Cornell suspends fraternity parties after alleged campus gang rape case
Fraternities face immediate emergency suspensions for violations amid sweeping ban tackling parties at US university.
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Fraternities face immediate emergency suspensions for violations amid sweeping ban tackling parties at US university.
Congress-backed Kerala Private College Teachers’ Association accuses Left-affiliated All Kerala Private College Teachers’ Association of unauthorisedly taking control of the university’s internal-mark uploading portal
Cornell University remains at the centre of controversy over an alleged gang rape at a fraternity on campus, with the university president now breaking his silence. In an eight-minute video statement released Saturday night, Michael Kotlikoff called the allegations, made by a woman known as Jane Doe, deeply disturbing and said the university must do better. Shirli Sitbon has this report.
Cornell University president Michael Kotlikoff said he was “deeply disturbed” by a student’s 2024 rape allegation that has drawn national outrage. “My heart aches when I think of what she experienced,” Kotlikoff said in a video message released on Saturday, saying the university must “do everything we can to prevent what happened to Jane Doe” from happening again. Lawyers for a Jane Doe last month filed a civil lawsuit against the Ivy League university, its leaders, the Chi Phi fraternity, her...
The woman, known as Jane Doe, alleges she was raped by seven students at a fraternity house at the university in 2024.
A Universidade de Brasília (UnB) divulgou nota de repúdio contra “atos de violência e depredação de patrimônio público” que teriam sido praticados por um candidato de extrema direita no campus universitário. Segundo a UnB, Wilker Leão, candidato a deputado federal pelo Novo, foi preso em flagrante pela Polícia Federal, após depredar pinturas em muro do Instituto de Artes, acompanhado de apoiadores que teriam agredido estudantes no local. Notícias relacionadas:Estudante é expulso da UnB por gravar aulas e debochar de professores.Extremistas que ameaçaram estudantes da UnB suspendem ato em campus.Em nota, a universidade associa o ataque a “métodos adotados pela extrema-direita” que, além de ilegais, “são covardes, porque só se viabilizam na impossibilidade do debate qualificado”. “Por isso, a união da comunidade em defesa da Universidade é tão importante.” Leão tem sido pivô de uma série de conflitos com a comunidade universitária. Recentemente, ele foi expulso da UnB, onde cursava História, após processo disciplinar que o condenou por gravar sem consentimento professores e alunos, com o objetivo de ridicularizá-los. Em abril, acompanhado de outros militantes de direita, chegaram a convocar um ato na UnB que estimulava violência contra estudantes da instituição. Na convocação, foram feitas menções como “trocar porrada com os vermes” e “porrada nos comunistas”. Protocolo de segurança Neste domingo, Leão retornou ao campus para pintar de branco o muro do Instituto de Artes, destruindo pinturas feitas por alunos. A UnB, então, colocou em prática o protocolo de segurança previsto para esse tipo de situação. “Forças policiais foram acionadas e houve prisão em flagrante pela Polícia Federal. A Universidade está adotando todas as providências administrativas e jurídicas cabíveis para a apuração dos fatos e responsabilização dos envolvidos”, detalhou a UnB. A universidade disse se solidarizar com os estudantes agredidos durante o episódio; que prestará o apoio necessário a todos que tenham sido prejudicados; e, por fim, que “seguirá firme na defesa de sua comunidade, de seus espaços e da convivência democrática”. A Agência Brasil aguarda manifestação dos advogados de defesa do candidato sobre o ocorrido.
Student protests at an Indian university have turned violent following claims that a female student was raped on campus.