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O Ministério da Fazenda publicou nessa sexta-feira (25), em edição extra do Diário Oficial da União, uma portaria que assegura a manutenção da subvenção de R$ 2,12 por litro ao óleo diesel. A Portaria nº 2.946 evita a redução do benefício, prevista para este sábado (26) após o término da vigência da Medida Provisória nº 1.363/2026. Notícias relacionadas:Subsídio de R$ 2,12 ao diesel deve ser mantido por 30 dias.Petrobras aumenta diesel, mas subsídio mantém valor final; entenda.De acordo com o ministério, a continuidade da subvenção se deve à persistência da volatilidade dos preços internacionais do petróleo e dos combustíveis. “Como a MP 1.363/2026 encerra sua vigência em 26 de setembro, o Ministério da Fazenda ajustou a portaria para que, a partir de 27 de setembro, o valor de R$ 2,12 por litro passe a ser estabelecido integralmente”, justificou a pasta. Histórico O ministério lembra que a subvenção ao diesel foi criada inicialmente tendo como valor R$ 1,12 por litro. “Posteriormente, diante do agravamento do cenário externo, a MP 1.391 autorizou o Ministério da Fazenda a definir, por ato próprio, o valor da subvenção ao diesel”, acrescentou. Com base nessa autorização, o ministério fixou uma subvenção adicional de R$ 1 por litro, elevando o valor total para R$ 2,12. Em nota, a Fazenda informou que a nova portaria não aumenta a subvenção, e que o objetivo é assegurar a manutenção do valor atualmente praticado diante da persistência da volatilidade dos preços internacionais do petróleo e dos combustíveis.
Torsten Slok, chief economist at Apollo, warns that inflation from rising diesel prices may not be taken into account by the Federal Reserve since “that is really entering elsewhere in the CPI basket than in the energy line.” He speaks on “Bloomberg Surveillance.” (Source: Bloomberg)
Record diesel prices are exposing a critical constraint in global energy markets as refinery disruptions abroad collide with limited capacity in the US. GasBuddy’s Patrick De Haan is on Bloomberg This Weekend and says producing more crude alone won’t solve the problem because refiners are already operating near their limits, leaving little room to boost gasoline and diesel supplies quickly. (Source: Bloomberg)