Children’s imagination knows no bounds, says writer Vaisakhan
35 young authors from across Kerala converge in Thrissur for two-day literary meet
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35 young authors from across Kerala converge in Thrissur for two-day literary meet
The CM also said that they will light diyas across Kolkata and light up the major buildings in the city as part of the PM’s birthday celebrations on September 17
The “revenge dress” worn by the late Princess Diana in 1994 is up for auction at Sotheby’s for the first time in nearly three decades. The black silk evening dress by Greek designer Christina Stambolian is estimated to fetch as much as £220,000 (US$298,110) when it goes on sale on December 9 during Sotheby’s Luxury Week in New York, the auction house said on Thursday. Diana wore the dress in June 1994 as she arrived at the Serpentine Gallery in London for a fundraising dinner. It gained...
Initiative aimed at amplifying students’ concerns held in four cities so far; Mr. Gandhi invites input via social media, video messages to highlight academic worries, the student housing crisis, and youth protests
Cerca de 60 mil pessoas devem participar este ano da 25ª edição da Lavagem de Madeleine – um dos maiores encontros da cultura afro-brasileira na Europa. Brasileiros, franceses e turistas de todo o mundo se encontrarão, entre os dias 10 e 13 deste mês, em Paris. A expectativa é do criador do evento, Roberto Chaves, o Robertinho, como é chamado o multiartista negro, queer, andrógino e de Candomblé. Nascido em Santo Amaro da Purificação (BA), ele vive desde 1990 na França, onde divulga a cultura brasileira e afro-brasileira. Notícias relacionadas:Cultura afro-brasileira é celebrada em Paris com Lavagem de Madeleine.Olodum comandará a tradicional Lavagem de Madeleine, em Paris .Patrimônio Imaterial da França, a Lavagem de Madeleine faz parte do calendário oficial da capital francesa e conta com apoio da prefeitura local e da Secretaria de Turismo da Bahia, além de patrocínio da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur). O evento integra também a Rota dos Escravizados da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), roteiro cultural internacional que conecta locais relacionados à história da escravidão e busca preservar a memória desse período. Origem Público reunido nas escadarias da Igreja de la Madeleine. Foto: Ulysses Venturin/Lavagem de Madeleine Robertinho conta que a ideia de promover a lavagem da escadaria de uma igreja em Paris, inspirada na Lavagem da Igreja do Bonfim, de Salvador (BA), surgiu em 1998, na Basílica do Sacré-Cœur, em Montmartre, aproveitando a Copa do Mundo de Futebol na França para divulgar o Brasil. “Eu estava querendo trazer o Brasil para perto de mim, matar o meu ‘banzo’, as saudades da família, dos amigos, trazer a cultura, e pensei em fazer um evento da Bahia que eu tinha sabedoria. Um evento de branco, com pai de santo, tambores, um evento afro.” Um dia, passando em frente à Igreja de la Madeleine, Roberto Chaves resolveu conversar com o padre encarregado da administração e descobriu que ele já havia visitado a Bahia e conhecia seu povo. A partir dali, a Lavagem de Madeleine ocorreu ganhou proporção maior a cada ano. “Ano passado, foram 60 mil seguidores”. O cortejo da edição 2025 foi puxado pelo grupo Olodum. Importância Robertinho considera que a Lavagem de Madeleine é de grande relevância para o Brasil e para a cultura afro-brasileira. “A Lavagem mostra que o Brasil tem culinária, tem cultura, capoeira, dança”, disse. “Tem maracatu, samba de roda, afoxé, várias alas representando os estados brasileiros. É um festival da cultura brasileira”, acrescentou. Roteiro Cerca de 60 mil pessoas devem participar este ano. Estimativa é do criador do evento, Robertinho, ao centro - Ulysses Venturin/Lavagem de Madeleine A exposição fotográfica Três Olhares, em homenagem aos 25 anos da lavagem, abrirá o evento no dia 10/9, na Embaixada do Brasil na França. Nos dias 11 e 12 de setembro haverá workshop de dança afro-brasileira. O cortejo é o ponto alto da Lavagem de Madeleine. Mais de 700 artistas vão ocupar as ruas de Paris, no dia 13, apresentando a cultura afro-brasileira. Este ano, a cantora Mariene de Castro e Robertinho Chaves comandarão o trio elétrico, que terá participações dos artistas Jau, Gildaa e Lorena Pires. “São 15 grupos folclóricos afros que desfilarão no cortejo”. Participam também grupos de percussão, samba, maracatu, capoeira, além da ala de baianas. A concentração será na Place de la République. Dali, o cortejo seguirá até a Igreja de La Madeleine, onde ocorrerá a tradicional lavagem simbólica das escadarias pelas baianas, em uma cerimônia marcada pelo diálogo entre diferentes tradições religiosas e culturais. Para marcar o sincretismo, a cantora lírica brasileira Lorena Pires, residente da Academia da Ópera Nacional de Paris desde o ano passado, interpretará a música Ave-Maria, reforçando o encontro entre as diferentes tradições culturais que marcam a Lavagem.