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Breast cancer is the leading cause of cancer-related deaths among women and more than 61,000 cases are diagnosed in France each year. At Paris's Curie Institute, researchers are trying to develop new ways to identify and treat different types of cancers. One trial involves developing so-called “tumors on a chip”: miniature models which are capable of recreating the characteristics of a tumor in vitro outside of their normal biological context.
In this episode of Entre Nous, Delano D'Souza speaks to Daisy Fancourt, professor at University College London and a leading researcher on how the arts affects our brains and bodies. In her book "Art Cure" she draws on scientific evidence to show how the arts can transform our health and what her research suggests we should be doing to optimise the benefits.
The scientists noted that soil develops infection when watermelon is cultivated in the same soil without any crop rotation for a long time
Mindgard said it discovered in July that Kimi models K2.6 and K3 Swarm could evade developer's safety limits.
Tokyo, Sept. 29 (Jiji Press)--The Japan Agency for Marine-Earth Science and Technology, or JAMSTEC, said Tuesday it will take delivery of a new Arctic research vessel, Mirai II, on Dec. 18. The delivery ceremony for the 13,000-ton icebreaker will take place at shipbuilder Japan Marine United Corp.'s Isogo plant in Yokohama, Kanagawa Prefecture, south of Tokyo, JAMSTEC said. After shakedo...
In a first, a Chinese company has achieved high-parameter hydrogen-boron plasma control, marking a “significant and valuable” advance in research into neutron-free magnetic confinement fusion. ENN Group, based in Langfang, Hebei province, announced on Monday that its EXL-50U spherical device – a compact tokamak that uses a magnetic field to confine charged gas, or plasma, for nuclear fusion research – had successfully achieved hydrogen-boron fusion reactions. “This marks the first time a...
China has produced an electron beam using a cutting-edge electron gun, taking a step towards building a “super microscope” that could help drive breakthroughs in everything from Alzheimer’s research to advanced microchips. The Hefei Advanced Light Facility (HALF) in central China’s Anhui province fired its first electron beam on September 20. Bunches of electrons generated by the gun were accelerated by a 192-metre (630-foot) linear accelerator until they reached 2.2 billion electron volts,...
Billions are pouring into anti-ageing biotech, but manipulating ageing has risks we are only beginning to understand.
O número de pessoas com doenças inflamatórias intestinais (DII) cresceu cinco vezes no Brasil, entre 2012 e 2025. A incidência dessas enfermidades – como a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa – passou de 30 para 158 casos por 100 mil habitantes no período. O dado é de um estudo apresentado no 74º Congresso Brasileiro de Coloproctologia, que ocorre até este sábado (26), em Balneário Camboriú (SC). Notícias relacionadas:Diarreia e dor abdominal acendem alerta para doenças intestinais.Internações por inflamações intestinais cresceram 61% em dez anos.Campanha Maio Roxo alerta sobre doenças inflamatórias intestinais.O levantamento foi feito por dois membros da Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP): Abel Quaresma, da Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc), e Paulo Kotze, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). Eles trabalharam em parceria com pesquisadores das universidades de Calgary (Canadá), de São Paulo (USP), estadual de Campinas (Unicamp), entre outras. Com base em registros do Sistema Único de Saúde (SUS), os pesquisadores constataram ainda que o número de novos casos diagnosticados, por ano, aumentou de 9,35 para 12,34 no mesmo período. Entenda As doenças inflamatórias intestinais são enfermidades autoimunes, ou seja, elas aparecem quando o sistema imunológico começa a atacar as próprias células e tecidos da própria pessoa. Com isso, há um processo crônico de inflamação. Membro da SBCP Abel Quaresma, da Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc). UNOESC/ Divulgação Segundo Abel Quaresma, tanto a doença de Crohn quanto a retocolite ulcerativa são multifatoriais, o que significa que não há apenas uma causa, mas sim várias. Pesquisas anteriores identificaram que há um fator genético associado. No entanto, nem todos os pacientes acometidos por essas enfermidades possuem as variações genéticas que estudos associam ao desenvolvimento das DII. O fator ambiental, portanto, também tem relação com o desenvolvimento desses males. “A gente não sabe o fator causal ainda. A gente sabe que são doenças multifatoriais. Tem a genética, a poluição, os hábitos alimentares. Nossa dieta mudou muito nos últimos anos.” O pesquisador destaca que alimentos ultraprocessados detêm inúmeros aditivos que podem contribuir para essas doenças inflamatórias. “Vinte anos atrás, você comprava um pão na padaria e, quatro ou cinco dias depois, ele mofava. Hoje em dia compra-se um pão de forma, ele fica três meses pronto para ser usado.” De acordo com ele, os conservantes, corantes, espessantes – substâncias que deixam o alimento mais barato, dão maior volume, cor, cheiro e conservam – induzem essas doenças. A expectativa dos pesquisadores é que o surgimento de novos casos chegue a 22,7 por 100 mil habitantes em 2035. Caso isso se confirme, a previsão é que, em 2035, a quantidade de pessoas com essas doenças pode chegar a 264 por 100 mil habitantes em 2035, ou seja, 67% a mais do que o observado em 2025. “São doenças que até por volta de 2015 eram consideradas doenças raras. E que estão tendo um boom em todo o mundo, inclusive no Brasil. A gente projeta que, a partir de 2040, vai se tornar problema de saúde pública, como é a pressão alta, o diabetes.” O especialista explica que essas doenças não têm cura, e o tratamento visa a controlar o processo inflamatório e os sintomas. O custo destes medicamentos chega a R$ 500 mil por ano, por paciente. “São pacientes que, muitas vezes, são diagnosticados ainda jovens e que precisarão de acompanhamento por décadas.”
Chinese researchers have showed a handheld quantum magnetometer built for hunting submarines in a striking real-world test: it tracked a subway train rumbling beneath a city street. The device, developed by Peng Xinhua and colleagues at the University of Science and Technology of China, is described in a study published on September 14 in Acta Physica Sinica. Though it is scarcely larger than a pencil and draws only 5 watts of power, it can isolate the magnetic disturbance caused by a moving...
The findings provide important insights into how preservative performance can be optimised for different formulation conditions
Um estudo publicado neste mês no site da revista Lancet mostra que a prevalência de obesidade no país em adultos mais do que triplicou no período de 1990 a 2023. A pesquisa é parte da série de estudos Carga Global de Doenças (GBD, do inglês Global Burden Disease) e mostra que, entre os adultos com 25 anos ou mais de idade, a prevalência passou de 7,8% para 27,7% no período de três décadas. O Brasil foi o país que apresentou maior crescimento entre os 17 países latino-americanos pesquisados. Notícias relacionadas:SUS vai ofertar canetas emagrecedoras para pacientes com obesidade.Uma em cada cinco crianças e adolescentes tem sobrepeso ou obesidade.Obesidade se torna principal fator de risco à saúde no Brasil.Somando-se todos os casos de excesso de peso, que incluem sobrepeso e obesidade, a prevalência no país subiu de 40,3%, em 1990, para 66,8%, em 2023. Ou seja, dois em três brasileiros estavam acima do peso normal para a altura. Junto com a Colômbia, o Brasil foi a nação com maior crescimento na parcela da população com excesso de peso (69%), na América Latina, região que teve um aumento médio de 47% no período. O sobrepeso e a obesidade são calculados com base em um índice de massa corporal (IMC) que considera a relação entre peso e altura. O sobrepeso é o degrau logo acima do peso normal, ou seja, quando o IMC se situa entre 25,00 e 29,99. Já a obesidade é um degrau acima do sobrepeso, quando o IMC é de 30,00 ou mais. Mudança de hábitos Segundo a pesquisadora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Deborah Carvalho Malta, que participou da elaboração do estudo, esse aumento da prevalência de sobrepeso e obesidade é reflexo da mudança nos hábitos, como alimentação e a prática de exercícios físicos. De acordo com ela, nas últimas décadas, o Brasil vem passando por uma transição nutricional, com dois resultados antagônicos, com redução dos níveis de desnutrição e piora na qualidade da alimentação. “Houve melhoras das condições reais de vida, de acesso a alimentos, de melhora da merenda escolar, com muitas políticas importantes de proteção social, incluindo o Bolsa Família, com uma melhora real também do salário mínimo. Então, isso faz com que a desnutrição seja cada vez mais um problema residual”, afirma Deborah. Por outro lado, houve também uma piora na qualidade dos alimentos consumidos pela população como um todo. “A gente tem visto uma substituição dos alimentos saudáveis pelos alimentos não saudáveis, como os ultraprocessados. Porque são mais baratos, tem um marketing muito grande da indústria, são alimentos palatáveis, com altos teores de gordura, de açúcar e de sódio, mas com um sabor que as crianças e os adultos gostam. E são de fácil preparo, é só abrir a caixinha”, ressalta a pesquisadora. Ela explica, por exemplo, que estudos têm mostrado a queda no consumo do feijão, leguminosa considerada uma importante fonte de proteínas, fibras, vitaminas e minerais, como ferro, cálcio, magnésio, potássio e fósforo. De acordo com a pesquisadora, é preciso haver políticas de estímulo à alimentação saudável, como o aumento da taxação sobre produtos ultraprocessados (como refrigerantes) e a redução de impostos sobre alimentos saudáveis, como carnes, frutas, verduras, hortaliças, arroz e feijão. “Isso vai fazer muita diferença na mesa do brasileiro, especialmente o brasileiro de renda mais baixa”. Segundo Deborah, é importante também estimular o aleitamento materno até os dois anos de idade e garantir a oferta de alimentos saudáveis na merenda escolar. Sedentarismo Sedentarismo cresceu entre a população adulta - José Cruz/Agência Brasil Outro fenômeno apontado pela pesquisadora é o aumento do sedentarismo da população, que se exercita menos e está mais exposta a telas de celulares, computadores e televisão. “Essa combinação, da dieta com a atividade física, ela é muito determinante do aumento do excesso de peso. E é uma combinação ocidental, onde você piora sua alimentação e se torna mais sedentário”. Ela destaca que é importante reverter o excesso de peso, com a oferta de alimentação saudável e a prática de exercícios físicos, ainda na infância. “É muito mais difícil você reverter uma obesidade adquirida na infância. Então, essa criança [obesa] tem também uma predisposição muito maior não só para ter obesidade na vida adulta, como também doenças crônicas não transmissíveis. Então, é muito importante a gente ter uma atenção especial para a obesidade na infância”, alerta Deborah. A pesquisadora, que é médica pediatra e doutora em saúde coletiva, destaca que o excesso de peso está ligado ao desenvolvimento de diversas enfermidades crônicas, como doenças cardiovasculares, renais, osteomusculares e vários tipos de câncer. Além disso, há um efeito psicológico na autoestima da pessoa.
Hong Kong’s first five-year plan gives its universities an opportunity to show what their research can do for the city. Its ambitions for technology, regional development and international cooperation depend on decisions about institutions and people’s lives. Social scientists should help shape those decisions from the outset. The blueprint explicitly addresses public governance, including civil service performance, departmental coordination and digital administration. It also provides for...
Delivering the 26th University Distinguished Lecture, the Australian agency’s senior scientist says openness does not mean accepting every new idea uncritically
Compilation by team from Jawaharlal Nehru Tropical Botanic Garden and Research Institute seeks to reaffirm global significance of Western Ghats as a biodiversity hotspot and need for focused, region-specific strategies for protecting it
The research provides evidence that the Carrington Event, one of the most powerful geomagnetic storms ever recorded, was preceded and followed by a sequence of solar plasma ejections that interacted with the Earth’s magnetic field over several weeks
UNITES seeks to bring together scientists, academia, industry, government and young researchers to address emerging societal challenges through interdisciplinary collaboration
China has set its sights on becoming a global biomedicine powerhouse by 2030, targeting key technological breakthroughs and at least a quarter of the world’s first-in-class drugs market under a new five-year plan for the sector. By the end of the decade, China would “firmly rank at the global forefront” in biopharmaceutical research and development and applications, with its “core competitiveness” and international influence making a significant leap, authorities said on Friday. The biomedical...
The agreement provides for joint publications, shared laboratories and faculty and student exchanges between Amaravati and Rome
VIT has formed a quantum faculty cluster covering quantum devices, materials, sensing, algorithms, post-quantum cryptography and applications, says Vice-Chancellor
Pesquisadores que estudam os impactos das mudanças do clima em diferentes áreas podem se inscrever, até 2 de outubro, no Prêmio iCS de Economia e Clima. A iniciativa é promovida pelo Instituto Clima e Sociedade, em parceria com a Associação Nacional dos Centros de Pós-Graduação em Economia (Anpec). Notícias relacionadas:Mudanças climáticas figuram como crise de saúde pública, diz Padilha.Brasil cria plano para emergências na saúde por mudanças climáticas.Pantanal: enfrentar mudanças climáticas depende de outros cinco biomas.O objetivo é reconhecer estudos sobre os impactos econômicos das mudanças climáticas no Brasil. Os três melhores trabalhos receberão prêmios de R$ 20 mil, R$ 10 mil e R$ 5 mil, respectivamente. O resultado será divulgado em novembro. Podem participar pesquisadores com título de doutorado que tenham publicado estudos entre maio de 2024 e maio de 2026 em periódicos científicos nacionais e internacionais, além de artigos apresentados em seminários da Anpec. De acordo com a organização, o objetivo é fortalecer a produção científica brasileira sobre o tema, em um momento em que os efeitos da crise climática já impactam diferentes setores da economia e da sociedade.
A primeira fase dos estudos clínicos com a polilaminina será iniciada no dia 24 deste mês, de acordo com a farmacêutica Cristália, que desenvolve o medicamento em parceria com pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A substância tem potencial de ajudar pessoas com lesão na medula a recuperarem seus movimentos. Notícias relacionadas:Polilaminina: entenda a esperança e os testes ainda necessários.A partir desta data, os pesquisadores vão recrutar cinco pacientes voluntários, de 18 a 72 anos, para receber a polilaminina, com o objetivo de comprovar que ela é segura para humanos e não oferece mais danos do que benefícios. Somente em fases posteriores será testada a eficácia do medicamento. Conforme autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), todos os pacientes devem apresentar lesão medular completa entre as vértebras T2 e T10, após sofrer algum trauma. Também é preciso que o ferimento tenha ocorrido há menos de 72 horas, e que esses pacientes tenham indicação de cirurgia para descompressão medular. Eles serão atendidos no Hospital das Clínicas e na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, com equipes cirúrgicas treinadas para a aplicação da substância diretamente na medula durante a cirurgia. Depois do procedimento, eles passarão por reabilitação na AACD, e serão acompanhados pela equipe de pesquisa por seis meses. O que é a polilaminina A polilaminina é uma substância desenvolvida em laboratório a partir da laminina, uma proteína encontrada naturalmente no corpo humano. Ela foi descoberta pela professora e pesquisadora da UFRJ Tatiana Sampaio, que investiga seu potencial há mais de 20 anos. No sistema nervoso, a laminina atua como base para a movimentação dos axônios, partes dos neurônios responsáveis pela transmissão de sinais elétricos e químicos. Por isso, acredita-se que a polilaminina pode reestabelecer a conexão interrompida quando há lesão na medula. Depois de obter resultados positivos em ratos, os pesquisadores realizaram um estudo-piloto, entre os anos de 2016 e 2021, aplicando a substância em oito pessoas que também passaram por cirurgia de descompressão. Três faleceram em decorrência das lesões, mas os cinco que se recuperaram apresentaram algum ganho motor. No entanto, ainda não é possível afirmar que isso é resultado direto da polilaminina, por isso, a substância ainda precisa ser testada em ensaios clínicos controlados. No entanto, a divulgação dos resultados preliminares gerou grande comoção, e dezenas de pessoas receberam autorização para usar a substância de forma compassiva, uma licença especial concedida pela Anvisa para o uso de substâncias experimentais, em casos de grande gravidade. Como essas aplicações não foram realizadas sob protocolo científico, não é possível atestar se a polilaminina funcionou ou não. O vice-presidente de Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação do Cristália Rogério Almeida, garantiu que o laboratório está comprometido com a ciência, as boas práticas clínicas e o rigor regulatório. "Trabalhamos em total alinhamento com a Anvisa e com todos os parceiros envolvidos, sempre com o mesmo objetivo: proteger os pacientes e gerar evidências científicas robustas de segurança e eficácia. Nosso foco agora é conduzir o estudo clínico com a máxima qualidade e no menor prazo possível", acrescentou. Se a substância for bem sucedida na fase 1, a equipe poderá pedir autorização à Anvisa para dar seguimento aos testes em humanos. Nas fases 2 e 3, o número de participantes aumenta e pesquisadores podem avaliar se a substância realmente funciona e produz resultados superiores aos tratamentos disponíveis atualmente. Somente após a conclusão de todas as fases de testes, é que o medicamento pode ser registrado e disponibilizado para a população.
O Sindicato Nacional de Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) lança nesta quarta-feira (16), na capital paulista, o documentário Educação e Ciência por um Brasil que dá certo. A exibição será às 17h, na Casa de Cultura Japonesa da USP (Campus Butantã). O filme faz parte da campanha do Andes Lutar não é Crime!, para combater os ataques ideológicos e orçamentários à educação superior e à ciência públicas. A obra reforça ainda o papel fundamental de ambas na transformação da realidade no país. Com duração de 25 minutos, a obra é uma produção da Cajuína Filmes, com direção de André Manfrim, e reúne depoimentos de pessoas que tem a vida impactada diariamente pelo ensino superior e pela ciência. Também participam lideranças estudantis e sindicais, personalidades públicas. “O documentário pretende ser um instrumento contra a desesperança alimentada pela extrema direita e pelo realismo cínico de quem só defende cortes. Queremos chamar a atenção da população brasileira para a esperança, para a defesa desses patrimônios nacionais tão importantes para nossa classe trabalhadora, que são as instituições de ensino e pesquisa públicas”, explicou o presidente do Andes-SN, Cláudio Mendonça. Em seguida, o documentário será lançado no Rio de Janeiro, no Salão Nobre IFCS/UFRJ (17 de setembro); em Brasília, Auditório da Adunb/Campus Darci Ribeiro (23 de setembro); em Salvador, na Praça das Artes UFBA, Campus Ondina (24 de setembro); em Manaus, no Largo de São Sebastião, em frente ao Teatro Amazonas (30 de setembro); e em Curitiba, no Cine Passeio (7 de outubro). Dados da educação e ciência Outro objetivo do documentário é reforçar dados oficiais, como o de que mais de 95% da produção científica brasileira provém das Universidades públicas. Segundo o Instituto Nacional da Propriedade Intelectual (Inpi), quatro das seis maiores requisitantes de patentes no país são universidades públicas. Além disso, aborda o fato de que a presença de estudantes negros e negras nas Universidades públicas brasileiras cresceu mais de 22%, nos últimos 20 anos, chegando a 51,2% do total de matrículas. “Atualmente, 64,7% dos estudantes das Universidades públicas vieram, integral ou majoritariamente, de escolas públicas; 70,1% dos estudantes pertencem a famílias com renda mensal per capita de até 1,5 salário mínimo”, diz o Andes. Segundo o IBGE, a taxa de emprego informal é 45% menor entre pessoas com ensino superior completo, em comparação com quem cursou apenas o ensino médio. Trabalhadoras e trabalhadores com ensino superior ganham, em média, 148% mais do que aquelas e aqueles com apenas ensino médio.
The Hong Kong Jockey Club has said it will funnel HK$3 billion to support the construction of a Life and Health Academic Research Building at the city’s new Northern Metropolis University Town. During his policy address on Wednesday, Hong Kong leader John Lee Ka-chiu announced the creation of an integrated teaching and scientific research building in the Northern Metropolis. In a statement issued soon after the chief executive’s speech, the club said its Charities Trust had made a donation that...
Accurate dosing of heparin, an anticoagulant used in cardiac surgery, dialysis etc., is important because too little of it can lead to clotting, while too much can cause excessive bleeding
Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (14) aponta um cenário preocupante: as condições e as características do trabalho jornalístico, aliadas ao constante assédio e ao baixo apoio social, expõem os profissionais de imprensa do Brasil a uma série de potenciais problemas de saúde mental. Produzido pela Fundação Centro Nacional de Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho (Fundacentro) com o apoio da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), o estudo Condições de Trabalho e Saúde Mental de Jornalistas no Brasil aponta a urgência de empregadores, entidades de classe e formuladores de políticas públicas reconhecerem a gravidade da situação e atuarem para promover um ambiente de trabalho mais seguro, justo e saudável para os profissionais da categoria. Notícias relacionadas:Fenaj pede que STF reveja decisão sobre diploma de jornalista.Plataforma estimula denúncias contra censuras a jornalistas.Quase metade (48%) dos 257 jornalistas brasileiros recrutados via amostragem para responder a um questionário online afirmaram sofrer com sintomas de insônia. O percentual é superior à média nacional registrada no relatório Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel Brasil) 2006-2024, do Ministério da Saúde, que registra média entre 28,7% (em Natal) e 38% (em Maceió). Trinta e seis por cento dos entrevistados também relataram episódios típicos de um quadro de ansiedade, enquanto metade dos entrevistados (50%) disse enfrentar quadro de depressão. Desses últimos, 9% elencaram sintomas de depressão severa e 16%, extremamente severa. Além disso, 21,5% dos que responderam ao questionário revelaram consumir bebidas alcoólicas em consonância com padrões de frequência e de quantidade que sugerem o uso de risco (18,7%) ou nocivo (1,6%). Além disso, as respostas de 1,2% dos entrevistados indicam uma provável dependência. Analisando outros estudos, Bruna Balarotti e Elaine Cristina Marqueze, as responsáveis pela pesquisa apresentada durante reunião do Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso Nacional, destacam que o dinamismo e, consequentemente, o estresse, são características intrínsecas ao jornalismo que expõem os profissionais a riscos psicossociais. Assédio Não bastasse isso, os trabalhadores são alvo constante de diferentes formas de assédio, principalmente moral. Ao menos 26% dos profissionais de imprensa reportaram já ter sido alvo de assédio moral no ambiente de trabalho – percentual que pode atingir 37% quando aplicados outros critérios de pesquisa. “A prevalência de assédio moral no trabalho, variando de 26% a 37%, e de cyberbullying (30%), representam um dos achados mais críticos deste estudo”, sustentam as autoras do relatório da pesquisa. “Esses percentuais elevados indicam que uma parcela substancial dos jornalistas brasileiros está exposta a formas de violência psicossocial, tanto no ambiente físico quanto no digital.” Um agravante à situação é que 61% dos entrevistados afirmam receber baixo apoio social – definido como os níveis de interação social no trabalho, tanto com colegas quanto com superiores. Segundo Bruna e Elaine, junto com o baixo controle sobre as atividades que os jornalistas têm que executar sob pressão, essa situação pode gerar consequências negativas à saúde ou agravá-las. O que, talvez, ajude a explicar o fato do quesito avaliação da satisfação no trabalho ter ficado levemente abaixo da média. Para as pesquisadoras, as consequências das condições de trabalho dos profissionais de imprensa geram reflexos que afetam além da própria categoria, uma vez que esta é considerada essencial para o adequado funcionamento das instituições democráticas. Opinião compartilhada com a presidenta da Fenaj, Samira de Castro Cunha. “Os dados evidenciam um cenário preocupante, marcado por altas taxas de estresse, ansiedade, depressão, insônia, assédio moral e violência digital. Além disso, revelam um ambiente de trabalho caracterizado por altas demandas, baixo controle sobre as atividades e insuficiente apoio social", diz Samira. "Esses elementos não apenas afetam a saúde dos profissionais, mas também impactam a qualidade da informação produzida [pelos jornalistas] e, consequentemente, o próprio direito da sociedade à informação”, concluiu.
[The content of this article has been produced by our advertising partner.] Hong Kong Metropolitan University (HKMU) is strengthening its research footprint in the Greater Bay Area with the establishment of its Shenzhen Research Institute, a platform designed to help bridge industry, academia and research and translate research into real-world impact. Prof. Ricky Kwok Yu-kwong, Vice President (Research and Institutional Advancement) of HKMU, says the Institute is positioned to be the...