UK PM Andy Burnham says it is ‘clear’ Russia interfered in 2016 Brexit vote
Claim marks the first time a UK prime minister has publicly acknowledged Russia's interference in the vote to leave EU.
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Claim marks the first time a UK prime minister has publicly acknowledged Russia's interference in the vote to leave EU.
Before a Lula rally on Avenida Paulista on Sunday, the president accused Brazil's electoral court of biased rulings ahead of the 25 October runoff. The post Lula Rejects Court ‘Interference’ 14 Days Before Vote appeared first on The Rio Times.
Britain’s Prime Minister Andy Burnham has said the UK is “clear” there was Russian interference in the Brexit referendum. He said that when he entered No 10 Downing Street a few months ago, he had asked whether Moscow interfered in the 2016 vote on whether to leave the EU and was given “the clear answer that yes there was”. The prime minister said he believes it is important to put this “clearly on the record” to help voters in Germany and France understand that “some of this politics is...
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, afirmou neste domingo (4) que não foi constatada nenhuma intercorrência no primeiro turno das eleições que possa ser caracterizada como interferência estrangeira no pleito. Em coletiva de imprensa para apresentar um balanço sobre o trabalho da Justiça Eleitoral durante o dia de votação, o presidente disse que observadores internacionais que acompanharam o pleito confirmaram a transparência e a normalidade das eleições. Notícias relacionadas:Congestionamento no sistema de dados gerou atraso na apuração, diz TSE.Veja os 20 estados onde o governador foi eleito no 1º turno.Seis estados e o DF terão segundo turno para governador.“Não tivemos nenhuma intercorrência grave, os riscos climáticos [foram] afastados, e não tivemos nenhum alerta dos diversos setores do TSE acerca de interferência estrangeira. Não constatamos nenhum tipo de intervenção” afirmou. Mais cedo, o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, confirmou que a corporação abriu uma investigação para apurar a suposta interferência estrangeira no pleito. Na semana passada, a Advocacia-Geral da União (AGU) acionou a PF e a Procuradoria-Geral da República (PGR) para investigar o suposto financiamento do governo de Donald Trump para interferir nas eleições brasileiras e deslegitimar o Supremo Tribunal Federal (STF). A medida foi anunciada após o jornal inglês The Guardian informar que o governo dos Estados Unidos destinou US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,1 milhões) para promover uma campanha contra o Supremo.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, disse neste domingo (4) não haver grandes obstáculos ou ocorrências durante a realização das eleições deste ano. Ele afastou suspeitas de interferências estrangeiras no processo eleitoral brasileiro. “Estamos a quase três horas do fim da votação e tudo tem funcionado na maior tranquilidade e transparência possível”, disse o ministro em entrevista coletiva na sede do TSE, em Brasília. Notícias relacionadas:Jornais dizem que voto no Brasil define geopolítica na América Latina.PF diz que não há risco ou indício de planos de ataque a embaixadas.Eleitores têm até as 17h para votar neste domingo .Questionado, o presidente do TSE disse que nenhum relatório da Polícia Federal (PF), da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e ou de qualquer outro órgão trouxe indicativos de que o processo eleitoral possa ser alvo de ameaças externas ou do crime organizado. "Até o momento, não temos um indicativo concreto de interferência internacional”, afirmou o ministro. Nunes Marques frisou ainda que o temor da disseminação de deepfakes - vídeos hiper-realistas fabricados por inteligência artificial - também não se concretizou, sem ocorrências de repercussão significativa. O ministro também destacou que não há registro de grandes problemas com o sistema eletrônico de votação, ainda que 1.121 urnas tenham precisado ser substituídas em todo o país, o equivalente a 0,2% dos 499.248 equipamentos empregadas na votação. “Não há votação manual no país”, afirmou Nunes Marques. Os maiores problemas ocorreram no Paraná, apontou o presidente do TSE, estado que foi atingido por fortes chuvas e ventos na manhã deste domingo, com o registro de queda de energia em 140 municípios. Em relação às ocorrências policiais, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) informou o registro, até as 13h, de 313 crimes eleitorais e quatro crimes comuns. Ao todo, foram apreendidos R$ 108 mil e quatro armas, bem como 13 veículos. Quatro pessoas foram presas. A maior parte das ocorrências foi registrada em Minas Gerais (43), no Rio Grande do Sul (36) e em Sergipe (26). A maioria dos crimes eleitorais está relacionada à propaganda irregular (130) e boca de urna (69).
O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (1º) que acompanha "muito de perto" as eleições brasileiras, que ocorrerão daqui a três dias, em 1º turno. A declaração foi dada em resposta à pergunta de uma jornalista, na saída da Casa Branca, antes do presidente norte-americano embarcar em uma aeronave para o Texas. "Estou acompanhando [as eleições] muito de perto. O Brasil é um país muito importante. É um grande país. As pessoas no Brasil são fantásticas. É uma eleição muito importante", disse Trump, sem citar nomes ou declaração de apoio a nenhum concorrente, como já fez recentemente em outras eleições presidenciais, como a da Colômbia. A fala do líder estadunidense ocorre em meio a tensões recentes entre os governos brasileiro e norte-americano e a preocupações no Brasil sobre possível interferência estrangeira no processo eleitoral. Em setembro, relatório da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) apontou risco de influência ou interferência dos Estados Unidos nas eleições de 2026. No documento, a inteligência brasileira classifica a possibilidade de interferência externa com um "nível de criticidade" e contextualiza o problema dizendo que "a reafirmação da hegemonia dos EUA na América Latina” é prioridade do segundo governo do presidente norte-americano Donald Trump. Segundo a Abin, o objetivo seria afastar ‘rivais dos EUA’, como a China, de ativos estratégicos, riquezas naturais e infraestruturas na região. A avaliação da Abin indica ainda que houve intensificação das ações dos Estados Unidos em relação ao Brasil ao longo dos últimos meses. Além da ingerência nas eleições, o Brasil vem sendo alvo de medidas econômicas e políticas prejudiciais aos interesses nacionais. Em julho, o governo brasileiro negou visto a dois funcionários do Departamento de Estado dos EUA que pretendiam conversar com autoridades eleitorais brasileira sobre liberdade de expressão relacionada às eleições. A visita ocorreria depois de eventos envolvendo políticos que questionaram as urnas eletrônicas. Especialistas ouvidos pela Agência Brasil avaliaram riscos associados a possíveis ações cibernéticas e à atuação de grandes plataformas digitais.