Indigenous communities worry Brazil’s election could hurt environment
Brazil's indigenous communities say they’re concerned by how the election outcome could impact environmental protections
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Brazil's indigenous communities say they’re concerned by how the election outcome could impact environmental protections
O fim de semana começa nesta sexta-feira (23) com chuvas fortes e possibilidade de granizo no Paraná, sul e leste de Mato Grosso do Sul, em São Paulo e no centro-sul de Minas Gerais, informa o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A área de baixa pressão que se formou entre a Bolívia, o Paraguai e o norte da Argentina avança para o Sudeste do Brasil favorecendo a ocorrência de fortes chuvas desde o sul de Goiás e do Espírito Santo até o extremo sul do Rio Grande do Sul, onde está ativo um aviso amarelo de perigo potencial para tempestades. Notícias relacionadas:Plano busca fortalecer Sistema Nacional do Meio Ambiente até 2036.Investir no clima e meio ambiente estáveis previne mortes, aponta ONU.Na Região Sul, um aviso laranja de perigo alerta para tempestades no centro-oeste e noroeste do Paraná, oeste de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. Entre as capitais, a temperatura mínima será de 14 °C em Curitiba e a máxima pode chegar a 28 °C em Porto Alegre. No Sudeste do país, chove com trovoadas em todos os estados, especialmente em São Paulo, no Rio de Janeiro, centro-sul do Espírito Santo e centro-sul de MG. A temperatura mínima nas capitais será de 16 °C, em Belo Horizonte, e a máxima chega a 29 °C, também na capital mineira. O Centro-Oeste brasileiro também terá chuvas em quase toda a região, especialmente em Mato Grosso do Sul, onde deve ocorrer queda de granizo, no centro e sul de Goiás e no sul e sudeste de Mato Grosso. A temperatura mínima será de 22 °C em Brasília e a máxima de 39 °C em Cuiabá. Na Região Nordeste, o tempo fica firme em quase todos os estados, com exceção da faixa litorânea da Bahia, de Sergipe, de Alagoas e de Pernambuco, onde há possibilidade de chuvas isoladas. A temperatura mínima nas capitais fica em 23 °C, em Salvador, e a máxima chega a 40 °C em Teresina. No Norte do país, há aviso amarelo de perigo potencial, que alerta para chuvas intensas no Acre e oeste do Amazonas. Também chove no centro e norte de Roraima, sudeste do Amazonas e no sudoeste do Pará. No Tocantins, também devem ocorrer chuvas isoladas. Entre as capitais, a temperatura mínima será de 23 °C em Rio Branco e a máxima chega a 38 °C em Palmas.
Com 922 focos ativos, o Pará é o estado com mais ocorrências de incêndios florestais no país, de acordo com a plataforma Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). No vizinho Amazonas, atualmente estão ativos 90 focos, após o estado ter registrado mais de mil pontos de fogo este mês. Enquanto a qualidade do ar em Manaus, na manhã desta segunda-feira (19), permanece classificada como insalubre, com índice de 153, segundo a plataforma IQAir; a cidade de Santarém, no oeste do Pará, registra o índice de 260, considerado muito insalubre. Notícias relacionadas:Governo monitora saúde de amazonenses em locais afetados por queimadas.Manaus é capital com maior poluição atmosférica do país nesta sexta.Focos de incêndio no Amazonas diminuem após ação de força-tarefa.A estação na cidade do Pará registrou concentração de 185 microgramas por metro cúbico de material particulado fino, um tipo de poluição inalável e muito prejudicial à saúde. O limite usado atualmente pela legislação brasileira é uma média de 32 microgramas por metro cúbico ao longo de um dia. No domingo (18), o ministro da Defesa, José Mucio Monteiro, informou que a força-tarefa que atua no enfrentamento aos incêndios florestais na região foi reforçada com a instalação de um Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, em Manaus, e a adaptação de mais 5 aviões para combate ao fogo, somando 16 aeronaves que atuam na região. Nesta terça-feira (20), também está prevista a implantação de uma base da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) para reforçar a assistência à população atingida pela poluição. Também foram disponibilizados pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) R$ 14 milhões ao Governo do Amazonas para ações relacionadas à situação de emergência.
In Brazil, deforestation in the Amazon has reached its lowest level in 40 years. President Lula is bolstering his environmental record just over a week before the second round of the presidential election, in which he faces Flávio Bolsonaro.
¿Puede una carretera cambiar el futuro del Amazonas? La mejora de la BR-319 promete nuevas oportunidades para la región, pero atraviesa zonas vulnerables a la ocupación y la tala ilegal. El proyecto también se ha convertido en un tema electoral en Brasil. (Source: Bloomberg)
Diante da urgência de uma crise climática, os temas relativos ao meio ambiente se impõem nas agendas dos candidatos ao segundo turno das eleições. Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apresentam soluções diferentes - apesar da convergência em alguns pontos - para mitigar problemas relacionados à conservação ambiental às mudanças climáticas. Notícias relacionadas:Conheça as propostas de Flávio e Lula para a segurança pública.Lula defende Sul Global; Flávio quer proximidade com EUA e Israel.Congresso mais conservador deve mudar agenda, diz professor.Enquanto o programa do candidato Lula trata o enfrentamento às mudanças climáticas como uma emergência que pauta a maior parte das ações e planejamentos para o próximo governo, o candidato Flávio Bolsonaro traz o tema uma única vez no plano de governo com o uso do termo eventos climáticos extremos. Nas demais ações, o candidato do PL trata o meio ambiente como um ativo estratégico capaz de gerar oportunidades econômicas pela transformação da conservação em desenvolvimento e renda. Flávio trata de mercado regulado de carbono, bioeconomia, pagamento de serviços ambientais como fontes econômicas sem considerar a ação das mudanças climáticas e medidas de adaptação necessárias para que essas ações tenham sustentabilidade. Lula traz o tema mudanças climáticas como um dos eixos orientadores das ações e propostas, estruturadas a partir de um planejamento já efetivado que prevê ações tanto de mitigação, quanto de adaptação nos aspectos social, econômico e ambiental. O termo aparece 38 vezes no plano de governo do petista e é tratado como uma emergência que torna prioritária tanto as ações internas - como obras de infraestrutura resilientes, geração de renda para quem protege florestas e mananciais e ampliação de ferramentas financeiras para financiar as despesas causadas pela emergência – quanto ações externas, com políticas de enfrentamento ao aquecimento global, combate ao desmatamento e valorização do conhecimento, tradições e diversidade dos povos. Propostas de governo Para o enfrentamento da crise ambiental no próximo mandato, Lula propõe a implementação de políticas climáticas que incluem a estruturação de projetos regionais, a ampliação da eficiência dos investimentos públicos e dos instrumentos de financiamento. Entre as ações de mitigação estão a revitalização das bacias hidrográficas e a ampliação das infraestruturas de segurança hídrica. Também estão previstos mais investimentos em políticas de prevenção e redução de riscos de desastres e a inclusão da Caatinga como ativo estratégico para a mitigação das emissões de gases de efeito estufa e combate à desertificação. Lula sugere a adaptação das cidades com obras de contenção de encostas e drenagem urbana sustentável, por meio de fomento à infraestrutura verde e proteção de mananciais. Também é citado o apoio da União para o desenvolvimento de inovações na gestão dos resíduos sólidos. Com um plano mais enxuto, Flávio Bolsonaro propõe a ampliação de infraestrutura hídrica com sistemas de prevenção a eventos climáticos extremos, barragens de usos múltiplos, reservatórios de controle de cheias, canais e obras de drenagem. Também prevê o fortalecimento do monitoramento, alerta e resposta da Defesa Civil. Desmatamento e conservação dos biomas O desmatamento, a derrubada de árvores e a degradação florestal transformam a paisagem amazônica no Acre. Foto: Rafa Neddermeyer/Arquivo Agência Brasil Lula reafirma a meta de desmatamento zero até 2030. O plano do candidato prevê a implementação dos planos de controle e prevenção do desmatamento e do manejo integrado do fogo, associados à valorização dos parques nacionais com programas de turismo sustentável, desenvolvimento regional e educação ambiental, além do incentivo a criação de Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs). O candidato propõe ainda o aprimoramento da política de pagamento por serviços ambientais como uma estratégia complementar à restauração florestal, além do fortalecimento do Código Florestal e da Lei da Mata Atlântica. Também está no programa do PT a participação do Brasil na implementação do mapa do caminho para eliminação global do desmatamento, articulando instrumentos nacionais com compromissos internacionais Flávio Bolsonaro propõe zerar apenas o desmatamento ilegal até 2029, por meio do combate às queimadas ilegais, fortalecimento da prevenção, do monitoramento, da fiscalização e do combate aos crimes ambientais. O candidato sugere a transformação da Floresta Amazônica preservada em riqueza com biotecnologia, fármacos, cosméticos e novos materiais a partir da biodiversidade, o manejo sustentável e a agregação de valor ao que a Amazônia produz, em vez de derrubá-la. De acordo com o programa de Flavio, preservar a Amazônia exige combater o crime e dar à sua população um caminho real de desenvolvimento. O candidato defende ainda a “eliminação de superposições" entre órgãos que trabalham com o tema, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O programa, entretanto, não cita quais seriam essas superposições. No programa do PL está prevista ainda a consolidação do Cadastro Ambiental Rural e a ampliação do pagamento por serviços ambientais para conservação e restauração, como reconhecimento do produtor que preserva a vegetação nativa e recupera áreas degradadas. Proteção dos povos e comunidades tradicionais Indígenas realizam marcha em Brasília em defesa de direitos. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Arquivo Agência Brasil Lula propõe o avanço na destinação de terras públicas para unidades de conservação, territórios indígenas e quilombolas ou assentamentos, e o reforço da regularização fundiária. O programa destaca a consolidação da agenda nacional de proteção social para povos e comunidades tradicionais. Entre as medidas, está a integração do Sistema Único de Assistência Social à agenda de enfrentamento das mudanças climáticas e dos desastres, para amplificar a capacidade de o Estado proteger famílias atingidas por eventos extremos. O projeto de governo do PT inclui ainda novas rodadas de seleção para projetos de urbanização em favelas e comunidades urbanas como garantia de inclusão nos programas de desenvolvimento urbano sustentável. Flávio Bolsonaro propõe a autonomia aos povos indígenas e quilombolas para decidir sobre atividades produtivas em suas terras, com respeito ao desenvolvimento sustentável e às regras ambientais. Também prevê a indenização de eventuais restrições ao usufruto e mecanismos de compensação para quem ocupa e produz no território. Histórico de políticas Ao longo dos governos do PT, o enfrentamento às mudanças climáticas e ao declínio da biodiversidade foram temas transversais às ações governamentais, com o desenvolvimento do Plano Clima, que inclui oito planos de mitigação, 16 planos de adaptação e 5 estratégias transversais para ação climática. Foram desenvolvidos programas como o AdaptaCidades e Periferia Viva para adaptação das áreas urbanas às mudanças climáticas. Ações de mitigação também foram intensificadas como a criação da Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo e dos Planos de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia e no Cerrado. Chegaram a ser criadas 231 novas unidades de conservação, tanto públicas municipais, estaduais e federais, quanto Reservas Particulares do Patrimônio Natural. Também foram desenvolvidas novas fontes de financiamento climático como o Fundo Tropical Florestas para Sempre (TFFF) e fortalecidas ferramentas já existentes, como o Fundo Nacional do Meio Ambiente e o Fundo Amazônia. O desmatamento foi reduzido a números abaixo das médias históricas. Foram demarcadas 21 terras indígenas e destinados R$ 19,7 bilhões aos órgãos de fiscalização ambiental Lula, no entanto, sofreu críticas por apoiar a pesquisa exploratória na bacia sedimentar da Foz do Amazonas, que faz parte da área do litoral brasileiro conhecida como Margem Equatorial. Segundo ambientalistas, a área é considerada vital para a proteção do clima e da biodiversidade. Apesar de o candidato do PT destravar demarcações de terra indígena represadas no governo anterior, entidades que representam os povos indígenas questionaram a celeridade na conclusão dos processos pendentes no Ministério da Justiça. Durante o governo de Jair Bolsonaro, pai de Flávio, que governou o país entre 2019 e 2022, foram destinados aos órgãos de fiscalização ambiental R$ 7,4 bilhões. A destinação de recursos de fundos ambientais a novos projetos foi congelada. Nenhuma terra indígena foi demarcada em quatro anos. Houve um crescimento do desmatamento com a extinção dos programas de ação e controle do desmatamento. O Serviço Florestal Brasileiro e a gestão do Cadastro Ambiental Rural (CAR) foram delegados ao Ministério da Agricultura e a maior parte dos conselhos ambientais foi extinta. O Brasil registrou os maiores níveis de emissões de gases do efeito estufa. Na Amazônia, o desmatamento alcançou 45.612 km2 e cerca de 20 mil garimpeiros passaram a atuar na Terra Indígena Yanomami. A política ambiental de Jair Bolsonaro também ficou marcada por uma fala do então ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, em uma reunião no Palácio do Planalto, em 2020, durante a pandemia de covid-19. Na ocasião, Salles recomendou ao governo a simplificação de normas regulatórias. “Então é hora de juntar as forças de todos os ministérios aqui e ir passando a boiada e mudando todo o regramento e simplificando normas”, disse Salles. A intenção dele era flexibilizar leis ambientais em todos os pontos em que não fosse necessária a apreciação do Congresso Nacional, aproveitando o foco da imprensa na pandemia. A Agência Brasil publica, neste segundo turno, matérias com o comparativo dos planos de governo dos dois candidatos.
Nos dois últimos dias, o estado do Amazonas registrou 540 novos focos de incêndio em seu território. O número representa mais da metade dos focos detectados em todo o mês de outubro de 2025, quando foram registrados 874 focos em 31 dias, segundo o painel Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Neste sábado (10), 494 novos focos de incêndio tiveram início no estado, o maior número desde o início do mês. No mesmo dia de 2025, o Inpe não registrou novos focos em todo o Amazonas. No domingo (11), o ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, e o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, sobrevoaram o estado e identificaram a presença de fogo em áreas florestais de difícil acesso. Como não há fogo espontâneo no bioma amazônico, o ministro Capobianco avalia que os focos resultam de ação humana intencional, possivelmente com o objetivo de degradar o bioma e preparar o terreno para futuros desmatamentos. “É fundamental que as pessoas que estão agindo criminosamente vejam que serão punidas”, afirma o ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Notícias relacionadas:Feriado tem alerta para tempestades em quase todo o país.Governo ajudou assim que Amazonas decretou emergência, diz ministro.Amazonas recebe aeronaves para combater queimadas. O aumento da poluição do ar provocada pela fumaça das queimadas levou a Defesa Civil de Manaus a emitir um alerta de risco à saúde na última sexta-feira (9). A situação também levou ao reconhecimento, em caráter sumário, da situação de emergência em 36 municípios do estado. Uma força-tarefa emergencial, integrada pelos governos municipal, estadual e federal, atua no combate aos incêndios. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) enviou à região seis aeronaves,quatro aviões Air Tractor, utilizados no lançamento de água, e dois helicópteros, além de 290 brigadistas. “São aeronaves muito específicas e apropriadas para o combate ao incêndio florestal. Cada aeronave dessas lança cerca de 3 mil litros de água”, explica Jair Schmitt, presidente do Ibama. Outros dois aviões KC-390 da Força Aérea Brasileira (FAB) chegaram no domingo (11) para reforçar o trabalho, a pedido da Defesa Civil. A Força Nacional do SUS também atua nos municípios que já decretaram situação de emergência. Segundo o ministro Waldez Góes, o estado do Amazonas coordena a manifestação dos municípios para que uma frente de resposta em defesa civil possa atuar nos territórios. “Uma coisa é empregarmos, enquanto governos federal, estadual e municipal, todas as forças que pudermos para apagar o fogo. A outra é assistir às pessoas que estão precisando de ajuda humanitária e assistência médica por causa dos incêndios”, declara.
O avanço das queimadas no Amazonas levou o governo federal a ampliar as ações de prevenção e combate aos incêndios florestais na região. Segundo o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), 229 incêndios já foram extintos no estado desde o início do atual período crítico. Equipes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) seguem combatendo outros 20 focos ativos no Amazonas e atuando em ações de prevenção e monitoramento. Notícias relacionadas:Devastação na Amazônia pode quebrar maior "máquina de chuva" do mundo.Da Amazônia à Europa, seca avança e movimenta debates na COP17.Para reforçar as operações, o ministério mobilizou 290 brigadistas especializados e anunciou o envio de mais seis aeronaves. O reforço inclui quatro aviões Air Tractor, usados no lançamento de água sobre áreas atingidas pelo fogo, e dois helicópteros para apoio logístico e transporte de equipes em regiões de difícil acesso. As ações são coordenadas pelo Centro Integrado Multiagência de Coordenação Operacional Federal (Ciman Federal), responsável por articular a atuação de órgãos federais e estaduais no monitoramento e combate aos incêndios. Em setembro, após solicitação do governo do Amazonas, o Ciman Federal acionou combatentes do Projeto de Resposta em Ações Integradas para Atuação em Situações de Desastres (Respad) e uma aeronave do Projeto de Gerenciamento de Aeronaves para Situações de Urgência e Socorro (Pegasus). A mobilização foi revista dias depois, quando chuvas contribuíram para reduzir os focos de incêndio e o governo estadual informou que não seria necessário o deslocamento da equipe do Respad. Além das ações emergenciais, o MMA informou ter orientado o governo amazonense sobre procedimentos para solicitação de recursos por meio do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sinpdec), mecanismo utilizado para ampliar a capacidade de resposta em situações de emergência. Um dos principais projetos desenvolvidos visando ações de prevenção e combate a incêndios florestais é o ProAmazon, financiado pelo Fundo Amazônia com R$ 45 milhões.
O avanço das queimadas no Amazonas levou o governo federal a ampliar as ações de prevenção e combate aos incêndios florestais na região. Segundo o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), 229 incêndios já foram extintos no estado desde o início do atual período crítico. Equipes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) seguem combatendo outros 20 focos ativos no Amazonas e atuando em ações de prevenção e monitoramento. Notícias relacionadas:Devastação na Amazônia pode quebrar maior "máquina de chuva" do mundo.Da Amazônia à Europa, seca avança e movimenta debates na COP17.Para reforçar as operações, o ministério mobilizou 290 brigadistas especializados e anunciou o envio de mais seis aeronaves. O reforço inclui quatro aviões Air Tractor, usados no lançamento de água sobre áreas atingidas pelo fogo, e dois helicópteros para apoio logístico e transporte de equipes em regiões de difícil acesso. As ações são coordenadas pelo Centro Integrado Multiagência de Coordenação Operacional Federal (Ciman Federal), responsável por articular a atuação de órgãos federais e estaduais no monitoramento e combate aos incêndios. Em setembro, após solicitação do governo do Amazonas, o Ciman Federal acionou combatentes do Projeto de Resposta em Ações Integradas para Atuação em Situações de Desastres (Respad) e uma aeronave do Projeto de Gerenciamento de Aeronaves para Situações de Urgência e Socorro (Pegasus). A mobilização foi revista dias depois, quando chuvas contribuíram para reduzir os focos de incêndio e o governo estadual informou que não seria necessário o deslocamento da equipe do Respad. Além das ações emergenciais, o MMA informou ter orientado o governo amazonense sobre procedimentos para solicitação de recursos por meio do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sinpdec), mecanismo utilizado para ampliar a capacidade de resposta em situações de emergência. Um dos principais projetos desenvolvidos visando ações de prevenção e combate a incêndios florestais é o ProAmazon, financiado pelo Fundo Amazônia com R$ 45 milhões.
Pelo menos 40 profissionais do Corpo de Bombeiros e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) conseguiram controlar um incêndio na tarde desta sexta-feira (9), que durou mais de duas horas, em uma área de mata no Centro Olímpico da Universidade de Brasília (UnB). De acordo com o coordenador de logística do Prevfogo (ligado ao Ibama), Marcos Rocha, ainda não era possível identificar a causa do incêndio na área de Cerrado. Notícias relacionadas:AGU cria força-tarefa para atuar em caso de incêndio na UFPE.Reitor da UFPE estima prejuízo de incêndio em cerca R$ 100 milhões .Rocha informou, no entanto, que o clima quente e seco, e o vento fizeram os focos se espalharem. Ele acrescentou que foi possível proteger a área patrimonial da Faculdade de Educação Física e do Centro Olímpico, que ficam próximo à mata. “A secura do tempo pode fazer com que alguma fagulha espalhe o fogo. Como está muito seco e havia um vento os focos se espalharam rapidamente”, explicou. Para debelar as chamas, as equipes, chegaram a puxar água da piscina do Centro Olímpico. Os bombeiros militares atuaram com drones para combater toda a extensão do incêndio, próximo a uma avenida de grande circulação na Asa Norte, a L4. Inclusive a sede do Prevfogo fica nesta via. Atividades suspensas A chefe do Centro Olímpico, professora Marisete Safons, suspendeu todas as atividades no espaço durante esta tarde. “Nós retiramos todas as crianças que estavam aqui no parque aquático para fazer atividades e cancelamos as atividades acadêmicas." Ela testemunha que, neste ano, foi o primeiro incêndio na região: “Nós escutamos os estalos do fogo e já acionamos os bombeiros que agiram rapidamente”
Runoff candidate Flávio Bolsonaro wants to review three environmental agencies and allow fracking, with US energy, trade and climate ties in play. The post Flávio Bolsonaro Backs Fracking and Agency Review appeared first on The Rio Times.