Brazil’s Lula and Bolsonaro draw thousands as campaigns near end
Brazilian President Lula da Silva held his final campaign rally in Rio de Janeiro on Friday
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Brazilian President Lula da Silva held his final campaign rally in Rio de Janeiro on Friday
Leftist President Luiz Inácio Lula da Silva and right-wing Senator Flávio Bolsonaro are frontrunners in Sunday's race. Both skipped a planned TV debate, opting to avoid direct confrontation before the first round of voting.
As Brazil heads to the polls, one issue that could influence votes particularly in the rural south is access to firearms. Under Jair Bolsonaro, Brazil became more heavily armed than ever before: the number of registered hunters, shooters and collectors – known by the acronym ‘CACs’ – increased sevenfold in four years. Luiz Inacio Lula da Silva promised to reverse this trend, much to the irritation of the powerful gun lobby. France 24’s team in Brazil sent this report.
Brazilian presidential candidate Flavio Bolsonaro on Thursday bowed out of the final debate ahead of elections pitting him against leader Luiz Inacio Lula da Silva, who also declined to attend. Lula, on the cusp of 81, will face off against the son of ex-leader Jair Bolsonaro in a first-round vote on Sunday, with polls giving him a slight advantage. The pair are neck-and-neck in projections for a potential runoff on October 25, however.
Brazil’s President Lula has signed a measure granting women under a protective order up to six months of paid leave, funded by the INSS, without a new medical assessment. The post Brazil: Lula Grants Paid Leave of Up to Six Months to Domestic Violence Victims appeared first on The Rio Times.
In Brazil, incumbent President Luiz Inácio Lula da Silva is seeking a fourth and final term in the presidential election on October 4. In 2022, he made the fight against hunger and poverty a key campaign promise. Between 2023 and 2024, nearly nine million people were lifted out of poverty thanks to the government’s social and economic programs. The decline was particularly sharp in Brazil’s Northeast. A traditional stronghold for Lula, will the progress made in reducing poverty translate into stronger support for the current president? FRANCE 24's team on the ground reports.
A ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou nesta quarta-feira (30) que o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) apague de suas redes sociais, no prazo de 24 horas, uma postagem que retirou de contexto uma fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição. A ministra atendeu ao pedido liminar protocolado pela campanha de Lula, após Nikolas deturpar uma fala do presidente sobre exames de saúde preventivos em mulheres, dando a ela uma conotação sexual. Notícias relacionadas:Dino manda PF investigar suposta onda de ataques a imagens católicas .Mendonça libera postagem de Erika Hilton sobre Nossa Senhora Aparecida.TSE recebeu mais de 50 mil denúncias de propaganda irregular.Na segunda-feira (28), Lula fez um comício em Belém e convocou os homens a realizar exames de próstata. Segundo o presidente, enquanto os homens resistem a realizar exames urológicos, as mulheres "aprendem a tomar toque desde pequenas", em referência aos exames ginecológicos de rotina. Na postagem, o parlamentar inseriu o vídeo da fala de Lula e disse: "Menina pequena não aprende a tomar toque nenhum, Lula!". Ao analisar o caso, a ministra entendeu que o deputado promoveu desinformação para levar à conclusão de que o presidente estaria avalizando crimes contra crianças e adolescentes. "A publicação impugnada não se limita à crítica política nem à discordância quanto à adequação da expressão utilizada. Ao desenvolver o raciocínio constante na mídia impugnada, o representado introduz conotação inteiramente diversa daquela presente no discurso original, deslocando a discussão do campo da saúde pública para o campo de diversas condutas delituosas", afirmou a ministra. Em caso de descumprimento, Nikolas poderá ser condenado ao pagamento de multa, que será fixada posteriormente.
AtlasIntel's final pre-election poll puts Lula on 46.2% of valid votes against Flávio Bolsonaro's 43.1%, with a runoff deadlocked at 50-50. The post Brazil Election 2026: Lula Leads First Round, Runoff a Dead Heat in Final AtlasIntel Poll appeared first on The Rio Times.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro estão empatados com 48% dos votos na reta final da corrida presidencial, segundo nova pesquisa AtlasIntel para a Bloomberg News. Produção de Patricia Xavier e edição de texto de Daniel Carvalho e Andrew Rosati. (Source: Bloomberg)
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou uma nota na qual nega ter produzido, autorizado ou participado da elaboração ou divulgação de informações falsas relacionadas ao atual processo eleitoral. A declaração veio a público após o candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, ter acusado “gente de dentro da CNBB” de ter ajudado na divulgação de que, se eleito, retiraria de Nossa Senhora da Aparecida o título de padroeira do Brasil. Notícias relacionadas:Lula sanciona lei de incentivo ao desenvolvimento do futebol feminino.Ex-presidente José Sarney segue internado em hospital de São Paulo.Saiba como as bets adoeceram e endividaram os brasileiros.“A maior fake news da campanha foi essa sobre Nossa Senhora Aparecida. Nunca existiu movimento para tirar dela o título de padroeira do Brasil”, disse o candidato. “O PT já estava havia alguns dias tentando levantar essa fake news. Conseguiu com a ajuda de gente dentro da CNBB”, acrescentou. A nota da CNBB informou que a entidade “repudia a produção e a utilização de informações falsas, independentemente de sua origem ou de quem possam beneficiar ou prejudicar”, e que não integra qualquer estrutura político-partidária, de partido ou candidatura. Na sequência, informou que suas manifestações sobre as eleições “decorrem de sua missão pastoral e de princípios públicos expressos em seus documentos, orientados pela dignidade humana, pelo bem comum, pela democracia e pela liberdade de consciência”. Após tomar ciência da nota da entidade, Flávio Bolsonaro se manifestou novamente, agradecendo a CNBB por “confirmar que essa é uma grande fake news que foi potencializada pelo PT".
BRAZIL · ELECTIONS 2026, 25 SEPTEMBER 2026 Key Facts —The country — Brazil is Latin America’s largest economy and most populous country, with about 210 million people. It elects a president on Sunday 4 October, with a runoff three weeks later when nobody wins outright. —The background — President Luiz Inácio Lula da Silva seeks […] The post Datafolha Poll Shows Lula Leading Flávio Bolsonaro 40 to 36 as the Runoff Stays a Two-Point Tie appeared first on The Rio Times.
A empresa Meta - dona do Facebook, WhatsApp e Instagram – desabilitou os anúncios do perfil do candidato à presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Facebook a 10 dias do 1º turno da eleição. A direção da campanha entrou com recurso contra a Meta, alegando que o bloqueio não foi justificado. A conta de anúncios de Lula no Facebook foi normalizada no mesmo dia e a campanha do presidenciável aguarda manifestação da big tech para entender o que ocorreu. Notícias relacionadas:Exército simula defesa cibernética no Brasil às vésperas da eleição.Parlamentares dos EUA criticam ações de Trump nas eleições do Brasil.Economistas lançam iniciativa por economia focada na vida real.A Meta ainda não explicou o motivo do bloqueio temporário. Procurada pela Agência Brasil, a big tech não se manifestou até o fechamento desta reportagem. O incidente reforçou o discurso de aliados de Lula de que as empresas sediadas nos Estados Unidos (EUA) trabalham a favor dos adversários políticos do PT. Logo após Trump assumir o controle da Casa Branca pela segunda vez, em janeiro de 2025, o dono da Meta, o empresário Mark Zuckerberg, foi às redes sociais anunciar o alinhamento da companhia com o novo governo em Washington. “Vamos trabalhar com o presidente Trump para pressionar os governos ao redor do mundo que estão perseguindo empresas americanas”, afirmou Mark Zuckerberg. A regulação das big techs no Brasil é defendida pelo atual governo brasileiro, gerando tensões com as gigantes da tecnologia e com o governo de Donald Trump, que tem criticado países ou governos que buscam regular as plataformas digitais e criar regras para evitar a prática de crimes no ambiente digital.
Luiz Inacio Lula da Silva is up two points, but that's still within the poll's margin of error.
São Paulo, Brazil — Brazil’s President Luiz Inácio Lula da Silva used his address to the United Nations General Assembly in New York City on Tuesday to deliver a broad defense of national sovereignty, while sharply criticizing Israel’s conduct in Gaza, the use of tariffs as political leverage, and what he described as renewed attempts […] The post Lula targets foreign interference, Israel and tariffs in UN speech appeared first on Latin America Reports.
Brazilian President Luiz Inacio Lula da Silva condemned the “pain and trauma” inflicted by Israel’s government in Gaza.
Lula’s remarks come as Trump asserts US power in Latin America in his own UN address.
Brazil’s Luiz Inácio Lula da Silva sent a thinly veiled message to Donald Trump in a speech at the United Nations, warning foreign countries to stay out of October’s presidential election.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender a soberania dos países, citando especificamente os cenários da América Latina e do Brasil, onde, segundo o presidente, há tentativas de influência estrangeira sobre processos políticos nacionais. Lula disse que a região da América Latina e do Caribe convive com pressões decorrentes da proximidade com grandes potências. Notícias relacionadas:ONU vive momento crítico, diz Lula ao citar indignação com guerras.“Na América Latina e Caribe, a proximidade geográfica com a maior potência militar do mundo é inescapável, sobretudo no contexto do recrudescimento de tentações hegemônicas. O Brasil não cabe no quintal de ninguém”, afirmou durante discurso na cerimônia de abertura da 81ª Assembleia Geral da ONU, nesta terça-feira (22) em Nova York. “Voltamos a presenciar a ingerência externa em processos eleitorais, a divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais com recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos”, destacou, ao citar contextos recentes registrados na Venezuela, na Nicarágua, no Haiti e em Cuba. Segundo o presidente, a região percorreu um longo caminho para consolidar regimes democráticos após períodos de ditadura e autoritarismo. Nesse contexto, ele defendeu maior integração regional e o respeito à autodeterminação dos povos. "Precisamos de parceiros com uma agenda positiva que fomente o desenvolvimento. Diferenças ideológicas não devem ser obstáculo para uma maior integração entre vizinhos. Os países da região reconheceram os horrores dos regimes de exceção. Percorremos um longo caminho para restaurar a vontade popular", disse. Democracia em xeque Lula também alertou para o que classificou como retorno de práticas incompatíveis com a ordem internacional contemporânea. "A democracia está novamente em xeque", afirmou. Em seguida, acrescentou que o mundo voltou a assistir à "ingerência externa em processos eleitorais", à divisão de países em zonas de influência e a "investidas neocoloniais" em busca de recursos estratégicos. Ao citar países da região, o presidente afirmou que cada povo deve definir seu próprio caminho. Segundo ele, o povo venezuelano deve decidir seu destino sem interferências externas, enquanto a Nicarágua não solucionará seus problemas impedindo a participação da oposição nas eleições. Lula também mencionou a crise humanitária no Haiti e voltou a criticar o embargo econômico imposto a Cuba. Redes de desinformação Lula também citou a atuação de redes de desinformação durante campanhas eleitorais e afirmou que o Estado brasileiro estará atento a possíveis tentativas de interferência. "Não subestimamos o desafio das redes de desinformação que pretendem contaminar o debate público durante a campanha", afirmou. Em seguida, ressaltou a confiança nas instituições e no sistema eleitoral do país. "Não permitiremos que os inimigos da democracia, internos ou externos, atentem contra a vontade popular. O Brasil continuará sendo um país soberano. Ninguém nos afastará desse caminho", declarou. Negacionismo Lula destacou ainda os perigos das chamadas fake news, sobretudo no que diz respeito aos achados científicos em temas como saúde e meio ambiente. “Na era da desinformação, os obscurantistas resistem às evidências da ciência”, disse, ao defender o combate ao negacionismo. “Nunca esqueceremos das milhões de vidas perdidas pelo descaso no enfrentamento à covid-19. Campanhas contra vacinas estão trazendo de volta doenças que julgávamos estar erradicadas. Enfraquecer a Organização Mundial da Saúde (OMS) torna todos mais vulneráveis.” “Até pouco tempo, a reposta à mudança do clima estava consolidada no centro da agenda internacional. Este ano, o tema desapareceu dos debates do G7 e do G20, fóruns que reúnem os maiores emissores de carbono do mundo. É hora de retomar a ofensiva e impor uma derrota ao negacionismo.” Segurança pública Ao tratar da segurança pública, Lula rejeitou a participação de forças estrangeiras no combate ao crime organizado em território nacional e defendeu a cooperação internacional em áreas específicas, como o combate ao tráfico de armas e à lavagem de dinheiro. "Não vamos transferir a responsabilidade de defender nossas fronteiras e de garantir à população o direito de viver sem medo", afirmou. O presidente acrescentou que o enfrentamento ao crime deve ocorrer por meio da cooperação entre governos, e não por ações militares externas. "Não precisamos de porta-aviões vigiando nossas águas; precisamos de cooperação para estancar o fluxo de armas e de dinheiro que abastece o crime organizado", disse. Segundo Lula, o Brasil apresentou aos Estados Unidos proposta de cooperação para combater a lavagem de dinheiro realizada por criminosos brasileiros no exterior. O presidente também afirmou que o país vem fortalecendo a coordenação entre os estados e ampliando as ações de combate às organizações criminosas.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva Lula discursa nesta terça-feira (22) na 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, nos Estados Unidos (EUA) a partir das 10h (horário de Brasília). No tradicional discurso de abertura na seção de alto nível da assembleia, o presidente deve ressaltar a importância do multilateralismo, uma das linhas centrais da política externa bo respeito ao direito internacional humanitário e a não interferência em assuntos internos de outros países.rasileira, em um cenário marcado pela multiplicação de conflitos internacionais. Notícias relacionadas:Nos EUA, Lula se reúne com prefeito de Nova York e presidente uruguaio.ONU: Lula defende multilateralismo e reforma do Conselho de Segurança.Lula também deverá defender a negociação como caminho para a solução de disputas, O discurso deve apresentar a visão do Brasil sobre os principais temas da agenda internacional. A reforma das Nações Unidas, em particular de seu Conselho de Segurança, deve estar entre os temas abordados. O Brasil defende há anos a atualização da composição e do funcionamento do órgão e critica a sua dificuldade de responder aos conflitos internacionais. Lula teve encontros bilaterais com outros chefes de Estado, e se reuniu com o secretário-geral da ONU, António Guterres, que está em fase final de mandato à frente da entidade internacional e com o prefeito da cidade, o progressista Zohran Mamdani, do Partido Democrata, que governa Nova York desde o início do ano. Ele retorna ao Brasil no mesmo dia. Esta é a 11ª participação de Lula na Assembleia Geral das Nações Unidas como presidente da República. Em seus três mandatos, ele só não compareceu em 2010. Trump O presidente norte-americano é o segundo a falar, logo após Lula, e ambos eventualmente podem se cruzar nos bastidores do plenário. No ano passado, os dois líderes tiveram um breve contato, quando Lula deixava o palco após seu discurso e Trump se preparava para falar. Na ocasião, o encontro causou boa impressão nos dois presidentes e Trump posteriormente falou em "química excelente" entre eles. Foi o primeiro de três encontros entre os dois líderes desde então. Outras agendas De acordo com o Itamaraty, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, permanecerá em Nova York durante toda a semana e participará de uma série de reuniões e encontros ministeriais, entre eles os do Brics, do Fórum de Diálogo Índia-Brasil-África do Sul (IBAS), do G77, do G4, do L69 e da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), além de reuniões da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) e do Consenso de Brasília. O ministro também presidirá duas reuniões ministeriais. No dia 23 de setembro, será realizado o encontro da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, iniciativa lançada pelo Brasil durante a presidência brasileira do G20. No dia 24, Mauro Vieira presidirá a reunião ministerial da Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul (Zopacas). O Brasil ocupa atualmente a presidência da Zopacas, após a realização, em abril deste ano, da 9ª Reunião Ministerial da organização. O país exercerá a presidência pelo período de três anos. O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, copresidente da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, também participará de atividades em Nova York entre os dias 21 e 23 de setembro, com agendas relacionadas à segurança alimentar, proteção social, financiamento para o desenvolvimento e cooperação internacional. No dia 23, participará do encontro da Aliança Global. A delegação brasileira participará de reuniões do Conselho de Segurança das Nações Unidas e de encontros sobre a situação da Palestina e a solução de dois Estados, o combate à desigualdade, a Comissão de Consolidação da Paz e temas relacionados ao direito internacional humanitário. Comitiva Além dos ministros Mauro Vieira e Wellington Dias, estão previstas as participações da ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck; do ministro dos Povos Indígenas, Luiz Eloy Terena; e da ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, em atividades relacionadas às áreas de atuação de cada pasta.
BRAZIL · UNITED STATES · DIPLOMACY Key Facts —The day The UN General Assembly opens its general debate in New York today, 22 September 2026. Lula speaks first among the world’s leaders, by a Brazilian tradition kept since 1955; Trump follows roughly fifteen minutes later. —The message Lula has said he will warn Trump not […] The post Lula and Trump Speak Back to Back at the UN Today: What the US-Brazil Rift Means for Expats appeared first on The Rio Times.
Antes da 81º Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), que começa nesta terça-feira (22), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu com os políticos democratas Zohran Mamdani, prefeito de Nova York, e o senador Bernie Sanders, do estado de Vermont. Ambos são opositores do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump. Se classificando como “socialista democrata”, Zohran Mamdani é o primeiro muçulmano a virar prefeito de Nova York. Após o encontro, ambos falaram com a imprensa. Notícias relacionadas:ONU: Lula defende multilateralismo e reforma do Conselho de Segurança.Michelle Bachelet desiste da disputa pelo comando da ONU.Brasil e EUA: entenda as relações após alerta sobre eleições.O político democrata e Lula destacaram a importância de priorizar a população pobre na formulação de políticas públicas, discutiram a importância de defender a democracia, além de combater o extremismo político e a desinformação em todo o mundo. Questionado por Lula se Nova York também tinha problemas sociais, Mamdani disse que o custo de vida na cidade é muito elevado e citou a criação, durante sua gestão, dos supermercados populares. “Nós vivemos na cidade mais cara das Américas. A terceira cidade mais cara do mundo. E um em cada quatro nova-iorquinos vivem na pobreza”, disse Mandani, acrescentando que o presidente do Brasil é uma “inspiração” para ele. Lula criticou o fato de a Europa e o Japão terem aumentando os investimentos em armas e defesa militar, enquanto não teria sobrado “quase nada” para políticas de educação e de combate à fome. “Como ele [Mamdani] é uma pessoa muito jovem, que tem muitos anos [de] vida [pela frente], eu espero que ele esteja preparado para se transformar num grande soldado, para colocar fim ou diminuir a pobreza e a invisibilidade que vivem os pobres”, disse Lula a jornalistas. Presidente do Uruguai O presidente Lula ainda se reuniu, em Nova York, com o presidente do Uruguai, Yamandú Orsi. Ambos discutiram a necessidade de fortalecer o multilateralismo nas relações internacionais e a integração latino-americana. O presidente Lula durante encontro bilateral com o presidente do Uruguai, Yamandú Orsi, em Nova York - Foto: @LulaOficial/ X Lula informou que Orsi autorizou o Brasil a usar o excedente da cota uruguaia de exportação de carne bovina para a China. Os dois presidentes discutiram também medidas de regulamentação das apostas online (bets). “O presidente Orsi e eu devemos nos encontrar novamente em breve, para avançar em projetos de integração transfronteiriça, em especial a construção da ponte binacional sobre o rio Jaguarão”, escreveu Lula em uma rede social. Em nota, o governo do Uruguai informou que foram discutidos temas como comércio, infraestrutura, intercâmbio cultural e desenvolvimento produtivo. “Os líderes enfatizaram a importância de fortalecer o multilateralismo e discutiram os próximos passos na agenda regional, particularmente no âmbito da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC) e do Mercosul”, informou a Presidência do país vizinho.
A new Lula and Flávio Bolsonaro poll puts Brazil’s runoff at 46% to 45%, inside the margin of error, 13 days before the 4 October first round. The post Lula Edges Flávio Bolsonaro in Poll, Runoff Still Tied 13 Days Out appeared first on The Rio Times.
Polymarket, Kalshi, PredictIt and Smarkets all make Flávio Bolsonaro the favourite over Lula, yet Brazil's polls show a tie. Here is why. The post Brazil Election: Betting Markets Favour Flávio Bolsonaro, Polls Show a Tie appeared first on The Rio Times.
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, rebateu nesta sexta-feira (18) o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, que classificou organizações criminosas brasileiras como terroristas e disse que o Brasil não consegue enfrentar as facções. A declaração de Lula ocorreu durante evento oficial no Rio de Janeiro, que reuniu a cúpula da segurança pública nas esferas federal, estadual e municipal. Notícias relacionadas:Rio: MPF vai à Justiça cobrar plano de redução da letalidade policial.Trump cita PCC e CV e diz que Brasil não conseguiu enfrentar facções.Operação combate infiltração do PCC no transporte público em São Paulo.O presidente defendeu retomar territórios ocupados por traficantes no Rio. “Nós precisamos ganhar do crime organizado. Eu não aceito a ideia de que as facções são terroristas, como diz o Trump”, afirmou. Segundo Lula, “quando Trump fala em terrorismo, ele fala em terrorismo de Estado, briga pelo poder”. “Quem era isso? Era o [ex-presidente Jair] Bolsonaro tentando dar o golpe de 8 de Janeiro. Isso é terrorismo. Pensando em matar Lula, [o vice-presidente Geraldo] Alckmin e até o [ministro do Supremo Tribunal Federal] Alexandre de Moraes. Esse era o plano. Isso é terrorismo de Estado", discursou. O ex-presidente Jair Bolsonaro foi condenado, em março deste ano, a 27 anos três meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Ele foi considerado culpado de diversos crimes, entre eles a ciência de um plano para matar Lula e o vice-presidente, Geraldo Alckmin. Petróleo e terras raras Lula criticou Trump novamente ao afirmar que o país precisa reforçar a vigilância na região da margem equatorial, no norte do país, e no pré-sal, litoral do Sudeste. Nas duas regiões, há exploração de petróleo. “Nós temos que tomar conta porque o Trump está aí. O Trump está aí atrás de minerais críticos, atrás de petróleo, atrás de terra rara”. No último dia 15, em documento anual enviado ao Congresso norte-americano, Trump criticou o governo brasileiro por, na visão dele, ter falhado no enfrentamento às facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV). Em maio, o governo dos EUA já havia designado o PCC e o CV como organizações terroristas estrangeiras. Convênios Durante a cerimônia no Rio, foram demonstrados convênios assinados entre os governos federal, estadual e municipal, direcionados a três frentes: - Proteção integrada dos corredores logísticos, em parceria entre o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e o governo do estado: combate à mobilidade de criminosos e roubo de cargas, entre outros crimes. As ações acontecem nas divisas entre estados do Sudeste e importantes vias arteriais do Rio, como a Avenida Brasil, Linha Vermelha, Linha Amarela e os acessos ao Porto e ao Aeroporto Internacional. - Política Estadual de Reocupação Territorial, firmada entre o ministério e o governo do estado: a finalidade é reduzir o controle territorial, armado e econômico das organizações criminosas e fortalecer a presença estatal. Inclui atuação sobre mercados explorados pelo crime. - Capacitação da Força Municipal: em parceria com a prefeitura, entes federais, como a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF), colaboram na formação de turmas de elite da Guarda Municipal do Rio, denominada de Força Municipal, composta por agentes armados. Os convênios com o estado foram assinados no início de setembro e têm vigência de 60 meses. A parceria com a prefeitura foi firmada em agosto de 2025 e vale por três anos. O presidente Lula defendeu que o Rio é uma espécie de laboratório para as ações integradas de segurança nas três esferas. “Se der certo no Rio, vai dar certo em todo o território nacional”. Sem tutela O governador interino do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto, afirmou que as ações em conjunto com o governo federal resultam em maiores apreensões, como as de drogas, e defendeu a soberania do país no combate ao crime. “O Brasil tem condições, sim, de, por si, seguir em frente e realizar as atividades próprias da segurança. Não é o caso de sermos tutelados”. O prefeito carioca, Eduardo Cavaliere, explicou que uma das integrações realizadas pela prefeitura é o compartilhamento de informações de inteligência e monitoramento em vídeo de vias. O evento foi no Complexo da PRF, onde também funciona a sede da Força Municipal, no entroncamento da Avenida Brasil e Rodovia Presidente Dutra, porta de entrada para municípios da região metropolitana, como São João de Meriti e Duque de Caxias. “Uma realização como a de hoje dá um sinal muito claro para a população de integração entre as forças, com impacto em todas as cidades da região metropolitana”, disse Cavaliere.
O Ministério das Relações Exteriores (MRE) divulgou nesta quarta-feira (16) os detalhes da viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York (EUA), na semana que vem. Uma das expectativas é sobre o possível encontro de Lula com o prefeito da cidade, Zohran Mamdani, que tomou posse no início deste ano. Notícias relacionadas:Trump cita PCC e CV e diz que Brasil não conseguiu enfrentar facções.Brasil cria política para ampliar produção de minerais críticos.O prefeito novaiorquino é descendente de imigrantes e se tornou o primeiro muçulmano a ocupar o cargo. Ele se considera socialista e é favorável a temas como a causa Palestina, a ampliação da moradia acessível, o congelamento de aluguéis, a gratuidade do transporte público e a criação de políticas voltadas à redução do custo de vida, numa das cidades mais caras do planeta. O Palácio Itamaraty informou haver um pedido de encontro bilateral da parte do prefeito, bem como uma lista de outros pedidos, mas a reunião ainda não está oficialmente confirmada do lado brasileiro. Discurso Lula e sua comitiva desembarcam em Nova York no próximo domingo (20). No dia seguinte, o presidente brasileiro terá sua agenda dedicada a encontros bilaterais com autoridades e chefes de Estado. Na terça-feira (22), Lula se encontra com o secretário-geral da ONU, António Guterres, e em seguida comparece ao plenário da ONU onde fará o pronunciamento de abertura da Assembleia Geral, que tradicionalmente cabe ao presidente brasileiro. O tema deste ano é "Restaurando a confiança, administrando transformações: uma ONU que produza resultados para todos". O conteúdo do discurso de Lula ainda está sendo elaborado, mas o presidente deverá reforçar posições históricas do Brasil em defesa da reforma da ONU, defesa do multilateralismo, promoção da paz e da cooperação bilateral, além do combate à pobreza e à fome. "Nossa expectativa é que ele [discurso] contenha, em função do momento em que vivemos, uma defesa forte do multilateralismo como linha básica da política externa brasileira, nesse momento em que os conflitos se multiplicam a nível internacional", destacou o embaixador Carlos Márcio Bicalho Cozendey, secretário de Assuntos Multilaterais Políticos do MRE. Segundo o diplomata, Lula vai defender negociações de paz em torno das guerras em curso, um direito internacional humanitário e a não interferência em assuntos internos de outros países. A previsão é que o presidente retorne ao Brasil ainda na terça-feira, logo após o pronunciamento. O Itamaraty não informou sobre a expectativa de um encontro entre Lula e Trump, que não tem confirmação de nenhuma das partes. O presidente dos Estados Unidos é o segundo a falar, logo após Lula, e ambos eventualmente poderiam se cruzar nos bastidores do plenário. No ano passado, os dois líderes tiverem um breve contato, quando Lula deixava o palco após seu discurso e Trump se preparava para falar. Na ocasião, o encontro causou boa impressão nos dois presidentes e Trump posteriormente falou em "química excelente" entre eles. Foi o primeiro de três encontros entre os dois líderes desde então. O MRE confirmou que a comitiva brasileira será composta pelo chanceler Mauro Vieira e os ministros Esther Dweck (Gestão e Inovação em Serviços Públicos), Eloy Terena (Povos Indígenas) e Rachel Barros de Oliveira (Igualdade Racial). Ainda em Nova York, Mauro Viera deverá presidir uma reunião da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, iniciativa lançada pelo Brasil durante a presidência brasileira do G20, em 2024, para articular governos, organismos internacionais, instituições financeiras e organizações da sociedade civil em torno do enfrentamento da miséria e da fome em larga escala. Atualmente, a Aliança reúne mais de 215 membros, incluindo mais de 100 países.
With Brazil set to hold a Presidential election on October 4th, supporters of both incumbent Luiz Inacio Lula Da Silva and his main opponent Flavio Bolsonaro have been taking to the streets. Polls have the candidates, who are on opposite ends of political spectrum, neck and neck.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesta quarta-feira (9), a “quebra completa do sigilo das investigações de todos os envolvidos no caso Master”. Lula classificou a investigação como “o maior crime financeiro da história do Brasil”. A fala do presidente ocorre em meio a uma grave crise entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) envolvendo decisões relacionadas às investigações do caso Master e do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Em publicação nas redes sociais, Lula pediu que a medida seja tomada de forma “urgente". Notícias relacionadas:Em meio a crise, Fachin cancela sessão plenária desta quarta-feira.Dino determina reintegração de Andrei Rodrigues ao comando da PF .Delegados criticam afastamento de chefe da PF por decisão monocrática."O povo brasileiro precisa de explicações e medidas imediatas para enfrentar a crise institucional que tomou conta do Poder Judiciário", afirmou. O presidente cobrou transparência e criticou vazamentos seletivos que impactam a disputa eleitoral. Ele argumentou que a quebra do sigilo das investigações deve ser completa, "seja quem for, doa a quem doer". "O Brasil precisa saber a verdade", encerra a nota. Entenda a crise A crise no Supremo veio à tona com a retirada do sigilo, pelo ministro André Mendonça, de relatórios parciais da Operação Compliance Zero, da qual é relator e que tem como alvo a corrupção de agentes públicos e fraudes financeiras bilionárias supostamente praticadas por Vorcaro. No material divulgado constam 52 mensagens que os investigadores do caso dizem terem sido enviadas por Vorcaro ao ministro Alexandre de Moraes. Nelas, o ex-banqueiro demonstra proximidade com o ministro e aparenta ter encaminhado a ele um contrato de R$ 131 milhões entre o Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro. Até o momento, Moraes nega qualquer contato com o ex-banqueiro. Após divulgação do material, o ministro tornou público um “relatório de inteligência” da PF segundo o qual Mendonça que sugere direcionamento contra desafetos políticos na condução do caso Master.
Live results for Brazil's October 4, 2026 presidential election: Lula vs Flávio Bolsonaro vote counts, turnout, runoff scenarios and state races — updating in real time from 17:00 BRT. The post Brazil Election Results 2026: Live Updates, Vote Count and Runoff Scenarios appeared first on The Rio Times.