Russia arrests Japanese reporter for alleged espionage
Suspect was arrested on Russia's far-eastern Sakhalin Island before being transferred to Moscow, says Russia's FSB.
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Suspect was arrested on Russia's far-eastern Sakhalin Island before being transferred to Moscow, says Russia's FSB.
Chairing the meeting on India-Russia relations, Mr. Jaishankar also apprised members of New Delhi's stance on the Ukraine conflict and its recent diplomatic efforts to contribute toward a peaceful settlement
Parlamentares dos Estados Unidos enviaram uma carta ao secretário de Estado do país, Marco Rubio, afirmando que o governo de Donald Trump não pode interferir nas eleições do Brasil. A carta foi assinada por 31 parlamentares do partido democrata, de oposição a Trump, e encaminhada a Rubio nesta quinta-feira (24). Os democratas falam em um “esforço coordenado do governo [de Donald Trump] para ameaçar nossa aliança estratégica com o Brasil e enfraquecer a segunda maior democracia do Hemisfério Ocidental às vésperas da eleição presidencial de outubro de 2026”. Notícias relacionadas:Redes de TV dos EUA suspendem cobertura de atos da Casa Branca.Na carta, os democratas acusam o governo Trump de tomar uma série de medidas para tentar garantir a vitória de Flávio Bolsonaro, candidato da extrema direita e alinhado politicamente com Trump. Entre essas medidas estariam a imposição de tarifas a produtos brasileiros para evitar a condenação de Jair Bolsonaro, pai de Flávio, por golpe de Estado. O ex-presidente foi condenado a mais de 27 anos de prisão. Atualmente, cumpre prisão domiciliar. Também citaram a indicação de Darren Beattie como assessor sênior para assuntos relativos ao Brasil. Segundo os democratas, Beattie é um “conhecido extremista de direita e supremacista branco”. Ele tentou vir ao Brasil em março para visitar Jair Bolsonaro, mas teve sua entrada no país negada. Os parlamentares compararam o comportamento da gestão Joe Biden diante das eleições brasileiras de 2022, quando houve apoio ao sistema eleitoral e reconhecimento do resultado obtido nas urnas. “Em vez de ajudar a defender a democracia brasileira, os Estados Unidos atuam como agentes de interferência e desestabilização, exercendo pressão diplomática, econômica e política de maneiras que podem enfraquecer as instituições democráticas do país, minar a confiança no processo eleitoral brasileiro e causar danos adicionais à nossa relação com um aliado estratégico e parceiro comercial dos Estados Unidos”, acrescentaram. A carta afirmou que as ações do governo estadunidense “refletem um amplo e profundamente preocupante padrão de interferência da administração Trump nos recentes processos eleitorais na América Latina”. E citaram as recentes eleições na Colômbia e em Honduras, bem como as eleições de meio de mandato na Argentina, governada por Javier Milei. Além disso, os parlamentares pediram explicações em relação a várias medidas do governo dos Estados Unidos em relação ao Brasil. Entre elas: A aplicação da Lei Magnitsky ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes; A classificação das facções criminosas Comando Vermelho e PCC como organizações terroristas e A revogação do visto da embaixadora do Brasil no país, Maria Luiza Viotti. Na carta, eles também pedem que o governo dos EUA se comprometa a respeitar o processo eleitoral do Brasil e reconhecer o resultado das urnas, além de manter “relações diplomáticas normais” com o candidato eleito, seja ele quem for. Lula Em seu discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas, nesta terça-feira (22), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a soberania dos países e citou tentativas de influência estrangeira sobre processos políticos nacionais, sobretudo na América Latina e no Caribe. “Voltamos a presenciar a ingerência externa em processos eleitorais, a divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais com recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos”, disse, ao citar contextos recentes registrados na Venezuela, na Nicarágua, no Haiti e em Cuba.
President Emmanuel Macron embarked Saturday on a symbolic visit to Saint Pierre and Miquelon, a French territory off Canada's Newfoundland, where he hosts Canadian Prime Minister Mark Carney. The first-ever visit by a Canadian prime minister to the French archipelago in the North Atlantic comes as Carney marks a shift in Ottawa's foreign policy toward Europe amid growing tensions with the US.
The Costa Rica Cuba break was confirmed by Foreign Minister Manuel Tovar on 18 September 2026, with consular services moved to Panama's embassy. The post Costa Rica Cuba Break Confirmed by San José on 18 September 2026 appeared first on The Rio Times.
Costa Rica's foreign minister confirmed on 17 September 2026 that relations with Cuba are formally severed, not merely downgraded — what changes. The post Costa Rica Cuba Relations Formally Severed, Foreign Minister Confirms appeared first on The Rio Times.