India-U.S. trade deal unlikely until competitor countries probed, tariffed
An announcement of fresh 301 investigations against some of India’s competitor countries is likely soon, The Hindu has learned
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An announcement of fresh 301 investigations against some of India’s competitor countries is likely soon, The Hindu has learned
The US and China continue to wrangle over extending the 2025 Busan trade agreement just hours before Chinese President Xi Jinping arrives in Washington for a state visit, even as they report progress on implementing a narrow tariff-reduced trade mechanism. US Trade Representative Jamieson Greer on Monday blamed China for creating “uncertainty” over the pact’s extension, saying Beijing was still holding out on supplying enough strategic mineral exports to the United States. “They have limited...
As the Trump administration has repeatedly changed tariffs on Indian goods, New Delhi has been signing trade agreements at a rapid pace. But can these new markets meaningfully reduce India’s dependence on the U.S. as it’s faced with 100% tariffs?
A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) elaborou um relatório em que aponta risco de influência ou interferência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras deste ano. O documento reservado alerta ainda para uma tendência de escalada da pressão estadunidense sobre o Brasil. O relatório foi encaminhado no fim de agosto à Presidência da República, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ao Ministério da Justiça. As informações foram divulgadas neste sábado (19) pelo jornal Folha de S.Paulo e confirmadas pela TV Brasil, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Notícias relacionadas:ONU: Lula defende multilateralismo e reforma do Conselho de Segurança.Brasil e EUA voltarão a discutir tarifas em encontro do G20.Segundo a publicação, a inteligência brasileira classifica a possibilidade de interferência externa com um "nível de criticidade" e contextualiza o problema dizendo que "a reafirmação da hegemonia dos EUA na América Latina” é prioridade do segundo governo do presidente norte-americano Donald Trump. O objetivo é afastar “rivais dos EUA”, como a China, de ativos estratégicos, riquezas naturais e infraestruturas na região. A avaliação da Abin indica que houve intensificação das ações dos Estados Unidos em relação ao Brasil ao longo dos últimos meses. Além da ingerência nas eleições, o Brasil vem sendo alvo de medidas econômicas e políticas prejudiciais aos interesses nacionais. Enquanto isso, o governo brasileiro busca manter as boas relações diplomáticas e comerciais. Apesar de criticar as ações do governo estadunidense, é comum ouvir o presidente Luiz Inácio Lula da Silva dizer, em eventos e entrevistas, “eu me dou muito bem com o Trump”. Entenda Tudo começou com a famosa “química” que teria brotado entre os dois durante a Assembleia Geral da ONU, em setembro de 2025. Essa foi a exata definição do mandatário norte-americano após um breve encontro entre ambos, quando Lula deixava o palco e Trump se preparava para discursar. Mas essa aparente boa relação entre os dois não significa vida fácil para a diplomacia ou para a economia brasileira. Desde abril de 2025, o Brasil tem sido alvo de tarifas de exportação para produtos vendidos ao vizinho do Norte. Inicialmente, foram 10% aplicados a vários países. Naquele momento, o interesse puramente econômico dava o tom das medidas anunciadas. Dois meses depois, porém, o tom político passou a influenciar medidas econômicas do governo estadunidense. No dia 30 de julho, Donald Trump assinou uma Ordem Executiva (OE) que considerava o Brasil uma “ameaça incomum e extraordinária à segurança nacional dos EUA”. E elevou o valor total da tarifa para 50%. Aumento das tarifas Entre as justificativas para o aumento da tarifa, destacava-se a atuação da Justiça brasileira ao limitar a atuação de redes sociais em território brasileiro. Entre essas redes sociais estavam a Rumble, rede social da Trump Media & Tecnology Group (TMTG), e o X, antigo Twitter, presidido por Elon Musk, aliado de Donald Trump. A restrição a determinadas redes sociais tinha relação com a incitação de discursos de ódio e atentados à democracia, de acordo com o Supremo Tribunal Federal. Outra justificativa para as tarifas passou pela condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. O governo dos Estados Unidos considerou a condenação uma perseguição política e intimidação a opositores do atual governo. Trump repetia a versão de Bolsonaro, que afirma ser perseguido no processo em que foi acusado de liderar a tentativa de golpe de Estado no Brasil. Na ocasião, Bolsonaro pressionou comandantes militares para suspender o resultado da eleição presidencial de outubro de 2022, quando perdeu para Lula. Lei Magnitsky Além das tarifas, o governo norte-americano foi além e aplicou a Lei Magnitsky a Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator dos processos da trama golpista, bem como de sua esposa, a advogada Viviane Barci Moraes. Trata-se de uma lei local, mas que prevê o bloqueio de contas bancárias, ativos e aplicações financeiras nos Estados Unidos, a proibição de transações com empresas americanas que estão no Brasil, além do impedimento de entrada no país. Na ocasião, também foram alvo de cancelamento do visto de entrada nos EUA os ministros do STF Luís Roberto Barroso, Edson Fachin, Cármen Lúcia, Flávio Dino, Cristiano Zanin, Gilmar Mendes. Em dezembro de 2025, Moraes e sua esposa tiveram os nomes retirados da lista de sancionados pela Lei Magnitsky. O papel de Eduardo Bolsonaro Na ocasião, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente, já havia ido para os Estados Unidos argumentando ser um perseguido político. Assim que a Lei Magnitsky foi aplicada, ele foi às redes sociais celebrar as medidas econômicas e legais contra o Brasil. Além disso, Eduardo afirmou ter atuado junto às autoridades americanas em prol desse resultado. Isso levou o parlamentar a ser denunciado por coação no curso do processo, já que incentivou os EUA a decretarem tarifas para pressionar a Justiça a não condenar seu pai. Eduardo Bolsonaro foi condenado pelo STF em junho de 2026. Ele continua morando nos Estados Unidos e perdeu o mandato de parlamentar por faltar às sessões da Câmara dos Deputados. Queda nas tarifas Em fevereiro deste ano, porém, Donald Trump sofreu um revés em sua política tarifária. A Suprema Corte dos Estados Unidos derrubou as tarifas sobre produtos importados impostas globalmente por Trump. A Corte decidiu que a imposição de tarifas feita pelo presidente interferiria nos poderes do Congresso do país e violaria um princípio jurídico chamado doutrina das questões importantes. O governo dos EUA, então, teve que devolver bilhões de dólares arrecadados ilegalmente. Apesar da limitação legal, o governo dos Estados Unidos ainda lança mão de tarifas. Inclusive contra o Brasil. No dia 22 de julho, os EUA anunciaram uma sobretaxa de 25%. A medida atingiu 19% das exportações brasileiras para o país norte-americano. A alegação do governo Trump, desta vez, se baseava em “adoção de práticas desleais” do Brasil na relação entre os dois países. Entre essas práticas, estariam o uso do PIX (sistema de pagamentos eletrônicos brasileiro), a regulação das redes sociais, o desmatamento ilegal e acordos preferenciais com México e Índia, entre outros. Dias depois, uma nova tarifa, de 12,5%, foi aplicada. O argumento foi de que o Brasil não adota mecanismos eficazes para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Na ocasião, o governo brasileiro afirmou que a tarifa foi “arbitrária e injustificada” e ressaltou o reconhecimento internacional do país no combate ao trabalho escravo. Atualmente, parte dos produtos exportados para o país norte-americano podem ser tributados em até 37,5%. Organizações terroristas Em maio deste ano, os EUA anunciaram, em comunicado do Departamento de Estado, o desígnio das facções criminosas brasileiras Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. O governo brasileiro tentou evitar essa designação por meses. Na avaliação do governo, isso poderia abrir caminho para uma ação militar dos EUA no Brasil ou uma aplicação de sanções severas em setores econômicos e financeiros. De acordo com especialistas, a classificação dessas facções como terroristas pode, na verdade, atenuar eventuais punições a quem comete crimes de narcotráfico, lavagem de dinheiro, extorsão, latrocínio e contrabando de armas e munições. Visto revogado Em 4 de agosto, os EUA anunciaram a revogação do visto da embaixadora do Brasil no país, Maria Luiza Ribeiro Viotti. O país norte-americano justificou a medida pela demora do Brasil na resposta à concessão de aprovação diplomática do indicado do governo Trump a assumir a embaixada dos EUA no Brasil. O governo brasileiro rebateu as alegações, afirmando serem falsas. Em nota divulgada à época, o Brasil afirmou que os EUA feriram a Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas quando divulgaram o nome do seu indicado para assumir a embaixada no Brasil. Segundo o governo, o nome só poderia ser tornado público após a concessão da anuência do país anfitrião. Lula e Trump Apesar de reafirmar seu bom relacionamento pessoal com Donald Trump, o presidente Lula não o poupa de críticas. Em junho, afirmou que Trump “fez uma coisa desaforada” ao sugerir novas tarifas contra o Brasil enquanto os dois países negociam. Isso não impede, no entanto, encontros ou conversas telefônicas entre os dois. Após o breve encontro na ONU, em setembro de 2025, os dois se encontrariam novamente no mês seguinte em Kuala Lumpur, na Malásia, onde ocorria a cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean). Na ocasião, Trump se disse “honrado” por encontrar o presidente brasileiro. Mas nenhum acordo foi anunciado. O último encontro entre os dois ocorreu em maio deste ano, em Washington. No encontro, Lula procurou explicar que os Estados Unidos têm superávit na relação comercial com o Brasil e que não há “prática desleal” na relação comercial. Levou documentos e acertou com seu homólogo uma mesa de negociação entre as equipes dos dois governos. A reunião durou mais de três horas. Lula também expôs as medidas do Brasil contra o crime organizado, numa tentativa de evitar a designação de facções brasileiras como terroristas, o que ocorreria dias depois. Em abril, Brasil e Estados Unidos já haviam anunciado um acordo de cooperação mútua visando combater o tráfico internacional de armas e drogas. Além de encontros presenciais, os dois já conversaram por telefone ao menos quatro vezes. A última dessas conversas, e a mais longa, com 1h20 de duração, ocorreu em agosto. A iniciativa partiu do presidente brasileiro e a ideia era retomar as negociações comerciais e discutir a contenção de conflitos internacionais. Ambos estarão juntos novamente na 81ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York, na próxima terça-feira (22). Lula, como presidente do Brasil, é responsável por abrir o Debate Geral, seguido do discurso do presidente dos Estados Unidos. Não há, entretanto, nenhum encontro bilateral marcado entre eles.
Why did the U.S. introduce the Lindsey O. Graham Sanctioning Russia and Iran Act, 2026? What does this new law say about tariffs? What particular condition impacts India’s imports of Russian oil? How could this impact India’s economy? Is there any provision for a waiver of tariffs?
In the first quarter of 2026, China became the leading destination for Rwandan exports, accounting for 26% of the total, compared with less than 5% just one year earlier. A spectacular shift, driven by the removal of Chinese tariffs on almost all Rwandan products. But on the ground, access to this market of 1.4 billion consumers depends less on tariffs than on meeting sanitary standards. Report by Aurore Bayoud.
Mexican president says she is seeking a decrease in tariffs as both countries seek new bilateral trade deal.
Russia took control of the local businesses of Swiss food giant Nestle and French supermarket chain Auchan in the Kremlin’s largest takeover of foreign corporate assets since at least 2024 amid rising tensions with Europe. The US is expected to hold off announcing new tariffs on China and other trading partners until after next week’s summit between Presidents Xi Jinping and Donald Trump, according to people familiar with the matter, a delay that could preserve such a threat as leverage in the negotiations. The Opening Trade has everything you need to know as markets open across Europe. With analysis you won't find anywhere else, we break down the biggest stories of the day and speak to top guests who have skin in the game. Hosted by Anna Edwards, Guy Johnson and Tom Mackenzie. (Source: Bloomberg)
US Trade Representative (USTR) Jamieson Greer asked Brazil to review the sale of Anglo American’s nickel mines to a Chinese state-controlled miner in exchange for tariff relief, two people familiar with the negotiations told the South China Morning Post. Washington made the request during talks to lift the 50 per cent tariffs US President Donald Trump imposed on Brazilian goods last year. First reported by Brazilian newspaper O Estado de S. Paulo and CNN Brazil on Thursday, the proposal would...
US President Donald Trump threatened on Wednesday to cut trade with the European Union after the bloc proposed to make Canada its first ever associate member. "I think it's laughable," Trump told reporters when asked about the plan. "If they do that, if I think it's at all a hostile act, I will put very serious tariffs or stop trading with Europe, on many things." FRANCE 24's Christopher Guly reports from Ottawa.
Empresas afetadas pelo tarifaço americano e por impactos da guerra no Oriente Médio já podem se habilitar a empréstimos do Plano Brasil Soberano, que disponibiliza R$ 22,6 bilhões em crédito. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) abriu nesta quinta-feira (17) o protocolo para empresários se habilitarem aos financiamentos. Notícias relacionadas:Brasil e EUA retomam negociação após tarifaços de 25% e 12,5%.Plano Brasil Soberano adota novas regras e mais empresas podem aderir.O programa inclui também empresas de setores considerados indispensáveis, como fertilizantes e minerais críticos. O pacote de crédito é formado por R$ 13,5 bilhões em recursos do Tesouro Nacional e R$ 9,1 bilhões do BNDES, banco estatal ligado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Terceira fase Essa é a terceira fase do programa, iniciado em meados de 2025. O programa surgiu como apoio do governo brasileiro após os Estados Unidos terem sobretaxado exportadores brasileiros. A segunda versão foi lançada em março de 2026, incluindo negócios afetados pela guerra no Oriente Médio. Na terceira fase, três grupos de empresas têm direito ao crédito, conforme portaria do governo: Grupo 1: exportadoras de bens (e fornecedores) afetadas pelo tarifaço dos EUA Grupo 2: setores industriais relevantes para o comércio exterior ou identificados como estratégicos para a transição para uma economia de baixo carbono. Grupo 3: exportadoras de bens (e seus fornecedores) para países do Golfo Pérsico (Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Irã, Iraque, Kuwait e Omã) Integram o grupo 2 empresas de ramos como o têxtil, químico, farmacêutico, automotivo, minerais críticos e de máquinas e equipamentos. Condições Para o grupo de afetados pelo tarifaço ou conflito no Oriente Médio, é preciso cumprir condicionantes, como pelo menos 1% do faturamento vindo do comércio com os países envolvidos. Empresários podem verificar a elegibilidade da empresa por meio do site do programa. Os financiamentos são direcionados para capital de giro, aquisição de máquinas e equipamentos, e projetos de investimentos. Os juros cobrados variam de 4,3% a 17,5% ao ano. As condições dependem de fatores como porte da empresa e destinação dos recursos. Os detalhes e a forma de habilitação para o crédito podem ser consultados no site do BNDES.
US equity futures and Treasuries advance a day after the Federal Reserve raised interest rates boosting confidence in Chair Kevin Warsh's commitment to fight inflation. President Trump threatens he will put very serious tariffs on the EU if he thinks its push for closer ties with Canada is harmful to the US. Jane Foley of Rabobank joins "Bloomberg Brief" to discuss the market reaction to the Fed's decision. (Source: Bloomberg)
Beijing has pushed back after the US Congress passed a bill on Wednesday that would allow US President Donald Trump to sanction Russia and its largest energy importers, including China. The bill, named after the late Republican Senator Lindsey Graham, authorises tariffs of up to 100 per cent on the top five importers of Russian oil and natural gas. In response to a question about the bill, Chinese foreign ministry spokesman Guo Jiakun said Beijing had always opposed “long-arm jurisdiction”...
Momentum in Canada’s housing market stalled in August as trade talks with the US broke down and the countries levied new tariffs on each other’s goods.
The announcement comes several months after the US decreased the tariff by 5 percent.
Canada’s buy-local movement remains strong, but new tariffs could test how much more shoppers are willing to pay.
Conservative Party of Canada Leader Pierre Poilievre discusses the state of trade and tariffs with the United States. He says Canada’s oil and mineral resources can help alleviate US inflation pressures, but the Trump administration needs to back off its tariff policies against its northern neighbor. He speaks on “Bloomberg Surveillance.” (Source: Bloomberg)
The US is banning dairy products, most alcoholic drinks and motorcycles from Canada, the White House said on Tuesday, as the trade war between the two neighbours and long-time allies escalates. The ban will take effect in three weeks and comes after Canada imposed retaliatory tariffs on US$20 billion in US imports earlier on Tuesday. A range of Canadian products from mattresses to motorboats and golf carts will be subject to a 50 per cent surcharge beginning September 15, a presidential...
François Picard is pleased to welcome Jean Simard, President and CEO of the Aluminum Association of Canada. According to Simard, the US-Canada aluminum dispute is not your conventional disagreement over trade, but rather a 'Trump posture that makes no sense". As American industrial demand substantially exceeds domestic production capacity, tariffs will do nothing to reduce Canadian aluminum from the US market. Protectionism does not eliminate interdependence, explains Simard, it makes that interdependence considerably more expensive.
America’s top retailers and manufacturers are getting long-awaited relief from President Donald Trump’s sweeping global tariffs. But for some of the hardest hit companies, the share price benefits pale in comparison with the massive losses they suffered on Liberation Day.
A Mega-Sena sorteia nesta terça-feira (8) prêmio estimado em R$ 70 milhões. As seis dezenas do concurso 3.055 serão sorteadas a partir das 21h (horário de Brasília) no Espaço da Sorte, em São Paulo. As apostas podem ser feitas até às 20h (horário de Brasília) em casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6. Notícias relacionadas:Mega-Sena acumula e próximo sorteio terá prêmio de R$ 70 milhões.No último concurso, foram sorteados os números 08 - 17 - 24 - 43 - 47 - 58 e nenhum apostador acertou as seis dezenas.
Canada's retaliatory tariffs on billions of dollars in US products took effect Tuesday, as a trade war between the North American neighbors heats up. On Monday, Trump had threatened to block sales of Canada's Bombardier Aviation in the United States, unless the Quebec-based plane maker moves manufacturing to the US.
Copper prices have surged to an all-time high on the London Metal Exchange (LME) amid anticipations of potential US tariffs and a tightening supply crunch, with analysts expecting prices to remain elevated in the short term. Benchmark three-month copper futures closed at US$14,510 a tonne on Monday, after rising to a record high of US$14,533 a tonne earlier in the session, surpassing the previous record set in January. The rally came with the market widely expecting the United States to expand...
US equity futures waver and global stocks slide as brent crude inches closer to $100 a barrel, adding to inflation concerns. Saudi Arabia halts some energy operations after attacks. Canada's retaliatory levies of up to 50% on US goods take effect. ASML wins TSMC and Samsung's commitment to use its latest chip production gear. Marija Veitmane of State Street joins "Bloomberg Brief" to discuss market risks ahead of the CPI report later in the week. (Source: Bloomberg)
Canada's retaliatory tariffs of up to 50 percent on approximately $19.8 billion worth of US goods came into effect this Tuesday, further escalating the trade war between the two neighbours. At the same time, US President Donald Trump is threatening to ban sales of all Bombardier aircraft in the US, in spite of the Canadian company's deep web of US suppliers. Also in this edition: Iran raises the price of gasoline and French startup Mistral AI is now valued at €21 billion.