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Nearly 20,000 newborns are affected every year with the inherited blood disorder which causes severe pain in patients.
Lenacapavir, a twice-a-year injection could transform HIV prevention, but it will not be available to all.
Front-of-package labelling is a nutritional information graphic on food packaging that can assist consumers in making an informed decision about food purchases and healthier dietary choices
In the second instalment of a four-part Health Matters series on traditional Chinese medicine, Aidyn Fitzpatrick investigates the drug-interaction risks of combining Chinese remedies with Western medicine, and how Hongkongers can protect themselves from avoidable complications. An elderly woman with a mechanical heart valve was taking warfarin, a blood thinner to prevent and treat blood clots, when she began using the Chinese herb danshen, often marketed for “blood circulation”. Her blood lost...
In Madurai, as of September 23, 288 dengue fever cases had been reported, including 105 in Corporation limits, 11 in municipalities, nine in panchayats and 163 in town panchayats; Field staff are carrying out fogging, which will be intensified in rural pockets as well
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou um alerta, nesta quarta-feira (23), sobre a oferta irregular nas redes sociais de tirzepatida em pó. A substância é um medicamento injetável que ativa o receptor de GLP-1, presente nas chamadas canetas emagrecedoras. No Brasil, a tirzepatida regulamentada pela Anvisa é vendida em farmácias, sendo o princípio ativo presente no Mounjaro. Também pode ser encontrada em farmácias de manipulação, desde que o paciente tenha indicação e prescrição médica. Notícias relacionadas:Em 30 anos, obesidade triplica e atinge 1/4 da população adulta.Planos de saúde terão que cobrir DIU hormonal em casos de endometriose.Expedição do SUS vai atender indígenas Yanomami em Roraima.O órgão alerta que não é seguro manipular e utilizar medicamentos que não foram produzidos em um ambiente estéril, ou seja, livre de microorganismos como bactérias e fungos. “Tutorial” De acordo com a nota, em vídeos em formato de tutorial nas redes sociais os usuários diluem o produto e ensinam a fazer a aplicação em casa sem qualquer cuidado sanitário. A agência ressalta que o comércio ilegal desse tipo de medicamento tem sido alvo de diversas ações policiais. A Anvisa ressalta que, como o produto não passou por nenhuma avaliação, não é possível comprovar nem mesmo se o princípio ativo da substância está presente. “Além disso, não é possível comprovar sua concentração, nem a presença de impurezas e agentes contaminantes”, diz a nota. Riscos O órgão alerta que, quando uma substância é injetada no corpo, acessa o organismo diretamente e pode se transformar em uma infecção grave. “A crença de que misturar um produto em pó com água ou outra solução e aplicá-lo com uma seringa torna essa mistura segura oferece sérios riscos à saúde, especialmente quando não existe garantia de que o produto seja estéril”. O órgão chama atenção para o fato de que os contaminantes podem ser invisíveis a olho nu e, o fato de que o produto pareça limpo e esteja lacrado, não significa que seja seguro. Há também o risco de contaminação no preparo, por se tratar de ambiente doméstico. “Por essas razões, apenas produtos fabricados especificamente para uso injetável, sob rígidos controles de qualidade e esterilidade, devem ser administrados por essa via”, recomenda a Anvisa Peptídeo A Anvisa informou que, além da tirzepatida em pó, perfis nas redes sociais também divulgam e indicam o uso do CBL-514, substância com suposto potencial de redução da gordura localizada. No entanto, o peptídeo sintético ainda está em fase 2 de estudo e não tem nem registro, nem autorização para venda. Nessa fase, o produto ainda está sendo avaliado em ensaios clínicos para confirmar, ou não, sua segurança, eficácia e qualidade. “Nessas condições, não há garantias de que os benefícios esperados superem possíveis danos à saúde.”, afirma a agência.
Uma doença de pele que atinge não só a pele. Mas o sono, a saúde mental e até a autoestima dos pacientes. Em manifestações crônicas, a coceira gera feridas que deixam a pele sensível ao menor toque. De tecido a água, tudo dói. Essa é a realidade de muitos pacientes que convivem com a dermatite atópica - uma doença inflamatória e crônica cujo principal sintoma é a coceira, muitas vezes, extrema. A estudante de medicina Clara Emery, 23 anos, conta que já teve de tomar antibiótico para evitar que as feridas na pele - que ficava em carne viva - infeccionassem. Nas manifestações mais severas, as dores eram intensas. Deitar na cama, encostar no travesseiro e até tomar banho eram motivo de sofrimento. “Tive muitas crises de choro por não saber o que fazer”, conta a jovem que tem a doença desde pequena. Notícias relacionadas:Câncer: estudo alerta para riscos de melanoma fora da pele.Desinformação sobre câncer de pele afeta diagnóstico, diz instituição.“Minha mãe fala que assim que eu saí da barriga, eu já tinha dermatite atópica. Eu me lembro vividamente da minha infância, a evolução da doença, os vários fatores que a desencadeavam. Foi muito angustiante conviver com essa doença”. A dermatite atópica costuma atacar regiões de dobras, como atrás dos joelhos, nos cotovelos e no pescoço. Em Clara, a doença se manifesta também ao redor dos olhos, na face e em regiões onde há mais fricção, como nas mãos. Entre os gatilhos da doença, ela cita desde alimentos até fatores ambientais como sol, grama, suor, fungos e ácaros. “Qualquer objeto de pelúcia, tapete, cachorro e gato. Eu sentia como se tivesse alergia ao mundo. Além disso, períodos de estresse na infância, na adolescência e no início da faculdade exacerbavam muito a alergia”, relata a estudante lembrando que passou por momentos de isolamento social, com medo de que as pessoas vissem as feridas. “Na escola, eu tinha uns 10 anos, me perguntaram se eu tinha hanseníase, se tinha sífilis, se eu era HIV positivo. Havia muito preconceito”, lamenta a jovem que, atualmente, faz um tratamento imunobiológico que ajuda a conter as crises mais graves da doença. A medicação atua no sistema imune para controlar as reações exacerbadas de quando o corpo entra em contato com um antígeno. O tratamento, entretanto, é caro. Apenas uma caixa do medicamento passa de R$ 10 mil, custo que, no caso de Clara, é coberto integralmente pelo plano de saúde. “Já fiz tratamento com corticóides várias vezes, todo tipo de pomada e hidratante, tentei medidas homeopáticas mas o que funcionou mesmo foi o imunobiológico. Nunca tive tanta paz para conviver com essa doença porque era algo muito difícil”. Impacto na qualidade de vida A dermatologista Rosana Lazzarini confirma que o impacto da dermatite atópica na qualidade de vida é grande uma vez que a coceira intensa prejudica o sono, diminuindo o rendimento no trabalho e na escola. Segundo ela, 40% das crianças que apresentam dermatite terão de conviver com a doença durante a vida adulta. A dermatite atópica carrega forte estigma social, apesar de não ser contagiosa. As marcas aparentes pelo corpo levam, muitas vezes, ao afastamento do convívio social e podem ser motivo de “bullying”. “O impacto na vida da criança é grande. É uma doença crônica, há frequência de consultas, perda de aulas, afastamento social (deixa de brincar, de ir a festas) e internações que irão afetar o desenvolvimento psicossocial”, afirmou. Para informar a população sobre a doença e combater o preconceito, o dia 23 de setembro é considerado o Dia Nacional de Conscientização da Dermatite Atópica, data oficializada no Brasil pela Lei 14.916/24. Médico dermatologista Roberto Takaoka é presidente da Associação de Apoio à Dermatite Atópica (AADA). Foto: Eduardo Ohara Jr/Divulgação “Os pacientes costumam enfrentar problemas de preconceito e bullying por desconhecimento do público em geral, principalmente por acharem que se trata de uma doença contagiosa. Nesse contexto, campanhas de conscientização podem ajudar. Além disso, é comum a doença ser acompanhada por distúrbios do sono, depressão e isolamento social”, explica o presidente da Associação de Apoio à Dermatite Atópica (AADA), Roberto Takaoka. Segundo ele, as principais demandas das famílias são por indicação de médicos e de tratamentos. “As famílias chegam com demandas de tratamentos rápidos e milagrosos, sem entender que a dermatite atópica é uma doença crônica com períodos de melhora e piora, e que, na maioria dos casos, costuma melhorar com a idade. É muito importante salientar que a dermatite atópica é uma doença complexa e multifatorial. Além do aspecto físico, ela é influenciada por fatores emocionais e sociais”, disse o dermatologista. A missão da AADA é promover a saúde do portador de dermatite atópica através da arte, da ciência e da educação. A associação também conta com grupos de apoio para pacientes e familiares. A entidade fornece ainda materiais educativos e realiza campanhas de conscientização e podcasts explicativos. Existe um trabalho junto aos médicos e outros profissionais da área da saúde que também necessitam de informações e conhecimento. Crises constantes A jornalista Rayane Lopes, 34 anos, convive com a doença dermatite atópica desde os 18 anos. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil A jornalista Rayane Lopes, de 34 anos, moradora do Recanto das Emas, no Distrito Federal, conta que teve a primeira crise de dermatite atópica aos 18 anos. “Na primeira crise que foi bem forte, ela surgiu no corpo inteiro, até pegando a parte da virilha e da barriga. Hoje em dia, quando a doença se manifesta, surge mais na barriga e entre os dedos das mãos.” Rayane destaca que as manchas e a coceira forte costumam aparecer em períodos de muito estresse. Ela relata que, após o enterro de uma pessoa próxima, o corpo inteiro se encheu de manchas avermelhadas e feridas. “Tenho várias manchas e cicatrizes pelo corpo. Quando está forte, tomo um corticóide que alivia”. Para controlar a doença, ela diz que não utiliza bucha durante o banho e costuma hidratar a pele com frequência. “Coça muito, arde, dói, abre feridas. Além de tomar remédio, não tem muito o que fazer, é esperar passar”, explica a jornalista que já passou por situações constrangedoras, ao lado de pessoas que não conhecem a dermatite. “As pessoas têm medo de pegar a doença. Evito usar roupa que deixe à mostra a mancha, evito tomar sol. A dermatite aparece em momentos de muito estresse, então o sofrimento psicológico já está ali”. Diagnóstico clínico Segundo a médica da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), Rosana Lazzarini, não existe uma causa definida para a dermatite atópica, mas há fatores genéticos (os mesmos associados a asma e rinite), fatores ambientais e imunológicos que contribuem para a manifestação da doença. Integrante da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), a médica Rosana Lazzarini explica que o diagnóstico da dermatite atópica é clínico. Foto: SBD/ Divulgação O diagnóstico é clinico, isto é, não existem exames laboratoriais para diagnosticar a dermatite. A avaliação médica leva em consideração a presença das lesões da pele, a cronicidade, os períodos com lesões intercalados por períodos com nenhuma ou poucas lesões. A presença da coceira de difícil controle também é um fator que auxilia no diagnóstico. O médico pode eventualmente solicitar alguns exames para complementar o diagnóstico ou para afastar outros. De acordo com Rosana, o tratamento se baseia nos cuidados com a pele, através do uso de cremes e loções hidratantes para auxiliar na preservação da barreira cutânea. Também é necessário ter cuidado com o banho que deve ser rápido, não pode ser quente, com pouco ou nenhum sabonete. “Alguns medicamentos podem auxiliar no controle da coceira, o uso de corticosteroides tópicos adequados a cada local da pele. Casos mais graves podem necessitar do uso de imunossupressores por via oral como metrotexato ou ciclosporina”, disse a dermatologista. “A fototerapia com UVB de banda estreita tem indicação para controle da doença, com melhora principalmente da coceira”, acrescentou. A médica destaca que casos mais graves podem necessitar de medicações específicas, que atuam em pontos do processo inflamatório, mas são de alto custo e têm indicação quando as outras tentativas falham. A hidratação da pele é um dos pilares mais importantes do tratamento. A pele muito seca dos pacientes com dermatite atópica exige a aplicação de creme ou loções de 2 a 3 vezes ao dia, o que impacta no custo do tratamento para as famílias. Medicamentos mais modernos, de alto custo, ainda não estão disponíveis no SUS, somente na rede privada de saúde.
O Ministério da Saúde passou a recomendar a vacina contra o HPV para crianças a partir de 2 anos vítimas de violência sexual. A informação consta em nota técnica publicada esta semana pela pasta. Até então, a vacinação contra o HPV era indicada para vítimas de violência sexual com idades de 9 a 45 anos. Notícias relacionadas:Vacinação de adolescentes de 15 a 19 anos contra o HPV é prorrogada.De acordo com a nota técnica, a ampliação da faixa etária se deve, entre outros fatores, à elevada vulnerabilidade de crianças vítimas de violência sexual e ao aumento de notificações de violência sexual em menores de 9 anos. Números Um dos achados mais críticos, segundo o documento, refere-se ao aumento expressivo da violência sexual na chamada primeira infância, entre crianças de 0 a 4 anos. Em dez anos, os registros mais do que quadruplicaram: em 2014 foram 1.671 casos; em 2014, foram 7.845 casos. Na faixa de 5 a 14 anos, o aumento foi de 6.594 para 29.135 notificações no mesmo período – aproximadamente 4,4 vezes maior. Já entre adolescentes de 15 a 19 anos, os casos cresceram de 1.632 para 6.869, também mais de quatro vezes. Riscos Na nota, o ministério reforça que a infecção por HPV constitui um importante problema de saúde pública em todo o mundo em razão da elevada prevalência e da associação com diversos tipos de cânceres, incluindo colo do útero, pênis, vulva, vagina, canal anal e orofaringe. A infecção por HPV, segundo a pasta, também está relacionada ao desenvolvimento de verrugas anogenitais e lesões de vias aéreas superiores, causando repercussões clínicas, psicossociais e econômicas significativas. “A violência sexual na infância está associada a maior vulnerabilidade para aquisição de infecções sexualmente transmissíveis (IST), incluindo o HPV. Além do risco imediato decorrente da exposição inicial, há evidências de recorrência da violência em parcela dessas vítimas, ampliando o potencial de exposição futura ao vírus.” “Adicionalmente, estudos demonstram que vítimas de violência sexual apresentam maior risco de desenvolver problemas emocionais, transtornos mentais, dificuldades de aprendizagem, comportamento sexual de risco e outras condições que podem aumentar sua suscetibilidade às IST ao longo da vida”, concluiu a nota.
O Sistema Único de Saúde (SUS) registrou mais de 7,5 milhões de cirurgias eletivas realizadas no primeiro semestre deste ano. O número representa um aumento de 8% em relação ao mesmo período do ano passado. Foram, segundo o governo federal, 608 mil procedimentos a mais. “O resultado mantém a trajetória de crescimento registrada nos últimos anos e ocorre após o país alcançar, em 2025, 14,9 milhões de cirurgias eletivas”, afirmou o governo federal, em nota. Notícias relacionadas:SUS amplia cobertura da vacina Pneumo 20 para maiores de 85 anos.Plano de saúde terá que cobrir mamografia digital para todas as idades.Brasil tem quase 38 mil pessoas à espera de transplante de córnea.O aumento no número de cirurgias foi registrado em 20 estados. Os maiores crescimentos foram vistos no Distrito Federal (31%), Sergipe (25%), Paraíba (23%), Bahia (20%) e Ceará (20%). Também apresentaram altas relevantes Amapá (18%), Alagoas (15%), Piauí (15%), Roraima (14%), Minas Gerais (13%), Goiás (12%), Rio de Janeiro (11%) e Rio Grande do Sul (11%). Parte dos procedimentos foram realizados no âmbito do programa Agora Tem Especialistas, representando 2,92 milhões de cirurgias entre janeiro e junho de 2026. O programa tem como objetivo reduzir o tempo de espera por atendimentos de média e alta complexidade no SUS, por meio de ampliação de mutirões assistenciais, utilização de unidades móveis de saúde (carretas), aquisição de transporte sanitário e fortalecimento da Telessaúde. A projeção do Ministério da Saúde é de que o SUS ultrapasse o número de 15 milhões de cirurgias eletivas em 2026, acima dos 14,9 milhões registrados em 2025.
A Secretaria de Saúde do estado de São Paulo confirmou, nesta terça-feira (15), quatro novos casos de sarampo, elevando o total de registros da doença para 36 ao longo de 2026. Dos novos pacientes diagnosticados, três são moradores da capital paulista. Foram infectados duas crianças menores de dois anos, que estavam com o esquema de imunização incompleto, e uma mulher de 24 anos com histórico de vacinação. Notícias relacionadas:Amazonas confirma três casos de sarampo; outros dois são investigados.O quarto caso ocorreu no ABC Paulista. O paciente é um homem de 36 anos residente em Santo André, que também tinha registro da vacinação. A capital paulista concentra 88% das infecções registradas no estado. O balanço atualizado aponta 32 casos na capital, dois casos em São Bernardo do Campo e um caso em Guarulhos e Santo André. A baixa adesão à vacinação traz preocupação às autoridades sanitárias. Dos 36 casos identificados, 26 envolvem pessoas sem histórico vacinal ou com o esquema contra o sarampo incompleto. Monitoramento e transmissão De acordo com a secretaria, foram registrados dois casos importados de sarampo nos meses de março e abril. Após 12 semanas sem nenhum registro de contágio, esse tipo de ocorrência foi declarada encerrada. Em relação às demais notificações entre junho e agosto, já foram mapeadas os locais de transmissão, que estão sob monitoramento do Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo (CVE-SP) em parceria com as vigilâncias dos municípios. As equipes de saúde realizam investigações epidemiológicas, identificam e monitoram as pessoas que tiveram contato com os pacientes e aplicam a vacina de bloqueio sempre que necessário. Prevenção gratuita A vacinação é a principal e mais segura forma de prevenção contra a doença. A vacina tríplice viral protege, além do sarampo, contra a caxumba e a rubéola. É oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e pode ser encontrada nos postos de saúde dos 645 municípios paulistas. >> Veja quem deve tomar a vacina: Crianças 12 meses: primeira dose 15 meses: segunda dose 15 meses a 29 anos Devem tomar as duas doses da vacina com intervalo mínimo de 30 dias entre elas. 30 a 59 anos Devem ter pelo menos uma dose da vacina registrada na caderneta. Trabalhadores da saúde Devem ter duas doses da vacina, independentemente da idade. Dose zero para bebês Aplicada em crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. A dose zero pode ser indicada para crianças dessa faixa etária que tiveram contato com pessoas com suspeita ou confirmação de sarampo, conforme avaliação das equipes de vigilância. A dose zero não substitui as previstas no calendário. Mesmo que seja vacinada antes de completar 1 ano, a criança deverá receber normalmente a primeira dose aos 12 meses e a segunda aos 15 meses. * Estagiário sob supervisão de Odair Braz
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As September is observed as Pain Awareness month, the Karnataka Chapter of the Indian Society for Study of Pain has launched a public awareness campaign to seek specialised care if pain persists
Dois novos casos de sarampo na capital foram confirmados hoje (09) pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. Os dois casos se referem a crianças com menos de dois anos de idade. Com as duas confirmações, o estado paulista já soma 30 casos da doença somente neste ano. Desse total, 22 pessoas não tinham sido vacinadas contra o sarampo ou apresentavam esquema vacinal incompleto. Notícias relacionadas:Cidades do noroeste de SP têm maior incidência de casos de dengue.Brasil tem quase 38 mil pessoas à espera de transplante de córnea.Anvisa aprova genéricos de medicamentos contra diabetes e obesidade.Por causa do aumento de casos, em agosto foi realizada uma campanha ampla de vacinação em Guarulhos e São Bernardo do Campo, cidades que concentraram as notificações da doença. Segundo a secretaria, mais de 2,5 milhões de doses da vacina chegaram a ser aplicadas no estado paulista somente no mês de agosto. Diante do cenário epidemiológico, a secretaria recomendou que a população paulista continue se vacinando contra a doença. A orientação é que a população do estado procure a unidade de saúde mais próxima de sua residência para verificar a situação vacinal e atualizar a imunização. Segundo a secretaria, a vacinação contra o sarampo é indicada para: Crianças Aos 12 meses: primeira dose da vacina contra o sarampo Aos 15 meses: segunda dose da vacina contra o sarampo Pessoas de 15 meses a 29 anos Devem ter duas doses da vacina contra o sarampo registradas, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas. Pessoas de 30 a 59 anos Devem ter pelo menos uma dose da vacina contra o sarampo registrada na caderneta. Trabalhadores da saúde Devem ter duas doses da vacina, independentemente da idade. Dose zero para bebês A dose zero da vacina tríplice viral continua sendo aplicada em crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias que moram nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. A dose zero também pode ser indicada para crianças dessa faixa etária que tiveram contato com pessoas com suspeita ou confirmação de sarampo, conforme avaliação das equipes de vigilância. A dose zero não substitui as doses previstas no calendário. Mesmo que seja vacinada antes de completar 1 ano, a criança deverá receber normalmente a primeira dose aos 12 meses e a segunda aos 15 meses.
More than 2.7 billion people worldwide, including 767 million children, were exposed to second-hand smoke in 2023, contributing to nearly 1.7 million deaths, a Lancet study said on Tuesday. Researchers found second-hand smoke remained a major global health risk, with no safe level of exposure.