Israel has detained more than 2,000 Palestinian children since 2023: report
At least 350 Palestinian children currently face 'harsh conditions' in Israeli prisons.
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At least 350 Palestinian children currently face 'harsh conditions' in Israeli prisons.
A year into the ceasefire, nearly two-thirds of Gaza is in Israeli hands and Netanyahu vows control of the West Bank.
Despite ceasefire reached between Israel and Lebanon in June, Israeli attacks continue.
The US-Israel war on Iran and its inflationary impact will dominate the agenda.
Jerusalem Daily: Panicked Palestinians flee Israeli attacks on Gaza
An Israeli strike destroyed a residential building in the Al-Rimal neighbourhood in Gaza City.
Demonstrations in London, Berlin, and Rome denounce ongoing Israeli attacks on Gaza 'ceasefire' anniversary.
Five Syrians and one Lebanese wounded in latest Israeli attack, Lebanon's health authorities say.
Attorney General says suspect admitted he acted alone after preparing psychologically and physically for the attack.
Islamic Relief calls for global action as deadly Israeli attacks in Gaza continue and humanitarian conditions worsen.
As Israeli settlers harvest olives on Palestinian land, farmers face growing violence and loss of an ancient tradition.
Israel’s foul-smelling weapon turns Palestinian repression into a sales pitch.
Many Palestinians are still living in cramped tent cities, with the US plan to end the war largely stalled.
Israel marked the third anniversary of Hamas’s October 7 attack on Wednesday with silent tributes and renewed strikes on Gaza as political debate intensified ahead of elections. Families gathered at the Nova festival site and Kfar Aza kibbutz. Gaza officials said strikes killed five people despite a year-old ceasefire agreement.
Three years into Israel’s war on Gaza, we examine patterns that echo the Srebrenica genocide in Bosnia and Herzegovina.
Three years after the October 7 attack, when Hamas militants killed at least 1,195 people in Israel – mostly civilians – the sites of the massacre near the Gaza border have become heavily visited memorials. They offer Israelis and Jews in the diaspora a place to honour those who were killed, as FRANCE 24’s Stéphane Amar reports.
As Israelis mark the third anniversary of the October 7 Hamas attack, and with elections due later this month, one question keeps resurfacing: What did Benjamin Netanyahu know in the run-up to the attack? The Israeli prime minister has been accused of ignoring repeated warnings – an allegation he denies.
On October 7, 2023, Hamas launched a series of deadly attacks on Israeli towns and military sites near the Gaza border in a massive, coordinated assault. We look back, hour by hour, at how the events unfolded that day and how it has become known as the biggest massacre that the Jewish state has ever seen.
The parents of a 22-year-old Israeli man who was killed when Hamas attacked the Nova music festival on October 7, 2023 have told FRANCE 24 how they can still feel him surrounding them even though he's no longer here. Shira and Moshe Shapira say that time doesn't heal, but they are learning how to live with their loss. Their son Aner managed to throw seven grenades back towards Hamas fighters, before an eighth exploded in his hands, killing him. They spoke to us in Perspective.
US military aid and arms transfer continue unchanged, as US public sentiment shifts.
Nos três anos após o ataque do Hamas contra Israel em 7 de outubro de 2023, completados nesta quarta-feira (7), o Oriente Médio registrou uma sucessão de acontecimentos que modificou a correlação de forças na instável Ásia Ocidental por meio de guerras e da criação e do desmonte de alianças militares e políticas. O ataque do Hamas contra vilas ao Sul de Israel, que tirou a vida de cerca de 1,2 mil pessoas, foi seguido de uma resposta militar israelense classificada por especialistas como um genocídio, que destruiu cidades inteiras de Gaza, como Rafah e Khan Yunis, e causou a morte de mais de 74 mil pessoas. Trabalhadores realizam obras de restauração no histórico Mercado de Grãos, gravemente danificado por ataques israelenses, em Khan Yunis, no Sul da Faixa de Gaza, em 4 de outubro de 2026 - Foto: Reuters/Abdallah F.s. Alattar/Arquivo/Proibida reprodução Notícias relacionadas:Ataque israelense mata quatro pessoas em Gaza, dizem equipes médicas.Alunos voltam às aulas presenciais em Gaza depois de três anos.Oriente Médio: Gaza enterra 100 corpos recuperados nos últimos dias .Nesse intervalo de três anos, houve a queda do governo de Bashad al-Assad, na Síria, a guerra de Israel no Líbano com o Hezbollah, a guerra de Israel e Estados Unidos (EUA) contra o Irã, o fechamento do Estreito de Ormuz e, mais recentemente, o retorno do conflito entre os houthis do Iêmen e a Arábia Saudita. O professor de relações internacionais da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) Bruno Huberman avaliou, em entrevista à Agência Brasil, que o 7 de outubro foi um “ponto de virada” na história da região e reorganizou as alianças políticas e militares do Oriente Médio. “O bloco pró-EUA não existe mais porque teve um rompimento entre a Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos [EAU] com a guerra contra o Irã, onde a Arábia Saudita tentou manter uma agressividade não tão aberta, enquanto os EAU se juntaram a Israel para participar da agressão contra o Irã, ao lado dos EUA”, afirmou. Um dos resultados do rompimento dessa aliança foi a saída dos Emirados da Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep), cartel de nações petroleiras que tem na Arábia Saudita a principal liderança. Acordo militar de Meca Com o prolongamento da guerra contra o Irã, a Turquia, a Arábia Saudita e o Paquistão formaram, em 7 de agosto de 2026, o chamado de Acordo de Defesa Conjunta de Meca, que prevê que uma agressão a um desses países seria uma ação contra todos do grupo. Professor de relações internacionais da PUC-SP Bruno Huberman - Foto: Rovena Rosa/Arquivo/Agência Brasil Bruno Huberman avalia que a constituição desse bloco militar islâmico é um desdobramento do 7 de outubro. Apesar de formada por aliados dos EUA, como Turquia e Arábia Saudita, a aliança não apresenta o Irã como a grande ameaça da região. “Importante colocar que esse novo bloco ele não é anti-Irã. Não busca subjugar a República Islâmica do Irã e não têm no Eixo da Resistência [grupo de atores contrários à política dos EUA na região] a principal ameaça a estabilidade do Oriente Médio. Isso é uma mudança importante”, acrescentou. Guerras interligadas A professora de relações internacionais da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap) Isabela Agostinelli afirmou à Agência Brasil que as guerras após o 7 de outubro estão interligadas ao ataque do Hamas, que serviu para recolocar a questão palestina no centro da disputa regional. Isabela Agostinelli, professora de relações internacionais da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap) - Foto: Fecap/Divulgação “Depois do 7 de outubro, a questão palestina é recolocada no centro novamente a ponto de a Arábia Saudita, que estava na iminência de normalizar as relações com Israel, dizer que não há qualquer acordo possível sem uma solução para a questão palestina”, destacou. Para Isabela Agostinelli, Israel usou o 7 de outubro para expandir a guerra de Gaza para a Cisjordânia, o Líbano e o Irã com objetivo de transformar a ordem regional a seu favor. “Há um objetivo ali de basear essa ordem na desordem, no caos regional, em guerras intermináveis, que são muito lucrativas para a indústria de armas e de tecnologia que em Israel é muito forte”, disse à Agência Brasil. Na avaliação da pesquisadora, por trás dessa agenda está o projeto da Grande Israel, uma proposta que existe desde o início do movimento sionista, que deu origem ao Estado de Israel, e prevê a expansão do país do Rio Nilo ao Rio Eufrates, tomando partes do Egito, do Iraque, da Jordânia, do Líbano e da Arábia Saudita. Divisão no Golfo Outro desdobramento do 7 de outubro teria sido a fissura na unidade que existia entre os países do Golfo, reunidos no Conselho de Cooperação do Golfo (CCG), formado por Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Omã e Arábia Saudita. “Omã se aproximou do Irã, e os demais países do Golfo estão meio desordenados, sem saber se ficam mais do lado dos Emirados, ou do lado da Arábia Saudita”, ponderou Bruno Huberman. Para o especialista do Observatório de Conflitos do Oriente Médio, o 7 de outubro de 2023 foi o acontecimento que deu início a essa reorganização dos blocos de poder no Oriente Médio por meio de uma sucessão de conflitos. “Hoje em dia são três blocos, não mais dois. Tem os ultra-aliados dos americanos, que são Israel e Emirados, principalmente. E você vai ter esse bloco intermediário, que são a Arábia Saudita, Paquistão e Turquia, que buscam a política de não alinhamento entre EUA, China e Rússia”, comentou. Eixo da Resistência enfraquecido Coordenador do Grupo de Estudos de Conflitos Internacionais (Geci) da PUC-SP, Bruno Huberman acrescentou que o 7 de outubro levou ao enfraquecimento do Eixo da Resistência, que é o grupo de atores que fazem oposição à política de Israel e dos EUA na região. Apresentado como terceiro bloco regional de poder hoje na região, o Eixo da Resistência teria perdido força, entre outros motivos, pela queda da Assad na Síria e o enfraquecimento do Hezbollah, no Líbano. “Só tem o Irã como uma força estatal e as demais forças não estatais estão muito enfraquecidas, particularmente o Hamas”, disse. Especialistas em Oriente Médio têm sustentado que o ataque do Hamas em 7 de outubro foi uma resposta do Eixo da Resistência aos chamados Acordos de Abraão. Costurados por Israel e EUA para normalizar as relações dos países árabes com Tel Aviv, esses acordos buscam afastar a exigência árabe por mudanças na situação dos palestinos. O professor Huberman destaca que um acordo entre Israel e Arábia Saudita poderia consolidar o Corredor Econômico Índia-Oriente Médio-Europa (IMEC), anunciado em 9 de setembro de 2023, um mês antes do ataque do Hamas. “Esse corredor logístico ligaria a Índia, Emirados, Arábia Saudita, Israel e Grécia. Ou seja, para a Europa deixar de depender da energia russa e das mercadorias chinesas, se aproximando da energia árabe e das mercadorias indianas. O 7 de outubro se localiza nisso”, ponderou. Por outro lado, Huberman acrescenta que também contribuiu para decisão do Hamas de atacar Israel o avanço da colonização israelense da Cisjordânia e em Jerusalém Oriental, territórios palestinos segundo o direito internacional. “Foi uma resposta aos 70 anos de ocupação, 100 anos de colonização e do atual governo Netanyahu, que já vinha numa escalada agressiva desde a sua posse”, ponderou.
O ataque do Hamas contra Israel em 7 de outubro de 2023 completa três anos, nesta quarta-feira (7), com o “plano de paz” mediado pelos Estados Unidos (EUA) sem avançar na Faixa de Gaza, enquanto Israel mantém 60% do território palestino ocupado. O relatório sobre Gaza do Escritório das Nações Unidas para Assuntos Humanitários (Ocha), publicado na segunda-feira (5), destacou que são diários os bombardeios aéreos de Israel contra áreas densamente povoadas. Notícias relacionadas:Ataque israelense mata quatro pessoas em Gaza, dizem equipes médicas.Alunos voltam às aulas presenciais em Gaza depois de três anos.Oriente Médio: Gaza enterra 100 corpos recuperados nos últimos dias .Entre 23 e 30 de setembro, 29 palestinos foram mortos e 147 ficaram feridos, segundo dados do Ministério da Saúde local. Com isso, são 1.431 mortos desde o anúncio de cessar-fogo há cerca de um ano, no dia 10 de outubro de 2025, o que representa quase quatro óbitos por dia. A professora de relações internacionais da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap) Isabela Agostinelli avaliou, em entrevista à Agência Brasil, que a situação dos quase 2 milhões de palestinos “não melhorou em nenhum sentido” com o suposto cessar-fogo. “A situação humanitária ainda é catastrófica. Pouca ajuda humanitária sendo permitida de entrar por parte de Israel, que continua sendo o ator soberano que controla as fronteiras. O Conselho de Paz presidido por Trump não trouxe paz em nenhum sentido, não há perspectiva de reconstrução de Gaza”, afirmou a especialista. Sol nasce a oeste do campo de refugiados de Nuseirat, na região central da Faixa de Gaza, em 6 de outubro de 2026, véspera do terceiro aniversário do início da guerra, ocorrido em 7 de outubro de 2023 - Foto: Reuters/Hassan al-Jedi/Arquivo/Proibida reprodução O Ocha da ONU destaca que a produção diária de refeições quentes em Gaza diminuirá “significativamente” a partir deste mês devido à falta de financiamento. Isso porque foram transferidos apenas 40% dos US$ 4 bilhões solicitados para ajuda humanitária na Palestina ocupada. “Espera-se que 1,4 milhão de pessoas (67% da população de Gaza) enfrentem níveis de insegurança alimentar aguda entre julho e dezembro”, calcula o Ocha. Desarmamento do Hamas Professor de relações internacionais da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Bruno Huberman explicou à Agência Brasil que um dos impasses no “plano de paz” do presidente dos EUA, Donald Trump, é o fato de o Hamas apenas aceitar se desarmar depois que Israel deixar Gaza, o que não tem ocorrido. Professor de relações internacionais da PUC-SP Bruno Huberman - Foto: Rovena Rosa/Arquivo/Agência Brasil “Para Israel desocupar Gaza, eles falam que o Hamas tem que se desarmar. A gente está nesse impasse, e os EUA não estão se colocando para destravar esse impasse”, comentou o coordenador do Grupo de Estudos de Conflitos Internacionais (Geci) da PUC-SP. Bruno Huberman acrescentou que Israel impede o retorno a Gaza do “comitê tecnocrático” de palestinos, sem ligação com partidos, que seria responsável por monitorar a reconstrução do território. “Esses palestinos foram ao Cairo para discutir a reconstrução de Gaza em novembro do ano passado, quando Trump anunciou o plano de paz. Desde então, estão exilados no Egito porque Israel proíbe a sua entrada em Gaza. Isso é um exemplo de como Israel impede qualquer esforço para reconstrução”, destacou. O ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Sa'ar, tem destacado que a transferência do governo civil do Hamas para o Comitê Nacional para Administração de Gaza (NCAG) só seria aceita com a total desmilitarização dos grupos palestinos do enclave. Milícias anti-Hamas A professora Isabel Agostinelli lembra que, enquanto o impasse segue congelado, milícias estão sendo financiadas por Israel em Gaza para disputar territórios com o Hamas. Isabela Agostinelli, professora de relações internacionais da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap) - Foto: Fecap/Divulgação “Esse cessar-fogo foi uma falácia. Claro que as bombas deixaram de cair de forma constante, são menos bombas caindo em Gaza, mas os palestinos continuam sendo mortos, direta ou indiretamente, pelas políticas israelenses levadas a cabo naquela região”, concluiu. Em junho de 2025, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, reconheceu que apoia grupos armados em Gaza que se opõem ao Hamas para “poupar a vida de soldados israelenses”, segundo revelou o jornal The Times of Israel. Desesperança palestina Os três anos da atual fase do conflito na Palestina ocupada têm testado a capacidade de resistência do povo palestino. O pesquisador do Observatório de Conflitos do Oriente Médio Bruno Huberman destacou que tem observado uma apatia e desesperança inédita em dez anos que mantém contato com palestinos. “Os palestinos sempre foram muito famosos por manter um brio na resistência muito grande, apesar de qualquer revés. Mas o pouco contato que tenho com os palestinos que estão lá, e também com os palestinos que vivem fora e vão visitar, é uma desesperança que, para mim, é inédita”, disse. Por outro lado, Huberman avalia que o 7 de outubro fortaleceu o plano do partido de Benjamin Netanyahu, o Likud, para os territórios palestinos. Esse fortalecimento teria enterrando, de vez, a posição interna em Israel que propunha uma coexistência pacífica. “Até o 7 de outubro, tinha uma razoável resistência democrática e liberal em Israel. Com o 7 de outubro, essa resistência democrática, que até sonhava com uma paz com os palestinos, não existe mais. O campo da paz em Israel meio que deixou de existir”, avaliou. Palestinos deslocados vivem em tendas montadas entre prédios destruídos na Cidade de Gaza, em meio à crise habitacional na região - Foto: Reuters/Arquivo/Proibida reprodução Para o analista, o 7 de outubro foi um “erro estratégico” do Hamas que não teria previsto a dimensão da reação israelense e dos EUA. “O 7 de outubro debilitou a imagem de Israel, trouxe solidariedade para a Palestina, mas a um custo humano gigantesco, e a gente não vê no horizonte próximo um Estado palestino sendo criado”, disse. Ao mesmo tempo, Hamas tem aceitado depor suas armas em um acordo frágil com Trump em troca da reconstrução de Gaza que não começa. “O Hamas, consequentemente, não se desmilitariza completamente. Enquanto isso, Israel continua, de alguma forma, esse desgaste do Hamas. Toda semana tem um líder do Hamas morto. E, ao mesmo tempo, Israel vai armando milícias para substituir o Hamas em Gaza”, acrescentou. Montagem mostra Gaza antes e depois de bombardeios de Israel - Foto: Reuters/Planet Labs/Arquivo/Proibida reprodução Cisjordânia Ao mesmo tempo, os especialistas consultados pela Agência Brasil enfatizaram que a colonização na Cisjordânia se acelerou desde o 7 de outubro, com a expansão da violência no outro território palestino ocupado. “A Cisjordânia vem acompanhando a expansão desenfreada dos colonos, dos assentamentos e a tentativa de expulsão dos palestinos das próprias casas. A violência de colonos contra a população palestina tem a anuência do próprio Estado israelense”, ponderou Isabela Agostinelli. Israel costuma justificar suas ações na Cisjordânia como parte do "combate ao terrorismo", ao mesmo tempo em que o governo Netanyahu não tem reconhecido o direito dos palestinos às terras da Cisjordânia. O professor da PUC-SP Bruno Huberman destacou que os ataques de colonos israelenses na Cisjordânia têm aumentado o isolamento do chefe da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas. “Diante da impossibilidade de o político palestino mais popular ser solto, que é Marwan Barghouti, temos visto uma ala mais à esquerda do Fatah [partido do Abbas] buscando se aliar com a Jihad islâmica e o Hamas para as próximas eleições para um governo de coalizão nacional que, de alguma forma, busque substituir Abbas”, informou. Quase 20 anos depois da última eleição legislativa, a Autoridade Palestina marcou para o próximo dia 28 de novembro a votação para definir o Parlamento que pode substituir Abbas na chefia da organização palestina sediada na Cisjordânia. Veja a galeria: Galeria de fotos - Guerra na Faixa de Gaza
Israel attacked Gaza nine days out of 10 during a so-called ceasefire.
Bedouin families uprooted by Israeli settlers describe a state-backed project of forced transfer in the West Bank.