “Então, eu estou a fim de chegar aos 100”. Para a curadora da exposição, Tom Zé é não somente uma pessoa criativa, mas também uma grande inspiração. Caixa Cultural celebra os 90 Anos de Tom Zé com exposição interativa - Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil “Ele inspira pessoas dos 10 aos 100 anos. Estamos vendo ele ainda em atividade, criando, gravando e principalmente dialogando com várias gerações. Eu acho isso uma característica muito incrível. Ele é uma pessoa que está sempre buscando descobrir alguma coisa nova ou ver as coisas de uma forma diferente. Então, isso é uma inspiração para nós e é uma honra poder fazer essa homenagem.” A mostra, que é gratuita, fica em cartaz até o dia 13 de dezembro na Caixa Cultural São Paulo, localizada na Praça da Sé. Mais informações podem ser obtidas neste link ou nas redes sociais da Caixa Cultural.
A Rádio Nacional estreia neste domingo (4), às 22h, a nova temporada do programa Música do Mundo. Com 11 episódios, a série convida o público para uma viagem pelas expressões musicais dos quatro cantos do planeta, explorando ritmos, melodias, culturas, compositores e álbuns que ajudam a contar a história de diferentes países. O programa também vai ao ar pela Rádio MEC, na madrugada de quinta-feira (8) para sexta-feira (9), à 00h. Notícias relacionadas:Revelando SP anuncia Zé Ramalho, Yasmin Santos e Demônios da Garoa.TV Brasil estreia segunda temporada do seriado Aprender a Sonhar.Capital paulista sedia festival que une cinema e gastronomia.Na estreia, o destaque é o músico nigeriano King Sunny Adé, que celebra 80 anos com o disco E Dide. Um dos grandes nomes da música africana, o artista é conhecido por popularizar a JUJU music, gênero que combina ritmos tradicionais africanos com elementos da música contemporânea. Sobre o Música do Mundo Uma jornada musical sem igual, o Música do Mundo vai te levar a uma viagem por expressões musicais dos quatros cantos do planeta, explorando os ritmos, melodias e culturas que fazem nosso mundo tão diverso e fascinante, sempre trazendo a história, os compositores, discos e álbuns representativos de cada país. Serviço Música do Mundo - King Sunny Adé - Domingo, dia 4/10, às 22h na Rádio Nacional, e madrugada de quinta, dia 8/10, para sexta, dia 9/10, à 00h, na Rádio MEC Rádio MEC na internet e nas redes sociais Site: https://radios.ebc.com.br Instagram: https://www.instagram.com/radiomec Spotify: https://open.spotify.com/user/radiomec YouTube: https://www.youtube.com/radiomec Facebook: https://www.facebook.com/radiomec X: https://x.com/radiomec WhatsApp: (21) 99710-0537 Como sintonizar a Rádio MEC Rio de Janeiro: FM 99,3 MHz e AM 800 kHz Belo Horizonte: FM 87,1 MHz Brasília: FM 87,1 MHz e AM 800 kHz Parabólica - Star One C2 - 3748,00 MHz - Serviço 3 Celular - App Rádios EBC para Android e iOS Rádio Nacional na internet e nas redes sociais Site: https://radios.ebc.com.br Instagram: https://www.instagram.com/radionacionalbr Spotify: https://open.spotify.com/user/vpj3k8ogjwf1nkv4nap3tlruv YouTube: http://youtube.com/radionacionalbr Facebook: https://www.facebook.com/radionacionalbr Threads: https://www.threads.com/@radionacionalbr WhatsApp Nacional - Rádio Nacional FM: (61) 99989-1201 - Rádio Nacional AM: (61) 99674-1536 - Rádio Nacional da Amazônia: (61) 99674-1568 - Rádio Nacional do Rio de Janeiro: (21) 97119-9966 Saiba como sintonizar a Rádio Nacional Brasília: FM 96,1 MHz e AM 980 Khz Rio de Janeiro: FM 87,1 MHz e AM 1130 kHz São Paulo: FM 87,1 MHz Recife: FM 87,1 MHz São Luís: FM 93,7 MHz Amazônia: 11.780KHz e 6.180KHz OC Alto Solimões: FM 96,1 MHz Celular - App Rádios EBC para Android e iOS
A Rádio MEC estreia neste domingo (4), às 21h, a série original Eu Gosto de Música, apresentada pelo jornalista e escritor Ruy Castro. Inspirada no livro mais recente do autor, a produção especial terá quatro episódios dedicados aos gêneros samba, carnaval, bossa nova e jazz. Os programas também serão apresentados pela Rádio Nacional, às segundas-feiras, às 22h. A série é uma produção de Ruy Castro, Heloisa Seixas e Julia Romeu, com apresentação de Ruy Castro e apoio da Companhia das Letras. A cada episódio Ruy Castro explora, com seu estilo característico, a história da música e de grandes personalidades. Notícias relacionadas:Festival de Música Rádio Nacional apresenta novo cronograma .No primeiro programa, Eu Gosto de Samba, Ruy Castro relembra histórias e curiosidades relacionadas ao samba e a nomes como Zé Kéti, Wilson Baptista, Dorival Caymmi, Moreira da Silva e Hermínio Bello de Carvalho. Entre as histórias, o jornalista recorda o período em que foi vizinho de Zé Kéti no Solar da Fossa, no Rio de Janeiro, em 1968. O programa também destaca a obra de Wilson Baptista, compositor de clássicos como Oh, Seu Oscar, Louco e Alô, Padeiro, além de abordar a presença da palavra “viola” nas letras de sambistas entre as décadas de 1960 e 1970. O episódio ainda traz músicas nas vozes de artistas como Elza Soares, Gal Costa, Nara Leão, Chico Buarque, Moreira da Silva, Roberto Silva, Doris Monteiro, Roberta Sá e Paulinho da Viola. Ao final, Ruy Castro apresenta a trajetória de Hermínio Bello de Carvalho e sua contribuição para a música brasileira como compositor e letrista. Programação 4/10 – Episódio 1: Samba 11/10 – Episódio 2: Carnaval 18/10 – Episódio 3: Bossa Nova 25/10 – Episódio 4: Jazz Produções recentes Com um histórico de grandes produções na Rádio MEC, o célebre escritor Ruy Castro lançou outros seriados musicais na programação da emissora pública nos últimos anos. Em março, a primeira novidade de 2026 foi o seriado De Quem é a Música?, sobre grandes compositores mais conhecidos por suas obras. Em janeiro de 2025, estreou a produção Samba-Jazz, com um panorama sobre esse gênero musical genuinamente brasileiro. Na sequência, em fevereiro, o destaque foi a série A Música do Carnaval, atração com hits do repertório popular que incluiu obras consagradas, além de curiosidades e bastidores sobre os intérpretes e os compositores. Em abril, a programação foi embalada pela atração Ao Som dos Boleros e Tangos. A obra explicou a evolução e a história de dois dos mais emblemáticos ritmos internacionais. Com uma linguagem instigante, a série revelou como essas influências se entrelaçaram na cultura nacional. Com o título Orlando Silva, o cantor das multidões, a produção apresentada em maio se debruçou sobre a vida e a trajetória profissional do astro. Considerado um dos maiores intérpretes do Brasil, ele é lembrado no seriado por gêneros em que se superou: samba, fox e valsa. Já em agosto, o especial Tom Jobim, o Ouvidor do Brasil celebrou um dos maiores gênios da música brasileira. A série foi inspirada no livro O Ouvidor do Brasil: 99 Vezes Tom Jobim, título com o qual Ruy Castro se sagrou vencedor do Prêmio Jabuti 2025 na principal categoria da premiação, Livro do Ano. Depois, outubro marcou o lançamento da temporada com séries de crônicas de Ruy Castro e Heloisa Seixas, A Escrita Falada e Contos Mínimos, respectivamente. Com textos curtos, temas leves e bem-humorados, os conteúdos entraram no ar em formato de interprogramas. No mesmo mês, o autor comandou outra produção temática: A Música do Cinema. A série original sobre trilhas da sétima arte também contemplou clássicos dos grandes musicais aos filmes noir, com trilha sonora jazzística. Composições do cinema brasileiro e europeu ganharam atenção especial. Sobre Ruy Castro O jornalista e escritor Ruy Castro começou sua trajetória profissional como repórter em 1967, no Rio de Janeiro, e atuou nos principais veículos da imprensa carioca e paulistana. Em 1988, ele passou a se dedicar aos livros e fez sua estreia como escritor em 1990, com o lançamento de Chega de Saudade: a História e as Histórias da Bossa Nova. É autor de biografias de Nelson Rodrigues, Garrincha e Carmen Miranda, reconstituições históricas sobre a bossa nova, o samba-canção e o Rio de Janeiro dos anos 1920, além de romances e obras sobre cinema e literatura. Em 2021, Ruy Castro conquistou reconhecimento com o prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras (ABL). No ano seguinte, foi eleito para ocupar a cadeira 13 da ABL. Atualmente, também escreve artigos para jornais. Serviço Eu Gosto de Música - Estreia - domingo, dia 4/10, às 21h, na Rádio MEC, e segunda-feira, dia 5/10, na Rádio Nacional Rádio MEC na internet e nas redes sociais Site: https://radiomec.ebc.com.br Instagram: https://www.instagram.com/radiomec Spotify: https://open.spotify.com/user/radiomec WhatsApp: (21) 99710-0537 Como sintonizar a Rádio MEC Rio de Janeiro: FM 99,3 MHz e AM 800 kHz Belo Horizonte: FM 87,1 MHz Brasília: FM 87,1 MHz e AM 800 kHz Parabólica - Star One C2 - 3748,00 MHz - Serviço 3 Celular - App Rádios EBC para Android e iOS