Gulmohar BAG art exhibition in Belagavi from October 25-29
The event will be held in Kalamaharshi K.B. Kulkarni Art Gallery, Varerkar Natya Sangh, Near Herwadkar School in Tilakwadi
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The event will be held in Kalamaharshi K.B. Kulkarni Art Gallery, Varerkar Natya Sangh, Near Herwadkar School in Tilakwadi
Saudi artists Reem Ali and Bashaer Hawsawi are showing installations that explore the domestic space, feminine spheres and the emotionally charged meaning of the table, in a group show presented by the Villa Hegra as part of the Asia Now art fair in Paris.
The exhibition features a collection of products, including Khadi garments, Banarasi silk sarees, warm clothes, Kashmiri shawls, dry fruits, crockery and several other traditional items
Curated by Tensing Joseph, the exhibition showcases the emergence of modernism in Keralam and south India through more than 140 works by 30 artists, with paintings from pivotal figures such as KCS Paniker, CL Porinchukutty and Kanayi Kunhiraman, among others
Bakery items prepared by prisoners delighted visitors to the stall
A new exhibition about a pioneering school that nurtured talent for the country has opened at a Hong Kong history museum as part of the government’s efforts to promote national education, with many exhibits shown in the city for the first time. “National Development and Achievements Series: Cultivation and Renewal – The Education Legacy of Hong Kong’s Ta Teh Institute”, a free exhibition presented by the Leisure and Cultural Services Department, will run at the Hong Kong Museum of History in...
A free Pedro Friedeberg exhibition, bolero and jazz nights and free Cervantino films fill the October calendar in San Miguel de Allende, Mexico. The post What to Do in San Miguel de Allende in October 2026 appeared first on The Rio Times.
O público da capital paulista conseguiu mais tempo para apreciar as mais de 100 obras da exposição Miró: Mestre das Formas. A visitação, no Museu de Arte Brasileira, da Fundação Armando Alvares Penteado (MAB FAAP), em Higienópolis, ficará aberta até 13 de dezembro. São gravuras, litografias, esculturas, filmes, fotografias e tapeçarias - muitas inéditas no Brasil - do pintor catalão, um dos mais destacados artistas do século 20. Notícias relacionadas:Cantora Marília Mendonça ganha exposição sensorial no MIS.Exposição em SP propõe novo olhar sobre a história do Brasil.Exposição em São Paulo celebra os 90 anos de Tom Zé.O contato com outros artistas renomados ocorreu cedo. Ainda adolescente, aos 14 anos, passou a ter a arte como cotidiano, matriculado em uma escola de belas artes. Miró foi um dos discípulos do também barcelonês Francesc d’Assís Galí i Fabra, que pintou o teto do Palau Nacional, local onde está atualmente o Museu Nacional d'Art de Catalunya (MNAC). Em 90 anos de vida, Miró, que, em princípio, pendeu mais para o fauvismo - vanguarda artística modernista que surgiu na França no início do século XX -, se submeteu a um processo de aprimoramento e experimentação profundos. Permitiu a troca de materiais, inclusive, mas sua assinatura e sua preocupação com o contexto sociopolítico da época não são apagados nunca de suas obras. O surrealista viveu no exílio por causa da guerra civil espanhola. A forma como manifesta sentimentos provocados por ela é, embora abstrata, tão perceptível quanto as representações figurativas, com seu caráter biomórfico (que se inspira em formas orgânicas e vivas da natureza). Diante de suas obras, em um museu, é possível entender um pouco como partiu do primeiro encontro com o fundador do surrealismo, André Breton, e chegou às suas composições. A cada elemento, é como se se pisasse em um e outro nível de um gramado de um terreno acidentado, ativando referências de Miró e seu país e de si mesmo, conscientes ou inconscientes. Há uma década, ao doar obras para serem leiloadas e angariar recursos para a Cruz Vermelha, seu neto Joan Punyet Miró, destacou o espírito solidário do avô. "Ele sempre quis ajudar os mais desfavorecidos, os refugiados e os exilados. Hoje, estaria consciente de que o que está acontecendo na Síria poderia acontecer na Espanha", disse Punyet na ocasião.
Reconhecida como uma das maiores vozes da música sertaneja brasileira e considerada a "rainha da sofrência", a artista Marília Mendonça será celebrada com uma exposição em São Paulo. A mostra começa nesta sexta-feira (9) e fica em cartaz até o dia 29 de novembro, no Museu da Imagem e do Som (MIS), localizado na Avenida Europa, na capital paulista. Chamada de Marília Mendonça – Sentimento Louco, a exposição vai celebrar a carreira e a memória da cantora e compositora, que morreu há quase cinco anos, no dia 5 de novembro de 2021, em um acidente de avião. Esta é a primeira grande mostra dedicada à trajetória da artista, que revolucionou o sertanejo ao escrever canções que davam protagonismo às mulheres. Notícias relacionadas:Exposição em SP propõe novo olhar sobre a história do Brasil.Exposição em SP propõe novo olhar sobre a história do Brasil.“Você canta sofrência, né? É o que todos me dizem. Embora muitos não percebam, as histórias de Marília Mendonça sempre terminam com um final feliz para ela: mesmo quando o cara me trai, eu mando ele embora”, dizia a própria artista. Para a curadora da mostra, Isa Pessoa, ela foi um verdadeiro fenômeno cultural brasileiro. “A Marília Mendonça redefiniu o gênero musical, o sertanejo e o papel das mulheres dentro disso. Então, uma exposição sobre ela era uma necessidade musical”. Para curadora da mostra, Isa Pessoa, Marilia foi um verdadeiro fenômeno cultural brasileiro - Foto Paulo Pinto/Agência Brasil “Ela conseguiu desenvolver histórias e poemas reais sobre mulheres reais, com as quais ela convivia”, disse a curadora. “Eram histórias de abandono, que a própria mãe viveu ou que suas tias vivenciaram. A grande música que ela fez, chamada Infiel, foi inspirada em uma tia que viveu uma traição violenta”. A artista Marília Mendonça nasceu no dia 22 de julho de 1995 na cidade de Cristianópolis (GO). Aos 11 anos, ganhou seu primeiro violão, um presente do avô, para tocar em uma igreja. Um ano depois, já estava compondo a música Minha Herança. “Lembranças vêm e vão. Me aquecem sem querer. São a minha herança do que restou de você”, diziam os versos da canção. Ainda criança, foi contratada por Wander Oliveira, fundador da WorkShow, como compositora. “A Marília, ainda criança, chegou no meu escritório, me procurando. Ela tinha 13 anos e era ainda muito menina, mas sempre à frente do seu tempo. Era muito fácil de trabalhar com ela, ela era muito criativa. Quando a Marília falava alguma coisa que parecia absurdo, você não podia responder de pronto. Era melhor esperar e pensar no que ela estava falando porque sempre haveria algo muito importante para ser visto ali”, disse ele à reportagem. Wander Oliveira, fundador da WorkShow, conta que contratou Marilia ainda criança - Foto Paulo Pinto/Agência Brasil Aos 18 anos, as músicas que ela compunha já haviam sido gravadas por diversas duplas e cantores brasileiros como Cristiano Araújo, Wesley Safadão e Henrique e Juliano. E só então ela decidiu cantar suas próprias canções, colocando as mulheres sempre no centro da narrativa. “O que eu tenho falado é que existe uma música antes e depois da Marília. Ela não era uma cantora sertaneja. Ela era uma cantora de música popular brasileira. Tanto é que, no projeto que estava desenvolvendo [antes de morrer], chamado de Todos os Cantos, ela estava indo em cada estado do país e gravando uma música [inédita], uma forma de retribuição ao seu público”, afirmou o empresário. A exposição A exposição acompanha diferentes momentos da trajetória da artista, contando fatos desde a sua infância até a consagração nos palcos. A mostra propõe uma experiência sensorial e imersiva, apresentando não somente suas músicas, como também objetos pessoais como roupas, sapatos, colares, diários, óculos e violões, além de registros inéditos. “A exposição veio para materializar todo o conteúdo audiovisual que a gente pesquisou e trabalhou para um documentário [sobre a cantora]”, explicou Nelson Foerster, produtor e diretor artístico da mostra. Segundo ele, esse documentário será lançado na próxima semana no streaming, com depoimentos e histórias sobre a cantora. “A Marília inovou porque ela trouxe sentimento para suas letras. Pesquisadores e roteiristas que contratamos para esse documentário nos diziam: ‘leiam as letras [de suas canções]’. A Marília se tornou tão popular porque as pessoas se identificavam [com as letras das músicas]. Ela cantava para as mulheres, cantava os problemas das mulheres e cantava aquilo que as mulheres queriam ouvir”, disse Foerster. “As letras dela vêm dessas observações, desse olhar para a sociedade e para as pessoas”. O diretor artístico da mostra, Nelson Foerster, diz que Marilia inovou ao trazer sentimento às suas canções - Foto Paulo Pinto/Agência Brasil Cada um dos espaços da exposição foi inspirado em títulos de canções que se tornaram sucesso na voz de Marília Mendonça. Um desses espaços, chamado de Esqueça-me Se For Capaz, por exemplo, apresenta suas memórias pessoais. Já Sentimento Louco, que dá nome à mostra, apresenta uma experiência audiovisual imersiva. “Uma das coisas que pensei [para a mostra] foi a ideia de reconstituir algum ambiente dela, onde a gente pudesse entrar um pouco [em sua intimidade]. Então reproduzimos o seu quarto, quase fielmente, com a cama, o cobertor, o edredom e os livros e objetos que ficavam em sua cabeceira. Tudo ali é original, com exceção de um pequeno estojo de maquiagem. O resto, até mesmo os perfumes e óculos, são originais. E nós sabemos que os óculos são importantes porque ela foi a primeira nessa coisa de mulher cantar de óculos”, destacou a curadora. Exposição mostra o quarto da cantora, com peças originais - Foto Paulo Pinto/Agência Brasil Na opinião de Wander Oliveira, a exposição faz grande homenagem a Marília Mendonça, embora ela lhe traga sentimentos bastante ambíguos. “Acho que o tempo é importante. Em um primeiro momento a gente sofreu muito, a família sofreu muito, mas hoje eu acho que a gente já estava mais preparado para ver [a exposição]. Confesso a você que para nós, que convivíamos no dia a dia [com a cantora], que estava muito junto dela, ainda é um negócio que dá uma tristeza e um aperto no coração. Mas estou saindo feliz [da exposição] por ver a grandiosidade dela, a homenagem que foi feita. Mas as lembranças ainda pesam um pouco. Cinco anos ainda é pouco tempo para curar as feridas. Mas também estou feliz porque ela merece isso. E o público também merece essa exposição”.. Mais informações sobre a exposição Marília Mendonça – Sentimento Louco e sobre a compra de ingressos podem ser obtidas no site do MIS. A entrada é gratuita às terças-feiras.
Como bem pontua Darcy Ribeiro, o Brasil é resultado de um processo complexo e muitas vezes violento de mistura cultural e racial envolvendo povos indígenas, africanos escravizados e colonizadores europeus. Essa miscigenação de diferentes povos criou um senso de identidade único no território. Além disso, a enorme extensão geográfica do país culminou em características culturais e sociais distintas pelas diversas regiões do Brasil. Notícias relacionadas:Exposição em São Paulo celebra os 90 anos de Tom Zé.Festival de Cinema Colombiano começa nesta quarta em São Paulo.Rádios Nacional e MEC estreiam nova temporada do programa Alma Blues .Foi a partir dessas complexas relações que o artista visual e curador Claudinei Roberto Silva projetou a exposição Margem de Dentro: Não Vi o Bastante que Pensei Ter Visto Demais, que abre nesta quarta-feira (07), no Sesc Ipiranga, na cidade de São Paulo. Com entrada gratuita, a mostra reúne trabalhos de 26 artistas de diferentes regiões do país. São mais de 50 obras que exploram múltiplas linguagens visuais, como pintura, escultura, gravura, fotografia, arte têxtil, luteria e muralismo. Para o curador, a exposição fala da necessidade de aprofundar a experiência da democracia no Brasil, porque só esse aprofundamento é capaz de trazer à tona as muitas vozes que compõem a diversidade social do país. Margem de Dentro busca lançar luz sobre narrativas historicamente invisibilizadas. “A ideia é pensar naquela produção que foi menosprezada porque foi feita, por exemplo, por mulheres unidas nas periferias das grandes cidades vizinhas da capital”, diz Claudinei. O curador cita o mural produzido por Soberana Ziza como um exemplo. A obra promove um diálogo entre o interior e a cidade de São Paulo, abordando a migração histórica de famílias. A produção também faz referência à Madrinha Eunice, a primeira presidenta de escola de samba de São Paulo. Outro aspecto central da exposição é a valorização da manualidade, ou seja, obras que são criadas e manipuladas com as mãos, a partir de cimento, cerâmica, madeira e tecidos. Essas produções, como aponta Claudinei, resgatam técnicas ancestrais da África. A exposição faz uma espécie de revisão de saberes tradicionais, como a ferramentaria, a marcenaria e a tecelagem, gerando diálogos entre sabedorias populares e a linguagem da arte contemporânea. *Estagiário da Agência Brasil sob supervisão de Odair Braz Junior
Huge demonstrations have been held over the last few weeks in Spain over its housing crisis, but the issue is not restricted to Spain. Many other countries also have a huge problem with housing, including Ireland, with experts saying that for every street of 10 houses, the country actually needs 12. Now a new exhibition in Paris at the Irish Cultural Centre is trying to reflect the issue. In Perspective, we spoke to the museum's director and one of the artists taking part.
Para celebrar os 90 anos de vida do cantor e compositor baiano Tom Zé, a Caixa Cultural de São Paulo preparou uma exposição sensorial e interativa que convida o público a percorrer a trajetória, as referências e as invenções do artista. “Ah, eu fiquei criança”, brincou Tom Zé ao visitar a exposição na noite dessa terça-feira (6), no centro da capital paulista. “Eu fiquei criança de alegria, Deus seja louvado. E abençoado seja quem tomou todo esse tempo de trabalho, com cada detalhe e cada coisa funcionando”, disse o artista, que completa nove décadas de vida no próximo domingo (11). Notícias relacionadas:Festival de Cinema Colombiano começa nesta quarta em São Paulo.Mostra de Cinema de SP chega aos 50 anos com homenagem a James Gray.Maestro Roberto Tibiriçá morre aos 72 anos em São Paulo.Chamada de Tom Zé – 90 Anos do Inquieto Jardineiro de Sons, a mostra reúne memórias, músicas e elementos que ajudam a contar um pouco sobre a vida e a obra do cantor e compositor, que nasceu na cidade de Irará (BA) no dia 11 de outubro de 1936. “Esta não é uma exposição apenas para você olhar, mas para você vivenciar também. Então, você tem vários ambientes que fazem referência a momentos da vida do Tom Zé”, destacou a curadora da exposição, Neuseli Martins. Caixa Cultural celebra os 90 Anos de Tom Zé com exposição interativa - Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil A mostra A exposição tem início em um espaço dedicado às lembranças e referências musicais e literárias que contribuíram para a formação do repertório musical de Tom Zé. Mas também há espaços que relembram a vitória do artista no 4º Festival de Música Popular Brasileira, em 1968, com a canção São Paulo, Meu Amor, e ambientes que trazem registros de shows e até um quiz sobre a trajetória do artista. “A gente tem um ambiente que é a casa dele, outro dedicado aos festivais aqui em São Paulo e, depois, a gente tem um outro ambiente que é um momento em que ele começa a criar os instrumentos e trazer muitas diferentes alternativas para a música, porque ele achava que tinha mais coisa para ser explorada, não somente aquilo que ele já ouvia. Ele queria novos sons”, explicou a curadora. Os visitantes da exposição poderão ainda tocar uma réplica do buzinório, instrumento musical criado por Tom Zé, e escrever mensagens ao artista. Réplica do buzinório, instrumento musical criado por Tom Zé - Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil Um dos primeiros visitantes da mostra foi o músico e instrumentista Jarbas Mariz, que integrou a banda de Tom Zé por 32 anos. Em entrevista à Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Jarbas contou que conheceu Tom Zé em 1988, apresentado por um amigo. “O Tom Zé chegou assim: ‘Ah, meu querido’, como se já me conhecesse há um tempo”, disse. “Ele chegou e disse: ‘Você topa ceder dois anos e meio da sua carreira para trabalhar comigo?’. Eu digo: ‘Claro’. E aí esses dois anos e meio viraram 32.” O músico e instrumentista disse que, nesse período, aprendeu muita coisa com Tom Zé, desde a avaliação da qualidade dinâmica da música popular até o uso de materiais não convencionais, passando pela pontualidade com horários. “Tom Zé é assim, ele marca um horário para ensaiar às 9h. Mas, se você chegar às 9h, está atrasado”, brincou. “Então tem muita coisa que a gente aprende [com ele] como a trabalhar com instrumentos não convencionais. Aprendi muito com ele como pegar qualquer instrumento e transformar aquilo ali em som e colocar na sua música também.” Jarbas foi um grande parceiro de Tom Zé também nos arranjos de composições. “O Tom Zé, você sabe como ele é, ele é muito criativo. Ele geralmente bola o esquema em casa com as coisas e daí a gente chega, junta e dá umas opiniões e tal. E aí a gente fecha os arranjos e tudo, mas a primeira cabeça é a dele”, contou. Tom Zé visita exposição em homenagem aos seus 90 anos na Caixa Cultural São Paulo - Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil Inspiração Tom Zé tem a carreira marcada pela experimentação e pela criatividade. Foi um dos principais nomes do tropicalismo, um movimento cultural vanguardista, de contestação política e de ressignificação do Brasil, que marcou diferentes setores culturais, como a música e a literatura. É também um artista de grande projeção internacional. Desde 2022, ele ocupa um lugar na Academia Paulista de Letras. Perto de completar 90 anos, Tom Zé continua criando e produzindo. “De manhã, faço práticas [orientais] que têm a ver com todos o funcionamento humano. E, enquanto eu fizer isso, eu vou estar vivo, se Deus quiser”, disse o artista. “Então, eu estou a fim de chegar aos 100”. Para a curadora da exposição, Tom Zé é não somente uma pessoa criativa, mas também uma grande inspiração. Caixa Cultural celebra os 90 Anos de Tom Zé com exposição interativa - Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil “Ele inspira pessoas dos 10 aos 100 anos. Estamos vendo ele ainda em atividade, criando, gravando e principalmente dialogando com várias gerações. Eu acho isso uma característica muito incrível. Ele é uma pessoa que está sempre buscando descobrir alguma coisa nova ou ver as coisas de uma forma diferente. Então, isso é uma inspiração para nós e é uma honra poder fazer essa homenagem.” A mostra, que é gratuita, fica em cartaz até o dia 13 de dezembro na Caixa Cultural São Paulo, localizada na Praça da Sé. Mais informações podem ser obtidas neste link ou nas redes sociais da Caixa Cultural.