Trump eases Russia oil sanctions, but is Europe still buying Moscow’s gas?
Analysts say Russia will benefit most from US sanctions waiver.
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Analysts say Russia will benefit most from US sanctions waiver.
When Hong Kong debates how to raise its birth rate, the conversation usually revolves around money: bigger baby bonuses, tax concessions, housing support, cheaper childcare and so on. These economic measures are necessary. Lowering the cost of raising a child removes some real and immediate barriers. However, there is another, lesser-known factor that works more subtly and implicitly. It comes not from economics but from the structure of the language or languages we speak each day. Consider a...
Vietnam’s Prime Minister Le Minh Hung projected gross domestic product will expand at least 10% next year as he outlined the nation’s economic targets in a speech to parliament.
Coconut farmer Sombat Chuekrod travelled more than 200km (120 miles) to join hundreds on the streets of Bangkok on Friday demanding that the International Monetary Fund (IMF) and World Bank change how they deal with the developing world. Finance ministers, central bank governors and other top policymakers gathered this week in the Thai capital for the IMF-World Bank Annual Meetings, as decision makers tackle an inflation crisis fuelled by the Iran war and other economic shocks. The message from...
A equipe econômica estuda oferecer linhas de crédito e programas de capacitação para empresas que enfrentarem dificuldades com o fim da escala de trabalho 6x1, disse nesta sexta-feira (16) o ministro da Fazenda, Dario Durigan. Segundo ele, o impacto da emenda constitucional sobre os empregadores ainda será avaliado, mas o governo prevê financiamento específico para a transição. “É possível que a gente faça, por exemplo, uma espécie de linha de crédito ou de capacitação para a inovação”, afirmou Durigan em entrevista à TV Band nesta sexta-feira (16). Notícias relacionadas:Alcolumbre homenageia Paim no fim da 6x1; entenda motivo.Do trabalho sem limite ao fim da 6x1: veja avanço da jornada no Brasil.Saiba quando começa a valer o fim da escala 6x1.A medida, ressaltou o ministro, busca ajudar os negócios a se adaptarem à nova jornada, com investimentos em inovação e produtividade. Durigan também mencionou que o governo pretende apoiar empresas afetadas pela reforma tributária. Inovação e capacitação Durigan afirmou que a equipe econômica ainda está analisando quais empresas e setores terão maior impacto com a mudança. A intenção é destinar o apoio aos negócios que precisarem de mais recursos para reorganizar as atividades. Segundo o ministro, a adaptação pode envolver modernização de processos, treinamento de funcionários e adoção de novas tecnologias para manter a produção mesmo com menos dias de trabalho. “Os empresários têm que ter apoio do governo para participar desse novo tempo, que é uma mudança civilizacional”, declarou. O ministro citou o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e outros sistemas de capacitação como parceiros em iniciativas de treinamento, especialmente para pequenos negócios. Apoio às pequenas empresas Durigan afirmou que o governo já ampliou o limite de crédito para pequenas empresas, de R$ 250 mil para R$ 500 mil, inclusive para operações destinadas ao capital de giro, recursos usados para manter as despesas e o funcionamento cotidiano dos negócios. O ministro não anunciou uma desoneração da folha de pagamento ou outra compensação direta aos empregadores. Em vez disso, destacou a possibilidade de financiamento direcionado e capacitação para empresas que precisarem se adaptar. “Já temos uma previsão de ter linhas de crédito específicas para essa transição, tanto da reforma tributária quanto do fim da jornada 6x1”, disse. Impacto ainda será avaliado A mudança na jornada foi aprovada pelo Congresso e promulgada nesta sexta-feira. A nova regra prevê dois dias de descanso remunerado por semana e redução gradual da jornada máxima de 44 para 40 horas, sem corte salarial. Durigan afirmou que o governo ainda vai medir os efeitos da mudança sobre os diferentes setores e portes de empresas. Segundo dados citados pelo ministro, de 68% a 70% dos empregos no país estão fora da escala 6x1. Ele também defendeu que a adaptação pode trazer ganhos de produtividade, com processos mais eficientes e menor rotatividade de trabalhadores. Juros e ajuste fiscal Na entrevista, Durigan também afirmou que a taxa de juros segue como um desafio para a economia brasileira. O ministro defendeu a continuidade do ajuste das contas públicas e a busca por superávits primários maiores nos próximos anos, mas sem mudanças abruptas na política econômica. “Vamos continuar melhorando as contas públicas, gerando superávit, mas de maneira gradual, sem dar cavalo de pau na tua vida, sem gerar incerteza e imprevisibilidade”, afirmou. Durigan disse que a estratégia deve preservar políticas públicas e evitar impactos negativos sobre a atividade econômica. Afirmou que a proposta de ajuste fiscal de 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em prazo curto, debatida durante as eleições exigiria cortes em programas sociais e outras políticas.
Tom Porcelli, chief economist at Wells Fargo, joins Scarlet Fu and Tom Keene on "Bloomberg Money." They discuss the health of the US consumer, the wealth the effect, and his hands-off approach to personal finance. (Source: Bloomberg)
Ghana's economy grew 7.4% in July from a year earlier, up from 6.5% in June, as services expanded 12.2% and agriculture slowed to 3.7%. The post Ghana Economy Grows 7.4% in July appeared first on The Rio Times.
Long before the Great Depression or the 2008 financial crisis, the world endured its first truly global financial crash. In his new book, 1873: The Rothschilds, the First Great Depression, and the Making of the Modern World, Pulitzer Prize–winning author Liaquat Ahamed traces how a booming global bond market, railroad speculation and massive flows of capital helped fuel extraordinary growth before the bubble burst. At the center of the story were the Rothschilds, the powerful banking dynasty that helped transform government borrowing and global finance. Ahamed joins Bloomberg Businessweek Daily to discuss why 1873 still matters, how railroad mania compares with today’s rush into AI infrastructure, and what the era can teach investors about bubbles, monetary-policy mistakes and financial resilience. (Source: Bloomberg)
Ghana's economy grew 7.4% in July from a year earlier, led by services, but the monthly reading is provisional and not a full-year GDP figure. The post Ghana Economy Grows 7.4% in July appeared first on The Rio Times.
Statistics Botswana said annual inflation fell to 7.8% in September from 9.3% in August, still above the central bank's 3% to 6% target range. The post Botswana Inflation Slows to 7.8% From 9.3% appeared first on The Rio Times.
"The Pulse With Francine Lacqua" is all about conversations with high profile guests in the beating heart of global business, economics, finance and politics. Based in London, we go wherever the story is, bringing you exclusive interviews and market-moving scoops. Today's guests: Vasiliki Pachatouridi, BlackRock EMEA Head of iShares Fixed Income Product Strategy; Alexander Gabuev, Carnegie Russia Eurasia Center Director (Source: Bloomberg)
The government hopes a weaker dinar will help pay salaries, but traders face rising import costs and uncertainty.
"These revisions to the methodology are entirely consistent with what the advice we've been giving them, including from our statistics department," said Krishna Srinivasan, Director of the IMF's Asia and Pacific Department
Australians are pulling back at the pump as fuel prices surge, with sales of diesel dropping in August by the most since 2022 and the decline in petrol sales deepening.
Hong Kong secondary school student Agastya Rekhi is just 17, but he has been teaching finance and economics to younger children for nearly three years. Meeting families struggling to understand how prices, investments and economic news impacted their daily lives during voluntary work convinced him that access to information was only part of the problem. How that information was communicated was just as important. Rekhi, a finalist for the Spirit of Youth Award in this year’s Spirit of Hong Kong...
Comprehensive cross-platform coverage of the U.S. market close on Bloomberg Television, Bloomberg Radio, and YouTube with Romaine Bostick, Carol Massar and Tim Stenovec. (Source: Bloomberg)
É inviável um corte de gastos públicos no Brasil de grandes proporções que preserve os programas sociais e os reajustes do salário mínimo, pensões e aposentadorias, segundo calculam economistas. O professor Pedro Paulo Zahluth Bastos, do Instituto de Economia da Unicamp, afirmou à Agência Brasil que cortes expressivos, como os de cerca de R$ 200 bilhões discutidos durante a campanha presidencial, tendem a alcançar as áreas sociais. Notícias relacionadas:Veja os planos de governo de Flávio e Lula para meio ambiente e clima.Lula defende Sul Global; Flávio quer proximidade com EUA e Israel.“Cerca de 90% do gasto primário federal é obrigatório: Previdência, BPC [Benefício de Prestação Continuada], pessoal, pisos de saúde e educação, Bolsa Família. O que sobra, as despesas discricionárias, soma pouco mais de R$ 200 bilhões”, disse. Bastos acrescenta que, dentro das despesas discricionárias, que são aquelas que podem ser usadas livremente pelo governo, estão os investimentos, além dos custeios de universidades, de hospitais federais e da Polícia Federal (PF). “Um corte de R$ 200 bilhões que preserve os benefícios sociais zera o resto. Se não zera, entra nos benefícios. Não há terceira opção”, concluiu o economista. A professora de economia Maria Lourdes Mollo, da Universidade de Brasília (UnB), explicou que não é possível fazer cortes substanciais no orçamento público sem afetar a área social. “Não apenas em função das políticas sociais especificamente, que serão comprometidas, mas porque os gastos públicos têm um efeito multiplicador na renda e no emprego que é perdido”, disse. A professora sustenta que as despesas públicas contribuem para estimular a economia e que, com as altas taxas de juros praticadas no Brasil, os cortes de gastos tendem a causar retração na economia como um todo. “Além disso, como a arrecadação cai com o produto, o que será destinado para educação e saúde, que é uma proporção da receita, cai também”, acrescentou. Após defender um “tesouraço” inspirado no governo de Javier Milei, que fez cortes em áreas como saúde, educação e alimentação na Argentina, o candidato Flávio Bolsonaro tem sustentado que não pretende reduzir programas e benefícios sociais caso seja eleito. Na equipe de Lula, o discurso é de que o ajuste fiscal será necessário em um eventual quarto mandato, mas que ele seria gradual e ao longo dos quatro anos. Em entrevista exclusiva à Folha de São Paulo, o ministro do planejamento, Bruno Moretti, projeta sair de um déficit das contas públicas de 0,5% do PIB neste ano para um superávit de 1,5% em 2030. “Nós estamos falando de desacelerar despesas obrigatórias, compatibilizar o direito das pessoas com o processo de manter as contas públicas em ordem", afirmou Moretti. Corte de 1,5% do PIB Em agosto deste ano em entrevista à Globo News, a coordenadora da equipe econômica de Flávio Bolsonaro, Daniella Marques, afirmou que o plano prevê mudanças nas regras fiscais para controlar a dívida pública, o que inclui um ajuste de 1,5% do Produto Interno Bruto, algo em torno de R$ 190 bilhões, considerado o PIB de 2025. O candidato Luiz Inácio Lula da Silva aponta que o “tesouraço” de Flávio deve prejudicar os aposentados e pensionistas do INSS e os beneficiários dos programas sociais, o que é negado pelo senador fluminense. “Eu não vou fazer economia em cima de quem precisa, das pessoas mais carentes desse Brasil”, reforçou o presidenciável do PL. Supersalários e desperdícios Nos últimos dias, a campanha de Flávio tem defendido que os cortes seriam limitados aos supostos privilégios do funcionalismo público, como os supersalários, entre outras despesas na máquina pública. Ele também defende aumentar as ações de combate às fraudes. O professor Pedro Paulo destaca que essas despesas somam alguns bilhões, não centenas de bilhões. “Supersalários e penduricalhos acima do teto são um problema de justiça, não de orçamento. Extinguir dez ministérios economiza o custo administrativo, que é pequeno; o dinheiro está nos programas que os ministérios executam”, comentou. Ainda segundo o especialista, combater fraudes no INSS pode render recursos uma vez, mas não o ano todo. “Nenhum governo cortou R$ 200 bilhões em desperdício. Quem cortou, cortou da população”, completou. Para o economista da Unicamp, a única forma de chegar a cortes de 1,5% a 2% do PIB é por meio de cortes em despesas obrigatórias ou mudanças nos cálculos dos reajustes dos benefícios atuais. “Ninguém perde o benefício de hoje, perde o reajuste de amanhã. O aposentado que ganha um salário mínimo deixa de ter o ganho real que teve todos os anos desde 2023. Em dez anos, isso é uma reforma da Previdência feita sem votar reforma da Previdência”, pontuou. Juros pressionam a dívida O corte de gastos públicos é uma das principais exigências do mercado financeiro para os governos e candidatos sob o argumento de que as despesas pressionam a dívida pública e colocariam em risco a sustentabilidade das contas do Estado brasileiro. O professor da Unicamp Pedro Paulo Bastos destaca que o principal fator que pressiona o déficit público são os juros, que vêm consumindo cerca de R$ 1 trilhão ao ano. O Brasil alcançou, em setembro, as maiores taxas reais de juros do mundo, segundo a consultoria Moneyou. “O setor público tem déficit de 0,6% do PIB. Os juros custam 8,9% do PIB. Cortar 1,5% do PIB de quem recebe aposentadoria e Bolsa Família, enquanto se paga 8,9% do PIB a quem tem título público, não é ajuste. É escolha de quem paga”, comentou. Arcabouço Fiscal Ainda no início do atual governo Lula, foi aprovado o Novo Arcabouço Fiscal, que limitou o crescimento das despesas em relação ao PIB de acordo com o crescimento da receita. O candidato à reeleição tem prometido manter esse arcabouço que, segundo o plano de governo de Lula, “controlou o crescimento das despesas sem prejudicar as políticas sociais e permitiu uma redução significativa do déficit primário”. O candidato do PT tem defendido que o resultado fiscal virá pela “retomada do crescimento econômico, do controle do aumento do gasto primário, investindo na melhoria da eficiência e da qualidade do gasto público”. A campanha de Flávio tem defendido mudanças no atual arcabouço fiscal focadas na “estabilização e na redução da dívida pública” para entregar superávits primários e limitando o crédito subsidiado. “A meta é alcançar, no menor prazo possível, a estabilidade e depois a queda da relação Dívida/PIB”, diz o documento oficial da campanha do PL.
The dollar strengthened to the highest level in over a year as hot US inflation reading pushed traders to add to bets that the Federal Reserve will raise interest rates.
US Treasuries slumped after hotter-than-expected inflation prompted traders to boost their expectations that Federal Reserve officials raise interest rates later this month and next year.
Chief Minister Suvendu Adhikari laid the foundation of ₹6,000 crore phenol and acetone plant at Haldia
Two-way trade between January and September was up 25.4% to $144.45 billion, while India’s imports from China continued to rise, up 23.3% to $125.19 billion
Participants in Hong Kong’s stock market may need to wait longer for shorter transaction settlement times, as market participants want more time to prepare for the change, according to two sources familiar with the matter. Bourse operator Hong Kong Exchanges and Clearing (HKEX) said in a consultation paper in April that it aimed to implement a so-called T+1 system – under which trades would be settled one day after transactions – in the fourth quarter of 2027, replacing the existing T+2...
Asian countries must remind themselves about what happened during the region’s financial crisis in the late 1990s and guard against a recurrence of such shocks, the head of the Philippine central bank said on Wednesday. Before the Asian financial crisis started in 1997, regional economies saw huge capital inflows that prompted the World Bank to describe it as the “East Asian miracle”, Eli Remolona, governor of the central bank, said in an International Monetary Fund panel on the outlook for the...
Argentina's consumer prices rose 1.9% in September and 33.4% over 12 months. Which costs rose most, and what it means for expat budgets. The post Argentina’s 1.9% Inflation and Your Budget appeared first on The Rio Times.
China has lifted nearly 800 million people out of extreme poverty, arguably the greatest achievement in poverty reduction in human history. Even so, no mainland Chinese economist has won the Nobel Prize in Economic Sciences. Across the Pacific, the United States has produced about 75 per cent of Nobel economics laureates, even as its economy staggers under mounting public debt, chronic fiscal deficits, and recurring financial crises and government shutdowns. Of the 99 economics laureates ever...
Federal Reserve Bank of Boston President Susan Collins says interest rates will likely need to rise more before the end of the year to help rein in inflation during a banking conference hosted by the Boston Fed. (Source: Bloomberg)
O acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia impulsionou em 30,7% as exportações brasileiras para o bloco europeu entre maio e setembro de deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. O dado foi divulgado nesta terça-feira (13) pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, durante evento em Brasília. Além deste dado, o Brasil abriu 700 mercados internacionais para produtos agropecuários desde 2023. No acumulado de janeiro a setembro, as exportações brasileiras para a UE somaram US$ 44,17 bilhões, um crescimento de 20% em relação aos nove primeiros meses de 2025. Notícias relacionadas:Preços maiores sustentam alta das exportações aos EUA em agosto.Acordo entre Mercosul e Singapura garante tarifa zero para exportações.Apex prevê plano de R$ 130 milhões para diversificar exportações.O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, também destacou os resultados do acordo e confirmou que o comércio bilateral entre os países do Mercosul e da União Europeia aumentou mais de US$ 6 bilhões desde a aprovação e a entrada em vigor do tratado. “As exportações brasileiras tiveram uma alta de 10,4% em 2026. Só o acordo Mercosul-União Europeia, de maio até agora, significou uma expansão de 30% das nossas exportações”, declarou Vieira. O acordo entrou em vigor provisoriamente em 1º de maio, após quase 27 anos de negociações entre os dois blocos. Expansão Durante o evento, Elias Rosa afirmou que o crescimento das exportações brasileiras não se restringe ao agronegócio. Segundo o ministro, o comércio exterior do país avançou, em média, 10,5%, em um cenário internacional marcado por tensões geopolíticas e pelo aumento de barreiras comerciais. O ministro também destacou a ampliação das relações comerciais do Brasil com diferentes mercados e atribuiu os resultados à capacidade de expansão das empresas nacionais e à atuação do governo na promoção do comércio exterior. “É a pungência do setor privado e a capacidade do setor privado de expandir, sobretudo no agro. A missão número um da nova industrialização do Brasil envolve justamente a agroindústria”, afirmou. Ao comentar as relações com os Estados Unidos, Elias Rosa classificou o momento como “delicado”, mas defendeu a continuidade das negociações diplomáticas. “Mas não sairemos do diálogo da negociação”, disse. Novos mercados O anúncio dos resultados comerciais ocorreu durante cerimônia no Ministério da Agricultura e Pecuária que celebrou a abertura de 700 novos mercados internacionais para produtos agropecuários brasileiros desde o início de 2023. As aberturas ocorreram em 99 destinos, entre países e blocos econômicos, após autorizações sanitárias para a entrada de produtos brasileiros. O ministro da Agricultura, André de Paula, comparou o resultado ao registrado na gestão anterior. “Foram 700 aberturas de mercado contra 241 do governo anterior”, afirmou. De Paula também destacou o desempenho do agronegócio e as perspectivas para a produção nacional. “Planejamos chegar a 29% do PIB agropecuário neste ano. A safra 2026/27 deve ter 366 milhões de toneladas”, acrescentou. Meta Segundo estimativa da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), o país exportou US$ 5,8 bilhões para os novos mercados abertos desde 2023. A projeção da agência é que as vendas para esses destinos alcancem US$ 80 bilhões nos próximos quatro anos. André de Paula também afirmou que o Brasil pretende encerrar o ano como o maior exportador mundial de alimentos. “Exportamos US$ 169 bilhões no acumulado do ano, US$ 2 bilhões abaixo dos Estados Unidos, mas terminaremos o ano como maior exportador de alimentos”, declarou. O ministro ainda ressaltou os investimentos do governo federal no financiamento da produção rural, incluindo recursos destinados à agricultura empresarial e familiar por meio do Plano Safra. “Este governo investiu mais de R$ 610 bilhões no Plano Safra atual para agricultura empresarial e familiar. Nos quatro anos de governo Lula, foram investidos mais de R$ 1 trilhão. Isso dá conta da importância que conferimos ao agro brasileiro”, afirmou. De Paula citou ainda a autorização concedida pela China para a exportação brasileira de miúdos suínos e manifestou expectativa de novas aberturas de mercado para produtos agropecuários nacionais.
The IMF's October outlook projects the El Salvador economy to grow 4.5% this year, up from 3.9% in 2025, in a country that uses the US dollar. The post IMF Projects El Salvador Economy to Grow 4.5% This Year appeared first on The Rio Times.
The IMF's new World Economic Outlook projects Venezuela's inflation at 467.9% for 2026, the highest in Latin America, with about 5% growth. The post Venezuela Inflation to Hit 467% This Year, IMF Says appeared first on The Rio Times.