Brasília Poll Has Flávio 55%, Lula 45%
A Datafolha poll of Brasília-area voters puts Flávio Bolsonaro at 55% of valid votes and Lula at 45%, two days before the runoff. The post Brasília Poll Has Flávio 55%, Lula 45% appeared first on The Rio Times.
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CTRL+Z says leaked Meta documents show Instagram faults hit only Lula's profile days before Brazil's 25 October runoff, which Meta calls technical. The post Leaked Meta Files Show Lula Glitches Persist appeared first on The Rio Times.
O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, deu prazo de 24 horas para que a empresa Meta – responsável pelas plataformas Facebook, Instagram e WhatsApp – e a rede social X revelem detalhes sobre a remoção de publicações e a forma como distribuem conteúdos de cunho político a seus usuários. Cueva é relator de um processo aberto pela campanha do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva, que alega haver um favorecimento nas plataformas de conteúdos ligados ao candidato Flávio Bolsonaro, adversário no segundo turno da corrida presidencial. Notícias relacionadas:ONU aponta falta de isenção da Meta em eleição brasileira.Presidente do TSE pede à Meta relatório sobre canal Exército do Lula .Comitê da Meta aponta falhas de moderação nas eleições brasileiras.Para ilustrar o tratamento desigual, a campanha de Lula citou a remoção de um vídeo do projeto Revelando apresentado pelo artista MC Cabelinho, que contém críticas a Flávio e foi retirado da rede social Instagram na quinta-feira (22), pouco depois de ser lançado, sob alegação de uso excessivo de Inteligência Artificial. Para o corregedor eleitoral, diante da proximidade da votação em segundo urno, no domingo (25), o episódio “justifica a adoção de providências destinadas a esclarecer os fundamentos da remoção e a assegurar sua pronta reavaliação". O ministro, contudo, ressalvou que os elementos apresentados até o momento não permitem concluir que o vídeo recebeu “tratamento diferenciado em razão de sua orientação político- eleitoral". Ele determinou à Meta que submeta o material à revisão humana. Outra alegação da campanha lulista é que anúncios pagos pelas campanhas oficiais estariam tendo alcance distinto nas redes sociais, com menor distribuição de conteúdos ligados a Lula. A campanha lulista aponta ainda um alcance desproporcional entre conteúdos, com favorecimento a conteúdos do campo adversário. A defesa de Lula reclama também de tratamento desigual pela ferramenta de IA Grok, que funciona embutido no X, que apresentaria comportamento distinto quando confrontada com questionamentos semelhantes a respeito das duas candidaturas. Em informações apresentadas ao presidente do TSE, ministro Munes Marques, nesta semana, a Meta negou tratamento diferenciado entre as campanhas e afirmou respeitar todas as regras da Justiça Eleitoral. Nesta sexta (23), Nunes Marques deve realizar uma última reunião com representantes das principais redes sociais - como Instagram, Facebook, TikTok e Kwai - antes do segundo turno.
Os eleitores brasileiros vão decidir, neste domingo (25) de segundo turno, entre dois programas de governo que apontam para direções opostas no debate sobre a máquina pública e seu alcance. Temas como privatizações, venda de ativos, extinção de empresas estatais, reforma administrativa, entre outros estão presentes nos programas de governo dos candidatos Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva, mas com algumas abordagens distintas. Notícias relacionadas:Direitos Humanos: planos de Lula e Flávio refletem diferença histórica.Veja os planos de governo de Flávio e Lula para meio ambiente e clima.Economia: Lula e Flávio divergem sobre ajuste fiscal e papel do Estado.Sobre a gestão da máquina pública, o programa de governo de Lula, que busca a reeleição, foca no aumento da eficiência e da qualidade e controle do gasto público. O programa também prevê o fortalecimento de mecanismos de transparência e o acompanhamento de políticas públicas para “a geração de valor público e redução das desigualdades.” Para tanto, o programa aponta como um dos caminhos a universalização dos serviços públicos digitais personalizados e a construção de infraestruturas públicas digitais. A aposta é em incrementar ainda mais os serviços disponibilizados em plataformas públicas, como o Gov.br, que já reúne mais de 5 mil serviços públicos federais. O plano também prevê medidas de transparência, controle e integridade da administração pública e combate à corrupção, além de medidas para ampliar a transparência dos gastos públicos. O foco é na investigação, prevenção e responsabilização “de corruptos e corruptores, inclusive os do andar de cima, com pleno respeito à independência das instituições”. No que diz respeito a questões como privatização, as diretrizes do plano de governo se opõem à desestatização de empresas como a Petrobras, Embrapa, Correios, entre outras, ressaltando o papel das estatais na indução do desenvolvimento econômico, no investimento público e na garantia da soberania nacional. O plano fala ainda em priorizar a reestruturação e recuperação financeira dessas empresas, parcerias com empresas privadas e a ampliação do Repetro, um regime fiscal e aduaneiro especial, que concede benefícios e suspensão de tributos para impulsionar a cadeia de óleo, gás natural e outros hidrocarbonetos. “Defendemos ainda que a Petrobras continue também a orientar para a transição energética, alinhados ao Acordo de Paris e NDC [Contribuições Nacionalmente Determinadas, na sigla em inglês] brasileira, com investimentos em fontes de baixo carbono e redução efetiva de emissões operacionais. Vamos readequar o marco legal do Repetro às necessidades de descarbonização. O caminho mantém a orientação das gestões do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de que as empresas estatais são uma das ferramentas para o desenvolvimento do país. >> Confira abaixo a íntegra dos planos de governo dos dois candidatos: Flávio Bolsonaro Lula O plano de governo de Flávio Bolsonaro também fala em investir mais nos serviços digitais. “A tecnologia é nossa aliada nessa tarefa: a digitalização dos serviços públicos, que devolve tempo ao cidadão no Brasil sem Fila, é também o que permite um Estado mais ágil e menos custoso por dentro”, diz o documento que aponta ainda para a continuação do governo do ex-presidente e seu pai, Jair Bolsonaro, que buscou a venda de ativos do estado. O plano fala na adoção de mecanismos de transparência e avaliação de políticas públicas, a exemplo dos programas de transferência de renda, “identificando quem são os beneficiários de cada programa”, para medir o impacto das políticas. Em outro ponto, o plano propõe o que chama de tesouraço – um “corte profundo e por todos os lados” para reduzir a máquina pública e fala em realizar uma reforma administrativa. O documento diz que vai haver ainda uma limitação de gastos operacionais da administração pública, em desregulamentação de regras infralegais nas áreas trabalhista, tributária e previdenciária para desonerar alguns setores; além de uma redução do número de ministérios. O plano de governo diz ainda que o candidato vai retomar o Programa Nacional de Desestatização, que privatizou empresas como a Eletrobras e extinguiu a Ceitec. O documento também cita a venda de ativos estatais não estratégicos como meio para atrair investimentos privados e reduzir o endividamento público. O texto também prevê a redução de cargos comissionados e de despesas administrativas e fala em adotar a Lei de Estatais, de 2016, como diretriz para a nomeação de dirigentes de agências reguladoras e empresas públicas. “Vamos também profissionalizar as agências reguladoras, fortalecendo os critérios técnicos na indicação de seus dirigentes, com avaliações periódicas e um amplo revogaço regulatório, preservada a segurança jurídica”, diz o documento. Governos anteriores Durante os quatro anos de governo Jair Bolsonaro, cerca de 76 empresas públicas foram privatizadas, entre subsidiárias e empresas de estrutura única. A privatização mais emblemática foi a da Eletrobras. A maior empresa de geração e transmissão de energia da América Latina foi vendida em junho de 2022 por R$ 33,7 bilhões. Outras vendas concluídas na época foram da BR Distribuidora (subsidiária da Petrobras), Liquigás (outra subsidiária da Petrobras), Companhia Docas do Espírito Santo e a Refinaria Landulpho Alves, entre outras. Para cuidar do assunto Jair Bolsonaro criou a Secretaria de Privatizações. Outras empresas públicas estavam na mira do governo, mas não foram desestatizadas. Entre elas, Petrobras, Correios, Casa da Moeda e Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Lula, por sua vez, sempre teve um discurso contrário às privatizações. Em dezembro de 2022, quando trabalhava na transição para seu terceiro mandato, ele declarou sua contrariedade em relação à política adotada pelo governo anterior. "Vai acabar as privatizações nesse país. Já privatizaram quase tudo, mas vai acabar e vamos provar que algumas empresas públicas vão poder mostrar a sua rentabilidade”. Em vez disso, ele sempre preferiu, mesmo em mandatos anteriores, apostar em concessões e parcerias-público-privadas, mais notadamente na área de infraestrutura, como trechos de rodovias, portos e aeroportos. Ao contrário da privatização, que é a venda definitiva da empresa, a concessão dá à iniciativa privada o direito de administrar e explorar aquele bem ou serviço por um período determinado, como 10 ou 15 anos, por exemplo, e o Estado recebe um pagamento por isso (outorga). O primeiro aeroporto concedido à iniciativa privada foi o de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte. Entre 2012 e 2013, já no governo Dilma Rousseff (PT), os aeroportos de Brasília (DF), Guarulhos (SP), Confins (MG), Galeão (RJ) e Viracopos (SP), de médio ou grande porte, passaram a ser administrados por empresas privadas.
Brazil's main stock index fell 1.15% to 204,120 on Thursday as a tied runoff race and a global tech sell-off cut risk appetite three days before the vote. The post Brazil Stocks Fall 1.15% on Election Nerves | Brazil Market Report, Oct 22 appeared first on The Rio Times.
Investor jitters are kicking in ahead of Brazil’s presidential election runoff, sending the cost of hedging surging.
PoderData/Aya has Flávio Bolsonaro at 51% and Lula at 49% of valid votes, a technical tie, as 95% of voters say they will vote on 25 October. The post PoderData Poll Has Flávio 51%, Lula 49% appeared first on The Rio Times.
Brazil's electoral court gave prosecutors 24 hours to rule on Meta's steps to treat Lula and Flávio Bolsonaro equally before the 25 October runoff. The post Brazil Court Asks Prosecutors About Meta appeared first on The Rio Times.
Real Time Big Data puts Flávio Bolsonaro at 52% and Lula at 48% of valid votes in its 20 October runoff poll, five days before the vote. The post Brazil Poll Gives Flávio 52% and Lula 48% appeared first on The Rio Times.
Lula says he will let courts open his bank and phone records, and challenges Flávio Bolsonaro to match him before Brazil’s 25 October runoff. The post Lula Offers to Open Bank Records to Court appeared first on The Rio Times.
Brazil’s top electoral court has given Meta 24 hours to prove it is treating campaign content from incumbent President Luiz Inácio Lula da Silva and Senator Flavio Bolsonaro equally on its online platforms, threatening a daily fine for noncompliance. The ruling follows allegations from Lula's campaign that the social media giant is suppressing Lula’s campaign content ahead of Sunday’s closely contested presidential runoff.
O ministro Marco Aurélio Buzzi, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), deu 24 horas para que a empresa Meta - responsável por plataformas como Facebook, Instagram e WhatsApp - comprove a adoção de medidas de isonomia na distribuição de posts políticos e na veiculação de anúncios de campanha, em meio ao segundo turno da corrida presidencial. A medida foi tomada depois de a Meta não cumprir um prazo inicial de 72 horas para apresentar as informações. Notícias relacionadas:TSE decide manter ordem para Meta garantir isonomia a candidatos.TSE determina isonomia após IA da Meta barrar imagens de Lula.Na semana passada, o TSE atendeu a um pedido da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, para que a Meta fosse obrigada a se explicar. A coligação Brasil Pronto pra Mais, de apoio a Lula, apresentou dados segundo os quais a Meta estaria desfavorecendo conteúdos do campo político de Lula e dando destaque ao campo adversário, infringindo a legislação eleitoral. Outra queixa está numa possível desigualdade no impulsionamento de anúncios pagos. A campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro também ingressou com reclamação semelhante no TSE. Na última sexta-feira (16), o plenário do TSE manteve uma primeira decisão de Bellizze, que ordenou à Meta o tratamento isonômico imediato das campanhas em suas plataformas. A multa diária por descumprimento, caso a empresa não demonstre a adoção de medidas que garantam a exposição igualitária das campanhas, foi estipulada em R$ 500 mil. Nesta segunda (19), Bellizze proferiu nova decisão, determinando o envio das informações em 24 horas, e elevou a multa para R$ 1 milhão. O ministro elencou os seguintes pontos a serem esclarecidos: Como funcionam os sistemas de recomendação de posts nas plataformas; Dados sobre o alcance dos anúncios das duas candidaturas que disputam o segundo turno; Apresentação de investigações sobre possíveis redes de perfis inautênticos; Informações sobre conteúdos que deveriam receber identificação por terem sido produzidos ou alterados sinteticamente. Outro lado Após o PT denunciar as falhas, a Meta declarou que a recomendação de candidatos foi proibida, conforme determinação do TSE. A plataforma também informou que tomou medidas adicionais para restringir as recomendações. “Em cumprimento às regras eleitorais do Brasil, nós proibimos temporariamente a recomendação de candidatos ou a geração de imagens deles. Tomamos medidas adicionais para que comandos usando apenas o primeiro nome dos candidatos e seu número nas urnas também não produzam imagens”, afirmou a empresa.
O domingo foi marcado por atos em defesa da democracia e da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pelo Brasil, com milhares de pessoas reunidas em cerca de 500 cidades, entre elas Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte e Fortaleza. A estimativa é da coordenação de campanha do partido. Na capital federal, a mobilização tomou conta da Esplanada dos Ministérios pela manhã e permaneceu nas ruas ao longo do dia. No Rio, à tarde, um ato musical reuniu milhares de pessoas na orla de Copacabana. O evento foi convocado pelo cantor Caetano Veloso e teve a participação de artistas como Djavan, Duda Beat, Marina Sena, entre outros. Notícias relacionadas:Campanha de Flávio Bolsonaro realiza manifestação na Paulista.Estudantes retomam protagonismo em momento decisivo no país, diz UNE.Lula faz campanha em MG e celebra fim da jornada 6x1.Caetano lembrou que foi preso na ditadura militar com Gilberto Gil e outros músicos. "Vários artistas sofreram. Nós estamos aqui para apresentar uma defesa da democracia contra esse tipo de coisa e resistir contra as ameaças à democracia", disse. Ato pela reeleição de Lula na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil Ato pela Democracia na orla de Copacabana - Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil O cantor Djavan destacou que também é preciso defender a soberania brasileira contra ingerências externas. Para a atriz Leticia Sabatella, é preciso lutar e proteger os direitos conquistados. "De um lado a gente tem um candidato de uma família que exalta torturadores, são saudosos da ditadura e não têm um programa de Estado para o Brasil. Do outro lado, a gente tem um programa de governo que a gente já viu ser implantado com políticas sociais muito importantes." A cantora Duda Beat disse que estava bonito de ver a multidão na orla de Copacabana. "Isso aqui é a resposta que a gente vai dar. O povo unido consegue tudo. Viva a democracia!" Ato pela Democracia na orla de Copacabana - Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil O diretor de Comunicação da União Nacional dos Estudantes (UNE), Alejandro Guerrero, disse que veio do Rio Grande do Sul para participar do ato porque o país vive um momento de encruzilhada histórica. "Existem dois rumos de projeto que neste segundo turno ficam evidenciados. Um projeto que representa a democracia, a defesa da soberania nacional. Do outro lado, o entreguismo, o fascismo e a entrega das nossas riquezas para os Estados Unidos. Esse é o momento para a gente reafirmar a luta em defesa do Brasil da soberania e da democracia", afirmou o estudante. Candelária Na parte da manhã, um ato de estudantes e trabalhadores também reuniu milhares de pessoas na Praça da Candelária, no centro do Rio, em apoio à democracia e a Lula. Manifestação em apoio à reeleição do presidente Lula na Candelária - Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil O casal Bráulio Martins, de 33 anos, e Laura Guimarães, de 27 anos, compareceu à manifestação acompanhado do filho Ícaro, de 5 anos. Laura estava com um adereço de mochila maluca com vários adesivos dos programas sociais do governo Lula. "A partir de 2018, comecei a me envolver e pesquisar, e a praticar minha cidadania e descobrir as lutas que eu ia me envolver. Eu passei muito sufoco depois que minha mãe morreu em 2021. Fui beneficiária do Bolsa Família por um tempo, o que me ajudou muito a cuidar do meu filho e a empreender", disse Laura, esteticista e dona de uma clínica na área. "Quero que meu filho tenha uma vida que eu não tive. Quero que ele cresça seguro e entendendo quais são os lados, ele como uma criança de uma família que sempre lutou muito", completou. Acompanhada das amigas, a estudante de artes visuais na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Andressa da Paz, de 24 anos, contou que, no governo de Jair Bolsonaro, a universidade pública foi sucateada, não tinha papel higiênico, faltava luz, não tinha nem ventilador. A faculdade fica na Ilha do Fundão, na Ilha do Governador. "Estou esperançosa de que dia 25 de outubro, Lula vai ganhar", afirmou Andressa. * Matéria atualizada para complementação de informações
O eleitor que não votou no primeiro turno das Eleições Gerais de 2026, em 4 de outubro, pode participar normalmente do segundo turno, marcado para o próximo domingo, 25 de outubro. A ausência na primeira etapa não impede a participação na segunda fase, desde que a situação eleitoral esteja regular. Isto porque cada turno é considerado uma eleição independente. Notícias relacionadas:Eleições: mais de 4 mil seções tiveram locais alterados; confira.2º turno: 7 cidades também terão eleições complementares para prefeito.O eleitor tem até 60 dias, após cada turno, para apresentar a justificativa de ausência no dia de cada pleito. Clique aqui e saiba como justificar. O primeiro turno das Eleições de 2026 registrou um recorde de 33,4 milhões de eleitores ausentes, o que representa 21,08% do eleitorado. Cargos em disputa Os eleitores de todo o país escolherão o próximo presidente da República e os governadores de cinco estados, mais o Distrito Federal, onde também haverá segundo turno, pois nenhum dos candidatos obteve 50% dos votos mais 1. Haverá segundo turno no Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins. Vale lembrar que o trabalhador que deixou de votar porque está escalado ou cumprirá expediente não pode ser impedido de exercer seu direito ao voto no próximo domingo (25). O empregador deverá organizar a jornada para permitir que o trabalhador tenha tempo para o deslocamento até a seção eleitoral, entre 8h e 17h, no horário de Brasília. Voto em trânsito Mais de 314,5 mil pessoas solicitaram à Justiça Eleitoral para votar no segundo turno das eleições, ou seja, poderão votar fora do domicílio eleitoral em locais definidos pelos tribunais regionais eleitorais (TREs). A modalidade estará disponível nas capitais e nos municípios com eleitorado superior a 100 mil pessoas, em seções destinadas para esse fim. Quem estiver em trânsito dentro da mesma unidade da Federação do domicílio eleitoral poderá votar para os dois cargos (presidente e governador). A consulta ao local de votação deve ser feita pelo aplicativo e-Título ou pela internet, via Autoatendimento Eleitoral. Ausência justificada Nas eleições de 2026, o prazo para justificar a ausência no primeiro turno termina no dia 3 de dezembro. Se o eleitor não votar no 2º turno, terá até 8 de janeiro de 2027 para apresentar a justificativa. O procedimento pode ser feito pelo aplicativo e-Título, disponível para smartphone e tablets, pelo Autoatendimento Eleitoral, disponível nos portais da Justiça Eleitoral, ou presencialmente, em um cartório eleitoral. Após a eleição, o requerimento deve ser acompanhado de documentos que comprovem o motivo da ausência, para análise da justiça eleitoral.
Data show a 42 percent drop in forest clearance from a year earlier, giving Lula a boost before the election run-off.
The messages, reported by a Brazilian daily, say the platform recommended Bolsonaro's profile and his WhatsApp channel.
Os candidatos à Presidência da República que disputam o segundo turno das eleições gerais cumprem agenda em Minas Gerais e no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (15). Luiz Inácio Lula da Silva (PT) Participa de caminhada em Juiz de Fora (MG), ao meio dia. Em seguida, às 17h, haverá ato de campanha em Ipatinga (MG). Notícias relacionadas:2º turno: 7 cidades também terão eleições complementares para prefeito.Flávio Bolsonaro (PL) À noite, após o Jornal Nacional, o candidato participa de sabatina da TV Globo, nos estúdios da emissora, no Rio de Janeiro. A ordem de apresentação da agenda dos candidatos a presidente segue alternância diária.
Brazil’s Senate approved legislation to shorten the workweek without reducing pay, handing President Luiz Inácio Lula da Silva a potential lifeline days ahead of an election he’s trailing.
A PoderData/Aya poll showed incumbent President Luiz Inácio Lula da Silva with 49% of valid votes, compared with 51% for Senator Flávio Bolsonaro, a statistical tie within the poll’s 1.8 percentage-point margin of error. The presidential runoff will be held on Oct. 25.
Uma manifestação pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ocupou neste domingo (11) a maior parte da Avenida Paulista, em São Paulo, e contou com a participação do candidato. O ato, chamado de Marcha Pela Democracia, foi organizado independentemente por movimentos sociais e por fandoms, comunidades de admiradores de artistas pop, como Lady Gaga, BTS, Beyoncé e Taylor Swift. Notícias relacionadas:Corregedor derruba decisão que suspendeu canal Exército do Lula.Janones denuncia censura em decisão do TSE contra Exército do Lula.Meta alega "problemas técnicos" para menor alcance de Lula nas redes.Também participaram da convocação torcidas organizadas de times de futebol, como as do Palmeiras e Corinthians, a Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo e movimentos estudantis. Semana decisiva Antes do início do ato, em entrevista à imprensa, Lula disse que a semana que começa será decisiva para a eleição presidencial. Ele destacou a votação no Senado do fim da escala 6x1, agendada para a próxima quarta-feira (14). “[Nesta semana,] Vai se provar como é que o partido do meu adversário [o PL] vai votar: se ele vai querer manter os trabalhadores trabalhando seis dias e descansando um, ou se ele vai votar para o trabalhador ter os dois dias de descanso”, disse. Lula foi questionado sobre a tentativa da oposição de transferir a data da votação no Senado para depois do segundo turno das eleições, em 25 de outubro. O presidente disse que isso seria uma tentativa de enganar o povo. “Já está marcada a data da votação, portanto, a única coisa que a oposição pode fazer é a seguinte: demonstrar se vão ter coragem de votar contra ou a favor”. Candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva durante ato na Avenida Paulista, em São Paulo. Foto: Ricardo Stuckert Tesouraço Lula voltou a questionar o corte de gastos anunciado pelo seu adversário, Flávio Bolsonaro (PL), e chamado de "tesouraço". O candidato afirmou que a medida de Flávio poderia recair sobre os mais pobres. “O tesouraço dele possivelmente seria o mesmo tesouraço do [presidente da Argentina, Javier] Milei, ou seja, cortar direito do povo pobre, cortar direito do aposentado, cortar direito daqueles que precisam ganhar um pouco mais, e levar o povo outra vez para a situação de miséria neste país. Isso a gente não permite de forma alguma que volte a acontecer no Brasil”. Lula lembrou ainda que, nesta semana, deverá avançar no Congresso Nacional a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Segurança Pública, que criará o Ministério da Segurança Pública. O petista defendeu que, com a PEC, o governo federal poderá passar a atuar mais diretamente na questão do combate à criminalidade. “A gente poderá dizer ao povo brasileiro o seguinte: para o povo trabalhador, para a comunidade, para o território, proteção; para os bandidos, prisão, porque o governo vai fazer uma intervenção na segurança pública, coisa que a Constituição não permite até agora”. Discurso Em cima de um carro de som posicionado em frente ao Museu de Arte de São Paulo (MASP), Lula criticou a administração anterior, do ex-presidente Jair Bolsonaro, principalmente na gestão da pandemia de covid-19. “Vocês sabem o que a família bolsonarista fez neste país. Vocês sabem o que é um presidente rir de pessoas que estavam morrendo asfixiadas por falta de oxigênio. Vocês viram quantas pessoas foram enterradas em saco preto, sem poder se despedir da sua família, porque tivemos um presidente irresponsável que duvidou da ciência, que não acreditou na medicina, que receitou remédio que não prestava para nada”. O candidato defendeu realizações de sua gestão na educação e prometeu uma revolução nas áreas da tecnologia e da segurança no país. “Quando nós chegamos na presidência, em 2003, o Brasil tinha apenas 4,8 milhões de pessoas com diploma universitário no mercado de trabalho. Hoje, o Brasil já tem 26 milhões, e nós queremos 50 milhões, 100 milhões”, disse. Abstenção Lula destacou também a alta abstenção dos eleitores no primeiro turno das eleições, que chegou a 21,08%. O candidato pediu empenho da população acima dos 70 anos para comparecer às urnas e participar da escolha do próximo governo. “Se essa pessoa não quer votar por ela, ela tem filho, filha, neto, bisneto e tem a pátria dela para cuidar. E não pode permitir que os bandidos voltem a governar este país”, acrescentou. Outros atos Apoiadores da candidatura do PT realizaram atos em outros estados neste domingo (11). Em Alagoas, um ato ocupou a Praça Sete Coqueiros, na orla de Maceió. No Rio de Janeiro, houve manifestações na orla de Copacabana e no bairro litorâneo de Icaraí, em Niterói, na região metropolitana. Os atos pediram também o fim da escala de trabalho 6x1, que tramita no Senado. Em Belo Horizonte, a Caminhada Rosa uniu a defesa de direitos das mulheres e campanha pela candidatura do PT. À tarde, apoiadores de Lula se reuniram na Praça Universitária, em Goiânia. Em Salvador, houve manifestações pró-reeleição de Lula na orla e no Pelourinho. Atos em feiras e ruas também marcaram o domingo em Brasília. * Colaborou Bruno de Freitas Moura.
Arrest warrant for presidential candidate's brother is issued weeks before Brazil's runoff election.
Começou a circular esta semana um site que vende criptomoedas e promove distribuição de tokens (ativos digitais) para os usuários que compartilharem mensagens favoráveis ao candidato Flávio Bolsonaro (PL), que concorre à presidência da República. O texto publicado neste site diz que, trata-se de “um movimento que une apoio ao voto 22 e a proposta de ajuda às Hyperkids a concluir sua casa em Kampala”, de acordo com reportagem publicada nesta quinta-feira (8) pelo jornal Folha de S.Paulo, Notícias relacionadas:Flávio Bolsonaro recebe apoio de partidos e fala em mudar Constituição.TSE adia julgamento sobre candidatura de Deltan Dallagnol ao Senado.Hyperkids é um grupo formado por crianças e adolescentes de Uganda que fazem danças para chamar a atenção dos usuários de internet. O perfil tem quase 13 milhões de seguidores e faz a divulgação do esquema das criptomoedas. No vídeo, as crianças aparecem dizendo que há “um novo token e o objetivo dele é ajudar o Brasil”. Ao final do texto, os jovens citam os nomes do deputado Nikolas Ferreira, do candidato Flávio Bolsonaro e de Pablo Marçal, empresário que se juntou recentemente à campanha de Flávio. O Artigo 57-C da Lei das Eleições de 30 de setembro de 1997, diz que é vedada a veiculação de qualquer tipo de propaganda eleitoral paga na internet, excetuando o impulsionamento de conteúdos, desde que identificado de forma inequívoca como tal e contratado exclusivamente por partidos, coligações e candidatos e seus representantes. O pesquisador Paulo Rená, do Instituto de Referência em Internet e Sociedade, avalia que a ação tem uma ilegalidade pois envolve a promessa de uma vantagem econômica atrelada a uma campanha eleitoral. “As questões que ficam é saber quem está organizando e se a campanha tem conhecimento da iniciativa. O fato de ela não ter nenhuma vinculação com o Brasil e não estar direcionada a uma causa nacional pode levar a crer também que seja uma estratégia para burlar a legislação eleitoral brasileira e também a fiscalização desse tipo de iniciativa”, diz. O site de criptomoedas informa que “a distribuição de tokens é independente de voto, preferência eleitoral ou divulgação de propaganda eleitoral”. Diz ainda que este projeto “não é oficial, não é endossado nem tem vínculo com nenhum político, partido, candidatura ou campanha eleitoral, e não é forma de doação eleitoral”. A campanha de Flávio Bolsonaro disse que desconhece a autoria do site da criptomoeda e informou que vai tomar todas as medidas judiciais contra a publicação nas esferas eleitoral, cível e criminal para a derrubada da página. O candidato também negou a contratação de perfis para divulgação de conteúdo ou produtos de campanha. Nesta quinta-feira, a Coligação Brasil Pronto pra Mais, que apoia a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), apresentou à Procuradoria-Geral Eleitoral uma denúncia sobre a distribuição de ativos virtuais em troca de propaganda política. A coligação solicita a identificação dos responsáveis e a investigação de possíveis crimes eleitorais, incluindo o uso de estrutura comercial para propaganda ou aliciamento de eleitores, previsto no Código Eleitoral. *Com informações da TV Brasil
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai julgar nesta quinta-feira (8) a validade do registro de candidatura Deltan Dallagnol (Novo) ao Senado pelo Paraná. Deltan obteve 2.904.594 votos (25,14%) no primeiro turno das eleições, realizado no último domingo (4), e garantiu a segunda cadeira do estado no Senado. Notícias relacionadas:STF retira crédito presumido do ICMS da base de cálculo do PIS/Cofins.STF deve julgar revisão da condenação de Bolsonaro após eleições .MPRJ recomenda que partida entre Vasco e Boca Juniors seja no Maracanã.Ex-procurador da Operação Lava Jato, o candidato foi alvo de ação protocolada pelo PT estadual para contestar sua elegibilidade para concorrer ao pleito. Em 2023, Deltan teve o mandato de deputado federal cassado pelo TSE. Conforme a decisão, ele pediu exoneração do cargo de procurador para evitar a perda do cargo e o enquadramento na Lei da Ficha Limpa. O ex-procurador pediu exoneração do Ministério Público Federal (MPF) quando já havia sido condenado pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) à pena de censura e de advertência e ainda tinha 15 procedimentos diversos em tramitação contra ele no órgão. Pela legislação, são inelegíveis, pelo prazo de 8 anos, membros do Ministério Público que tenham perdido o cargo por sentença ou que tenham pedido exoneração durante a tramitação de processo disciplinar. Em setembro deste ano, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Paraná reconheceu que Deltan está elegível e deferiu o registro de candidatura. Em seguida, a coligação do PT recorreu ao ministro Floriano de Azevedo Marques, do TSE, que suspendeu a campanha de Deltan. No último sábado (3), Floriano determinou o indeferimento do registro de Deltan. Contudo, no dia seguinte, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, derrubou a decisão e liberou a candidatura.
A late right-wing shift, a banking scandal and economic frustration may be behind Bolsonaro's last-minute gains.
Brazil's Senate began debating an end to the 6-day work week on Tuesday 6 October, two days after an election that left its conservative opponents stronger. The post Brazil Senate Opens Debate on Ending 6-Day Work Week appeared first on The Rio Times.
A deputada federal mais jovem eleita na disputa deste domingo (4) foi Ana Elisa Santos Silva, 21 anos, do PT de Minas Gerais. Com 1, 9 milhão de seguidores em apenas uma rede social, ela se destaca por abordar temas como racismo, feminismo e direitos sociais. Negra e nascida em Divinópolis, além de influenciadora digital, Ana Elisa é estudante de Direito e estagiária. Sua campanha foi feita principalmente pelas redes sociais, as quais ela atribui o sucesso nas eleições. Entre suas propostas estão as cotas raciais, combate à desinformação e ao racismo, o passe livre universitário intermunicipal, fortalecimento do ensino público e políticas para o primeiro emprego, o fim da escala 6x1 e pautas ligadas aos direitos da classe trabalhadora e ao desenvolvimento social de Minas Gerais. Notícias relacionadas:Terceiro colocado, Cury fala em manter “silêncio” no segundo turno.PL elege 19 senadores e soma 28; MDB conquista sete vagas e PT, seis.Paraíba elege governador mais novo do país com 37 anos.Com a idade mínima de 21 anos exigida pela Constituição para ocupar o cargo de deputada federal, Ana Elisa Santos Silva se filiou ao PT em março deste ano. Durante a campanha, sua vaquinha eleitoral esteve entre as que reuniram o maior número de apoiadores e ultrapassou R$ 100 mil arrecadados. Ela foi eleita pela Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV.
LATAM Pre-Open: oil above US$100 keeps pressure on importers as softer US jobs data lifts risk. Brazil's real firms on the election surprise. The post LatAm Opens After Ibovespa’s 2.63% Gain | Pre-Open, Oct 5 appeared first on The Rio Times.
Brazil’s presidential election is heading to a run-off after Bolsonaro and Lula both fell short of the 50% needed to win